História Objective (Imagine Jungkook) - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jin, Jungkook, V
Tags Imagine, Jeon Jungkook, Romance Colegial
Visualizações 476
Palavras 1.776
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fluffy, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá gente, finalmente cheguei com o capítulo novo.
Vejo vocês nas notas finais, boa leitura!

Capítulo 17 - Guerra de almofadas


— Jeongguk deixa de ser paranoico — Hoseok bufava pela quarta vez já impaciente. — Eu já falei que ela deve estar ocupada, sei lá, ela não é obrigada a vir atrás de você, afinal, você que deve ir.

— Eu não entendo as garotas — puxei meus cabelos frustrado e me sentei no sofá novamente. — Ela não vai lá em casa a dois dias.

— Já sei, você fez alguma coisa com ela seu idiota! — jogou uma almofada em minha cabeça.

— Ai, isso dói porra — resmunguei massageando o local atingido. — Não, eu não fiz nada. Você não entende o grau de preocupação que eu tô passando.

— Me fala logo, tem que ter algum motivo, e você nem costuma xingar muito — me observou curioso.

— Claro, a gente não se vê quase nunca! — revirei os olhos. — Tá, a gente meio que... — tentei fazer gestos com as mãos para explicar o beijo mas o retardado não entendeu.

— Vocês tran...

— Não idiota! — bati em minha testa. — Olha para minha cara e veja — apontei sério para o meu rosto.

— Você tem cara de mal-humorado, age como se tivesse oitenta anos e parece pervertido — deu de ombros.

— Por que estão me chamando de pervertido ultimamente? — esbravejei me levantando. — Estou indo, tchau.

— Ei cara, só falei a verdade — agarrou meu braço tentando me impedir de sair porta afora.

— Vai se danar Hoseok — bufei irritado e saí dali ouvindo algumas risadas do babaca.

Por que estão me chamando assim agora?

Coloquei minhas mãos em meus bolsos da calça seguindo o caminho de casa enquanto cantarolava alguma música aleatória de The Neighbourhood. Ajeitei minha toca vermelha sobre minha cabeça — mesmo estando no verão —, agradeço por não estar tão quente aqui e eu poder usá-la.

Eu estivesse pensando ultimamente, lembrei-me da vez que Yujin — ainda não consigo chamá-la de mãe — contou-me sobre eu ter nascido em Busan... eu gostaria de visitar Busan um dia, até porque eu passei minha vida inteira atolado em Seul. Era estranho saber que eu tenho uma mãe, depois de passar minha infância observando meus colegas de classe serem buscados por suas mães a cada término de aula enquanto eu sempre voltava sozinho. Foi uma época difícil, até pouco tempo eu odiava ver uma mãe tendo um gesto de afeto com seu filho, aquilo querendo ou não sempre me deixava com inveja. Mas depois de um tempo você se acostuma com a solidão, e então ela torna a sua melhor e única amiga. Até pouco tempo eu pensava assim, até a estrangeira aparecer em meus caminhos e mudar a rota de meus pensamentos. Não posso negar que ela me ajudou a notar as coisas boas ao invés das ruins — já que sempre fui pessimista —, além de falar sem parar, eu não entendia de onde saia tanto assunto daquela garota, mas eu gosto disso. Talvez aquela melancolia que andava de mãos dadas comigo a todo instante possa ter diminuído.

Eu sou uma pessoa tão confusa que as vezes eu tenho medo de mim mesmo, eu nem mesmo sei o que se passa dentro do meu coração. Ás vezes eu acho melhor nem refletir sobre minha vida, até porque se eu for parar para pensar: meu pai está sendo procurado pela polícia — segundo Yujin —, minha “mãe” apareceu depois de dezesseis anos, eu sou um zé ninguém que não sabe o que fazer, tenho um emprego ruim, não sei definir meus pensamentos. Falando em emprego, eu estou faltando tanto que acho que assim que eu der as caras por lá vou receber um pé na bunda na mesma hora. Eunbi, a garota irritante que fica ajudando a organizar as coisas é insuportavelmente oferecida. Já perdi a conta de quantas vezes ela já se jogou para cima de mim, ou até mesmo apareceu lá com um vestido curtíssimo — que fez com que o chefe quase a despedisse —, mesmo assim, falo com toda certeza, eu nunca senti um pingo de atração por ela.

Eu simplesmente queria saber como (S/N) tomou tanto espaço em minha mente.

Além do mais, eu gostei de ter beijado ela, mesmo sendo embaraçoso de dizer, aquilo foi realmente bom. Eu estava chegando ao ponto de pensar que ela não havia gostado, pois nem sinal de vida ela deu depois daquele dia. Meu terno ridículo que eu fui obrigado a usar ainda estava jogado em algum canto do meu quarto, e toda vez que olho para ele me lembro de nós dois naquela piscina.

Saí de meus devaneios ao sentir um baque forte em meu ombro.

— Ei, presta aten... — congelei ao ver (S/N), bem ali em minha frente. — Ah, esquece.

— Desculpe... — murmurou cabisbaixa evitando contado visual. — Até mais Jeongguk — acelerou o passo passando por mim, mas eu segurei seu pulso.

— O que foi? — acabei falando um pouco alto demais. — Por que está me ignorando assim? O que eu fiz de errado garota?

— Você não fez nada, eu estou ocupada — disse baixo e tentou se soltar, mas falhou. — Eu preciso ir...

— O que você tanto faz que tem a necessidade de me tratar como se eu fosse invisível de uma hora para a outra? — perguntei já irritado.

— Por que está gritando comigo? — me encarou assustada.

— Eu não estou gritando — abaixei meu tom de voz e soltei seu pulso. — Eu só queria entender...

— A minha mãe está grávida, Jeongguk — disse fazendo-me arregalar os olhos.

— Isso é sério? A quanto tempo?

— Ela está de um mês. Então, ela e Gong Yoo querem se casar antes que a barriga dela fique elevada pois segundo mamãe ela quer casar com a cintura fina — riu soprado e colocou uma mecha atrás da orelha como de costume. — Então eu estou ajudando com os preparativos. Eu não estou te ignorando, Jeongguk.

— O que você precisa fazer? Eu ajudo. — digo e pude vê-la ficar surpresa.

— Estou indo encomendar os convites.

— Vou com você — puxei-a pela mão e pude ver um sorriso formar eu seu rosto.

 

(...)

 

— Ei Jeongguk, esse ficou fora de ordem! — exclamou afirmando que eu estava organizando errado.

— Não está! — resmunguei. — Ah, isso é um saco!

— Concordo com você, mas o que eu não faço para ver aqueles dois felizes... — gargalhou.

— Como consegue ser assim?

— Assim como Jeongguk? — me olhou confusa.

— Tão otimista, você vê o ponto bom de tudo — murmuro.

— Ah, eu aprendi que se você ver o ponto bom das coisas você aproveita muito mais cada momento — deu de ombros guardando os convites já organizados. — Terminamos! — comemorou e eu revirei os olhos.

— Sua felicidade chega a ser irritante — bufo me levantando e indo até a cozinha. — Está com fome?

— Não faça esse tipo de pergunta, estou tentando fazer dieta — cruzou os braços parando-se ao meu lado.

— Para que? — franzi o cenho.

— Estou com um corpo meio desproporcional em comparação as coreanas — suspirou fundo, dramática.

— Eu gosto do seu corpo assim — dei de ombros e observei suas bochechas ficarem rosadas. — Digo, eu não acho que você esteja acima do peso.

— Mas se eu continuar assim não vou conseguir fazer ninguém se interessar por mim.

— Você está muito enganada, existem pessoas interessadas em você sim, e você não precisa ter o manequim pequeno para que alguém goste de você — digo enquanto pego suco na geladeira.

— Quem iria se interessar por mim? Só se for o vento — riu enquanto abria meu armário. — Nossa você só come biscoitos?

— Deixe de ser intrometida — tomei o pacote de biscoitos de sua mão. — São gostosos e práticos!

— Já perco a fome só de vê-los — gargalhou mas parou assim que seu estomago roncou alto.

— Não é o que o seu estomago diz — despejei-os em uma vasilha. — Coloca o suco pra você, não sou seu empregado.

— Aish — resmungou pegando o copo. — Jeongguk, você quer ir comigo?

— Aonde? — indaguei confuso.

— No casamento da minha mãe... — diz e eu acabo me engasgando com o suco. — Jeongguk! — bufou.

— Ah, eu não, odeio festas.

— Está bem, talvez o Taehyung possa me acompanhar...

— Eu vou! — gritei assustando-a. — Quero dizer, vou pensar no seu caso.

— Então isso é um sim! — juntou suas mãos em comemoração.

— Idiota — revirei meus olhos pela decima vez no dia.

— Você é muito chato — correu até a sala e jogou-se no sofá ficando em silêncio.

Ela continuou parada como uma estátua, e aquilo acabou me preocupando. Saí da mesa e fui até a mesma.

— (S/N)? — nem tive tempo de dizer algo, apenas senti uma almofada atingir meu rosto. — Ei! — massageei minha testa.

— Você se assustou — gargalhava sem cessar da minha cara. — Isso foi hilário.

— Eu não me assustei — bufei. — Olha! — apontei para o outro lado da sala tendo tempo o suficiente para pegar uma almofada.

— Aonde? — voltou sua atenção para mim confusa, sendo atingida pela a almofada. — Você me paga!

— Isso foi hilário! — gargalhei debochado e a mesma me olhou feio.

— Você vai ver o que é hilário!

(S/N) pegou a almofada e disparou a correr em minha direção pronta para me atacar, mas acabou tropeçando no tapete fazendo-a perder o equilíbrio e me atingir fazendo nós dois nos espatifarmos no chão. Estávamos colados um ao outro com os rostos extremamente próximos.

— Jeongguk — sussurrou rente a minha face.

— Hm? — murmurei desconcertado enquanto piscava lentamente.

— O que estamos fazendo?

— Fazendo? — arregalei os olhos. — Não estamos fazendo nada! — empurrei-a por impulso fazendo a chocar se contra o chão. — F-foi sem querer!

— Eu quis dizer sobre essa guerra ridícula de almofadas, argh, minhas costas — resmungou. — O que você pensou que fosse? — perguntou e eu a olhei como se fosse obvio. — Ah! Seu pervertido! — arregalou os olhos.

— Foi você que caiu em cima de mim e eu que sou o pervertido da história? — bufei me levantando daquele chão.

— A gente é estranho — riu baixinho. — Afinal, o que a gente é, Jeongguk?

Engoli a seco. Boa pergunta, (S/N).


Notas Finais


Se tiver gostado deixe seu comentário, me incentiva muito!
O que dizer sobre esses dois? Hm...
Ah, queria pedir para que dessem uma olhada nessas fanfics maravilhosas:

Não se apaixona, não (Imagine Jungkook): https://spiritfanfics.com/historia/nao-se-apaixona-nao-imagine-jungkook-8836185

In Love (Imagine Jimin): https://spiritfanfics.com/historia/in-love-10917524

Até o próximo capítulo!


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