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História Obsessão - Tomura Shigaraki - Capítulo 5


Escrita por: Esposa-Tomura

Notas do Autor


Oie meus amores 🥰🥰🥰

Como estão?? Espero que bem, para depois passarem mal com suas teorias ao lerem o capítulo de hoje kkk

Por falar nisso, vamos saber mais sobre como Shigaraki soube de Raquel e como eles dão o primeiro passo para conhecê-la.

Espero que gostem!!

Capítulo 5 - Capítulo - V


Obsessão 



Capítulo - V




-Como assim o Mestre pediu este serviço a você?- por um momento ficaram calados com a resposta do corretor.- Ele a conhece?

-Creio que se a conhecesse ele mesmo teria a buscado, mas não.- tragou mais um pouco.- Se ele me pediu é porque ouviu falar dela, mas estamos todos no mesmo barco, pois nem mesmo meus contatos sabem muito sobre ela.

-Então veio aqui nos dizer que encontrou uma pessoa, mas não sabe nada sobre ela? Você está querendo o que? Tirar minha paciência?

-Acalme-se Tomura Shigaraki.

-Você é um jovem impaciente, rapaz.- suspirou.- Não. Eu ainda consegui uma informação valiosa, por isso disse que ela não comete crimes estrondosos.

-Então fala logo.

-Sabem sobre os roubos? No qual ninguém, nem a polícia conseguiu descobrir os rastos, muitos menos os culpados? Pois bem... Ela é a culpada.

Mais uma vez os dois ficaram em silêncio.

-E antes que me perguntem, é fácil responder como eu sei disso.- pegando o jornal em que ele trouxera junto, mostrou uma página específica.- Aqui temos uma descrição da individualidade, uma fumaça vermelha fez com que vários objetos e dinheiro fossem furtados de mercados, bancos e agora a joalheria. Essa mesma fumaça vermelha foi vista por alguns de meus sócios que a atenderam no beco.

-Aquele lugar imundo? O que ela poderia estar fazendo ali?

-Trocando as joias que roubou por dinheiro. Eu temo que ela não irá atacar nenhum banco no momento, por ter pegado todo o dinheiro do cofre Central a segurança está dobrada, então ela trocou uma das jóias por mais dinheiro.

-Se ela roubou o cofre Central, por que precisa de mais dinheiro?- estava difícil para o jovem entender os pontos da mulher da foto.

-Porque o dinheiro roubado ela usou para dar aos vilões que estavam quase morrendo naquele lugar de podridão, agora a joia ela trocou para si mesma.

-Giran.- começou Kuroguiri.- Ela roubou duas joias, então porque somente trocou uma? Você pode ter confundido a pessoa certamente?

-Eu nunca erro Kuroguiri.- riu sarcástico.- A outra jóia ela ficou para ela. Simples.

Olhando mais uma vez, atentamente para a foto, ele ficou intrigado, curioso, nervoso e com isso vieram as coceiras repentinas.

-Eu quero ela aqui. 


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Por mais que os dias sejam quentes,  ensolarados e com ventos, as noites estavam sendo cada vez mais gélidas, isso prova que o outono estava chegando aos poucos para todos, o que ocasionava uma questão de felicidade na ruiva que adora passear a noite, debaixo do céu estrelado. Uma cidade a noite é bem mais vista do que pela manhã, desta forma, por estar vazia, sem muitos carros e barulhos, é bem mais simples escutar os próprios pensamentos. Porém não era por isso que Raquel andava parte das noites da cidade, pois, as vezes os pensamentos dela a deixavam confusa, devido aos sentimentos se misturarem involuntariamente.

Caminhava por satisfação, por gostar de sentir o vento gelado nos cabelos ruivos, no rosto, pela aquela atmosfera vazia trazer tranquilidade, já que todos os dias eram dias de lutas. Mas desta vez ela sabia. Sabia que não estava sozinha, que desta vez estava dividindo a caminhada com outra pessoa.

Não é fácil enganá-la, seus sentidos funcionam bem, não como os de animais, mas como se sua individualidade tivesse sensores que a avisassem.

Entrando num beco longo, escuro e sem saída ela elevou as mãos e então rajadas de energia a fizeram sumir por um instante e então, a pessoa que a segue, quando virou no mesmo beco, teve a surpresa de não encontrá-la.

-Oras, mas...- ele não estava entendendo como aquilo foi possível. Tudo bem que não tem conhecimento da habilidade dela, mas seria possível que ela atravesse paredes, por isso o beco sem saída estava vazio agora?

Mas não, ela estava ali o tempo inteiro o esperando, e aproveitou para analisar o sujeito. Não o conhece e nem nunca viu em lugar algum, mas por outro lado, pensou em que tipo de pessoa ele possa ser e desde qual momento a começou seguir, pois ela só percebera há poucos minutos.

Silenciosamente, junto da individualidade que também não chama atenção com ruídos ou barulhos, ela apareceu atrás dele, no entanto, ao contrário do que ele pensou, ela não ultrapassou qualquer parede ou o chão, simplesmente usou suas rajadas de energia das mãos para simplesmente aparecer na escuridão, como uma assombração, emergindo do escuro.

-Quem é você e por que está me seguindo?- e agora usou-as para descer novamente o deixando boquiaberto.

-Se eu soubesse que esse é o seu truque, teria trago óculos de visão noturna.- brincou ele arrumando o óculos.

-Não teste a minha paciência senhor.- ela ameaçou, dando dois passos se aproximando.- Quem é você e por que está me seguindo?

-Bom... É uma história muito longa.- ele continuou brincando, é o jeito dele tratar de negócios.

-Então a encurta, porque eu não tenho tempo.- respondeu sem se desarmar, continuando na mesma posição de alerta.

-Se arrumar um tempo para mim, direi tudo o que precisa saber.

-Eu não preciso saber nada. Só quero saber o que te perguntei.

-Se deixar de lado sua individualidade por alguns minutos, creio que possamos ir tomar um café numa lanchonete aqui perto.- tragou o cigarro.

-...- ela não confiou nele, e estava convencida disso, afinal, ele chegou de repente e se recusava a dizer uma palavra coerente.- Me dê um motivo para ir com você.

-Vai ter que confiar em mim.- ele parecia que estava jogando e adorando vê-la daquela forma.- Só quero fazer você me escutar sem usar da sua individualidade.

-Preciso dela para te manter preso a minha mercê.

Os dois se olharam por um tempo, nenhum deles queria ceder.

-Façamos o seguinte, eu respondo suas perguntas e depois disso você vem comigo.

-Pode ser.- cessando os poderes nas mãos ela aguardou.- Mas se tentar qualquer coisa eu quero seus ossos antes mesmo de você piscar.

-Er... Vamos começar do início. Sou um corretor e meu nome é Giran.- se apresentou formalmente.- E você é Raquel Suzuki, a vilã da mídia que ninguém conhece... Ainda.

Aquilo foi o suficiente para ela querer ouví-lo. Afinal, como ele sabia sobre ela? O nome? Os feitos dos últimos dias?

Devia ser mais esperta do que ele, e se isso significa manter algum blefe enquanto conversavam, ela teria de fazê-lo. 


... 


... 


Foram longos minutos conversando, minutos que se tornaram quase duas horas, sendo Raquel ouvindo atentamente a Giran, desde o trabalho dele, com que tipo de pessoas ele se envolve, até em como a descobriu, aonde ela reside e a razão de ter ido atrás dela.

De início ela não compreendeu por que um homem no qual ela não conhece e que Giran não disse bem o nome estava interessado nela, mas relevou esta parte do assunto já que percebeu que ele mesmo não tinha muitas informações, só estava repassando-as.

-Tem algo que não entendo, que é a minha principal pergunta.- começou ela após ele finalizar.

-Diga-me.

-Por que eu?- tirou os olhos da xícara de café para ele.- Certamente estou em desvantagem,  porque este homem me conhece, mas eu não o conheço, fora que vocês esperam de mim exatamente o que?

-Suas perguntas são muito profundas para alguém como eu.- ela ergueu a sobrancelha.- Meu trabalho como corretor, apenas é detectar possíveis aliados ou como ocorreu com você, ir atrás daqueles que me pedem.- decidiu explicar mais detalhadamente.- Eu ganho uma comissão fazendo isto, independente se a pessoa que eu levar ao meu chefe for ajudar ou não. Você só precisa falar com ele.

-Falar com este homem?

-Não. Este homem a quem mencionei antes é mestre do cara para quem eu trabalho e levo subordinados.

-Então vai me levar até ele para que possa me conhecer?

-Sim. E eu tenho meus palpites, já que não posso responder sua pergunta apropriadamente.

-Então diga.- bebericou o café esperando pela resposta.

-Em momento algum você me ameaçou com sua individualidade ou cometeu algum crime desastroso, mas por conta de seu jeito sorrateiro, é que ele quer conhecê-la pessoalmente, pois sua singularidade é rara e pode ser de grande ajuda.- ela soltou um riso.

-Me juntar a vilões é? De um tipo bem diferente do que eu ajo?

-No fim senhorita Raquel vilões são vilões independentemente do crime que cometem, assim como heróis são heróis.

-...- pensou.- Tudo bem... Me leve até este homem.



Notas Finais


Quero agradecer aos comentários e aos novos leitores que apareceram nos últimos dias ❤❤❤

Próximo capítulo sai na sexta feira, fiquem atentos e não percam!!


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