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História Obsession - Taekook. - Capítulo 7


Escrita por:


Notas do Autor


sejam bem-vindes! como eu falei, eis aqui o capítulo bônus da nossa história. mais uma vez quero deixar claro que este capítulo é um final alternativo; ou seja, não é o final original! o final original é aquele que postei há um tempinho. enfim, espero muito que gostem. em breve, postarei uma three-shot! (que talvez tenha um bônus) espero que acompanhem-na, assim como acompanharam esta. ♥

ah, e lembrando também que: em breve, eu criarei o canal para transformar essa história em série. na série, terão algumas coisas diferentes da história, então fiquem ligados! eu avisarei em um jornal.

⚠️ AVISO: PODE CONTER TEMAS SENSÍVEIS E NOJENTOS, COMO SANGUE, VÔMITO, ENTRE OUTROS. SE NÃO GOSTA OU NÃO SE SENTE CONFORTÁVEL COM ALGUM DESSES TEMAS, É RECOMENDADO QUE VOCÊ NÃO LEIA ESTAS PARTES! - a única relação que esse final tem com o anterior, é o fato do Jungkook ter acordado em um cativeiro, e também, tem algumas cenas semelhantes com a do final original. PORÉM, o final do capítulo em si é bem diferente!

— pode haver alguns erros de português, o capítulo só é revisado depois de postado, por isso, podem ter algumas alterações.


🌷

Capítulo 7 - Recomeço (bônus) - LEIAM AS NOTAS DO AUTOR!


Fanfic / Fanfiction Obsession - Taekook. - Capítulo 7 - Recomeço (bônus) - LEIAM AS NOTAS DO AUTOR!

Eu desmaiei, e quando acordei, estava em um lugar desconhecido por mim. Mal abri meus olhos e já comecei a ficar nervoso, eu tentei correr mas não consegui, já que estava amarrado na cadeira. De repente, uma silhueta começou a vir em minha direção, tentei identificar mas falhei. 

Meu coração batia rapidamente, e ele acelerou ainda mais quando eu me notei de quem era esta silhueta. Era ninguém mais e ninguém menos que Kim Taehyung, o aluno novo de minha escola que havia tacado o terror por lá, e o cara que matou mais de 30 alunos. O porquê? Bem, isso eu não sabia ao certo, mas estava prestes a descobrir. 

— Finalmente você acordou, Jungkook. - o garoto engravatado comentou com um sorriso doce no rosto. Como ele conseguia sorrir mesmo depois de ter feito aquilo tudo?

Meu corpo estava tão fraco que eu não conseguia falar nada, então apenas permaneci em silêncio, parado, amarrado naquela maldita cadeira. Eu só queria ir embora mas eu duvidava muito que ele iria me libertar...só se acontecesse um milagre. 

O maior foi se aproximando de meu rosto e devido ao meu estado, eu nem sequer me movi, por mais que eu quisesse. Foi então que ele me deu um beijo apaixonado. Obviamente eu não estava retribuindo, mas ele parecia não ligar para aquilo já que continuava a me beijar. De repente, eu tossi, sangue saiu da minha boca e, acabou sujando a boca do mesmo.

— Até o seu sangue é bom...- eu juro pela minha vida que nunca ouvi uma frase tão perturbadora quanto esta. Eu não podia fazer nada a não ser gemer de tanta dor. No começo, Kim achou aquilo um pouco inconveniente para aquele momento, estava completamente sem contexto. O mais velho sorriu, e colocou seus dedos em minha bochecha, acariciando o local. 

— Você é bem pervertido. Não sabia que tinha fetiche em sangue...- ele disse encostando as mãos na minha camisa, mais especificamente no meu peitoral. Ele era doente, como ele podia pensar que eu estava tentando seduzi-lo? 

Após isso, eu comecei a chorar, só assim para ele perceber o quão errado aquilo era. Eu tentei murmurar algumas frases, mas nada saía. Tudo o que eu consegui dizer, entre grunhidos, foi: "me ajude, está doendo". Taehyung pensou que eu estava falando das cordas que me prendiam na cadeira, mas era uma dor que ia além do físico, era algo espiritual, como se a minha alma quisesse abandonar meu próprio corpo, talvez pelo bem da minha pouca dose de realidade, chamada de sanidade, que ainda restava em mim. No final de tudo, ele me soltou, e eu acabei caindo; eu estava realmente sensível e eu senti que ele ficou tocado com isso, talvez ele até tenha se sentido culpado.

Eu comecei a vomitar sangue cada vez mais. Taehyung sentiu que a situação estava fugindo do seu controle, então decidiu sair dali, talvez ele tenha ido até a cozinha para buscar algo para mim, eu não sei dizer pois após a saída dele, eu desmaiei mais uma vez. Parecia um desmaio proposital, algo que não era de meu conhecimento; senti algo entrando no meu corpo. Era a mesma sensação que eu tive quando estava no banheiro da escola e a alma de Jimin entrou em meu corpo...

E isso havia acontecido mais uma vez.

Jimin estava em meu corpo, rapidamente eu me levantei com perspicácia, com uma força que eu achei que jamais teria novamente. Eu estava determinado e confiante. Não sabia ao certo o que me fez ficar desse jeito, mas eu agradeci mentalmente, pois minhas preces estavam sendo ouvidas. 

— Jungkook, mais do que nunca, não temos tempo, então eu serei direto com você: você precisa causar uma briga com Taehyung, precisa arrumar um jeito de ludibriar-lo, de trair-lo. Você vai saber a hora certa de atacar e vai saber o que fazer. Eu morri aqui, mas eu não te deixarei ter o mesmo fim que o meu. Cuide do presente, que eu, tratarei do futuro, darei a ti uma chance de continuar sua vida, e a Taehyung, darei um recomeço, pois por mais ruim que seja a pessoa, devemos analisar sua alma, e a alma de Kim é boa, só foi corrompida demais pelas mágoas do passado. Antes de tudo, Jeon, você precisa prometer-me algo, precisa prometer que vai cuidar e ajudar Kim, mesmo ciente de todo o mal que ele fez para ti e para alheios. É preciso estender a mão para todos, mesmo os que já estão com os braços cruzados e punhos cerrados.

Em voz alta, eu prometi de imediato, e logo aquele espírito havia deixado meu corpo, indo sabe se lá para onde. De qualquer forma, eu ainda sim não me sentia sozinho, era como se milhares de pessoas estivessem me olhando, mesmo que eu estivesse em uma sala vazia. Eu já senti isto antes, mas de uma perspectiva ruim e...agora...parecem pessoas boas, do tipo que seguram o seu guarda-chuva para você não se molhar, como nos filmes antigos e clichês.

Determinado, eu me levantei e arregalei meus olhos; minhas mãos estavam ensanguentadas, pois eu havia apoiado as mesmas na poça que acabei "regurgitando". Comecei a caminhar pelo local desconhecido, sem medo algum, e logo vi Taehyung voltando, mas o mesmo parou no meio do caminho. Talvez estivesse surpreso pelo fato de eu estar de pé mesmo depois de ter vomitado um monte, então logo ele perguntou:

— O que está fazendo aqui, parado, no meio do nada?

Eu não respondi e apenas me aproximei do mesmo, que ficou parado, como eu estava há minutos atrás. Fui ficando cada vez mais próximo até que eu o abracei fortemente. Naquele momento, meu corpo parecia estar sendo controlado por diversas personas, cada uma bem diferente da outra, mas, ainda sim elas tinham algo em comum: a força, e a vontade de ajudar e fazer o bem vencer.

Taehyung retribuiu o abraço, eu senti o mesmo sorrir, após isso ele colocou as mãos em minhas costas e acariciou tal região. Momentos depois, eu já estava contra a parede, sentindo a respiração do mesmo contra a minha. Estávamos nos beijando loucamente, era tudo muito rápido, assim como as nossas palpitações. E bem, não era só o coração que palpitava. 

Senti a ereção de Taehyung contra minha coxa, então apenas sorri de forma maliciosa, e ele, retribuiu do mesmo jeito. Estávamos loucos demais e o tesão que aquela cena nos proporcionava só aumentava. Se bem que...

Pelos meus parentes, eu sempre fui apelidado como o "estraga prazeres" da família, em resumo, aquela pessoa que sempre corta o clima (e posteriormente estraga o prazer de tal coisa). Bom, por que não estragar o falso prazer que essa cena me proporcionava?

Assim o fiz. Chutei Taehyung bem em sua perna, o que o fez cair de joelhos, a princípio ele parecia confuso, mas não hesitou em me confrontar de volta. Ele conseguiu acertar alguns socos em meu rosto, deixando meu rosto completamente avermelhado e inchado em certas partes, mas mesmo apanhando, não desisti da luta.

A briga estava ficando tão séria que em um momento, eu fui tacado para bem longe e, acabei batendo de costas contra uma prateleira cheia de recipientes de vidro, acabei me cortando de forma grave, mas ainda sim estava destinado a derrotar-lo, em nome de todos os meus amigos e outras vítimas que tiveram suas vidas arrancadas do modo mais covarde possível. Pelo fato de Taehyung ter me tacado um pouco longe, havia uma distância razoavelmente grande entre nós dois, o que me possibilitou pensar melhor no que fazer em seguida.

O maldito sumiu do meu campo de visão por um tempo, mas rapidamente voltou, ele segurava uma arma, estava apontada fixamente para a minha cabeça. 

— Queria que isso fosse diferente, Jungkook, mas pelo visto não será. Você me seduziu para tentar se safar, mas no final, acabará como seus amigos: morto. Eu ainda sinto algo por você, mas certamente não me arrependerei de te matar, afinal, você será meu melhor cadáver, o que eu mais cuidarei bem e tratarei como meu rei. Ao menos, tu nunca será esquecido e vai ser eternizado como o rei de meu coração, meu reino mais sombrio de todos. Diga adeus, pequeno. - Ele falou, em seguida puxando o gatilho, o que fez com que eu fechasse meus olhos por impulso. A distância poderia ser até que grande, mas eu não duvidava nada que ele tinha uma mira certeira. Para minha surpresa, a arma falhou. A bala não saiu, e ele tentou mais uma vez, e não obteve sucesso. 

Ele começou a checar a arma, mas ainda sim não tirava o olho de mim. Era minha hora de agir. Me virei de costas para ele e comecei a procurar por algo que fosse útil na prateleira, rapidamente encontrei um tranquilizante.

Não perdi tempo e comecei a correr em direção do mesmo, que parecia ter carregado a arma com novas balas. Eu provavelmente iria morrer, mas pelo menos, eu batalhei até meu fim. Por sorte, enquanto eu corria e ele atirava, nenhuma bala conseguiu me alcançar, até que chegou o momento que eu estava perto dele, finalmente. Tudo aconteceu muito rápido, eu injetei a siringa bem na veia, que estava dilatada, do pescoço do menino, e ao mesmo tempo, havia tomado um tiro no ombro. Ele caiu no chão e eu comecei a sangrar. Eu sabia que se não chamasse alguém, eu iria morrer, então corri, mesmo com a visão embaçada, comecei a procurar por um telefone, que depois de muita procura, eu achei.

Eu consegui realizar uma única ligação, para a policia.

Durante a ligação...

— Alô, distrito 135º da Polícia de Seoul, policial Ayano falando. No que posso te ajudar?

— Por favor, eu sou Jeon Jungkook, eu não sei onde estou mas estou com um psicopata chamado Kim Taehyung, o garoto que vocês tanto procuram. Eu estou ferido, venham rápido.

E depois disso...eu não escutei mais nada. Eu havia desmaiado, de novo.

[...]

 

Mais uma vez, quando eu acordei, estava em um lugar diferente. No mesmo hospital que antes, todos meus familiares estavam me observando; dessa vez, foi permitido a entrada de mais de um acompanhante nas salas naquele dia. Minha mãe começou a chorar ao ver meus olhos abrirem, meu pai teve que tomar calmante pois ficou tão tenso que, quando eu acordei, ele achou que estava delirando e acabou desmaiando.

Eu estava feliz de ver a minha família de novo, tão feliz que também não aguentei e comecei a chorar.

— Mãe, pai, tio Lee, tia Yumi...todos vocês vieram aqui...por minha causa? - perguntei já soluçando.

Todos concordaram, estávamos todos emocionados. Eu fiquei aliviado por estar vivo, mas ainda sim, estava triste, pois perdi a maioria de meus amigos.

— Jeon, eu sinto que você está um pouco triste, então, decidi chamar alguém muito especial para te fazer companhia nesse momento. - Disse minha mãe, enquanto enxugava suas lágrimas; eu fazia o mesmo.

 

 

Era Jisoo. Eu fiquei aliviado de vê-lá. Quando nossos olhares se cruzaram, nós dois choramos. Ela correu para me abraçar, e eu retribuí na maior intensidade. Os pais da garota observavam tudo de longe, obviamente tristes com tudo que aconteceu, mas feliz pois confiavam muito em mim e sabiam que eu estaria disposto a ajuda-lá psicologicamente, pois eu estava do mesmo jeito que ela. Meus parentes e os pais de Jisoo saíram por um tempo, para nos deixarem conversando a sós.

— Você se sente melhor? - ela perguntou segurando o choro, enquanto limpava seu rosto com a manga longa de sua blusa. - Eu estou muito feliz de te ver, Jungkook. Não sabe o quanto eu rezei pela sua vida!

— É cedo demais para dizer que eu estou "melhor", mas só de saber que ainda estou respirando, que a minha família está bem, e que você está aqui, eu me sinto um pouco melhor. - eu comentei sorrindo, com as lágrimas descendo pelas minhas bochechas. - Espera...você rezou?

— Sim! É claro. Por que?

— Então foi você que fez o Jimin vir até mim?

— O que? Não, eu acho que eu não fiz isso mas...o que você quer dizer com isso?

— Quando eu estava lá, o espírito do Jimin se estabeleceu no meu corpo por um tempinho, ele me disse o que eu teria de fazer. Acho que ele virou meu anjo da guarda por um tempo. - Eu cogitei em dar uma risadinha, mas percebi que não era o momento certo já que Jisoo estava com uma cara séria. - O que aconteceu? Eu falei algo demais?

— Não...não é isso...é que algo parecido aconteceu comigo, só que foi com...o espírito da Chaeyoung. Foi quando eu estava rezando em seu nome, eu clamei por boas notícias e de repente eu senti como se algo tivesse entrado no meu corpo; era o espírito dela. Ela conversou comigo através do meu subconsciente, e disse que você estava vivo, disse também que te ajudaria na sua briga, e ela finalizou me tranquilizando dizendo que você saberia a hora certa. Depois, eu acabei dormindo, mas no dia seguinte eu contei aos meus pais, que acabaram contando para os seus pais.

Eu me arrepiei, mas era algo bom.

— Então está tudo explicado agora...foi por isso que eu senti como se tivessem pessoas boas me observando, e como se alguém estivesse me ajudando no meio da minha...briga.

— É...a Chaeyoung também me falou de uma tal promessa. Eu não entendi muito bem já que ela não me deu detalhes sobre...

Eu arregalei meus olhos naquele momento, e na mesma hora Jisoo franziu seu cenho, confusa.

— Você precisa me ajudar! Esta promessa, eu fiz com Jimin, eu não sei se eu posso contar sobre o que significa, mas tem a ver com o Taehyung...

— O que?! - ela disse com raiva. - Você fez uma promessa envolvendo esse maluco, e agora vai ter que cumprir?! Você...você não pensou não, Jungkook?

— Eu sei que pode parecer ruim, mas eu sei o que estou fazendo! Apenas confie em mim, e me ajude, ok?

Por mais que ela não quisesse concordar, ela não resistiu e acabou se dando por levar, logo concordando com a cabeça.

Eu montei um plano com Jisoo, ela iria distrair os enfermeiros enquanto, eu, com a ajuda da minha bengala, iria procurar por Taehyung. Seria uma tarefa fácil já que aquele hospital não era tão grande assim, então não teria muitos lugares na qual ele poderia estar.

[...] 

 

Foi até mais fácil do que eu pensei.

Eu encontrei Kim, ele estava em uma sala isolada de todas as outras. "Paciente com estado mental agravado, favor se mantenha longe", eram esses os dizeres que estavam em destaque na porta de sua sala. Por sorte, deixaram a porta entre-aberta, e lá fui eu, entrei naquela sala e avisei Taehyung com uma camisa de força, ele estava chorando, e parecia diferente. Agora ele parecia realmente estar arrependido.

— Quem está aí? Por favor, não me machuquem mais...eu já entendi o que eu fiz, sei o quão grave foi. Só me matem logo de uma vez por todas e acabem com o meu sofrimento, realizem a vontade da família das vítimas...

Eu fiquei um pouco chocado pelo o que ele disse, não sabia que ele estava sofrendo um suposto mau trato.

— Ei, sou eu, Jungkook. - disse fechando a porta e me aproximando dele com cautela.

— Sai daqui, eu não quero te machucar, não chegue perto de mim.

— Calma, eu não vim fazer nada demais, apenas queria ver onde e como você estava.

— Por que você se importa comigo? Eu tirei de você tudo o que você ama.

— Porque eu sei que você não faria isso do nada, por mais que seu passado não justifique seus atos do presente, eu quero saber sobre a sua vida. Você quer me contar? - perguntei me sentando na borda da cama onde ele estava preso.

Depois de um tempinho, ele começou a falar. Ele começou a contar sobre sua infância, que foi um pouco perturbada. Ele me disse que sua mãe sempre sofria abusos de seu marido, pai de Kim, que era um ladrão alcoólatra. Seu pai dizia a ele que sua mãe fazia coisas ruins, e que todas as pessoas ruins deveriam pagar pelos seus atos. Mais tarde, Kim soube que sua mãe tinha um amante, e era por isso que seu pai ficava tão bravo com ela. Ele batia na sua esposa e fazia diversas maldades com a mesma. Ela pensou em se divorciar, mas não fez isso porque amava Taehyung e sabia que ela acabaria perdendo a guarda do filho. Anos depois, o pai de Taehyung seguiu sua esposa, indo até a casa do tal amante. Ela estava indo lá pela última vez, para acabar com o relacionamento que os dois tinham, já que seu marido sabia. Ela só não sabia que o mesmo estava atrás dela.

Com isso, o pai de Kim ficou louco, matou o amante e sua esposa, ele foi condenado com pena de morte, e desde então Taehyung viveu sozinho, ele também presenciou o julgamento e a execução de seu pai, o que o deixou traumatizado. Logo, Taehyung foi crescendo e se tornou uma pessoa fria e completamente ciumenta, obsessiva. Ao que parece, ele também adquiriu alguns problemas mentais, o que explica o fato dele estar tão frágil agora.

— Nossa, então você realmente teve uma vida díficil.

— Sim...Jungkook, me perdoe, por tudo que eu fiz. Eu sei que perdão não vai trazer as vidas perdidas de volta mas...eu realmente estou arrependido. Eu deveria estar morto, assim como o meu pai, pois assim eu pagaria por tudo que eu fiz de errado.

— Não diga isso! Por mais que você tenha causado muito mal a todos, acho que todos merecem uma chance de recomeçar.

Kim apenas ficou em silêncio de cabeça abaixada.

— Olha, eu não sei quando vamos sair desse hospital, mas pode deixar que eu nunca te deixarei sozinho. Quando estávamos no meio daquela briga, eu tive uma conversa com o espírito do Jimin e ele me disse para fazer isso, o que mostra que ele não guardou rancor de você, e quer que você melhore, por isso, vamos melhorar juntos, assim eu posso entender como você funciona, e...bem, talvez você possa ter sentimentos bons e verdadeiros por alguém, algum dia. Eu irei te ajudar nessa parte de relacionamento e...- eu não consegui terminar minha frase, pois um pedido sincero de Taehyung me fez sorrir envergonhado. 

— Muito obrigado por não me odiar, Jungkook...por favor, me dê um abraço, eu até retribuiria mas não consigo porque estou nessa camisa de força...- rapidamente eu realizei seu pedido, o abraçando fortemente, naquele momento, eu senti mais uma vez uma presença, era uma presença boa. Acho que era Jimin, e Chaeyoung, felizes com tudo que eu fiz, e felizes pois eu consegui um bom final.

 

 

 

Continua...talvez?

 

 


Notas Finais


espero que tenham gostado desse capítulo bônus!! como eu disse (ou não, não sei se eu disse, mas de qualquer forma estou falando agora) talvez essa história tenha uma segunda temporada baseada nesse segundo final, mas não tem nada decidido ainda, mas é algo que eu pretendo fazer, então, fiquem de olho!!

beijinhos e até a próxima história! ♥


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