História Obscene - Capítulo 6


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Categorias Ally Brooke, Brandon Flynn, Camila Cabello, Dinah Jane, Fifth Harmony, Kylie Jenner, Lauren Jauregui, Normani, Tom Hardy
Personagens Ally Brooke, Brandon Flynn, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Kylie Jenner, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Tom Hardy
Tags Brandon Flynn, Camila Cabello, Camila G!p, Camren, Camren G!p, Jessica Rothe, Kylie Jenner, Lauren Jauregui, Tom Hardy, Travis Scott
Visualizações 884
Palavras 1.120
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, LGBT, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey pessoinhas!
Qualquer erro...
Boa leitura!

Capítulo 6 - Sem compromisso


Fanfic / Fanfiction Obscene - Capítulo 6 - Sem compromisso

POV Lauren

Preciso acordar desse sonho, Camila é muito para alguém como eu. Ela é um doce e não merece alguém sujo assim. Melhor acabar com isso logo e esquecer essa noite. 

- Você foi uma boa surpresa, Camila, mas eu não posso mesmo me dar a esse luxo. - Abracei ela que retribuiu e peguei minhas coisas, as milhares de perguntas dela e tentativas de me fazer ficar não adiantaram.

Saindo do apartamento e entrando no primeiro táxi que consegui. 

Por mais bobo que fosse, era uma única noite e eu nem devia me abalar por isso, só que Camila faz o meu tipo, fiquei muito sentida por não ter uma vida normal e poder ficar com alguém bacana pelo menos uma vez.

Antes de ir ao apartamento, peguei a roupa na lavanderia para não ter que ver ela,  voltei a minha rotina de filmes e comer besteiras, dormir mais que pude, pois logo acabaria minha folga. 

__________________________________

Estava correndo na esteira e a porta do meu apartamento foi aberta, tirei os fone e encarei Dinah que parecia assustada.

- Pensei que tinham sequestrado você. Não leu minhas mensagens? 

- Nem estou com meu celular, DJ. Só com o do trabalho com minhas músicas. 

- Que susto. - Ela sentou no sofá. - Como foi a noite?

- Péssima. Fiquei me segurando para não pular naquela mulher maravilhosa, não posso, DJ. 

- Eu imaginei que seria assim, mas fiquei com um fundinho de esperança.

- Não quero pensar mais sobre isso, ela gostou de ficar na minha companhia, me elogiou várias vezes, ela não pode nem sonhar sobre o que eu sou de verdade, melhor acabar assim.

- Pelo menos se divertiu um pouco?

- Sim. Eu já sai com algumas pessoas, mas desta vez eu me peguei diferente. No fim, no exato momento em que eu acordei, foi quando eu estava lavando minha xícara, pois ela fez café para nós duas, ela me abraçou por trás, porra! Eu me senti tão normal.

- Você é normal, amiga. Tem que parar de pensar tanto e fazer, se ela é tão legal assim… Talvez ela entenda você. - Fiquei encarando os fones em minha mão por um tempo. 

- Não sei e de qualquer forma, não quero a fazer passar por isso. Nem ela e nem ninguém, enquanto eu não organizar minha vida, não posso me dar ao luxo. 

- Ser feliz não é luxo, amiga. Todo mundo tem esse direito.

- Algumas pessoas não, DJ. Infelizmente! - Liguei novamente a esteira e continuei a corrida. 

- Mas algumas pessoas estão coladas no muro perguntando por você para qualquer pessoas que entra no prédio. 

- Como?

- Aquela moça da obra, ela está esperando você aparecer. - Eu tropecei na esteira e cai na mesma, bati minha coxa no lado dela. - Lauren! Pelo amor de Deus. - Ela me ajudou a levantar.

- Perfeito. Agora vou ficar com um roxo na perna. Espero que não me chamem para trabalhar até ela sumir. 

- Ela está mesmo ali no muro e é mega estranho, ela está vidrada em você. Não por estar vidrada, mas ela tem um jeito esquisito.

- Eu acho ela fofa.

- Eu queria dizer para você ir até lá.

- Acha que eu devo? - Ela me encarou por um tempo, depois foi até a janela. 

- Será que ela é uma pessoa boa? Você não merece menos que alguém incrível. 

- Eu não sei o que pensar, ela me deixa confusa, ao mesmo tempo que ela quer ficar comigo e deixar bem claro, ela não me olha como se eu fosse um pedaço de carne. 

- Ela não deve mesmo assistir filmes pornôs, você é um rosto muito conhecido.

- Sim e isso conta muitos pontos para ela, mas eu não quero ser injusta, sabe? Eu não posso arrastar ela para isso, é muito complicado e ela não vai gostar de saber. Ninguém ia gostar de saber que a ficante dá para qualquer um de todas as maneiras e formas degradantes possíveis. 

- Então fica com ela e depois sai fora. Deixa claro que não quer nada sério e só fica com ela se for algo sem compromisso. Pelo menos você faria com a consciência limpa, daria uns amassos e quem sabe algo mais, com alguém que realmente atrai você. 

- Seria muito bom, faz tempo que não sinto isso e é bem boa essa expectativa. Será que ela não vai se ofender?

- Acho que não, mas caso aconteça é mais do que nem tentar. 

- Estou nervosa.

- Está tudo bem, Laur. Não fique se martirizando. A resposta está a três andares. 

Sorri para ela e assenti. Passei uma pomada sobre a parte mais afetada pelo tombo e arrumei o short. Me olhei no espelho e estava ainda vermelha por conta da corrida, mas não ia me trocar para ver ela. Já vamos julgar se o interesse é só pela Lauren de vestido colado e maquiagem ou se essa aqui serve. 

Como Dinah falou, ela estava mesmo do lado do muro e levantou os braços quando me avistou.

- Achei que passaria a noite aqui esperando você sair.

- Isso é bem esquisito.

- O que? 

- Ficar de campana na frente da casa dos outros.

- É que não me deixou um número e tive que dar meu jeito. Outra coisa, eu trabalho aqui e não é esquisito, demonstra que eu me interesso mesmo por você.

- Olha… Seu empenho é muito fofo, gostei mesmo do café e de conversar com você, mas…

- Putz. Já vou ganhar um “mas” sem nem ter beijado. Muito injusto.

- Eu não quero nada sério agora. Não posso mesmo ter um compromisso. 

- Tudo bem. - Ela parecia bem decepcionada. - Eu estava muito chapada naquela pub e eu queria pelo menos te levar para um jantar, só para tirar aquela impressão. Podemos beijar sem compromisso também, acabei de sair de um relacionamento e não quero nada sério tão cedo. 

- Um jantar? 

- Sim. Só um jantar. 

- Tudo bem.

- Pode ser hoje? Às 21?

- Claro. Vou te esperar. 

Ela assentiu e chamaram ela, voltei ao meu apartamento e Dinah estava ansiosa por novidades. 

- E aí?

- Ela acabou de sair de um relacionamento, disse que não quer nada sério também.

- Nossa, nem deixou a outra esfriar.

- Que horror. 

- Se ela quiser só uma foda estão na mesma.

- Não sei se posso transar, não sei se cicatrizou. 

- Verdade. Melhor não arriscar. 

- Uma droga. Que vida. 

Fiquei me lamentando um pouco e depois voltei para corrida, quanto Dinah escolhia uma roupa para eu usar a noite. 



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