História Obsessão ( Krisbum ) - Capítulo 12


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Categorias EXO, Got7
Personagens Chanyeol, D.O, JB, Kai, Kris Wu, Mark, Personagens Originais, Sehun
Tags Chansoo, Chanyeol, Jaebum!bottom, Krisbum, Mark, Sehun, Sekai
Visualizações 43
Palavras 4.395
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá pessoas, estou com um pouquinho de vergonha kkkkk. Espero que gostem.

Boa leitura

Capítulo 12 - Capítulo 8


O carro estava programado para buscar Jaebum às seis e meia e, seguindo a instrução de Kris para não se atrasar, teve certeza de estar à espera quando ele chegou. Pôde sentir que iria bocejar, mas apertou os lábios para se conter. Ele e os garotos ficaram fora até tarde na noite anterior, mas não era desculpa quando ele teve o dia inteiro para descansar e se curar da ressaca. Apenas não conseguiu dormir receando a ida até o apartamento de Kris. Era ridículo e ele esperava, a certa altura, superar seu nervosismo a cada vez que precisasse estar na presença dele. Supunha-se que fosse fazer sexo com o homem e nem sequer conseguia pensar em vê-lo sem derreter. E pensar que tentou bancar o sofisticado. Há quem acharia que era um virgem envergonhado que nunca viu um homem nu. Embora tivesse absoluta certeza de que nunca viu um homem como Kris nu. Ao menos não pessoalmente.

Os homens com quem esteve... garotos, por falta de um termo melhor. Rapazes tão pouco experientes quanto ele, na maior parte. Seu último caso – ele se recusava a chamá-lo de aventura de uma noite uma vez que saiu com ele mais de uma vez – foi a sua única experiência sexual superior e estava convencido de que foi por Wonho ser mais velho do que os rapazes com quem saiu. E mais experiente. Ele foi o responsável por ele não querer mais nada com rapazes da sua idade e a confirmação de sua fixação por Kris. Wonho fora ótimo na cama. Era uma pena que não tivesse sido tão bom em outras áreas. De algum modo, ele sabia que Kris superaria as expectativas e que, depois de ficar com Kris, Wonho se apagaria em comparação, o que era dizer muito uma vez que, até agora, Wonho foi o máximo entre os homens com quem ele esteve.

O motorista o largou em frente ao apartamento de Kris exatamente às cinco para as sete. Certo, ele não o largou, mas o homem nunca falava. Simplesmente aparecia, dirigia e, então, tornava a desaparecer, apenas para reaparecer mais tarde quando chegava o horário de levá-lo para casa. Era um tanto enervante. Como se tivesse recebido ordens para nunca falar na sua presença.

Havia um segurança na entrada do prédio de apartamentos, não que esse fosse um prédio de apartamentos comum. Era um daqueles locais sofisticados, como morar num hotel, mas com um apartamento inteiro em vez de um quarto ou uma suíte.

Depois que apresentou o documento de identidade, o segurança ligou para o apartamento de Kris a fim de perguntar se ele tinha permissão para subir. Esperava não ter de passar por aquilo a cada vez que Kris o chamasse para seu apartamento.

Um momento depois, foi conduzido ao elevador, e o segurança inseriu o cartão do andar de Kris – a cobertura, naturalmente. Então, meneou a cabeça num gesto cortês e recuou do elevador.

As portas se abriram no quinquagésimo andar e no vestíbulo do apartamento de Kris. Ele estava parado lá, à sua espera, e o acompanhou com o olhar quando desceu do elevador. As portas se fecharam atrás dele e os dois ficaram a sós.

Ele o devorou com o olhar. Raramente o viu de jeans, que o vestia perfeitamente, feito um sonho. Desbotado e gasto, como se fosse um jeans favorito do qual ele não queria se desfazer. Usava uma camiseta dos Yankees que lhe moldava o peito e os bíceps musculosos.

O homem malhava. Não havia outra explicação para um homem que passava tanto tempo no escritório ter um físico tão irresistível e ser tão atraente.

Subitamente, sentiu que se excedeu ao se vestir. Colocou um jeans simples azul-marinho . Os conturnos que escolheu lhe emprestaram um certo chame para estar mais de acordo com Kris, mas, assim mesmo, se sentia pequeno parado diante dele.

Ele era forte, preenchendo o vestíbulo com sua presença, mesmo usando o jeans desbotado e a camiseta. Tinha uma aura de poder irresistível. A maneira como o fitava fazia com que se sentisse especial.

Ele o percorreu com um olhar demorado, aquecendo a sua pele como se o tivesse tocado. Quando o fitou nos olhos, sorriu e simplesmente estendeu a mão.

Jaebum venceu a distância restante entre ambos, deslizando a palma da mão sobre a dele. Kris entrelaçou os dedos de ambos antes de o puxar para si para um beijo ofegante. Ele lhe beijou os lábios e, então, os mordiscou de leve, de maneira que os fez formigar. Passou a língua pelos contornos da boca dele, persuadindo até que ele entreabriu os lábios, lhe dando acesso.

– Providenciei o jantar para nós. Espero que você esteja com fome – disse Kris numa voz rouca.

– Estou faminto – admitiu.

Ele franziu a testa.

– Você não comeu hoje?

– Tomei suco de laranja. Não estava com vontade de comer nada.

Jaebum não mencionou o fato de que teve uma ressaca, dormiu pouco e que só em pensar em comida, até agora, havia lhe dado ânsia.

Kris o conduziu na direção da elegante mesa da sala de jantar que ficava diante da ampla vidraça com vista para o Rio Han. As luzes dos prédios ao redor cintilavam sobre o céu de fundo do anoitecer.

– Você ainda está nervoso? – perguntou ele, lhe indicando que se sentasse.

Jaebum riu.

– Estou em mares ainda não navegados. Você tem que saber disso.

Kris o surpreendeu com um beijo na cabeça antes de se afastar. Um momento depois, voltou carregando dois pratos. Colocou um filé de aroma delicioso diante dele. Era tão tentador que Jaebum logo sentiu o estômago se manifestar.

Kris tornou a franzir a testa.

– Nada mais de pular refeições.

Ele meneou a cabeça e aguardou enquanto ele voltava à cozinha. Dessa vez, voltou trazendo uma garrafa de vinho. Sentando-se diante dele, preencheu os copos de ambos.

– Não tive certeza do que você gosta ou não em relação à comida. Certamente, teremos tempo de aprender sobre quais são as suas preferências. Mas concluí que não poderia haver erro com um filé.

– Não, absolutamente – disse ele. – Um bom filé cura quase tudo. Eu não poderia concordar mais.

Começou a comer, observando Kris com os olhos semicerrados. Havia milhões de perguntas girando em sua mente, mas não o quis bombardear. Como ele mesmo disse, tinham tempo de sobra para aprender um sobre o outro. A maioria das pessoas aguardava um pouco mais naquela curva de aprendizado antes de mergulharem num relacionamento sexual, mas supôs que Kris estava bastante acostumado a fazer as coisas à sua maneira, não se preocupando com convenções. Além do mais, não era como se ambos fossem completos estranhos. Kris foi uma figura em sua vida durante anos, ainda que distante.

O silêncio se prolongou entre ambos. Jaebum pôde sentir o olhar dele, sabia que o observava tanto quanto ele a Kris. Como dois oponentes cautelosos, estudando um ao outro antes de enveredar pela batalha. A diferença era que Kris não parecia tão incerto e constrangido quanto ele se sentia. Parecia confiante. Como um predador cercando sua presa. Ele sentiu um calor percorrendo até mais abaixo, até que apertou as coxas num esforço para aplacar o anseio.

– Você não está comendo – apontou Kris.

Jaebum olhou fixamente para o prato, se dando conta de que fez uma pausa, o garfo ainda na mão, o filé ainda pela metade. Deixando o garfo, fitou Kris calmamente.

– Isto acaba com os nervos. É tudo novo para mim. Nunca estive numa situação como essa. Não sei como agir. O que dizer. O que não dizer. Ou se devo dizer algo, afinal! Você está sentado diante de mim, me olhando como se eu fosse a sobremesa, e eu não tenho ideia se este é um simples jantar. Um encontro para nos sentirmos mais à vontade. Me ajude aqui por que estou perdido.

Um sorriso curvou os lábios de Kris, um brilho divertido passando por seus olhos.

– Jaebum, querido, você é a sobremesa.

Ele ficou ofegante ao ver o brilho faminto nos olhos dele que nada tinha a ver com o filé diante de si.

– Coma – disse Kris num tom firme de quem não aceitava argumentos. Foi uma ordem; uma que ele não pretendia que ele ignorasse. – Não vou pular em você à mesa. A expectativa torna a recompensa final muito mais doce.

Jaebum pegou o garfo e a faca e cortou o filé, mas nem se detinha no gosto. Comeu mecanicamente, aquela onda de calor percorrendo seu corpo. Evidentemente, Kris não tinha intenção de facilitar aquele relacionamento. Mas não era do feitio dele. Ele não recuava diante de obstáculos. Era o estilo dele e o que o tornava tão bem-sucedido nos negócios. Ia em busca do que queria com obstinação e determinação. E agora ele era o que queria.

Jaebum bebericou o vinho apenas para ter algo para vencer o constrangimento. Não soube se queria ir devagar com o jantar para ganhar mais tempo, ou se queria que terminasse depressa para poderem ir para a... sobremesa.

Jaebum terminou antes dele e recostou-se na cadeira, parecendo imperturbável enquanto bebericava o vinho. Não tirou os olhos dele, observando cada gesto. Parecia calmo e despreocupado. Até que ele o fitou nos olhos. Ali a história era completamente diferente. Os olhos dele brilhavam com impaciência e ardor.

Deixando apenas um pouquinho, Jaebum afastou o prato e recostou-se cuidadosamente na própria cadeira. Embora não falasse, o “E agora?” tornou-se quase palpável entre ambos. Kris observou-o preguiçosamente e disse:

– Vá até o meio da sala e fique lá de pé.

Respirando fundo, Jaebum se levantou o mais elegantemente que pôde, determinado a manter a classe. E a confiança. Aquele homem o queria. Ele. Não alguma outra pessoa.

Era hora de agir como se pertencesse àquele lugar.

Ele atravessou o assoalho de madeira, os contornos fazendo barulho em meio ao silêncio. Quando chegou ao meio da sala, virou-se devagar. Viu Kris adiantar-se até a poltrona situada de canto ao lado do sofá de couro.

Ele sentou-se na poltrona e cruzou as pernas numa pose casual que indicou quanto estava relaxado. Jaebum desejou poder dizer o mesmo a respeito de si. Ele se sentia como se estivesse num leilão, parado diante de Kris enquanto ele o devorava com o olhar.

– Tire a roupa para mim – pediu ele, a voz reverberando pela sala até a pele dele.

Ele o encarou, os olhos arregalados enquanto assimilava a ordem.

Kris arqueou uma sobrancelha.

– Jaebum?

Ele começou a tirar os conturnos , mas ele o deteve.

– Deixe os conturnos . Apenas os conturnos.

Jaebum ergueu as mãos até os três botões na frente e os desapertou devagar. Em seguida, despiu a camisa e deixou a calça deslizar por suas pernas, ficando apenas de cueca.

As pupilas de Kris se dilataram. O desejo se evidenciou em seus traços, tornando-se primitivo. Um arrepio incontrolável subiu pela espinha dele. Os mamilos ficaram rijos. O homem era letal e nem sequer o tocou ainda. Mas seu olhar. Foi como se estivesse sendo consumido por fogo quando ele o percorreu de cima a baixo com o olhar.

– Tiro a cueca ? – perguntou ele numa voz rouca.

Kris abriu um sorriso.

– Ora, Jaebum, você sabe provocar como ninguém. Tire a cueca .

Jaebum deslizou os polegares pelo tecido fino na cintura da cueca e puxou para baixo. Tentou se cobrir num gesto instintivo, para preservar-se do pouco de constrangimento que ficou, mas obrigou-se a deixar que a minúscula cueca caísse até o chão. Depois que caiu sobre seus pés, removeu-a com a ponta do tênis . Em seguida, ergueu as mãos outra vez, afastando os cabelos para trás .

– Bagunce seu cabelo, amo o ver todo bagunçado – murmurou Kris– Lindo – disse Kris com um tom de apreciação na voz.

Jaebum ficou parado ali, vulnerável, esperando a ordem seguinte. Ficou claro que ele não estava com pressa e que pretendia saborear cada instante em que o via nu pela primeira vez.

Ele manteve os braços no meio do corpo e, em seguida, abaixou para cobrir seu membro.

– Não, não se esconda de mim – disse Kris num tom manso. – Venha até aqui.

Jaebum deu um passo trêmulo na direção dele. Depois outro. Até que ficou diante de Kris, a poucos centímetros de distância.

Ele baixou uma perna que estava cruzada e abriu os joelhos, deixando um espaço. Havia um volume discernível entre as suas pernas, comprimindo-se contra a braguilha do jeans. Kris estendeu a mão, chamando-o para si.

Jaebum colocou-se entre as coxas dele e pegou a sua mão. Kris puxou-o para si e fez um gesto para que se sentasse em seu colo. Os joelhos de Jaebum ajeitaram-se em volta de Kris, suas pernas pressionadas entre ele e o braço da poltrona. Aguardou. Ofegante. Seus músculos ficaram tensos enquanto aguardava o que ele faria em seguida.

Deslizando a mão até a nuca dele, Kris segurou-o e o puxou para si, lhe tomando os lábios com os seus. Seu hálito estava quente e ofegante, como um sussurro sobre o rosto dele. Subiu os dedos até os seus cabelos, entrelaçando-os nas mechas de modo que o segurou com ainda mais força. E então, com a mesma rapidez, ele o afastou, a mão ainda enroscada no cabelo. Ele estava ofegante. Os olhos brilhavam de desejo, o suficiente para fazê-lo estremecer diante do calor primitivo que se irradiava dele.

– Eu me pergunto se você faz ideia de quanto o quero – murmurou ele.

– Eu quero você também – sussurrou Jaebum .

– Você me terá. De todas as maneiras possíveis.

A promessa percorreu-o feito seda, quente e convidativa. Rouca e tão pecaminosamente sexy.

Ele soltou o bagunçou mais o canelo de Jaebum e, então, colocou as palmas das mãos na barriga dele, deslizando-as pela pele até que lhe tocou os mamilos . Segurando-os, baixou a boca, sugando um mamilo entre os lábios.

Ele gemeu e estremeceu com o toque. Apoiando as mãos nos braços da poltrona, jogou a cabeça para trás enquanto ele circundava o bico rijo com a ponta da língua.

Sugou e lambeu, mordiscando levemente os mamilos até que ficaram eretos, ansiando por mais do toque dele.

Kris soltou um mamilo e correu a mão pelo corpo dele, deslizando a mão pelo abdômen até as coxas entreabertas. Tocou-o delicadamente, explorando cada milímetro da pele delicada do pênis de Jaebum . Um dedo deslizou sobre a glande , e o corpo dele inteiro se retesou em resposta.

Ele estimulou a pele úmida, descrevendo círculos em torno da fenda, enquanto o polegar acariciava gentilmente a base do membro.

– Kris – sussurrou ele, o nome soando mais como um gemido.

Ele baixou a cabeça apenas o bastante para poder vê-lo através dos olhos semicerrados. A boca dele sugando o mamilo, era uma visão excitante e erótica, avivando o desejo já fora de controle dele. Kris deslizou o dedo para dentro dele e Jaebum tornou a gemer. Ele aplicou mais pressão com o polegar, fazendo um movimento circular, enquanto o dedo acariciava mais profundamente. Então, mordiscou o mamilo, raspando os dentes de leve pelo mamilo rijo.

Ele levou as mãos até os ombros de Kris, segurando-se com mais firmeza junto a ele. Mexeu-se inquieto, o orgasmo se formando. Era impossível permanecer imóvel. O corpo inteiro estava rijo, a tensão se concentrando na região do ventre.

– Goze para mim, Jaebum – disse Kris. – Quero sentir você gozar na minha mão.

Ele deslizou o dedo mais profundamente, fazendo pressão no ponto G dele. Jaebum soltou um gemido enquanto ele acariciava seu membro com o polegar e sugava o mamilo mais uma vez. Fechou os olhos e gritou o nome dele, enquanto a primeira onda de prazer a percorria. Tumultuada e avassaladora.

– Isso mesmo. O meu nome, Jaebum. Diga outra vez. Quero ouvi-lo.

– Kris – disse ele, ofegante.

Jaebum arqueou o corpo, tomado por um frenesi, enquanto ele o estimulava mais. Segurou-se aos ombros dele, enquanto onda após onda de prazer o enlevava num orgasmo incrível que o deixou ofegante.

Lentamente, Kris retirou a mão e, então, envolveu-o com seus braços, estreitando-o junto a seu corpo, seu calor. Ele recostou a testa no ombro de Kris e fechou os olhos, abalado pela intensidade de seu orgasmo.

Kris afagou-lhe as costas, seu toque gentil e confortador. Em seguida, entrelaçou a mão no cabelo dele e o puxou apenas o bastante para que ele erguesse a cabeça e seus olhos se encontrassem.

– Segure-se em mim – disse ele.

Ele mal o abraçou pelo pescoço quando Kris se levantou, erguendo-a em seus braços.

– Passe as pernas em torno da minha cintura.

Kris o ergueu mais, deslizando as mãos pela bunda dele para segurá-lo, enquanto ele o cingia pela cintura com os tornozelos. Ele deixou a sala de estar, seguindo pelo corredor até o quarto. Inclinando-se para a frente, depositou-o com gentileza na cama e, com a mesma rapidez endireitou as costas, começando a se livrar das roupas. Jaebum ficou deitado lá, a mente rodopiando com euforia, o corpo ainda tomado por ondas de prazer após o orgasmo. Seu sexo pulsava e latejava . Ele queria mais. Queria Kris.

Ele ergueu a cabeça, enquanto Kris abria o jeans e se despia. Estava tão tomado pelo desejo, parado ali, o membro ereto, os olhos ardentes. O desejo por ele era evidente, em cada centímetro do corpo rijo. Jaebum poderia ficar olhando para ele durante horas. Kris era bonito e másculo, como um macho alfa no controle, os músculos do corpo se retesando enquanto se adiantava até ele. Ele o segurou pelas pernas, puxando-o um tanto bruscamente até a beirada da cama, abrindo-as enquanto se posicionava.

– Não posso ir com calma agora – disse numa voz tensa. – Quero estar dentro de você mais do que quero respirar. Preciso ter você. Agora.

– Está tudo bem para mim – falou ele num sussurro rouco, fitando aqueles intensos olhos escuros .

Kris  o puxou para si, e ele sentiu a cabeça do membro de Kris  na sua entrada . Ele fez apenas uma breve pausa antes de penetrá-lo, se acomodando ao corpo dele.

A respiração de ambos se confundiu. Quando o sentiu em seu corpo, ele quase não pôde se conter. Como era possível ter outro orgasmo tão depressa? A sensação de  Kris  dentro dele era avassaladora. Jaebum  se sentia pleno. Completamente. Estava tão apertado em torno dele que se perguntou como era possível ele se mover. Ou como ele conseguia ir tão fundo.

Kris o segurou pelos quadris, seu toque se abrandando, como se estivesse lembrando a si mesmo a ir com cuidado. Ele o afagou e acariciou, deslizando as mãos até a barriga dele e, então, até os mamilos , segurando-os e estimulandos .

– Machuquei você? – perguntou ele, rouco.

Mesmo parecendo fora de controle como estava, desesperado como estava para possuí-lo, havia preocupação em sua voz. Ele soube sem dúvida que se quisesse que ele parasse, ele pararia. Não importando quanto estivesse louco por ele no momento.

E, oh, puxa, Jaebum adorava que estivesse louco desse jeito. Por ele. Para possuí-lo.

Jaebum sacudiu a cabeça.

– Não. Nem um pouco. Por favor. Não pare.

E precisava suplicar. Se ele parasse agora, ele morreria.

Jaebum tocou os pulsos dele na altura de seus mamilos. Deixou as mãos deslizarem pelos braços dele, deliciando-se com sua força. Podia tocá-lo para sempre.

Ele lhe cobriu as mãos com as suas por um breve momento. Então, segurou os braços de Jaebum acima da cabeça. Jaebum arregalou os olhos diante do ar feroz no rosto dele, notando como estreitou os olhos , um som gutural escapando de sua garganta.

Ele esticou as mãos contra o colchão, logo acima de sua cabeça, enquanto ele se inclinava para a frente, segurando-o com seu peso de modo que ele não pôde se mover. Não pôde resistir. Ele sentiu uma onda de euforia, como se uma droga tivesse invadido seu corpo. Estava louco por ele. Por seu poder e controle sobre ele. Seu domínio.

Ansiava por aquilo. Que ele estivesse em cima de si , dentro dele, tendo controle absoluto. Ele quase nem podia respirar no momento. Estava tomado pela euforia e expectativa.

Ele recuou e avançou em seguida, balançando o corpo de Jaebum com a força de quando tornou a penetrá-lo. Fitou-o com tanta intensidade que o fez estremecer. A voz dele soou gutural e tão sexy quando disse as palavras seguintes:

– Oh, não, não vou parar. Não quando esperei tanto tempo para ter você.

Quando esperei tanto tempo para ter você. Deus do céu, mas aquilo quase o fez gozar no ato. A ideia de que aquele homem, alguém tão longe do seu alcance, passou qualquer tempo o desejando era insano. Nunca havia imaginado que ele pudesse corresponder à sua fixação. Bem, fixação era uma palavra forte demais para descrever as coisas. Jaebum não fazia ideia dos sentimentos de Kris  por si, se era uma fixação, apenas que passou um longo tempo fantasiando com ele, em estar exatamente ali.

Debaixo dele, sob seu corpo, o membro dele dentro de si de tal maneira que nem sequer sabia como conseguia acomodá-lo.

Não diria que ele era exageradamente dotado. Certamente não um gigante, mas decididamente tinha um membro maior do que os namorados anteriores dele e, oh, puxa, sabia exatamente o que fazer com o que tinha.

Kris  soltou as mãos de Jaebum e quando ele estava prestes a movê-las outra vez, lhe dirigiu um olhar intenso e tornou a segurá-las antes de soltá-las novamente. Foi uma ordem que não precisou de palavras, e ele obedeceu, deixando as mãos onde ele as colocou, os olhos observando-o enquanto esperava ofegante pelo que ele faria em seguida.

Kris segurou as pernas dele e fez com que o cingissem pela cintura – e novamente aquele olhar. Aquele olhar intenso, sexy, que ele lhe dirigiu dizendo que mantivesse as pernas do jeito que as colocou. Segurou pela bunda, então, movendo o corpo, pressionando com força e firmeza enquanto o penetrava, uma cadência ritmada que produziu ondas de prazer no corpo dele.

Foi instintivo estender as mãos para ele. Jaebum precisava de algo para se apoiar em meio à tempestade que o envolvia. Mas Kris  o fitou com um olhar de aviso, o maxilar rijo. Jaebum deixou as mãos caírem de volta onde haviam estado.

– Eu as amarrarei da próxima vez – disse ele. – Não me pressione. Eu mando. Sou seu dono. Você é meu. Não mova as mãos até que eu lhe diga. Entendeu?

– Sim – sussurrou ele, o corpo tão tenso, tão perto do êxtase que ele mal conseguia respirar.

Jaebum sentiu o pulso acelerado, quase explodindo, o coração descompassado diante da expressão sexy no rosto de Kris. O olhar dele era cheio de promessas. De todas as coisas que faria com ele. De todas as coisas que faria com que ele fizesse. E, Deus do céu, ele não podia esperar.

Kris moveu o corpo novamente, levando-o consigo na erótica cadência. Ele fechou os olhos, cerrando os dentes para conter o grito que ameaçou sair.

– Olhos – disse ele. – Em mim, Jaebum. Sempre em mim. Não goze com os olhos fechados. Quero ver tudo o que se passa com você quando estou dentro de você. Não se feche para mim.

Ele abriu os olhos, encontrando-o instantaneamente, a respiração ofegante.

Kris moveu-se outra vez, ondulando o corpo, segurando-o pela bunda. Ele ficaria com as marcas dos dedos de Kris, com certeza. Kris o segurou, fez com que abrisse as pernas ainda mais enquanto se movia para dentro dele. Ele não poderia resistir mais. Não conseguiria. As sensações eram poderosas demais.

– Diga meu nome, Jaebum. Quem possui você? A quem você pertence?

– A você. Kris. Você. Só você.

Um brilho de satisfação surgiu nos olhos dele. Sua expressão era intensa e possessiva, a tensão se evidenciando no maxilar.

– Isso mesmo, anjo. Meu. Diga o meu nome quando gozar.

Ele colocou a mão entre ambos, encontrando o membro dele e o acariciando enquanto continuava ondulando o corpo, possuindo-o.

– Goze – ordenou. – Mais uma vez. Goze para mim. Quero sentir você gozar nas minhas mãos. Tão suave e macio. Tão apertado. É o paraíso.

Jaebum soltou um grito, sua excitação a um nível febril. O orgasmo tomou conta dele, explosivo e intenso, mais do que na vez anterior. Ele arremetia profundamente. Estava tão profundo dentro dele que Jaebum não conseguia sentir nada a não ser seu corpo pulsando em torno do membro rijo. Jaebum arqueou o corpo, querendo mais, precisando de mais. Ele deu outra arremetida, o rosto, uma máscara de tensão.

– Meu nome – disse numa voz gutural. – Meu nome quando gozar, Jaebum.

– Kris!

Os olhos dele brilharam, uma expressão de triunfo enquanto ele se contorcia sob Kris, o orgasmo tomando conta do corpo dele com uma intensidade que nunca imaginou ser possível.

Ele sentiu-se lânguido na cama de repente, exausto e saciado enquanto ele continuava dentro dele. Kris diminuiu as arremetidas, como se quisesse saborear cada momento. Ele fechou os olhos, enfiando de leve e depois profundamente. Em seguida, apertou os lábios e começou a arremeter novamente com uma força redobrada. Fundo. Com força.

De repente, pressionou seu corpo tenso contra o dele, cada músculo se retesando. Tirando as mãos da bunda de Jaebum, levou-as até onde as mãos dela ainda repousavam acima da cabeça. Afundou as mãos nas palmas das mãos dele no colchão, enquanto baixava o corpo em mais uma arremetida.

– Meu – disse por entre dentes. – Meu, Jaebum.

Ele estava pulsando  em torno de Kris enquanto ele pulsava dentro dele, continuando a arremeter, dominado pelo incrível orgasmo. Foi um orgasmo que pareceu sem fim. Ele pôde sentir a umidade entre ambos e os sons característicos, enquanto ele continuava arremetendo sem parar.

Kris, então, deixou o corpo cair até cobrir o dele completamente. Ofegando, ainda estava dentro de Kris. Continuava rígido feito uma rocha mesmo depois de ter gozado por tanto tempo. Deus do céu, mas era tão bom tê-lo assim dentro de si.

– Posso tocar você? – sussurrou Jaebum. Precisava tocá-lo. Não podia mais se conter. Era uma vontade incontrolável.

Kris não respondeu, mas afastou as mãos das dele, libertando-o, e Jaebum tomou aquele gesto silencioso como um assentimento.

Hesitante, deslizou as mãos pelos ombros de Kris, ganhando mais coragem quando ele não objetou. Deixou as mãos correrem a seu bel-prazer, deliciando-se naquele contentamento que os tomava depois de terem feito amor. Afagou-o até onde pôde alcançar, propiciando as mesmas carícias que ele lhe deu.

Ele emitiu um som de satisfação que fez o corpo inteiro dele se retesar. Soltou um gemido de prazer quando ele acariciou seu pau. Beijou no pescoço, logo abaixo da orelha.

– Lindo – sussurrou. – E meu.

Uma onda de prazer o dominou quando ele o chamou de lindo, porém mais especialmente pelo fato de tê-lo possuído. Por quanto tempo o acordo deles durasse, ele seria de Kris. Verdadeiramente dele. De uma maneira que a maioria das mulheres não pertence a um homem.

Não havia uma parte de seu corpo que não sentisse a marca da posse dele. Estava cansado, dolorido e completamente satisfeito. Não conseguia nem se mover e, portanto, esperou, contente em estar deitado ali, com ele ainda dentro de si.



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