História Obsessão Sayajin: Um Herdeiro ao Trono - Capítulo 6


Escrita por: e Nickolliebklost

Postado
Categorias Dragon Ball
Personagens Bardock, Bra, Bulma, Kakaroto, Personagens Originais, Trunks, Vegeta
Visualizações 67
Palavras 2.877
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Desejo proibido!


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A noite na casa de Gine e Bardock se estendeu, os sayajins e as terráqueas bebiam e se divertiam cada vez mais perdendo certas inibições e falando besteiras. Era a hora que toda festa começava a ficar divertida.

 Goten avisou a avó que subiria para se deitar um pouco em um dos quartos de hóspede, pois estava um pouco zonzo pelo álcool e amanhã cedo tinha que treinar com um dos novos membros da equipe de Trunks. 

Ele tira a armadura base e a parte do traje ficando apenas com a boxer deitando-se na cama. E não demora muito para pegar no sono. Os adultos pouco a pouco se retiram para os quartos na casa de Gine, as meninas dividiriam um quarto juntas.

As horas vão adentrando, mas Hanna está ainda com a lembrança do que fez com Goten na cabeça. A mestiça filha de Gohan não conseguia tirar aquilo da cabeça. Como pode ser tão louca, tão inconseqüente? Como podia estar desejando tanto algo proibido dessa maneira... Ela resolve beber um pouco de vinho para ver se dormia mais fácil.

Levantou e desceu até a cozinha, pegou uma garrafa e abriu indo para o deck externo da casa, ela se senta ali e começa a beber o liquido rubro com gosto doce e aroma frutado como aquela bebida era deliciosamente excitante aos sentidos de um sayajin. podiam sentir todos os aromas dispersos na bebida e sentir todo o sabor que a mesma podia proporcionar. Hanna ao provar, seus sentidos fazem uma ávida dança. Adorava beber aquilo, porém o fazia escondido de Gohan e da mãe. Hanna era muito madura para seus 16 anos graças a Gohan que sempre expôs a filha a todas as verdades do mundo.

Hanna poderia ser tudo, menos ingênua e com sua pouca idade estava se preparando para ir junto com seu pai a próxima missão. Ela estava a admirar a noite e a bebida.

 -Não acha que ainda é muito nova para beber? – Goten pergunta a sobrinha.

 A verdade é que Hanna já havia sentido o cheiro dele se aproximar do local que ela estava então nem se virou para responder. Estava a aproveitar o intenso aroma dele misturado ao vinho. Aquilo ficou mais empolgante.

 -Talvez...mas não deixo de apreciar o que é errado – fala a garota com malicia na voz.

 Goten sente seu corpo pesar ouvindo a voz da garota. O cheiro do vinho subia forte ao seu olfato apurado, mas estava misturado ao cheiro dela. E puta merda como a garota tinha o cheiro gostoso de sentir era quase afrodisíaco aquilo. E como ela podia falar isso para ele? Não tinha noção do perigo que estava correndo ao tentar um macho sayajin daquela maneira.

 Hanna se levanta do deck e encara Goten. Ela usava apenas uma boxer e um top seu corpo estava quase todo exposto. Goten a olhava respirando mais pesado sentindo a ereção ficando latente. Ele fecha os olhos por alguns segundos tentando manter o controle. Mas estava muito difícil.

 -Quer um pouco? – Hanna oferece levando a taça na boca. 

Goten via aquilo em câmera lenta. Sua ereção agora apertava contra o short.

 -Não faz isso Hanna – Pede Goten com a respiração pesada.

 Hanna percebe o cheiro do desejo dele, que estava grande.

 -Isso o quê? - A garota murmura se aproximando de Goten quase colando os corpos – beber? – fala ao ouvido do jovem – ou te desejar? - Declara passando a mão sobre o tórax de Goten Que solta um gemido gutural com o toque da garota.

 -Porra garota você me tira do sério – fala Goten segurando hanna pela nuca e pela cintura a beijando possessivamente. Hanna solta a taça que estilhaça no chão e leva as mãos a nuca e cabelos de Goten. Os corpos estavam muito colados. Hanna podia sentir a latente ereção.

 As mãos de Goten descem pela cintura chegando a bunda da garota, a puxando para si. Hanna prende as pernas envolta da cintura de Goten. O beijo era intenso tal maneira que era feroz. Ele a encosta na parede da casa pressionando seu corpo e sua ereção ainda mais contra Hanna. A mestiça por sua vez descia as mãos pelo peito de Goten e apertava e arranhava suas costas. Arrancando gemidos e rosnados do sayajin. Ele começa a beijar o pescoço de Hanna e mordiscá-lo, aquilo era uma tentação tão prazerosa. Ele sobe as mãos pelos seios da garota os apertando e Hanna gemia com todas aquelas sensações. Goten sentia cada vez mais sua consciência se esvaindo tirando sua racionalidade. Sua cauda enrolou possessivamente na cintura de Hanna e a dela fez a mesma coisa na dele. Aquilo estava ficando muito intenso e carregado de desejo e luxúria. Hanna estava sentindo a mente começar a enevoar-se. Quando um forte barulho da porta os traz de volta a realidade. 

Goten e Hanna se afastam rapidamente se recompondo para pouco tempo depois surgir Gine no deck.

 - O que estão fazendo acordados filhotes? – Gine pergunta sonolenta.

 -Eu tava bebendo um pouco e Hanna desceu para beber água e me viu acordado. Só me assustei e deixei a taça cair – Goten dispara a justificar o que veio a calhar porque Hanna ainda não estava raciocinado. 

-Voltem para dentro não se esqueçam que amanhã vocês têm treino e a noite partem em missão. – Gine fala entrando.

 Antes mesmo que Goten pudesse falar qualquer coisa Hanna dispara para dentro subindo as escadas com Gine. 

-Meu deus...essa garota vai me deixar louco, vai ser minha perdição se o Gohan descobrir – Goten fala passando a mão no rosto. Ele tenta relaxar um pouco e sobe novamente para o quarto.

No dia seguinte, Bra levantou-se cedo, resolvendo tomar um banho demorado de banheira, que a fez se lembrar da noite anterior, na qual Trunks tinha a beijado de surpresa e dela o ter correspondido, de seu corpo gritar pelo o dele. Se ele não tivesse parado aquele momento, com certeza teria se entregado, sem pudor nenhum, um fogo consumia o seu interior. Aquilo ainda estava muito confuso em sua mente, sabia que era errado, mas queria ao mesmo tempo se entregar a ele, senti-lo a fazendo sua. Voltando a realidade, a azulada suspirou e saiu da banheira, se secando rapidamente, indo ao seu quarto e colocando seu uniforme de treino, prendeu o cabelo num coque frouxo e foi em direção a sala de refeição real, onde sua família costumava fazer suas refeições, quando chegou perto do local, seu coração começou a bater forte, por conta do perfume amadeirado do irmão que impregnava o ambiente. Com certeza ele estava lá com seus pais, um frio na barriga a acometeu, ao entrar na sala e o avistar comendo, ele era lindo.

Trunks comia de forma despreocupada algumas panquecas, quando de repente sentiu um perfume gostoso invadir o local, de imediato reconheceu aquele cheiro e olhou para porta encontrando os olhos de sua irmã o encarando, aquilo o fez dar um sorriso de canto, porém se preocupou quando ela sentou-se de seu lado, pois uma fisgada em sua virilha o acometeu, o desesperando, precisava manter o controle perto de seus pais.

- Bom dia filha! – Falou Bulma e Vegeta ao mesmo tempo.

- Bom dia mãe, pai e Trunks! – Sussurrou Bra ao mesmo tempo em que se servia de um suco.

- Bom dia irmãzinha, dormiu bem? – Pediu um tanto sério.

- Sim, dormi muito bem... – Murmurou um pouco pensativa.

- Pronta para partir para uma missão? – Perguntou Vegeta em expectativa.

- Sim, eu estou! Quando partimos? – Questionou empolgada, sendo observada pelo irmão, que não tirava os olhos dela, a incomodando um pouco.

- Partimos depois do almoço. Vamos invadir o planeta Libius-x – Respondeu Trunks com um sorriso bobo no rosto, uma coisa que ele nunca fez, sempre andava sério e se implicava com ela.

- O que tem de importante nesse planeta? Qual é o nível de poder da população? – Inquiriu curiosa enquanto comia.

- Eles possuem uma grande jazida de estanho e prata, como cientista você sabe para que eles servem. E sobre a população digamos que eles são bem avançados tecnologicamente e o poder de luta é médio, nada que vá nos complicar, porém precisamos ter cuidado.

- Concordo com o Trunks, quando formos para lá, é preciso ficar com a guarda alta, precisamos focar na conquista e não na compaixão. Só pouparemos os cientistas, como é de praxe – Explicou Vegeta sério.

- E também pegaremos algumas fêmeas bonitinhas para vender no mercado de escravos sexuais – Complementou o arroxeado, fazendo Bra estreitar os olhos, pois estava com ciúmes.

- Que tal uns escravos bonitinhos também? Para vender para as fêmeas sayajins? – Sugeriu Bra com um sorriso cínico, para provocar o irmão.

- Na minha nave não entra esse tipo de macho, só se for um cientista – Retrucou estreitando os olhos, um tanto incomodado, contendo o ciúme que estava se apossando dele.

- Bra, para de provocar o seu irmão – Repreendeu Vegeta, achando que o filho estava certo em seu ponto de vista.

- Está bom! – Anuiu contrariada terminando de comer.

- Papai, eu gostaria de levar a Bra para mostrar a minha esquadra, antes de viajarmos seria importante, quero explicar para ela algumas coisas importantes que meu time faz – Pediu o arroxeado sério.

- Podem ir – Replicou o rei voltando a comer.

- Trunks e Bra voltem um pouco antes do almoço quero falar a respeito da tecnologia desse planeta, das armas que eles possuem, as que temos conhecimento é claro! – Pediu Bulma séria.

- Certo mamãe! – Concordou a azulada antes de se levantar e seguir o irmão que já estava na porta.

Durante a trajetória até a nave, Trunks deixou Bra ir pouco a frente dele, ela caminhava de forma sensual, balançando a cauda, como se o provocasse, aquilo o fez diversas vezes engolir a saliva a seco. Quando saíram do palácio, em direção as docas, ele reparou como os machos a olhavam de forma lasciva e com desejo, isso o deixou possesso, tanto que rosnou para alguns e os olhou com um olhar assassino.

Bra que ia um pouco a frente percebeu a atitude do irmão, que se portava de maneira possessiva com ela, rosnando para alguns machos, que a encaravam com desrespeito. Quando mais se aproximavam da plataforma, vários soldados de outras esquadras surgiam no caminho, chegou uma hora que Trunks não agüentou o assédio que a irmã recebia, enrolou sua cauda de forma possessiva ao redor da cintura da azulada, mostrando aos outros machos, que ela estava em sua posse, que se afastassem. Aquela atitude surpreendeu Bra, que ficou chocada, mas resolveu não falar.

Quando chegaram a nave de Trunks, adentraram rapidamente, já sozinhos lá dentro, o arroxeado desenrolou a cauda da cintura dela e caminhou em sua frente, contendo o seu ímpeto de tomá-la ali naquele chão mesmo.

- Venha comigo! Quero te mostrar como funcionam os comandos operacionais – Gesticulou ao mesmo tempo em que abria uma porta que dava para o local almejado.

Bra assentiu e o seguiu, olhando com muito cuidado o compartimento que tinha acabo de entrar.

- Aqui é enorme, parece os laboratórios do palácio, cheio de equipamentos – Falou impressionada.

- Como você vai entrar para minha esquadra, quero que você me ajude nas táticas de invasão e na análise de solo, ar e água dos planetas que iremos invadir. Você também ajudará na erradicação dos vermes dos planetas – Explicou de forma firme e atenciosa.

- Se eu cometer algum erro, você vai me punir igual ao Gohan faz com a equipe dele? – Pediu preocupada.

- Óbvio que não, mas espero que você não cometa os mesmos deslizes repetidas vezes, senão serei obrigado a te deixar responsável pelo laboratório cientifico da nave – Respondeu o arroxeado cruzando os braços.

- Até que você é bonzinho se comparado a Gohan e Turles – Comentou Bra andando de um lado e do outro – Onde vocês colocam os prisioneiros? – Perguntou curiosa.

- Venha comigo!

E assim, Bra percorreu a nave com o irmão, que lhe mostrou todos os setores, desde onde ficavam os prisioneiros, até o lugar que se localizavam os laboratórios e área médica, onde estavam os tanques de regeneração.

Por último Trunks a levou para o setor que ficava os dormitórios, onde o comandante e o subcomandante tinham quartos longe dos outros membros da equipe, porém ao lado da cabine do comandante, tinha uma porta com um emblema real, quarto que foi feito especialmente para hospedar o rei, quando ele viajava em missões com eles.

- Você vai ficar com o quarto do papai quando entrar na esquadra com a gente, porém nessa viagem você dividirá o quarto comigo – Revelou com um sorriso sacana.

- Não vou dormir na mesma cama que você! – Declarou nervosa a garota.

- Quem disse isso? Eu não falei nada... a propósito meu dormitório tem uma cama de casal e outra de solteiro, venha ver por si – Gesticulou abrindo a suíte dele, para os dois entrarem.

Lá dentro Bra notou que o irmão dizia a verdade, pelo menos lá estava limpo, não tinha sujeira nenhuma, e os lençóis eram limpos, tinha uma mesinha em um dos cantos, um guarda-roupa e outra porta, que provavelmente era o banheiro.

- Aqui é enorme! – Murmurou a garota sentando na cama de casal.

- Gostou é? – Perguntou se acomodando ao lado dela.

- Gostei! Já que estamos sozinhos aqui, queria falar de ontem a noite – Sussurrou o encarando nos olhos.

- Do beijo? Quer repetir ou continuar da onde paramos? – Inquiriu malicioso puxando Bra para mais perto dele.

- Não sei se seria certo Trunks... – Sussurrou num fio de voz, quando de repente o arroxeado a puxou para um beijo rápido e sensual.

Bra se entregou aquele carinhoso beijo, o correspondendo de forma sôfrega, esquecendo por um momento de quem eles eram, e quando viu estava deitada na cama, com Trunks por cima dela, lhe tocando por cima da roupa, a deixando extremamente excitada, fazendo o arroxeado sentir o cheiro de desejo dela, que o fez sorrir.

- Quer que eu te coma gostoso? – Trunks sussurrou, antes de lamber e beijar o pescoço da azulada que gemeu.

- Ainda não estou pronta para isso...

- Vou te dar um tempo então – Murmurou voltando a beijá-la, enquanto sua mão invadia a calça do uniforme da jovem e acariciava sua parte intima, de forma lenta.

Bra gemeu ao sentir uma onda de prazer tomar conta de seu corpo, nunca tinha sentido aquilo na vida, estava extasiada, totalmente rendida, os dedos de Trunks de repente lhe penetraram de forma rápida e continua, a fazendo perder o controle. Não demorou para Bra gozar nos dedos do arroxeado, que sorriu, retirando sua mão de dentro da calça da garota e levando a boca para lamber o gozo da azulada, que só ficou observando curiosa.

- Você tem um gosto muito bom! – Sussurrou fazendo Bra ficar enrubescida.

De repente, vozes são ouvidas no corredor fazendo Trunks se levantar rapidamente e se recompor e Bra o olhar de forma questionadora.

- Recomponha-se que temos companhia, é o pessoal do pelotão – Comunicou ajeitando o cabelo e o uniforme.

- Certo! – Murmurou Bra indo até o banheiro e se arrumando rapidamente para voltar totalmente impecável.

E assim, o par saiu da suíte e foi em direção ao grupo do esquadrão de Trunks, que ficaram de olho na princesa, deixando o arroxeado descontente, pois tinha que disfarçar ao máximo seu tórrido interesse na irmã.

Nesse mesmo instante, na arena, Chichi trabalhava com um grupo de alunos novatos, explicando o básico a respeito de lutas, quando teve a idéia de pedir para outro instrutor de outro nível, que a ajudasse numa demonstração sobre ataque e defesa.

- Vamos use toda a sua força para me atacar! – Ordenou a morena empolgada.

- Tem certeza? - Pediu Lorez receoso.

- Absoluta! Preciso mostrar para eles que é fácil se defender de qualquer ataque – Replicou empolgada.

E assim, Chichi se pôs em modo de defesa, e o sayajin a atacou de forma rápida e potente, no inicio a morena conseguiu rebater todos os ataques com suas técnicas, mas se complicou na hora, que Lorez usou um golpe com esfera de ki, que lhe atingiu em cheio, a ferindo por conta do impacto.

Chichi sentiu-se tonta, não conseguia levantar-se do chão, quando finalmente o fez, ela sentiu uma forte pontada no ventre, a fez se contorcer de dor, e um pouco de sangue ficar evidente no seu uniforme, manchando as coxas.

O sayajin que a acertou ficou apavorado ao notar o que tinha acontecido, de imediato chamou a equipe médica do ginásio, que levaram Chichi urgente para o hospital. Chichi estava com tanta dor que acabou desmaiando.

No hospital, o médico alienígena, se apavorou ao ver o estado de Chichi, lhe mandando direto para a emergência, reconhecendo de imediato quem era o companheiro da humana.

- Clark, chame imediatamente o comandante Kakaroto, a mulher dele está mal – Ordenou o médico, que fez todos os exames em Chichi e a levou para o tanque de regeneração, porém ao olhar para ficha dela, notou que a morena estava grávida, aquilo o fez gelar na hora, então fez outros exames mais completos e mandou a equipe dele fazer de tudo para salvar o filhote e a mãe.

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Continua

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Notas Finais


Gratos por você ler esse capítulo!


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