História Obrigada por existir - (imagine Jin) - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Drama, Família, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Namjoon, Romance, Suga, Taehyung
Visualizações 245
Palavras 870
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Acho que foi o capítulo mais forte que eu já escrevi ;-;

Capítulo 6 - Capítulo 6


Eu estava cansada e por isso eu estava fazendo tudo errado tanto no colégio quanto no trabalho, eu estava aproveitando o meu expediente do trabalho para dormir debaixo de uma árvore, quando sinto alguém me chutar de leve, olho para cima e vejo que era o Suga, o mesmo se sentou do meu lado.

- O que está acontecendo com você ?

- A situação na minha casa não está muito legal esses dias. O meu avô levou a namorada dele pra morar com a gente e agora a minha vida consegue ser pior do que já estava.

- O seu irmão voltou a te bater outra vez ?

- Não, por enquanto ele está viajando pro Brasil, o problema mesmo e a senhora sung que anda me perturbando.

  Falei com Suga todos os meus problemas desses últimos dias em casa, ele era o único que sabia pois ele se tornou o meu melhor amigo entre os sete, talvez por causa das nossas experiências de vidas que eram intensas. Ele só não sabia o outro lado da história. Voltei pro trabalho de certa forma um pouco mais melhor, durante o resto do dia eu recebi a ajuda do Bambam em certas coisas.
 Voltei para casa cansada, mais ainda sim eu fiz os deveres de casa e ainda ajudei Sophy, eu estava deitada na minha cama enquanto Sophy jogava um jogo qualquer no meu PC, quando escuto a voz estridente da Sung me chamar, eu fui obrigada a sair dos meus devaneios sobre o Jin e o quanto estavamos próximos. Cheguei na sala e encontrei a Sung com um sorriso dócil em seus lábios o que eu achei um tanto quanto estranho.

- Como você está querida Iara ?

- Estou bem. - Ela estava me encarando demais. - Eu acho, já você pra está me tratando desse jeito deve estar doente.

- Nossa você fala como se eu fosse a pior pessoa do mundo. - Falou colocando uma de suas mãos no peito dando uma de ofendida. - É você sabe que eu não sou.

- O que você quer ?

- Bom eu estou precisando de dinheiro e como você trabalha já faz um mês então resolvi que ...

- Não vou te dá o meu dinheiro eu uso ele pra me ajudar e ajudar a Sophy.

- A como eu previ. - Falou chegando perto de mim com uma tesoura na mão. - Eu falei com o seu avô e ele concordou comigo que o seu cabelo está muito grande. - Falou em um tom ameaçador.

- Você não vai corta o meu cabelo. - Falei convicta.

- A só não vou, como eu já fiz.

  Ela me deu um tapa tão grande que eu cai no chão, ela me puxou pelo cabelo e começou a corta, eu fiquei sem reação eu não acredito que ela estava fazendo isso, eu me segurei pra não chorar na frente dela. Quando ela terminou eu senti a minha cabeça um tanto quanto mais leve, ela ergueu o cabelo em suas mãos e deu um sorriso maldoso.

- Com esse tamanho todo o seu cabelo vai me render um bom dinheiro. - Eu a olhava com certa intensidade, e ela fez uma cara de ganância. - Veja pelo lado bom pela primeira vez na vida você teve uma utilidade além de sofrer.

  Eu não pude evitar a raiva, quando eu percebi eu já estava batendo naquela bruxa, ela tentou me dá um golpe com a tesoura mais eu puxei a tesoura rapidamente da sua mão, eu ia da um golpe com a tesoura nela quando escutei Sophy gritar chorando pedindo pra mim parar. Eu parei e fui para o meu quarto, Sophy me acompanhou. Quando eu cheguei no quarto tranquei a porta e me olhei no espelho que ia do chão até o teto, confesso que levei um susto muito grande, o meu cabelo que antes batia no quadril agora estava em meus ombros, não evitei e deixei as lágrimas rolar me deitei no tapete fofo do meu quarto.
  Eu não sabia o que eu estava fazendo ali naquela casa, eu estava lá apenas para sofrer, todo dia era algo diferente e torturante, quando não era o Pedro me batendo para me ver chorar por puro prazer, era o meu avô infernizando falando coisas banais, talvez se estivesse nas ruas brasileiras estaria mais feliz mesmo sabendo que a minha vida estaria em jogo com toda a violência urbana que existe por lá. Talvez se eu fugisse daquela casa seria bem melhor, eu senti alguém acariciar o meu cabelo me trazendo de volta à realidade.
  Eu não poderia ir embora se eu quisesse o bem estar de minha irmã, se eu fosse morar na rua não teria como leva ela comigo, e pior ainda seria deixar ela nas mãos desses vermes asquerosos. Sophy permaneceu comigo no quarto o resto da noite me fazendo companhia ela temia ir lá pra fora e eu não permitiria. A gente caiu no sono depois de horas de choro. 

 Eu não dormir muito bem, tive vários pesadelos que remetia ao meu passado, também tive sonhos suicidas e homicidas que eu tenho certeza que eu faria com muito gosto.

Notas Finais


Tô aceitando críticas como sempre.


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