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História O Vizinho Perfeito (Kim Taehyung) - Capítulo 1


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Notas do Autor


Pessoas, pessoas, me desculpem novamente!! Comecei uma nova fic do Jimin e Jungkook, mas não estava com inspiração para aquela Fanfic, Estou quase terminando a do Sope, só estou acabando algumas coisinhas dos capítulos.

Enfim, eu tive uma grande ajuda pra essa fanfic e espero que gostem, dêem amor a ela!

💛✨ Boa leitura 💛✨

Capítulo 1 - Capítulo I


Fanfic / Fanfiction O Vizinho Perfeito (Kim Taehyung) - Capítulo 1 - Capítulo I

— Então ainda não falou com ele?

— Hum? — Cybil Campbell continuou a trabalhar em sua mesa de desenho, marcando traços divisores no papel com uma experiência adquirida ao longo de anos. — De quem você está falando?

Seguiu-se um longo suspiro de censura. Ao ouvi-lo, Cybil teve que se esforçar para não rir. Conhecia muito bem Lalisa Manoban, sua vizinha do andar de baixo, e sabia exatamente sobre quem ela estava falando.

— Do irresistível sr. Misterioso do 3B, Cyb. Ele se mudou pra cá há uma semana e ainda não trocou uma palavra sequer com ninguém! É mistério demais para mim. Seu apartamento fica bem em frente ao dele e você nem tentou dizer "olá"? Pelo amor de Deus, mulher! Você precisa fazer alguma coisa!

— Tenho andado muito ocupada ultimamente. — Cybil levantou a vista e arriscou olhar para Lisa, que estava andando pelo estúdio com ar impaciente, fazendo os cabelos loiros balançarem com veemência. — Mal notei a presença dele.

Lisa revirou os olhos, parecendo não acreditar no que estava ouvindo.

— Não me venha com essa história, Cyb. Notou a presença dele, sim.

Lisa Se aproximou da mesa de desenhos e inclinou-se por cima do ombro da amiga, então torceu o nariz. Nada além de algumas linhas azuis. Gostava mais quando Cybil começava a esboçar figuras.

— Ele ainda nem pôs o sobrenome na caixa do correio. E ninguém o ver sair do prédio durante o dia. Nem mesmo a sra. Wolinsky, e olha que ninguém escapa àquele olhar de falcão.

— Talvez seja um vampiro.

— Uau... — Intrigada com a idéia, Lisa apertou os lábios. — Sabe que essa hipótese seria mesmo excitante?

— Excitante demais — anuiu Cybil, voltando a se concentrar no desenho, enquanto Lisa retomava sua caminhada impaciente pelo estúdio, falando sem parar.

Cybil nunca se importara em ter companhia enquanto trabalhava. Na verdade, até gostava disso. Não era do tipo que gostava de isolamento e quietude. Talvez por esse motivo se sentisse tão feliz vivendo em Nova York, em um prédio de apartamentos cheio de vizinhos animados e, quase sempre, muito barulhentos.

Aquele tipo de coisa a satisfazia não apenas em nível pessoal, mas também servia de base para seu próprio trabalho.

De todos os moradores do prédio, Lalisa Manoban era sua vizinha preferida. Três anos antes, quando Cybil Se mudara para o predio, Lisa era uma energética recém-casada que acreditava plenamente que todo mundo tinha que ser tão feliz quanto ela. E felicidade, para Lisa, era sinônimo de casamento. 

Depois que se tornara mãe de Charlie, um adorável bebê de oito meses, Lisa começou a se empenhar ainda mais em sua campanha casamenteira. E Cybil Sabia muito bem que era a principal "vítima" da amiga.

— Nem mesmo o viu no corredor? — Lisa quis saber.

— Ainda não.

Pensativa, Cybil pegou uma caneta e apoiou-a entre os lábios rosados e polpudos. Seus olhos expressivos eram de um profundo tom de verde, semelhante ao das águas de algumas praias privilegiadas ao redor do mundo. Os suaves matizes amarelados, que permea am estonteante tom verde das íris, sugeriam uma imagem das luzes do crepúsculo sobre o mar. Seriam considerados "olhos de tigresa", não fosse o fato de viverem constantemente iluminados por um brilho de bom humor.

— Acho que a sra. Wolinsky está é perdendo a prática. Eu o vi sair do prédio durante o dia, o que elimina a "hipótese vampiresca."

— Viu mesmo? — Lisa se aproximou dela no mesmo instante, com ar de interesse. — Quando? Onde? Por quê?

— Quando? De madrugada. Onde? Indo em direção leste da cidade. Por quê? Por causa de uma crise de insônia. — Decidindo entrar na brincadeira, Cybil girou a cadeira, mostrando um brilho de divertimento no olhar. — Acordei cedo e fiquei pensando nos biscoitos que sobraram da festa da outra noite.

— Biscoitos atômicos. — brincou Lisa.

— Sim. E não consegui voltar a dormir até provar outro deles. Já que havia levantado e estava sem sono, decidi vir até aqui trabalhar um pouco e, em certo momento, acabei indo parar na janela. Foi quando o vi sair. Aliás, é impossível não notá-lo. Deve ter um metro e oitenta, mais ou menos. E aqueles ombros...

As duas reviraram os olhos, imaginando como deveria ser tudo aquilo de perto.

— Bem, ele estava carregando uma espécie de mochila de ginástica e trajava jeans e camiseta pretos. Portanto, deduzi que ele estivesse saindo para o trabalho, em alguma academia. Ninguém consegue ter aqueles ombros comendo batatinhas e tomando cerveja por aí, meu bem.

— A-ha! — Lisa estalou os dedos no ar. — Você está interessada.

— Não estou morta, Lisa. Ele é lindo de morrer. E como se não bastasse isso, aquele ar misterioso e o traseiro perfeito moldado no jeans justo... — Cybel levantou as mãos no ar. — O que mais uma mulher pode fazer, se não fantasiar?

— E por quê  fantasiar? Por quê não bate à porta dele e lhe oferece alguns biscoitos ou algo do gênero? Dê-lhe boas-vindas como vizinha. Quem sabe, assim, conseguirá descobrir o que ele faz lá dentro o dia inteiro. Tente descobrir se ele é solteiro, no que trabalha... Se é solteiro... E o que... — Ela se interrompeu, levantando a cabeça em alerta. — Charlie está acordando.

— Eu não ouvi nada. — Cybil virou a cabeça, mirando o ouvido na direção da porta. Concentrou-se, mas não ouviu nada. — Puxa, Lisa, desde que deu a luz está com uma audição de morcego.

— Vou trocá-lo e levá-lo para um passeio. Quer vir também?

— Não, não posso. Preciso trabalhar.

— Nos vemos a noite, então. O jantar será as sete horas.

— Está bem.

Lisa foi ate o quarto de Cybil, onde havia deixado o filho dormindo, e o pegou no colo. Acenou para a amiga, ao passar pela porta do estúdio, e saiu em seguida. Cybil sorriu consigo. Lisa podia até ser meio excêntrica, mas havia se tornado uma mãe maravilhosa.

Com uma careta, lembrou-se do jantar que teria pela frente. Um jantar tedioso com Jinyung, primo de Lisa. Quando criaria coragem para dizer a Lisa que lhe parasse de tentar arranjar um pretendente? Provavelmente no mesmo instante em que reunisse coragem para dizer o mesmo a sra. Wolinsky, concluiu. E a sra. Peebles do primeiro andar. Por que as pessoas insistiam em manter aquela obsessão de ficar lhe arranjando pretendentes?


Notas Finais


E aí o que acharam? No próximo capítulo o Tae vai aparecer belê? :3

Obrigada e até amanhã ou a noite kkkk


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