História Obsession Paulo Dybala - Capítulo 25


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Agora só irei publicar semana que vem

Capítulo 25 - Vigésimo quarto capítulo


Fanfic / Fanfiction Obsession Paulo Dybala - Capítulo 25 - Vigésimo quarto capítulo

Melissa

 

11 de outubro de 2018

 

Itália, Turim 

 

Ótimo, ela saiu as pressas sem me encarar enquanto eu vejo a cara de decepção de Paulo. Alice é uma mulher extremamente doce e eu falei tanta merda sobre Antonella para ela que a própria criou ódio mortal da nova cunhada. Estou na mesa com as meninas bebendo algo, elas também estão prestando atenção em tudo que acontece na mesa. Alicia é uma mulher doce, simples e muito religiosa, não aceita nada errado. Deve ter digo algo que deixou Antonella puta.

 

Estamos conversando sobre algo que tem haver com filhos, eu não estou prestando muito a atenção.

 

-Em todas as crises que tive no meu casamento oque me salvou foram as crianças. Homens vêem os filhos como propriedade. - Martina bufa. 

 

- Sim, eles se prendem tanto ao bebê que me sufoca. Uma vez eu quis me separar de Cris, acreditem ou não ele me ligou durante duas semanas inteira pedindo reconciliação e que sentia falta dos bebês.- Geórgina diz.

 

- O que uma criança não faz com o casamento. - Khalifa ri.

 

Então era isso? Um bebê poderia me trazer Paulo Dybala de bandeja!

 

Mais eu não posso é impossível eu não consigo segurar um bebê em meu ventre depois de tudo que aconteceu comigo.

 

- Meninas, acho melhor irmos andando - Khalifa sorri. - A  ex sogra da Melissa deve estar louca para juntar os dois.

 

- Hum, isso é bom. - Martina - Não se rebaixe, você é melhor do que pensa!

 

- isso, boa sorte. Preciso ver como os meus filhos estão! - Georgina diz depositando um beijo em meu rosto.

 

- Precisamos ir - Mel mandou um beijo no ar saindo com as meninas.

 

Khalifa ficou por mais alguns minutos, pagou a conta e saiu depois de me avisar pela milésima vez oque fazer Estou sozinha bebendo um copo de suco e esperando a minha hora de atacar.

 

Juro que sinto meu coração disparar quando Alicia me chama e eu apenas obedeço vendo a expressão de Paulo mudar completamente.

 

- Sim?- Digo sorrindo sem olhar para ele.

 

- Você está sozinha querida? - Alicia as vezes é ambiciosa que chega a ser pior do que eu, parece ter dupla personalidade. 

 

Se ela tratou Antonella mal foi para defender o filho, ela sempre é um amor comigo.

 

- Minhas amigas foram embora, eu apenas estou esperando meu pai me buscar, ele está em uma reunião. - Digo agora olhando para Paulo que desvia o olhar.

 

- Sente-se conosco. - Ela me obriga e eu calmamente tento recusar mais ela insiste.

 

- Serio? Eu vou embora! - Paulo diz arrogante tentado se levantar.

 

- Filho, eu te peço que fique é aproveite o jantar... Eu não sei quando devo voltar para cá.

 

- A mãe, pelo amor de Deus você ja estragou meu jantar e agora quer me fazer ter uma indigestão olhando pra Melissa? - Ele foi extremamente prepotente e arrogante.

 

- Paulo! - Ela diz - Filho, me desculpe se em algum momento eu estraguei seu jantar, eu não deveria ter vindo. - Alice encara o prato.

 

- Imagina Alice, você não estragou nada! Tenho certeza que seu filho se equivocou - Tento retratar a fala dele. - Como está na argentina? Como está a fazenda?

 

- Esta tudo ótimo, a fazenda está produzindo muito eu só sinto falta de visitas - Ela diz cutucando o filho que está com a cara fechada.

 

- Eu pensei em te visitar depois da copa mais ai... - Eu digo.

 

- Ai? Você falou para minha mãe o que fez? Certeza que ela não iria se quer querer manter uma conversa educada com você  - Me mantenho firme, vou deixar a vingança para mais tarde.

 

- o que ela fez? - Alicia pergunta.

 

- Antonella disse que... - Alicia o interrompe.

 

- Filhote, se foi ela quem disse eu não quero saber .

 

- por que não gostou dela? - Ele parece ignorar minha presença

 

- Ela é bonita, simpática e tem cara de boa moça, mais eu não gostei nada de saber como se envolveram.... Somos religiosos e isso é pecado! 

 

- Por isso? Se for pecado estou no inferno e estou gostando! - Ele ironiza. - Espero que o inferno seja tão bonito quanto Antonella.

 

Eu me incomodo.

 

- Por isso? Nossa Paulo você me surpreende. - Eu bato palmas rapidamente. - Me traiu, com a minha prima! E ainda jurava amor eterno. Você me julga por tentar te ter novamente mais não se julga por me trair com o meu próprio sangue.

 

- Eu parei de jurar depois que parei de sentir.  - Ele foi grosso. - Eu já pedi desculpas pelo meu erro.

 

- Ver você ja me machuca, não quero desculpas de você! Vamos ter o mínimo de educação e brincar que somos colegas? Por respeito a sua mãe - Digo no mesmo tom.

 

- Meninos, chega! Uma relação tão linda não pode se partir assim - mamãe briga. - Vou ao banheiro e vocês me esperem.

 

Ela saiu nos deixando a sós, Paulo encarava o celular enquanto eu observo tudo e até mesmo o chupão que tem em seu pescoço.

 

- Ela não vai te atender, tenta ligar no segundo chip dela.. - Preciso ao menos ganhar a confiança dele.

 

- O que você sabe sobre ela? Apenas me deixe em paz.

 

- Eu sei tudo sobre ela, somos praticamente irmãs. - deboche. - Para de ser um idiota na maior parte do tempo e me deixa dizer que nunca, nunca, doeu tanto me separar de alguém! E eu pensei tanto que cheguei a conclusão que te quero feliz... Como eu vou tentar ser de alguma forma.

 

Ele me observa agora, parece não acreditar que aquilo que sai de minha boca.

 

- Não acredito em você! Você mente é eu consigo ver nos teus olhos que você é pior que uma diabinha.

 

- Otimo, uma linda diabinha. Aceita ser  meu amigo.

 

- Não tenho certeza se isso adiantaria, ou mudaria minha opinião.

 

- Te dou um tempo ou vou embora da cidade se te faz feliz.

 

- Eu preciso dela e você me assusta com as ameaças. - Ele diz. - não precisar sair da cidade apenas me deixe em paz a deixe em paz.  Talvez podemos tentar ser colegas, e isso tudo se apaga.

 

Ele acha que eu sou uma idiota de acreditar nisso.

 

- Preciso apenas me acostumar com a ideia, ver o cara que eu amo com outra.

 

- Isso seria te torturar não é?

 

-  Não é pior do que eu fiz.

 

Ele rola os olhos pelo local, encara o celular novamente e se levanta.

 

- Vou pagar a conta. - Diz.

 

- Espera! - Seguro seu braço. - Antes de ir, pede uma bebida pra gente... A ultima. - Sorri.

 

- Eu quero ir embora. - Foi ríspido.

 

- É a ultima, faz tempo que não vejo tua mãe e você.

 

- Ok - Ele chama o garçom e eu faço os pedidos, enquanto Paulo caminha lentamente.

 

- Tudo certo, coloque isso do jeito que eu combinei - Entrego a frasco na mão do garçom ja pago por mim na entrada para esse serviço. - A bebida de Paulo tem que vir diferente, coloque um limão ou sei la, aqueles trecos de guarda- chuva para diferenciar.

 

Ele apenas concorda e sai.

 

- Eu não disse que não gostava dela, apenas fui rude. - Alice volta, ela está remoendo o assunto com tristeza - Eu gosto tanto de você, queria tanto que vocês estivessem juntos.

 

- Eu posso tentar dar certo, me ajude? Eu só preciso de um tempo com ele - Digo antes que ele volte.

 

- Eu vou para a casa do meu filho Mariano Inclusive ele deve estar vindo. Vou sair de mansinho. Boa sorte querida! - Ela deposita um beijo em minha bochecha e vê o filho no corredor, ela parece falar algo e sai correndo deixando ele sem explicações.

 

- Eu preciso ir, se incomoda se te deixar aqui? - Ele diz mais uma vez com o celular na mão.

 

- Sim! É só mais um copo. - Insisto. - O Mariano está levando sua mãe pra casa, e Antonella não vai te atender.

 

- uma gole só - Ele diz ao ver a bebida chegar.

 

Khalifa me disse que não é um sonífero, mais isso pode o deixar como se estivesse bebido seis, sete garrafas de cerveja.

 

Ótimo, eu vou conseguir o que quero hoje mesmo.

 

O garçom deu um copo para Paulo que possui um limão na ponta e para mim apenas a bebida sem qualquer agrado.

 

- Acho que eles gostam mais de mim do que de você. - Ele se refere ao agrado.

 

- Enfia esse agrado no cu - Digo e ele ri.

 

[...]

 

Enrolei Paulo por quinze minutos, e ele já esta soltinho e falando merda. O próximo passo e levar o Paulo para casa e cuidar dele delicadamente. Mais que merda eu acho que to fazendo? Ele não vai querer transar comigo sabendo que sou Melissa.

 

- Eu quero ir para casa. - Ele se aproxima de mim é por alguns minutos sinto sua respiração - Não quero te deixar aqui sozinha, porém não temos nada e eu te odeio por me fazer de idiota.

 

- Foda-se - Ri, me levanto junto a ele que já está próximo a porta.

 

- Senhora precisa de ajuda? - um dos recepcionista pergunta.

 

- Não obrigada, ele só está meio alterado. - Digo correndo até Paulo que pede seu carro.

 

- Paulo! - Toco seu ombro - Você esta muito alterado não acha? Posso te levar embora e depois chamo um taxi.

 

- Não, não precisa eu consigo ir sozinho - Ele diz ao se aproximar do carro.

 

- Precisa. - empurro ele para o banco do passageiro assumindo a direção.

 

- Você é extrememos irritante quando quer - Ele diz quase a fechar os olhos.

 

- Você não pode dormir, como vamos subir para seu apartamento? - Digo ja com medo de tudo der errado.

 

- Eu só estou descansando meus olhos, pode fazer o caminho em silêncio? - Como ele está grosso hoje.

 

sinceramente me seguro pra não estragar tudo.

 

- Você esta extremamente irritante. - Repito a frase que ele havia me dito mais cedo.

 

Passei quinze minutos dirigindo e escutando as palavras ridículas de Paulo sobre Antonella e eu concordo com tudo. Entrei no condomínio e logo estaciono o carro e ele mesmo saiu por conta própria, cambaleando.

 

Como vou fazer ele me aceitar? Como se ele mal me olha nos olhos. Khalifa disse que esse maldito contra-gota que coloquei na bebida dele causa anseio sexual, ótimo que isso aconteça logo.

 

- Você já pode ir! - Ele me encara mais se apóia na parede. - Eu acho que preciso de ajuda pra subir. - Ele rola os olhos em meu corpo.

 

- Claro, eu vou te ajudar. - Sorri colocando seu braço em meu ombro e o conduzo até o elevador.

 

- Parabéns pelo jogo hoje. - Digo após entrarmos e quebrarmos os clima tenso.

 

- Há, depois daquela maldita contusão eu precisava disso. - Ele sorri colocando seu rosto na curva de meu pescoço. - O que tinha naquela bebida? Estou me sentindo estranho.

 

Tinha todo meu amor, Paulo. 

 

- Como estranho? Como me explica? - Tento atrasar ainda mais o elevador.

 

- Porra, Como você está bonita hoje. -ele diz risonho e chegou a acariciar meu rosto. - Eu não posso...

 

- E por que não .... - digo quando senti sua mão entrar em contato com meu rosto.

 

- Por que isso está acontecendo? Eu amo outra mulher e não consigo nem se quer olhar pra você sem ter vontade de... - antes que ele possa prosseguir falando eu selo nossos lábios com rapidez e ele não se separa, continua o beijo como se ele fosse o mais  desesperado entre nos.

 

- Isso é errado! - Ele se separa.

 

- Ela não vai saber.

 

- Que droga tinha naquela bebida? - Ele repete ao chegarmos ao andar certo.

 

Eu sai junto dele, peguei as chaves de seu bolso de maneira provocativa.

 

Abri a porta e ele entrou me encarando.

 

- Aqui continua igual. - comento. - não tirou ou mudou nada, nem mesmo os quadros.

 

- Eles são parte da casa. - ironiza - Você é uma ótima artista.

 

- Tento. - Me aproximo. - O que ela tem que eu não tenho?

 

Ele me encara procurando responder.

 

- O que você quer? - Ele diz tonto.

 

- Posso te abraçar? - Digo e ele concorda. Sinto sua mão se encontrar com minha bunda e eu sorri involuntariamente. Me separo olhando brevemente para ele. - Você pode ser meu hoje? - Digo e ele mal consegue raciocinar, apenas segura meu rosto.

 

- Antonella? - Ele pergunta, só falta esta merda fazer o próprio ter alucinação.

 

Entrei nessa brincadeira, eu preciso ir para cama com ele, provar pra Antonella que nascemos um para o outro.

 

- Eu te amo. - sussurro observando seus traços.

 

- Eu também. - Ele responde, parece que ainda que sou Antonella para ele. - Minha mãe não quis ser grosseira daquele jeito.

 

Ótimo!

 

Selei nossos lábios, eu preciso disso. Deixo suas mãos irem em direção a minha cintura enquanto eu retiro sua camiseta social com delicadeza, cada botão e eu penso em como senti falta dele. Beijo seu pescoço e sinto seu cheiro, ele apenas se mantém parado enquanto sente essa sensação. Retiro minha blusa e colo nossos corpos enquanto ele segurou meus cabelos para poder distribuir seus beijos por toda a extensão de meu pescoço até chegar próxima ao meu ombro e deixar a alça de meu sutiã cair.

 

- Eu esperei tanto por isso, Antonella. - ele sorri, eu não posso negar que sinto enjôo por escutar esse nome e ser comparada mais enfim eu gosto dele.

 

Seus beijos descem levemente até um de meus seios, enquanto ele abre o meu sutiã me deixando exposta e eu não ligo. Ele consegue arrancar um gemido de meus lábios apenas com o toque de suas mãos, ele beija delicadamente o meu seio direito.

 

- Eu te amo tanto. - sussurro quando abro o zíper de sua calça.

 

Ele sorri para mim, abrindo também minha calça jeans, retiro meus sapatos o jogando por qualquer lado e retiro minha calça ficando apenas de calcinha.  Eu sinto o quanto ele me deseja pelo simples fato de notar sua ereção ao nossos corpos se chocarem. Nossas línguas se tocam como se fosse uma briga constante. 

 

Estamos na sala e eu não me importo, temos o sofá que ja me ajuda e muito. Não quero quebrar o clima que se estabeleceu depois de tanto esforço.

 

Caminhamos ao sofá enquanto nós beijamos, ele parece estar um pouco sonolento por isso preciso que esse processo seja rápido.

 

O deito no sofá me sentando em cima dele, retiro sua calça é enquanto nós beijamos eu rebolo em seu membro sentindo que logo ele estaria preparado. 

 

- Isso é maldade. - Ele geme rapidamente, Paulo obviamente precisa de algo que deixe ser suspeito. Deixo um chupão em seu pescoço trilhando até o abdômen sem se quer me importar, ate chegar próxima ao seu membro. Retiro sua boxer e encaro o próprio.

 

- Me faça sua - sussurro e ele rapidamente troca a posição me fazendo ficar em sua mercê.

 

Ele retira o pano fino que me cobre, e o tira, ele me olhou como se esperasse permissão para o ato e eu apenas sorri. Um gemido alto saiu meus lábios ao sentir ele dentro de mim. Seus movimentos rápidos me fazem o arranhar e pedir por mais. Ele me torturava com suas estocadas fortes enquanto eu senti o prazer que ele me proporciona.

 

Ficamos longos minutos assim, eu preciso que ele faça o serviço completo para que eu esfregue na cara de Antonella.

 

Seus braços apertam minha cintura enquanto eu sei que ele deve estar chegando ao seu limite, eu só preciso que ele fique mais um pouco dentro de mim. Apenas isso para conseguir oque eu quero.

 

- Só mais um pouco Paulo. - Gemi - Eu sei que não é o seu máximo - Provoco.

 

Eu estava quase chegando ao meu limite, e ele não conseguiu sair de mim antes que ele tivesse seu orgasmos. 

 

Nossos corpos suados e ele me encara de modo estranho.

 

- Melissa? - Ele diz enrolado com as palavras, sinto que esse sonífero vai fazer efeito logo quando ele tenta se levantar mais fica pior do que antes para dar alguns passos.

 

Não precisei de muito, ele desmaio antes que pudesse dizer algo, meu plano está dando certo.



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