História Obsessão Sayajin: Um Herdeiro ao Trono - Capítulo 3


Escrita por: e Nickolliebklost

Postado
Categorias Dragon Ball
Personagens Bardock, Bra, Bulma, Kakaroto, Personagens Originais, Trunks, Vegeta
Visualizações 82
Palavras 1.911
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Descobertas!


Fanfic / Fanfiction Obsessão Sayajin: Um Herdeiro ao Trono - Capítulo 3 - Descobertas!

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No campo de treino Sakura e Hanna começam um combate para definir futuras esquadras sobre olhares de alguns comandantes.

 Ginger e Goten estão ali a olhar os combates. Ginger tinha um interesse em especial na pequena Sakura, pois ela tinha os talentos desabrochando e seriam perfeitos para o tipo de invasão que ela fazia. Fora que a peculiaridade da garota a fazia ótima aprendiz para Ginger. Sendo uma sayajin exótica poderia usar seus atributos a seu favor na guerra. Para Ginger, Sakura só tinha um problema que poderia ser facilmente corrigido, era dócil, um pouco de violência e brutalidade despertaria seus instintos sayajins. 

- Eu vou te ver essa noite de novo? - Goten pergunta para Ginger vendo ela concentrada em Sakura.

 O jovem adorava distrair a comandante.

 - Claro. Tenho que aproveitar enquanto ainda posso, porque depois de vinculada infelizmente ficará mais difícil – Ginger fala.

 - Eu dou jeito. Você sabe que dou – Goten fala malicioso subindo as mãos pelas pernas da sayajin, lhe fazendo tremer.

 Ele percebe um gemido leve querer sair da boca de Ginger. Quando o casal e trazido de volta por um golpe de Sakura. Simplesmente a garota conseguiu virar a luta e deitar Hanna inconsciente.

 Gohan olhava a filha pensando em formas de castigá-la pela abertura que deu permitindo o nocaute. Aquilo era inadmissível ainda mais se a garota iria para sua esquadra. 

Naquela manhã, Chichi foi visitar Gine, pois estava precisando conversar com alguém que a entendesse já que Kakarotto não servia para falar sobre sentimentos. E ela realmente gostava da companhia da sogra.

 -Sente-se querida- Gine fala.

 - Como está? E o Bardock? – Pediu interessada.

 -Estamos bem. Bardock está no castelo com o rei. Trabalho e trabalhos que nunca acaba. Nunca vi isso – Suspira Gine – mais e você, posso ver pelo seu semblante que algo aconteceu.

 - Aí Gine, o Gohan como sempre. Não sei o que fazer mais. É como se ele me odiasse. Eu lembro dele ainda filhote. Era tão gentil, tão experto, sempre queria ficar comigo. Ai começou a treinar e a freqüentar esse campo e foi virando outra coisa e depois da primeira missão então? Voltou sedento de sangue nunca vi aquilo.

 - Eu já! Acredite! Com cada um dos meus filhotes. Raditz, Turles esse foi o pior e Kakarotto. Gohan era bem parecido com ele quando criança na verdade. Mais ele queria ser como o pai, queria ser forte e realmente ficou, mas o poder de luta para um sayajin é algo absurdo Chichi, eu mesmo... sempre treino querendo ser mais forte. É um extinto do sangue, depois da primeira luta real acabou. Comigo foi assim também é um prazer indescritível quase animalesco.

 Chichi solta um longo suspiro então elas continuam a conversar. 

Gohan acaba de pegar Hanna e a leva para casa para medical machine.

 -O que houve com ela? Ume pergunta ao companheiro.

 -Foi fraca e inútil – Gohan responde sério.

 -Você não acha que ela treina o bastante? Às vezes é só o cansaço – Ume opina.

 Gohan a olha com ódio, por conta do comentário inútil da companheira. 

-Ela vai treinar até eu achar que é o bastante entendeu? - Gohan murmura com um tom sombrio pressionando a companheira contra a parede.

 -Entendi – Ume responde firme tentando não demonstrar medo.

 A verdade era que Gohan era controlador em cada sentido e em cada ponto. E se não fosse o bastante ele era impetuoso e cruel não importasse com quem fosse. Mesmo com ela como companheira ou Hanna como filha.

 Gohan afunda o nariz no pescoço de Ume aspirando seu cheiro era como afrodisíaco. Juntava o seu estresse a sua necessidade natural, era completamente animal seu ímpeto naquele momento. Ele toma Ume ali no quarto da medical machine mesmo até deixar sua companheira exausta por completo a levando para cama. Para depois tomar um banho e ir para o domo. 

Chichi estava a sair da casa de Gine quando ao se levantar tem uma tontura repentina. 

- O que houve? Você está bem? – Gine a segura e pergunta preocupada.

 - To sim, foi só uma tontura, só mais uma maldita tontura – Confessou a terráquea.

- Como assim mais uma? Esta tendo mais? – Inquiriu curiosa.

-Estou tendo várias ao longo do dia, fora o cansaço que passo. Parece que nunca acaba mesmo que eu durma. 

- E você já foi se consultar? – Gine questiona.

 - Não acho que seja necessário, deve ser o cansaço e o stress – Chichi responde.

 -Nada disso. Vamos aproveitar que não estamos a fazer nada e vamos agora lá ver um médico.

 -Não quero incomodar.

 -Ah deixa disso, além do mais depois podemos ir ao centro comprar algumas coisas – Gine sugere animada. 

Então elas vão até a central médica onde Chichi é examinada por um médico alienígena. E para surpresa da mesma descobre que será mãe pela terceira vez.

 -Sério Chichi? Não acredito! Quem diria – Gine comemora aos pulos, enquanto chichi está aos prantos.

 - O que eu vou fazer olha só a minha idade! Eu tenho netos – A morena chora.

 - Que isso Chichi? Anime-se. Aposto que o kakarotto vai ficar feliz com a noticia 
Chichi não parava de chorar e Gine não sabia o que fazer.

 Já no domo Trunks esta a conversar com Goten e Ginger até que Gohan chega. 

-Olha quem deu o ar da graça hoje – Trunks declara abrindo espaço a mesa para Gohan.

 -Oi filhote real – O moreno zomba do discípulo.

 -Há há não tem graça! – Trunks retruca – nos acompanha? 

-Claro preciso beber algo forte – Gohan fala pedindo uma bebida ao escravo.

 -Onde está Hanna? – Goten pergunta pela sobrinha, pois tinha certo interesse nela. 

-Na câmara de regeneração.

 -Ela lutou muito bem hoje – Goten fala.

 -Claro. Ainda tem algumas boas melhorias, mas já deve pegar a próxima missão comigo – Gohan revela displicente.

 - E Ume? - Trunks inquiri - ela geralmente gosta de te acompanhar não é – Trunks arquea o cenho.

 -Uma possessividade maldita, porém felizmente esta dormindo agora. Foi cansada o bastante – Gohan debocha e Trunks dá um sorriso malicioso.

 -Devo dizer que fico surpresa no quanto Gohan influenciou você Trunkszinho – Ginger comenta desdenhando.

 Gohan a encara por alguns segundos.

 -Gostaria de ter tido a oportunidade de treiná-la também – Gohan declara com um sorriso incógnito.

 Ginger sente um frio percorrer sua espinha. 

-Se me dão licença eu vou lutar um pouco – O moreno fala virando o copo da bebida.

 -Estaremos aqui – Goten informa.

 Eles continuam bebendo e conversando.

 - Com ele como comandante... Vocês dois serviram sobre as ordens dele não foi? – Pediu curiosa.

 -Sim claro. Como posso descrever... uma experiência única se você for um macho e uma experiência aterradora se você for uma fêmea, por isso não deixei minha irmã entrar na esquadra dele – Trunks respondeu sério.

 -Porque com as fêmeas? - Ginger questionou indiscreta, ignorando o fato que ele falou que iria treinar a irmã.

 -Porque meu irmão não costuma pegar leve com fêmeas, ele as acha fracas e sentimentalista no campo, então quando você vê uma fêmea que fique no esquadrão dele, pode ter certeza que ela é cruel e sanguinária do tipo que não tem sentimento algum - Goten respondeu sem emoção bebendo.

 -Verdade, a maioria das fêmeas que entram no esquadrão dele não passam da 5 primeiras missões.- Trunks mantém agora um sorriso arrogante – felizmente eu sou mais brando que ele em alguns aspectos e faço concessões.

 -Levá-las para cama não é concessão amigo! – Goten zomba.

 -Tem razão, é um privilégio para elas estar comigo - Trunks admite arrogante.

 Ginger o olha com descaso.

 - O que foi amor? Não gosta do que falo? Não tenho culpa de ser uma fêmea – Trunks provoca.

Ginger já irritada pela conversar resolve sair da mesa para tomar um ar. Ela voa dali para um local mais afastado próximo ao complexo cientifico se sentando ali em um dos bancos. Quando sente alguém segurando seus ombros e mordiscando seu pescoço.

 - O que acha que está fazendo – Ginger pergunta se levantando.

 -Algo que queria fazer já a um certo tempo – Gohan admite com um sorriso malicioso.

 -Você se esqueceu que sou noiva do príncipe? 

-Não... acho que foi você que esqueceu não é? Sei que gosta de fuder com meu irmão, noite após noite não é mesmo Ginger – Gohan revela agarrando a sayajin por trás e sussurrando em seu ouvido.

 Ginger fica sem palavras, tinha sido descoberta, aquilo era aterrorizante, tinha medo que seu noivo descobrisse aquilo.

 - E não vamos querer que o Trunkszinho descubra que seu subcomandante está comendo a noiva dele não é – Gohan continua sussurrando.

 -O que você quer? – Ginger questiona tremula.

 -Não é óbvio querida o que eu quero? – Gohan fala lambendo o pescoço de Ginger – A pergunta é: O quanto você esta disposta a me satisfazer essa noite?

 -Vamos pra minha casa – Ginger fala firme contendo sua raiva.

 -Boa garota – Gohan murmura com um sorriso sacana

Enquanto isso, um pouco longe dali, na casa de Kakaroto, Chichi andava de um lado e do outro, nervosa, pois teria que dar a notícia ao seu companheiro, a respeito daquela gravidez, não sabia como ele reagiria. Ela já tinha certa idade e uma gravidez acarretaria certo risco para sua pessoa. De repente seus devaneios foram interrompidos pela chegada de seu marido, que a olhou de forma questionadora, pois notou que ela estava nervosa com alguma coisa, algo estava errado.

Kakaroto se aproximou lentamente de Chichi, para saber qual era o problema, só esperava que não fosse outra ladainha a respeito de Gohan, já não agüentava tanta reclamação da parte dela.

- Qual é o problema Chichi? O que você tem? – Pediu sentando-se no sofá ao mesmo tempo em que encarava a mulher.

- Kakaroto, eu não estava me sentindo bem e fui com sua mãe no médico e... – Murmurou Chichi antes de começar a chorar de forma copiosa, assustando seu companheiro que pensou que ela estava com algo grave.

- Calma Chichi, sente-se aqui do meu lado e me conte – Gesticulou preocupado.

A morena apenas assentiu e acomodou-se do lado do marido, que a olhava preocupado.

- Eu não sei como falar...

- Apenas diga, simples assim – Falou impaciente com aquela choradeira.

- Eu estou grávida Kakaroto, seremos pais novamente e me sinto muito velha para ter outro filho – Revelou chorosa.

Kakaroto ficou estático com aquela notícia, não sabia o que falar, apenas sentiu seu coração bater forte e um orgulho invadir o seu ser, aquela noticia afinal de contas não era ruim, era maravilhosa, seria pai novamente.

- Que bobagem Chichi, essa noticia é maravilhosa! Isso é uma felicidade, mais uma cria para minha linhagem.

- Mas nós somos avós de uma adolescente, nossos filhos não vão gostar de saber – Protestou pensativa.

- Dane-se eles, quem vai criar essa criança somos nós, pelo menos agora você vai parar de me amolar com papo a respeito dos nossos filhos e se focar nessa criança – Sussurrou puxando a esposa para um abraço.

- Talvez você esteja certo, vou me focar nessa criança, vou educá-la para ser mais amorosa, tomara que seja uma menina – Falou Chichi mais animada.

- Agora vou tomar um banho, estou morto, quer me acompanhar? – Pediu malicioso.

Chichi sorriu e subiu as escadas com o marido, àquela noite prometia.

Nesse mesmo instante no campo de treinamento, Trunks procurava Ginger quando de repente encontrou a irmã conversando com um jovem soldado, novato de seu pelotão, aquilo o fez estreitar os olhos e caminhar até o casal, que conversava descontraído.

-

Continua


Notas Finais


Gratos pela sua leitura!


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