História Obscene - Capítulo 26


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Categorias Ally Brooke, Brandon Flynn, Camila Cabello, Dinah Jane, Fifth Harmony, Kylie Jenner, Lauren Jauregui, Normani, Tom Hardy
Personagens Ally Brooke, Brandon Flynn, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Kylie Jenner, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Tom Hardy
Tags Brandon Flynn, Camila Cabello, Camila G!p, Camren, Camren G!p, Jessica Rothe, Kylie Jenner, Lauren Jauregui, Tom Hardy, Travis Scott
Visualizações 767
Palavras 1.073
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, LGBT, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey pessoinhas!
Qualquer erro...
Boa leitura!
Desculpem a demora.

Capítulo 26 - Aflição


Fanfic / Fanfiction Obscene - Capítulo 26 - Aflição

POV Lauren

Ver aquele homem que me causou tanto sofrimento ali, sorrindo e cada vez mais perto, me deixou em pânico, eu não conseguia me movimentar, falar, eu só queria que Camila não se aproximasse. Só que ela o fez, me encarou e estava perdida na situação.

- Está tudo bem, moça. Somos praticamente casados. 

- Esse é o Tom? - Ela me perguntou e só então Tom parou de me encarar para olha-la. 

- Ela falou sobre nós?  - Camila ficou entre nós dois e o encarou. - Algum problema?

- Lauren… Entra no carro. - Ela me falou e quando fui sair os outros dois ficaram na minha frente. - É melhor vocês deixarem ela passar. 

- Quem é você? - Ele perguntou a ela e Camila acertou uma cabeçada nele tão forte que ele cambaleou para trás e caiu no chão. 

Os dois caras foram para cima dela, só que ela não reagiu, deixou eles baterem nela e eu comecei tremer e peguei o celular, ligando para polícia. 

Depois de um tempo, Camila começou a lutar, ela estava em fúria, como na vez que brigou com os amigos. 

Ninguém que estava passando parava para ajudar, nem o segurança da médica o fez, ele apenas fechou a porta do consultório. Camila conseguiu bater cabeça contra cabeça dos grandalhões e eles caíram tontos no chão. 

Ela pisou bem entre as pernas do Tom e o fez gritar de dor, ela falava várias coisas no ouvido dele, eu não sei como ele está quase desmaiando e ela está totalmente alerta se a cabeçada foi tão forte. Ela soltou os cabelos dele e ele derrubou ela, pois acertou o pé de apoio dela. 

A sirene da policia estava se aproximando e Camila ergueu o tronco, Tom pegou uma arma  e mirou nela, Camila se jogou contra ele e fechei meus olhos, eu não consegui me movimentar, sentia meu peito apertado e mal conseguia respirar, é uma das piores sensações que me atingiu. 

Senti meus ombros serem abraçados e um tiro… A polícia chegou e logo Camila estava jogada no chão, Tom saiu algemado e os capangas dele foram revistados e quando as armas foram encontradas, eles foram carregados para as viaturas, ainda um pouco tontos, acho que eles estavam alheios a situação… 

A ambulância chegou e a oficial me ajudou a caminhar até ela, Camila estava na maca, a oficial foi comigo e ficou recolhendo meu depoimento, mas eu só queria que a Camila abrisse os olhos. 

Só entendi o que aconteceu quando um rapaz falou que ela estava perdendo muito sangue. O tiro foi nela, a culpa foi minha e eu não fiz nada para ajudar. 

Eu quase tive um ataque quando não me deixaram entrar com Camila na sala, a oficial que estava tentando recolher meu depoimento tentava me acalmar, mas eu estava a beira de um colapso.

- Lauren… Ela fez isso para prender aquele monstro, me fale o que aconteceu para irmos com tudo para cima dele. 

- Fomos pegar os registros na minha médica para te entregar.

- Perfeito, Lauren. - Ela me entregou um copo de água. 

- Ele estava me esperando, eu não fazia ideia que ele sabia do endereço dela, mas parece que era só isso que ele sabia, pois ficou de campana na porta. Ele ia me levar a força, mas Camila interviu e eu liguei para você. Foi tudo muito rápido, ninguém quis ajudar, ninguém foi perto deles, ninguém interviu, algumas pessoas apenas trocaram de calçada diante da situação, eu não acreditava no que estava acontecendo, ver ele me deixou fraca, eu não conseguia me mover, eu não conseguir ir ajudar ela e eu nem vi o tiro, só acordei quando você me tocou. Só isso… Que eu consigo lembrar, não consigo mais falar… 

- Tudo bem, Lauren. Você foi muito bem, nesse momento tem uma equipe nossa na gravadora e outros estão interrogando o Tom. Finalmente vai acabar seu pesadelo, Lauren.

- Ele só vai acabar se a Camila sair por aquela porta bem e inteira pra mim.

- Ela vai. Ela é casca grossa. - Ela me fez sentar. - Preciso levar o seu depoimento, me dê o número da família de Camila, deixa que eu os chamo aqui.

O fiz, fiquei ali, impaciente, com minha perna balançando e rezando para Camila sair logo dali. Quando Sofia e Sinu apareceram ali, eu me senti um peso. Tudo aquilo era minha culpa. 

- Me perdoem. É tudo culpa minha…

- Você não tem culpa, Lauren. A oficial nos explicou, Camila vai ficar bem, só precisamos manter a calma. - Sofia disse e elas sentaram ao meu lado.

- Não é culpa sua, querida, mas estou preocupada demais. 

- Aquela ogra é um trator, ela vai sair pulando por aquela porta e vai ficar fazendo dengo até ano que vem porque se machucou feio. - Sofia disse e a mãe dela segurou minha mão.

- Sofia é sempre muito positiva, mas acho que essa é uma coisa que Camila faria mesmo. 

- Espero poder mimar ela mesmo. 

- Camila é assim. - A mãe dela se escorou na cadeira. - Ela é forte demais, ela vai sair dessa e não é só por você, Lauren. Ela faz essas coisas porque sob aquela capa dela, tem um coração enorme e muito generoso. É isso que ela faz, soca a cara de todo mundo para proteger quem ela ama. 

- Mama está certa, Lauren. Eu pego no pé dela, falo umas verdades para ela e tudo mais, ela foi uma péssima namorada para todas as moças que cruzaram o caminho dela, mas família é especial, eu sei que posso contar com ela para qualquer coisa e agora que faz parte da vida dela  e de uma forma muito importante, ela vai fazer qualquer coisa por você, pois bem lá no fundo ela sempre teve um coração bom. Só nunca fale a ela o que eu disse, eu negarei até a morte. 

- Eu que devia estar confortando vocês. 

- Nós três devemos nos confortar aos poucos. - Sinu falou e apertou minha mão.

Ficar ali perguntando a casa enfermeiro que passava a mesma coisas e recebendo as mesmas respostas estava me deixando doente. Eu não tinha forças, depois de um tempo Sinu estava quase brigando com os enfermeiros e com qualquer um que ali passava, quando Sofia começou a ficar irritada, percebia que as coisas estavam saindo do controle. 



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