História Obsession - Capítulo 4


Escrita por:

Postado
Categorias Justin Bieber, Selena Gomez
Tags Gangster, Possessivo, Princesa, Sequestro
Visualizações 514
Palavras 2.082
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Fantasia, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello, amores!
Mil perdões pela demora, mas aqui estou eu com um capitulo fresquinho.
Boa leitura!

Capítulo 4 - Discussions


Fanfic / Fanfiction Obsession - Capítulo 4 - Discussions

Terra, planeta da galáxia Via Láctea

Atlanta Cidade na Geórgia

29 de abril de 2017 / Horas 09:30 AM

Point of View Selena Marie Gomez

 

Com raiva pela atual situação em que eu me encontrava, posicionei minhas duas mãos no peito duro do loiro que ainda usava sua boca no meu pescoço e o empurrei com “força” para longe de mim. O homem deu um passo para trás me olhando confuso, mas logo deu de ombros tentando pegar na minha cintura novamente.

— Já chega, porra! – falei sem o minimo de paciência andando para o lado e me afastando da escada.

Fechei meus olhos sentindo que eles estavam mudando de cor e caminhei as cegas ate a grande porta de vidro que dava para o enorme jardim daquela casa. Meus olhos sempre mudavam de cor quando minhas emoções se alteravam de grande forma como agora. Eu estava frustrada e irritada por não poder sair daqui, por ter que proteger meu sequestrador, e o pior, eu estava decepcionada por ter sido raptada tão facilmente. Eu odiava me sentir fraca, eu odiava mais do que tudo ter sido fraca.

— Não vire as costas pra mim!

O tal homem disse alto me fazendo respirar fundo e me virar para ele, felizmente meus olhos tinham voltado para o tom normal que eram negros como a noite. Ele me encarava de braços cruzados e semblante fechado como se pudesse de fato me intimidar.

— Não fale comigo como se mandasse em mim!

Elevei meu tom de voz me controlando para não o mostra com quem ele estava lidando. Pois infelizmente eu não podia fazer isso, já que acima de tudo ele ainda era um humano, ou seja, ele ainda era fraco perto de mim. Seria um ato sem honra alguma se eu o ferisse e nós nunca feriamos seres mais fracos, apenas iguais ou mais fortes.

— Quem você pensa que é para gritar comigo? – me respondeu entre dentes com um tom furioso.

Ri debochada e dei um passo a frente o olhando olho no olho.

— Quem você pensa que é para gritar comigo?

Dessa vez quem riu debochado e deu um passo a frente foi ele.

— Eu? Eu sou o dono da porra dessa cidade! E você é só mais uma vadia que logo vai abrir as pernas para mim.

Sem pensar duas vezes acertei minha mão no seu rosto com força suficiente para o mesmo virar e deixar uma bela marca, mas ainda assim usando apenas a força de uma terráquea normal.

— Vadia? Vadias são as putas que você come. Agora eu? – ri debochada olhando no fundo dos seus olhos castanhos. – Meu amor, a mim você sequer consegue excitar, e olha que isso é uma reação natural do corpo humano.

Joguei baixo ferindo sua masculinidade e vendo o me olhar com fogo nos olhos logo levantando a mão para retribuir o favor, mas parando no meio do caminho e parecendo pensar melhor no que fazer. O loiro abaixou a mão e seguidamente me deu um sorriso arrogante, assim me deixando totalmente confusa.

— Eu não bato em mulher ou muito menos estupro, afinal eu não preciso disso. Eu tenho um jeito muito melhor de te fazer engolir suas palavras. – sorriu confiante e se aproximou de mim enlaçando minha cintura e levando a boca ate a minha orelha. – E você as vai engolir no momento que estiver gemendo o meu nome na minha cama.

Sorrindo ele me deu as costas e saiu a passos lentos me deixando para trás naquela imensa sala.

Que porra foi essa? Eu tinha certeza que ele iria me bater e nós começaríamos uma briga como dois moleques de rua, mas pelo jeito esse filho da puta gosta de me surpreender. No entanto não sou capaz de acreditar totalmente em suas palavras, ele me parece sim um homem violento e se não me estuprou ate agora foi por estar frustrado de mais.

Disposta a deixar isso temporariamente de lado, subi as escadas com pressa indo ate o “meu” quarto, eu precisava falar urgentemente com os meus pais. Sabendo que a maçaneta da porta estava quebrada fui direto para o banheira sorrindo de lado ao ver a chave ali. Depois de entrar no comodo e o trancar me deitei no chão frio e fechei os olhos imaginado meu planeta e seguidamente meu pai.

Sem mais delongas senti meu corpo esquentar e uma dor enorme tomar conta de mim, a telepatia era o nosso melhor meio de comunicação porém o mais doloroso. E infelizmente o único meio entre galáxias e planetasdiferentes. 

 

Acordei em um lugar que parecia um quadrado sem fim, suas paredes e teto eram de uma pedra roxa chamada purpryd, que é uma pedra mistica do nosso planeta. Nós não sabemos onde ela esta e nem tudo o que ela pode faze, nunca fomos capazes de a encontrar, mesmo com os melhores dispositivos. Tudo o que sabemos é que graças a ela que podemos nos comunicar através da mente.

— Selena?

Me virei de forma rápida ao ouvir a voz de meu pai atrás de mim e sorri largamente correndo ate ele e pulando em seus braços. Fazia menos de vinte quatro horas que eu não o via e ainda assim precisava do conforto que apenas ele poderia me proporcionar.

— Papai!

— Minha filha!

Falamos juntos e sorrimos um para o outro, era impressionante a nossa proximidade, ou talvez nem tanto. Mamãe morria de ciúmes de nós dois porque passávamos a tarde toda juntos. Ele havia me ensinado tudo que eu sei, desde meus princípios básicos às minhas habilidades em lutas e em jogos banais. Ele era o meu maior exemplo, meu maior amor. O primeiro homem que eu vi, o primeiro homem que eu ouvi, o primeiro homem que eu sorri. Dizem que o pai é o primeiro amor de uma garota e eles estão totalmente certos.

— Eu estava tão preocupado, Selena!

Disse ao me soltar para olhar em meus olhos, estes que agora estavam em sua cor real, roxo misturado com rosa. Essa é a cor deles em Honor e a cor que eles ficam na Terra quando estou com as emoções afloradas.

— Eu estou bem, papai. – disse com um leve sorriso olhando para os seus olhos preocupados.

— Bem?! Selena, você pulou em meus braços assim que me viu!

Suspirei dando um passo para trás e abaixando minha cabeça.

— Não posso ficar feliz em ver meu pai?

Sorri fracamente tentando inutilmente enganá-lo, isso apenas fez a preocupação em seus olhos aumentar e ele se aproximar de mim me trazendo para os seus braços. Meu pai me conhecia bem de mais, eu poderia enganar qualquer pessoa ou coisa no mundo, ate mesmo uma dessas maquinas que detectam mentiras, tudo menos ele. Afinal como ele mesmo diz, eu sou parte dele, ninguém me conhece ou vai conhecer melhor que ele.

— Ah, papai! Eu estou com tanto medo.

Falei baixinho com o rosto fincado em seu peito, como se fosse um crime admitir estar com medo. Ricardo me apertou ainda mais contra ele, beijando minha testa e logo me afastando para assim olhar em meus olhos.

— Nenhum guerreiro esta acima do medo, meu amor, entenda isso e nunca se diminua porque você é maior do que pensa.

— Mas um humano me sequestrou, pai! Um humano, papai! – tentei me acalmar ao ver sues olhos percorrerem meu corpo a procura de um machucado que seja. – Eu estou bem, apenas chateada por ter sido tão fraca. – disse e abaixei a cabeça em seguida não tendo coragem de olhar em seus olhos e ver decepção neles.

— Selena! – ouvi sua voz grave me repreender e me encolhi com medo, não dele mas sim de desapontá-lo. Isso me machucaria mais que tudo.

Para minha surpresa senti sua mão em meu queixo me obrigando a levantar a cabeça e olhá-lo nos olhos. Alguns dos pais do nosso mundo teria ficado furiosos por seus filhos (as) abaixarem a cabeça seja qual for o motivo, afinal aprendíamos desde cedo a nunca o fazer. E eu realmente não o fazia, nunca, mas meu pai era uma exceção, afinal o decepcionar era o meu maior temor. Ricardo era compreensivo, apesar de rígido quando necessário, mas acima de tudo ele me entendia e fazia de tudo para me proteger.

— Você é minha filha e nunca vai ser fraca, eu te conheço como a palma de minha mão e sei que fraqueza é uma das coisas que não te define em nada. Um deslise não te torna fraca, apenas distraída. – disse divertido me fazendo sorrir e assentir feliz por não o decepcionar.

Agora com uma postura mais seria expliquei toda a situação a ele, o homem loiro, a ameaça eminente dos Stayners e eu não poder sair da casa para procurar meus irmãos. E com um sorriso ele me disse que procuraria meus irmãos com a nossa tecnologia avançada e que quando achasse me falaria por telepatia e que quanto ao resto eu saberia o que fazer.

Boquiaberta o vi beijar minha testa e desaparecer numa nuvem violeta. Qual a merda do problema dos pais em nos deixar resolver nossos problemas sozinhos? Qual é eu só tenho 17 anos, posso muito bem fazer muitas merdas ainda.

Bufando como uma menininha mimada, fechei meus olhos voltando a minha realidade longe de minha família e ao lado daquele animal.

 

Terra, planeta da galáxia Via Láctea

Atlanta Cidade na Geórgia

29 de abril de 2017 / Horas 10:00 AM

Point of View Justin Drew Bieber

 

Com o ódio circulando por todo o meu corpo entrei no meu escritório batendo a porta com força e vendo uma vadia loira que eu havia chamado a uma hora, para me aliviar depois de ir no quarto daquela morena filha da puta, mas gostosa pra caralho. E agora eu teria que me aliviar não só do tesão ao percorrer aquele corpo, assim como também da raiva que eu passei brigando com aquela desgraçada que acha que pode gritar comigo ou pior, acha que pode me bater.

Eu deveria ter enchido a cara daquela vagabunda de porrada mas eu faria melhor que isso, eu faria ela gostar de mim, talvez ate mesmo se apaixonar, faria ela implorar para ser fodida por mim e quando esse dia chegasse eu a colocaria de quatro na minha cama e surraria sua bunda gostosa, para então a foder sem nem sequer ligar para o seu prazer, apenas o meu. A foderia como uma puta merece ser fodida.

— Tá esperando o que para tirar a porra da roupa?!

Falei alto já arrancando a minha roupa e vendo a loira peituda retirar a sua lentamente me olhando com malicia. Sem um pingo de paciência e já totalmente nu, fui ate a vadia e rasguei os panos minúsculos que “cobriam” o seu corpo, a mandando ficar de quatro e começando a acariciar meu pau sem a minima intenção de sequer tocar na boceta dela.

Vendo que eu não faria nada por ela, a mulher se virou de barriga para cima e se sentou no chão abrindo as pernas e começando a se acariciar em busca do seu próprio prazer e tentando inutilmente me seduzir. Irritado com a teimosia dessa vagabunda e já totalmente duro, fui ate ela e dei um forte tapa no seu rosto seguidos de mais dois a vendo começar a chorar.

— Eu te mandei fazer isso?!

Sem esperar uma resposta ou qualquer porra do tipo, a coloquei eu mesmo de quatro e fiquei de joelhos atrás dela metendo com força na sua boceta que de apertada não tinha nada. Cacete, nem para foder serve?

Com mais raiva ainda comecei a desferir tapas na sua bunda enquanto ainda metia naquele buraco arreganhado, a vadia implorava para que eu parasse me fazendo não entender pra que tanta frescura, essa merda era tão larga que ela provavelmente nem me sentia.

Sem um pingo de paciência olhei para a sua bunda que agora já estava com alguns locais roxos pelos tapas e a abri me dando livre acesso para o seu cu, onde eu rapidamente medi sem me importar em usar lubrificante ou qualquer merda. A mulher gritou alto implorando ainda mais alto para que eu parasse, mas eu nem ao menos dei ouvidos. Eu apenas queria acabar com a minha raiva e com as minhas frustrações, eu apenas queria esquecer a morena desaforada que eu tive a brilhante ideia de trazer para a minha casa.


Notas Finais




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...