História Obsessão ( Krisbum ) - Capítulo 12


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Categorias EXO, Got7
Personagens Chanyeol, D.O, JB, Kai, Kris Wu, Mark, Personagens Originais, Sehun
Tags Chansoo, Chanyeol, Jaebum!bottom, Krisbum, Mark, Sehun, Sekai
Visualizações 48
Palavras 2.753
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Então pessoal eu tinha apagado essa fic e não tinha previsão para restaurar ela, mais esse dias eu via a mensagem de uma leitora que queria que eu voltasse com ela e aqui está. Espero que gostem e uma boa leitura.

Capítulo 12 - Capítulo 9


Kris estava deitado ao lado de Jaebum, ouvindo os sons suaves de sua respiração. O corpo dele estava tão macio a seu lado, e ele foi tomado por um estranho... contentamento. A cabeça dele estava apoiada em seu braço, que ficava adormecido, mas ele se recusou a movê-lo porque gostava da sensação de tê-lo aninhado a seu lado.

Ele não era de ficar assim deitado com o parceiro depois do sexo. Desde que foi casado, ele não dedicou mais tempo aos momentos íntimos depois de fazer amor. Não era que não tivesse deixado nenhuma pessoa ficar para dormir ali, mas sempre houve uma nítida separação, quase uma barreira invisível entre ele e os outros parceiros.

Jaebum não lhe deu muita escolha nessa questão. Tão logo ele se separou de seu corpo e limpou a ambos, ele se aninhou a seu lado e adormeceu. E ele não fez nada para mudar as coisas.

Em vez disso, ficou deitado lá, pensando no relacionamento de ambos.

A culpa o dominou. Ele havia prometido que seria paciente e teria calma com ele nos aspectos físicos do relacionamento. Deveria ter ido mais devagar, ter sido mais gentil. Deveria ter se certificado de que manteria mais o controle.

Mas a verdade era que, desde o momento em que Jaebum entrou no apartamento, ele foi tomado instantaneamente por um desejo primitivo de possuí-lo. Nada no encontro sexual foi lento ou gentil. Ele fez amor com ele com uma urgência que nem sequer conseguia explicar.

Ele lançou um olhar para os olhos fechados dele, os cabelos em desalinho e as suas curvas . Imaginou que depois de saciar o desejo inicial por ele, ele controlaria o que parecia uma obsessão, que seria capaz de se aquietar e tratar aquilo como fez com outros relacionamentos . Mas, ao contrário, esse primeiro encontro só aumentou ainda mais o seu desejo. Ansiava por mais. De maneira alguma fazer amor com Jaebum diminuiu sua necessidade por ele. Ele o queria outra vez. E, puxa, ele o queria agora.

Todas as promessas de ir com calma com suas exigências foram esquecidas. Ele queria fazer amor com ele até que desmaiassem. Queria fazer um milhão de coisas com Jaebun e nenhuma delas incluía ir devagar. A única coisa que queria era estar dentro dele. Só que não seria fácil. Queria fazer amor longamente, até que Jaebum não tivesse mais nenhuma dúvida de que lhe pertencia.

Ele se mexeu ao lado Kris, emitiu um som sonolento enquanto passou o braço pelo peito dele. Kris lhe acariciou o braço, a vontade de tocá-lo mais forte do que ele. Jarbum abriu os olhos e o fitou com um ar sonolento.

– Por quanto tempo dormi?

– Não muito. Talvez uma hora.

Ele começou a se levantar, uma expressão de incerteza passando por seus olhos.

– Desculpe. Quero dizer, eu não pretendia dormir. É melhor eu ir embora.

Kris franziu a testa e a puxou de volta. Percorreu o corpo dele com uma mão e a levou até a sua cintura fina. Jaebum não iria a lugar algum. O que ele não entendeu no tocante ao fato de que era dele? E ser dele não queria dizer deixar a cama no minuto em que o orgasmo terminava.

– Ligue para o seu colega de apartamento e peça que prepare uma mochila para você passar a noite aqui. Mandarei um carro para buscá-la e você poderá ir para o trabalho amanhã comigo.

Jaebum adquiriu uma expressão preocupada.

– Como vai parecer se nós dois chegarmos ao trabalho juntos?

Kris franziu ainda mais o cenho.

– Não vai parecer nada além de termos nos encontrado para o café da manhã para conversar sobre sua contratação e, depois, termos ido juntos para o trabalho.

Ele ficou em silêncio, mas assentiu.

– Use o telefone ao lado da cama e ligue para Mark.

Ele o soltou para que ele pudesse se virar para o lado e o observou por um longo tempo, contemplando as costas dele e a bunda arredondada. Puxa, era tão lindo.

Obrigando-se a desviar o olhar de Jaebum, ele se virou para pegar o celular. Enquanto ele falava num tom baixo com o amigo, Kris fez uma rápida ligação para o motorista e lhe deu instruções para ir buscar as coisas de Jaebum no apartamento.

Quando tornou a se virar para ele, Jaebum estava sentado na cama, sua expressão ainda de incerteza e constrangimento.

O que ele quis foi deitar-se sobre ele e dar uma arremetida. Estava louco de desejo, mas os lençóis estavam embolados em torno de sua cintura e, assim, ao menos ele não veria a sua ereção. Não que ele não fosse saber bem depressa. E, mesmo assim, não queria deita-lo sob seu corpo ainda. Não podia explicar aquele pensamento em particular uma vez que o que mais desejava era voltar a estar dentro dele – tão logo ele pudesse lhe abrir aquelas coxas bem-feitas e desnudar aquele seu lindo sexo.

Se fosse qualquer outra pessoa , ele sugeriria que ambos dormissem e se viraria, isolando-se de qualquer intimidade. Mas com Jaebum descobria que tinha outras... necessidades. Necessidades que ele nem sequer entendia. Não que as quisesse analisar ou examinar muito de perto. Não tinha certeza de que iria gostar do que descobrisse.

– Venha aqui – disse ele, oferecendo o braço para que Jaebum pudesse se deitar como tinha feito antes.

Jaebum puxou as cobertas e aninhou-se ao lado de Kris, repousando a cabeça no ombro dele.

Por um longo momento, ambos ficaram em silêncio e, então, Jaebum se mexeu, virando a cabeça para poder olhá-lo.

– Você não vai fazer com que eu o chame de mestre, nem nada parecido, não é?

Ele arqueou as sobrancelhas e viu um brilho maroto no olhar dele. Sacudiu a cabeça. Jaebum o divertia e ele se viu querendo rir.

– Não. Isso soa ridículo, não é mesmo? Não sou dado às aparências de um certo estilo de vida ou estereótipo.

– Nada de “sim, senhor”, ou “não, senhor”?

Ele relaxou em meio à brincadeira e deu uma palmada de leve na bunda de Jaebum . Sentia-se à vontade ao lado de Jaebum , descobrindo que estava desfrutando daquele... momento. Ou o que quer que fosse. Devia estar fazendo amor com ela outra vez e, ainda assim, saboreava o fato de apenas estar ali na cama, de observá-lo sorrir e flertar. Droga, se ele dirigisse aquele sorriso inocente de flerte a outro homem, ele não seria responsável por seus atos.

– Você já está sendo desrespeitoso. E não, não me chame de “senhor”. Isso faz com que eu pareça o seu pai e eu já tenho reservas o bastante quanto à nossa diferença de idade para não querer atrair mais atenção para esse ponto.

Mia se ergueu, os cabelos caindo sobre o rosto enquanto o fitava. Puxa, mas ele era lindo. Todo aquele bonito cabelo caindo sobre ele. De repente, não queria mais brincar. Foi tomado novamente pelo desejo de se deitar sobre Jaebum e fazer amor com ele durante as horas seguintes.

– A minha idade o incomoda tanto? Se é o caso, por que você iria querer... isto. Quero dizer, nós.

Kris suspirou, se resignando a se controlar por pelo menos mais cinco minutos. Seu sexo latejava, mas Jaebum queria conversar e ele lhe faria a vontade por enquanto.

– Isso me incomodava no passado. Não me incomoda mais tanto agora. Mas há quatorze anos entre nós. Você é bem mais jovem. Há um mundo inteiro de diferença de onde estou à essa altura da minha vida.

Ele franziu um pouco a testa e adquiriu um ar pensativo.

– No que você está pensando? – perguntou Kria, curioso diante da hesitação dele.

Jaebum respirou fundo.

– Você insinuou que me queria já há algum tempo. Há quanto tempo?

Kris ficou em silêncio por um momento, ponderando sobre como colocar as palavras. A mudança no rumo da conversa inteira o deixou pouco à vontade, mas ele não se esquivaria da pergunta nos olhos dele. Não podia se recusar a dar uma resposta quando foi ele que o encorajou a perguntar.

– Acho que foi quando você voltou da Europa, quando fez uma pausa nos seus estudos para viajar para o exterior. Não o vi muito nessa época. Apenas ocasionalmente quando você estava com Sehun, ou nas férias. E, então, quando se formou na faculdade. Eu não o vi mais como um menino, como o irmão mais novo de Sehun. Eu o vi como um homem desejável. Um que eu queria possuir. Isso tudo me desarmou por completo.

– Por que agora? – perguntou ele num tom suave. – Se não naquela época, por que agora?

Ele não tinha resposta para aquilo, apenas a sensação que o tomou quando o viu na rua no dia em que tirou a foto. Foi algo que o dominou por completo. Todo o desejo e a necessidade que havia reprimido vieram à tona com súbito impacto. Ele era como um vício do qual não conseguia se livrar. Mesmo agora depois que o possuiu, seu vício não se aplacava. Estava mais intenso do que nunca.

– Já era tempo – respondeu ele simplesmente. – E você, Jaebum? Quando chegou à conclusão que me queria?

Corando, ele desviou os olhos. O rubor tingiu suas faces, deixando-as com um delicioso tom rosado.

– Você era a minha paixão de adolescente. Tive fantasias com você durante anos, mas você sempre esteve longe do meu alcance.

Algo no tom dele o assustou. Abalou-o. E se deu conta de como aquilo poderia ser desastroso se Jaebum não fosse capaz de separar suas emoções do relacionamento físico. Talvez fosse por isso que ele esperou tanto tempo. Além da diferença de idade, havia o fato de que ele era um garoto. Um jovem que não teve a experiência emocional que outros homens com quem ele se envolveu tiveram.

– Não se apaixone por mim – avisou. – Não interprete isto como nada além do que é. Não quero magoar você.

Jaebum torceu os lábios e estreitou os olhos. Inclinou-se para trás, colocando mais distância entre os dois. Kris não gostou daquilo. Queria Jaebum perto. Queria que o tocasse. Ele o queria onde pudesse sentir a maciez e o calor de sua pele.

Abraçou e puxou para si até que o fez deitar em seu peito. Ele não gostou daquilo. Era uma pena. Ele poderia dizer o que quisesse a respeito do fato de ele o tocar.

Jaebum apertou os lábios. Ficava adorável e lindo assim, mas ele sabia que apenas o aborreceria se dissesse isso. Seus próprios lábios se curvaram, ameaçando um sorriso, mas ele aplacou a vontade de sorrir e o fitou com ar expectante, enquanto aguardava o que ele teria a dizer.

– É muita presunção da sua parte. Sem mencionar arrogância e tolice. Você foi claro nas suas expectativas no nosso acordo. Não sou idiota. Supõe que todos os homens que conhece se apaixonam por você e não podem viver sem a sua presença?

Ele não se conteve e sorriu, mas Jaebum não pareceu contente com o resultado. Pareceu aborrecido como um gatinho cujas garras tivessem acabado de sair. Ele sentiu uma onda de alívio. Sim, ele se desdobrou para se certificar de que ele soubesse os termos do acordo de ambos, mas ainda não gostava da possibilidade de magoá-lo. E sua amizade com Sehun poderia não se recuperar se ele partisse o coração de Jaebum. Não queria partir o coração dele. Ele significava mais do que apenas um homem com quem fez sexo.

– Está certo – concordou Kris. – Não vou mais tocar no assunto.

Ele franziu a testa outra vez e colocou as mãos entre ambos, afastando-se para trás de modo que surgiu espaço entre eles. Ah, não. Ele o puxou de volta, recostando-o em seu peito novamente, os lábios de ambos a meros centímetros de distância.

Kris o beijou e, então, soltou um grunhido quando descobriu que os lábios dele estavam imóveis. Deslizou a mão até a barriga dele, entre ambos, indo até o sexo quente e macio de Jaebum. Afagou a glande dele até que o faz gemer, abrindo os lábios para a língua dele.

– Assim está melhor – disse de encontro aos lábios dele antes de tomá-los com um beijo voluptuoso.

– E quanto ao seu motorista? – sussurrou ele entre os beijos.

– Temos tempo.

Kris segurou-o pelos quadris, erguendo-o e, então, o posicionando acima dele. Afastou os lençóis abruptamente. Seu desejo por ele era intenso. Doloroso.

– Coloque as mãos nos meus ombros e erga-se – gemeu ele.

Quando ele obedeceu, Kris segurou o pênis e colocou a outra mão no quadril dele, guiando-o até a sua ereção.

– Cavalgue, Jaebum.

Jaebum pareceu tão incerto que ele levou as mãos até a cintura dele e arqueou o corpo, arremetendo. Segurando-o no lugar, guiou o ritmo, o ajudando a encontrar o seu próprio. Sabia que seria rápido, quente e fora de controle. Parecia não ter controle algum em se tratando dele.

– Isso mesmo, meu anjo – disse, ofegante. – Perfeito.

Ele afrouxou as mãos, enquanto Jaebum ganhava mais confiança e começava a se mover na própria cadência. Estava pulsando e quente em torno dele. E tão apertado... Deus do céu, ele estava prestes a gozar agora, mas soube que Jaebum não estava nem perto.

Como se lesse a mente dele, Jaebum inclinou-se para a frente, pela primeira vez tomando a iniciativa, e o beijou. E, puxa, foi um beijo tão doce. Kris podia sentir o gosto dele em sua língua, sentir a maciez dos lábios contra os seus. Sim, ele era seu. Não havia dúvida. E ele não tinha planos para deixá-lo ir até que estivesse completo e totalmente saciado.

– Não espere por mim – sussurrou ele.

Kria segurou o rosto dele entre as palmas das mãos, enquanto seus lábios se encontravam num beijo ardente. Ele arqueou os quadris, querendo mais, enquanto Jaebum se erguia e depois deslizava para baixo pelo pênis dele. Kris baixou as mãos e segurou os quadris dele, sabendo que Jaebum ficaria com as marcas de sua posse no dia seguinte. Mas aquela ideia só alimentava ainda mais o desejo que o consumia de maneira avassaladora. Ele gozou dentro dele, seu orgasmo doloroso em sua intensidade. Mal pôde conter um grito, um grunhido de satisfação, de vitória. Como se tivesse conquistado a sua presa. Ele estava ali, em seus braços, seu pau enterrado nele. Era dele. Nada mais de espera. Nada mais de obsessão primitiva. Ele o capturou completamente e agora Jaebum estava à sua mercê, era seu para fazer o que quisesse.

Eram pensamentos malucos preenchendo sua mente, dominando-o. Imagens dele amarrado, mãos e pés, enquanto aplacava seu desejo, dele o comendo, de afundar na boca dele, de consumi-lo até que ele não pudesse ter outro pensamento a não ser o fato de que pertencia a ele.

Ele o abraçou, puxando para si até ficar de encontro ao seu peito. Ele subia e descia com a força da respiração dele, os cabelos emaranhados no rosto dele. Kris deslizou uma mão até a bunda dele e arqueou-se mais uma vez, buscando uma arremetida mais profunda, mantendo-os ligados da maneira mais íntima possível. Deus do céu, não tinha defesa contra um desejo tão poderoso. Nunca experimentou nada que se comparasse e não tinha certeza se gostava daquilo. Era algo que o inquietava e deixava inseguro. Fazia com que repensasse todas as suas intenções.

Era um filho da mãe egoísta. Não havia dúvida quanto a isso. Ele desfrutava do seu prazer, desfrutava do que queria. Sempre. Jaebum, porém, fazia com que quisesse ser... melhor. Não queria ser esse monstro selvagem que tomava sem dar. Queria ser gentil com ele, garantir o prazer de Jaebum acima do dele. Não tinha nem certeza de que sabia como, mas, droga, queria tentar.

Se ele não corresse da sua cama depois dessa noite, não podia imaginar por quê. Ele fez amor com Jaebum loucamente, não apenas uma vez, mas duas. Na verdade, um sexo quase brutal e sem consideração e, na segunda vez, ele nem sequer encontrou sua satisfação.

Kris fechou os olhos e tentou se recompor. Ficou deitado lá com Jaebum em cima dele, seus braços envolvendo o homem doce, suave. Finalmente, rolou para o lado, levando-o consigo, soltando-se da entrada apertada dele. Beijou a testa do mesmo com constrangimento, sem saber o que dizer e, portanto, não disse nada enquanto saía da cama.

Ele o acompanhou com o olhar enquanto Kris ficava ao lado da cama, nu. Ele não pôde discernir nada no olhar dele. Não havia julgamento, nem condenação, mas também não havia aceitação. Ele simplesmente o observou, e aquele olhar pensativo o deixou com a pele arrepiada. Ele se virou, dizendo enquanto pegava as roupas:

– Fique aqui. Eu lhe darei suas coisas quando forem trazidas.

– Está bem – disse ele num tom suave.

Kris vestiu o jeans, sabendo que devia estar em completo desalinho. Alguém bem diferente da imagem do homem intocável que sempre projetava. Não queria que ninguém o visse desse jeito. Especialmente jaebum.



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