História Obsessivo - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Chen, Lu Han, Xiumin
Tags Chen, Drama, Felwatch, Jongdae, Kim Jongdae, Kim Minseok, Luhan, Minseok, Obsessão, Obsessivo, Slash, Xiuchen, Xiumin
Visualizações 35
Palavras 539
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drabble, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Slash
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Dia 17: terceira vez que to postando essa porra porque o site cai toda hora. que inferno — Entre outras notícias, hoje dormi muito e tive vários pesadelos. Also não li nada do livro que estou lendo. Jantei pastel. Dia agradável. Essa saiu depois de uma conversa com a karine e fala sobre ansiedade e amor, é claro. Aproveitem e não sejam ansiosos. Aliás, eu aMO trens. De paixão. OUTRA COISA, *NÃO* aguardem uma sequência imprevisível chamada Compulsivo, ok?

Dedicado à @emdji 🚆

Musga no final.

Capítulo 1 - Capítulo único


Jongdae mirava-o pelos cantos de seus orbes alertas, sentado a seu lado. Sabia-lhe o nome — Minseok — além de alguns outros detalhes: estudava Arquitetura, era mais velho, usava sempre perfumes, e gostava muito de espressos, couro, livros em brochura, filmes do século passado, além de frequentar a biblioteca nacional com grande devoção das treze às dezenove horas — onde Jongdae havia descoberto, ao longo de inúmeras semanas de observação e de estudo — essas e outras coisas.

Não conseguia ver-lhe direito o rosto. Minseok tinha-o encostado à janela do trem, onde observava seu reflexo fraco e deveras pensativo. O carro deslizava mal no subterrâneo enfeitado de cortinas escuras: balançava amavelmente de um lado para o outro, e, assim, os ombros às vezes encostavam-se — talvez uma perna se intrometesse gentilmente na outra, sem querer, entre jeans azuis.

Assim, de súbito, numa curva do túnel, houve uma oscilação grosseira do trem, ao que trombaram. Jongdae desviou o olhar, posto que a interferência fora brusca. Quis tirar sua perna. Cruzá-la sobre a outra, talvez? Suspirou, paralisado em sua mente, mordendo os lábios felinos de um tom mais vermelho de rosa. Aumentou o volume da música nos fones de ouvido — mas quem sabe Minseok a ouviria, emergido de seus belos pensamentos, e...

Aí uma senhora carregando sacolas entrou. Jongdae, acompanhando seus passos, ofereceu-lhe o seu assento com fervor, quase levantando-se com sutileza e pegando sua mochila pelas alças gastas. Queria sair correndo.

— Não, querido, obrigada — sorriu a senhora, com um movimento da mão livre. — Já vou mesmo descer. Obrigada.

Jongdae sorriu à senhora, assentindo, frustrado. Depois deixou-se sentar novamente, aconchegando-se na presença nervosa da jaqueta de Minseok a seu lado. A conversa aflita e os movimentos de gente, de sacolas e de mochilas tinham-no desperto da sua profunda reflexão no vidro da janela: tinha olhado para a senhora das sacolas com interesse e, após ter compreendido do que se tratava toda a súbita comoção, considerou Jongdae por um tempo, à medida que este sorria e sentava-se novamente com uma resignação muito benvinda.

Jongdae acendeu o celular para responder mensagens enquanto adivinhava os pensamentos do outro. Minseok tinha sorrido brevemente — depois voltou-se à janela escura.

De repente houve uma campainha cintilante: próxima estação ...

Jongdae xingou — era mesmo onde descia, depois caminhava alguns minutos até seu apartamento, que era dividido com Luhan — e pôs a alça da mochila sobre o ombro delicado, passou a mão pelos cabelos. Seu estômago estava aliviado, mas parecia também que fervia ali uma panela de pressão. Depois vieram burburinhos como de refrigerante enlatado sob o meio-dia de verão...

Chegavam à estação: o carro desacelerava graciosamente; a gente toda passava como um borrão pelas janelas. Iam-se desenhando mais a cada instante.

Jongdae passou rápido pelas borboletas. Logo vieram muitos fogos de artifício e muitos rojões no ventre pequeno. Ah, sim. Se ele disser qualquer coisa — qualquer coisa — eu me interrompo, eu deixo minha casa, eu fico com ele.

Uma voz robótica e muito brilhante anunciou de novo a estação. O carro tinha parado: após um instante as portas se abriram. Jongdae levantou-se e, como a mulher das sacolas saísse também, esperou um segundo em pé no corredor, deixando-a caminhar à sua frente com um movimento arredondado da mão.

— Tchau. Até amanhã — acenou Minseok.


Notas Finais




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