História Obscene - Capítulo 31


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Categorias Ally Brooke, Brandon Flynn, Camila Cabello, Dinah Jane, Fifth Harmony, Kylie Jenner, Lauren Jauregui, Normani, Tom Hardy
Personagens Ally Brooke, Brandon Flynn, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Kylie Jenner, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Tom Hardy
Tags Brandon Flynn, Camila Cabello, Camila G!p, Camren, Camren G!p, Jessica Rothe, Kylie Jenner, Lauren Jauregui, Tom Hardy, Travis Scott
Visualizações 653
Palavras 1.205
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, LGBT, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey pessoinhas!
Qualquer erro...
Boa leitura!

Capítulo 31 - Especial


Fanfic / Fanfiction Obscene - Capítulo 31 - Especial

O promotor respirou fundo e ficou virado para o júri.

- A vítima do caso não é o Senhor Hardy. Existem várias vítimas, todas sentaram ali ao lado da juíza e nos embrulharam o estômago com histórias de pura crueldade. Lauren é uma vítima que foi silenciada por mais um crime do senhor Hardy, ela não era cidadã, ele a mantinha em um apartamento para saciar as vontades dele, a mesma ainda era menor de idade…

- Protesto, meritíssima. 

- Senhor Stan, abstenha-se ao caso citado. 

- Retiro. O réu tirou tudo dessas mulheres, elas foram humilhadas e torturadas ao agrado do mesmo e isso não é perseguição ao mocinho, é a realidade dessa indústria podre, que leva mulheres a beber, se drogar e automutilar para suportar as humilhações e abusos diários. As gravações que passamos com moças desesperadas falando não e toda a equipe rindo junto ao homem sentado aqui não o mostram como vítima e sim como um homem sádico, que merece ser punido como exemplo a tantos outros espalhados por aí. A equipe dele também vai ser julgada e acho que não resta dúvida mesmo sobre o que realmente temos aqui. 

O júri saiu, mas não demorou quase nada para voltar. 

- O júri chegou a um veredito ou precisam de mais tempo?

- Conseguimos, meritíssima. 

- Tribunal, todos de pé. - Eles levantaram e o rapaz do júri abriu o papel. 

- Por todas as acusações feitas o júri considera o réu… culpado. - Um peso enorme saiu das minhas costas e a oficial riu para mim. 

- A CULPA É SUA! SUA VAGABUNDA! - Tom apontava para mim. - EU TE TIREI DO LIXO, VOCÊ IA MORRER E NÃO É NADA SEM MIM. 

- Ordem! Ordem no tribunal. Levem esse homem daqui.

- ELA VAI ENJOAR DE VOCÊ. NINGUÉM ESCOLHE VOCÊ, LAUREN. SÓ EU FIZ ISSO, ME PROCURE QUANDO ESSA AÍ NÃO AGUENTAR A PRESSÃO. - Ele se segurou na porta do tribunal. - VOCÊ É UM INGRATA, OLHA O QUE ESSA MULHER FEZ COMIGO E EU ESTOU SENDO JULGADO. 

Ele saiu dali e eu fiquei encarando a porta fechado por onde ele passou. Camila tentou me puxar dali desde que ele começou a gritar, mas eu não quis sair. 

- Eu disse que seria pesado, Lo. Vamos sair logo daqui.

- Acabou, Camz. Nós conseguimos. - Eu a abracei e ela retribuiu. 

- Ele nunca mais vai incomodar você. - Ela beijou minha testa e saímos dali. 

Ela dirigiu por um longo tempo e chegamos a divisa da cidade. Ela saiu do carro e abriu a porta para que eu saísse. 

- Que lugar é esse?

- Um pedreira antiga. Vai ser bom para você relaxar um pouco. 

- Eu estou bem, Camz. 

- Eu conheço você um pouquinho, não foi uma coisa fácil. - Ela tirou os tênis, a calça e segurou minha mão. - A água aqui é maravilhosa. - Tirei o mesmo que ela e caminhamos até a água.  

Mergulhei ali e ela estava certa, foi bom demais passar um tempo por ali e aproveitando o sol e a água. Nadei até ela e abracei, rodeando sua cintura com minhas pernas. 

- Opa. 

- Esses momentos com você são tão preciosos. - Falei e beijei a nuca dela. Ela se virou e abraçou minha cintura. 

- Nem me fale, a única pessoa que trouxe aqui foi a Sofi. É meu lugar especial e você merece estar nele. - Fiquei a encarando e ela subiu a mão para acariciar meu rosto. 

- Você é linda. 

- Você também. - Ela selou nossos lábios, mas desta vez aprofundei o beijo. Foi bem desesperado, pois queria sentir o máximo dela contra mim. 

- Me desculpe por ter ouvido aquelas coisas.

- Nada vai me fazer mudar o olhar sobre você, Lauren. Não tenha medo que eu surte, eu queria manter em segredo, mas não quero que fique com medo, estou sendo acompanhada por uma psicóloga e agora sei tudo que já fiz de errado e estou lutando muito para não errar com você. E não… Eu nunca vou enjoar de você e espero que a gente fique juntas por muito tempo, pois você me fez querer ser melhor. 

- Fico tão feliz por você, Camz. Isso é um grande passo, estou muito orgulhosa por isso. Sua mudança é nítida, está te fazendo muito bem.

- Tenho muito a consertar ainda, mas um passo de cada vez. - A beijei, me sentia mais solta com ela, mais a vontade… Mais livre. 

Quando a noite se aproximou percebemos que perdemos a noção do tempo ali de tão relaxante que estava. 

Após nos secarmos, pois Camila já tinha planejado isso bem cedo, ficamos sentadas no carro, o sol se pondo só deixava o lugar mais lindo.

Sentei no colo de Camila, de frente para ela com meus joelhos as laterais de seu quadril. Acariciei o rosto dela antes de beijar ela e suas mãos foram até minhas costas. 

- Não precisamos fazer nada, Lo. Só quero que relaxe e esqueça dos seus problemas, pois eles já se evaporaram. 

- E se eu quiser relaxar transando com você?

- Eu vou adorar, mas se não estiver pronta eu posso esper… - Não a deixei terminar, apenas selei nossos lábios e ela me beijou de forma mais intensa depois disso. 

Nem demorou para estarmos completamente nuas, Camila não era muito delicada, mas por mais estranho que soe, não era ruim, na verdade era ótimo, eu já estava muito excitada. 

- Podemos mesmo? - Ela perguntou e eu espalhei beijos por seu pescoço. - Caralho, eu não vou aguentar. - Eu sorri contra o pescoço dela e ajeitei seu membro, esfregando minha intimidade encharcada contra ele. - Faz muito tempo, Lo. Eu não vou aguentar. 

- Camisinha? - Ela esticou a mão até o porta-luvas e me entregou uma. Desenrolei contra seu membro e sentei nele devagar. 

Subi e desci uma vez contra ela, era maravilhoso sentir ela dentro, gemendo meu nome e me beijando da maneira mais desengonçado possível por conta dos gemidos. 

Fui aumentando a velocidade dos meus movimentos e ela era tão boa que mesmo um pouco desorientada para não chegar lá rápido demais, ela erguia o quadril de encontro ao meu, acertando um pontinho muito especial, onde eu via estrelas e revirava meus olhos quase gritando o nome dela. 

- Ah, Camila…

- Não gemeu… rouco assim. Porra! Que covardia. - Ela segurou meu quadril e ajustou o banco, de maneira que dominou a situação mesmo estando por baixo. 

As coisas estavam muito quentes, eu estava perdida em sensações por ter ela me invadindo daquela maneira gostosa, seu polegar acariciava meu clitóris e não tive muitas alternativas, me permiti entregar a situação, tremendo e a apertando contra mim.

- Isso! Camila… - Eu gritei cravando minhas unhas em seus ombros. 

Ela urrou enquanto tinha pequenos espasmos e falava um monte de palavrões aleatórios. 

- Me desculpe por ser rápido… Fazia muito tempo. 

- Podemos ir para casa e continuar até acertarmos o ritmo.

- Eu sairia correndo de carro agora, mas não sinto minhas pernas ainda de tão forte que gozei. 

Sorri e me inclinei para selar nossos lábios. fiquei assim até ela recuperar o fôlego.



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