História Ocean Eyes - MarkHyuck - Capítulo 7


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Haechan, Jaemin, Jeno, Jisung, Lucas, Mark, Personagens Originais, RenJun
Tags Donghyuck, Haechan, Lee Donghyuck, Mark, Mark Lee, Markhyuck
Visualizações 75
Palavras 3.007
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


desculpem qualquer erro de digitação e a demora,
boa leitura ❤️❤️

Capítulo 7 - 7. uma viagem e um pai


Fanfic / Fanfiction Ocean Eyes - MarkHyuck - Capítulo 7 - 7. uma viagem e um pai

 Eram seis e dois da manhã quando Donghyuck acordou. O Sol entrava de modo preguiçoso pela janela do quarto que ele e o irmão dividiam. 

 — Já está acordado? — seu irmão perguntou surpreso enquanto buscava alguma roupa para usar, o Lee nunca levantava sozinho de manhã cedo — De qualquer forma eu vou usar o banheiro primeiro. — e então Lucas saiu do quarto.

 Donghyuck ainda estava com sono, por isso demorou um pouco mais para assimilar o que lhe era ditou. 

 Levantou-se devagar e calçou suas pantufas do Polar. Caminhava pelo corredor arrumando sua blusa de pijama, que era apenas uma blusa velha e larga de Lucas que possuía uma estampa da Pantera Cor De Rosa. Quando estava próximo da cozinha começou a ouvir a voz de sua mãe, ela parecia irritada. Aproximou-se devagar e se escondeu atrás da parede da entrada do comodo.

 — Eu já disse que ele não vai, Changho! — ela ditou decidida —  Lucas não vai poder sair esse fim de semana por causa dos trabalhos da faculdade, e Donghyuck é novo demais para pegar um avião sozinho! 

 "Mamãe está brigando com o papai?", era tudo que passava na mente do mais novo. Seus pais haviam se separado a quatro anos. Nos primeiros dois anos seu pai ainda morava em Seul, o que facilitou muito o homem continuar a ver o filho e Lucas. Porém Changho recebeu uma oferta irrecusável de ser chefe da psiquiatria no maior hospital de Busan. Ele estava relutante de aceitar esse emprego, porém Lucas e Donghyuck acabaram por convencê-lo a ir. Afinal estavam falando de Kim Changho. Não importava as circunstancias, ele ainda daria o melhor de si para ser um bom pai.

 O garoto se arriscou um pouco e esticou um pouco de sua cabeça para fora de seu esconderijo, de modo que pudesse ter uma visão do que acontecia dentro da cozinha. Sua mãe parecia estar com raiva e mordia os lábios, uma mania dela de quando ouvia alguém contraria-la, enquanto ouvia atentamente o que eu pai dizia pelo telefone. A mulher pareceu se cansar e deixou o celular sobre a mesa no viva voz, se virou e foi fazer outras coisas. 

 — Eu já disse não. — ela disse.

 — Mas Hyejin, Donghyuck já tem dezessete anos! Já é quase maior de idade! — Changho também parecia estar com raiva do outro lado da linha — E além do mais, já vai fazer dois meses que o único contato que eu tenho com qualquer um do meninos é por ligação ou mensagem. Eu gostaria muito de ver os dois, mas se for para ver pelo menos um dos dois eu faço de tudo. Eu sinto falta dos meus filhos! 

 "Filhos", Donghyuck sorriu. Adorava o modo que seu pai tratava Lucas como se ele fosse um filho dele de sangue.

 Quando o garoto viu que Hyejin estava pronta para negar tudo mais um vez ele entrou na cozinha.

 — Mãe, eu quero ir ver o papai. — ele chamou a atenção da mãe para si — Eu posso ir, não é?

 A mente de Hyejin fez um nó. Ele gostaria muito de disser não, ela não queria que seu filho fosse para outra cidade sozinho. Porém quando viu os olhos de seu garotinho brilharem quando pediu, e analisou a situação pela visão do ex marido cedeu. Deveria ser difícil para ele não ver os dois garotos por tanto tempo. 

 — Tudo bem. — ela suspirou — Eu vou comprar uma passagem de um voo para amanhã de manhã.

 O garoto sorriu.

 — Agora vá se aprontar para a escola, vou fazer alguma para você comer. — mandou a mulher.

 — Certo mãe. Até amanhã, pai! — disse antes de sair da cozinha.

 — Até amanhã, filho.


 (...)


 Mark andava devagar pelos corredores vazios, havia saído mais cedo de casa naquele dia. Tinha acordado as cinco e quarenta da manhã e não tinha conseguido mai dormir, por isso resolveu se apresar e trocar de roupa, e assim saiu seis e treze de casa.

 Ele seguia rumo a biblioteca para encontrar algum livro que o interesse. Enquanto andava distraído acabou por trombar com outro aluno. Não havia sido um encontrão forte, por isso não houve rico de nenhum dos dois envolvido terem caído.

 — Eu sinto muito. — Mark ouviu uma voz grave.

 — Tudo bem, não foi nada. — ele respondeu e olhou para a pessoa.

 Quem estava na sua frente era Na Jaemin, um dos integrantes do grupo de amigos de Donghyuck. Mark tinha que admitir, Na era uma das pessoas mais bonitas que já tinha visto em sua vida. E de brinde possuía um sorriso encantador. Ele não acelerava o seu coração como o de Donghyuck, porém o deixava meio desnorteado. 

 — Oh, você é o Mark, certo? Donghyuck fala muito de você. — sorriu.

 — Sério? Ele fala? — Lee se surpreendeu.

 — Sério. Eu já não aguento mais ele falando de como você é fofo e lindo. — suspirou cansado, mas logo depois colocou uma expressão aflita na face — E eu falei de mais de novo.

 — Não se preocupe com isso. — Mark respondeu sentindo suas bochechas corarem.

 Donghyuck falava bem dele para seus amigos? E ele o achava bonito e fofo?

 — Wow, você está bem? Seu rosto está vermelho. — Jaemin aproximou-se preocupado. 

 — Não é nada. Não se preocupe. — ele olhou para o lado esquerdo envergonhado — Mas, ele fala algo mais de mim? 

 Foi ali que Jaemin entendeu o que se passava, e por isso não foi capaz de segurar o riso. Aqueles dois Lee's eram tão bobos apaixonados um pelo outro.

 — Sim, fala muitas coisas. Porém não quero listar todas elas, se não passaria o dia todo aqui. —  riu mais um pouco — Mas e então, o que faz tão cedo aqui no colégio? 

 — Eu estava indo para a biblioteca. — respondeu ainda sentindo suas bochechas queimarem.

 — Oh, que coincidência, eu também. Renjun hyung me pediu para ir buscar um livro para ele. Será que poderiamos ir juntos? — perguntou educado.

 — É claro. — Mark sorriu fofo.  

 Os dois jovens passaram a andar lado a lado em silêncio. Quando chegaram ao eu destino os dois se separaram. Jaemin foi até o balcão e Mark começou a passear pelas prateleiras. 

 Havia muitos títulos legais, porém nenhum que realmente chamasse sua atenção. Então ele ficou ali parado encarrando a prateleira de livros. 

 — Não sabe o que ler? — Jaemin questionou Mark fazendo o se assustar.

 — Sim. - suspirou — Tem alguma sugestão? 

 O Na pareceu ponderar por um instante antes de sorrir ir para outro corredor. Curioso o canadense o seguiu. 

 O coreano passava os olhos de modo rápido pelos livros que tinha ali antes de puxar um para suas mãos.

 — Esse daqui. — entregou o para Mark.

 — "A Melodia Feroz" — leu em voz alta antes de voltar seu olhar para Jaemin novamente.

 — É um dos meus favoritos. — ele disse — E ainda tem a parte dois. — apontou para outro livro que ficava na estante. 

 Mark virou o livro e leu a sinopse. 

 — Parece legal. Vou levar. — disse e assistiu o coreano abrir mais um de seus belos sorrisos. 

 — Espero que goste dele. Bom eu tenho que ir, Renjun está me esperando. — disse se distanciando do mais velho — Espero que sejamos bons amigos no futuro Mark.

 — Eu também Jaemin.


 (...)


 Donghyuck caminhava animadamente para o jardim da escola para encontrar Mark. Vê-lo de novo o deixaria mais feliz do que já estava.

 Chegou ao ambiente e viu o canadense já sentado sob a mesma árvore lendo um livro. Ele correu na direção do jovem. 

 — Bom dia, hyung! — sentou-se de frente para Mark.

 — Bom dia, Hyuck. — desejou fechando o livro — Parece animado hoje. 

 — E eu estou sim. — aproximou-se mais e abraçou as pernas do mais velho, assim apoiando a cabeça sobre os seus joelhos.

 As bochechas de Mark tomaram um tom avermelhado, porém daquela vez Donghyuck escolheu ignorar esse fato.

 — Amanhã eu vou para Busan passar o final de semana na casa do meu pai. 

 — Isso é legal, Hyuck. — sorriu. 

 — Mas é uma pena que meu irmão não possa ir comigo. — fez um bico chateado, porém sorriu novamente — Eu sempre gostei do modo que meu pai trata o Lucas como se fosse filho dele. 

 — E ele não é? — questionou confuso.

 — Nem da minha mãe pra falar a verdade. Ele é filho de um ex namorado da minha mãe com outra mulher. O cara morreu de câncer três anos depois deles se conhecerem. Então minha mãe tomou dele como se fosse filho dela. E alguns anos depois ela conheceu meu pai, que tratou ele da mesma forma.

 — Isso é meio triste, mas ao mesmo tempo é lindo. — Mark sorriu.

 — Sim. — Donghyuck o acompanhou — Hyung, tem algum lugar que você sempre quis ir em Busan?

 — Bem... — Mark pensou por um tempo — Tem uma livraria que não é muito famosa que fica no centro. Eu sempre quis ir lá para comprar o livro "Memórias De Uma Gueixa" lá, os livros de lá são muito mais baratos. Mas por que a pergunta?

 — Nenhum motivo especial. — riu baixinho.

 Mark estava confuso pelo questionamento que lhe foi feito, e o riso fofo do mais novo não o ajudou nenhum pouca a se estabilizar.

 — Já lhe disserem que você é fofo quando está confuso, Minhyung hyung? 

 E mais uma vez o coreano estava o elogiando e o deixando mais perdido do que já estava.

 — N-não. 

 — Pôs você é hyung. Você é tão lindo.

 Com as bochechas coradas o canadense levou sua mão direita até o cabelo do mais novo, e passou a brincar com os fios. 

 — Você também é, Donghyuck. Você é tão belo quanto o Sol.

 E passaram a se encarar novamente, os olhares se chamando intensamente, e os garotos prontos para se aforgarem um no outro.


(...)


 O aeroporto estava cheio. Pessoas passando de um lado ao outro de modo calmonou apressado. Pessoas chorando por despedidas.

 Donghyuck caminhava entre as pessoas procurando seu pai enquanto segurava a alça de sua mochila. Tinha acabado de descer do avião, e seu pai tinha prometido o encontrar no portão de desembarque. 

 — Donghyuck! — alguém o chamou.

 Virou-se para o lado em que vinha a voz e ali viu se pai ao lado de uma mulher. Sorriu e correu na direção do homem que já o esperava de braços abertos. Abraçou-o com toda força e saudade que tinha.

 — Pai! Estava com tanta saudade de você!

 — Eu também meu querido. — o abraçou de volta antes de se separar e analisar o rosto do filho — Está ficando cada vez mais bonito, daqui a pouco vai ficar vai ficar mais bonito do que eu. - disse risonho.

 — Isso não é verdade, pai! — e para o jovem Lee não era mesmo.

 Em seu ponto de vista ele era um dos homens mais bonitos que já tinha visto. Com uma pela com mais melanina que o normal para o padrão asiático, lábios fartos, olhos redondos e escuros que carregavam um brilho feliz. E inda tinha um corpo definido demais para uma pessoa que só trabalhava e ficava sentado no sofá assistindo filmes e vídeos de comédia. 

— Ah, filho. — chamou a atenção do mais novo — Essa é Myun Yeseo, minha nova namorada. 

 Foi só ai que o jovem prestou atenção na mulher que estava do lado do pai. Ela parecia ter a mesma idade que seu pai, tinha cabelos castanhos claros que iam até os seus ombros, olhos pequenos que viravam meias luas quando ela sorria (o que era o caso do momento), lábios finos e rosados, uma pele branca leitosa. Ela era linda.

 — Olá, Donghyuck. É um prazer conhecer você. — sua voz era suave.

 — É um prazer conhecer você também. — soltou seu pai e fez uma pequena reverência.

 — Não precisa de toda essa formalidade. — ela continou sorrindo.

 A primeira impressão que o jovem havia tido dela até que tinha sido boa. Ela se mostrou simpática.

 — Bom, vamos para casa? — seu pai perguntou e os dois concordaram.

 No caminho de carro até o apartamento do pai foi rápido. No caminho eles deixaram Yeseo em sua respectiva moradia. Ela tinha dito que deixaria os dois terem o seu final de semana de pai e filho que tanto queriam sem a interrupção de terceiros. 

 — Ela parece ser legal. — o filho diz depois de um tempo em silêncio.

 — Você acha isso? De verdade? — ele parecia feliz com a fala do primogênito.

 — Sim. Digo, não conheço ela direito, mas se vocês estão juntos é por que e gostam de verdade. Estou feliz por você pai. — sorriu.

 — Obrigado, filho. Ouvir isso vindo de você é maravilhoso. 

 Depois de poucos minutos os dois chegarm no apartamento de Changho. Era um local simples. Uma cozinha americana, uma sala, um banheiro e dois quartos, o de visitas sendo menor. Donghyuck deixou a sua mochila com seus pertences no quarto de visitas e foi até a cozinha, encontrando seu pai escorado no balcão mexendo no celular.

 — O que vamos fazer hoje? — perguntou o garoto.

 — Pensei em te lavar lá na praia tomar um sorvete e comprar algumas coisas. Ainda gosta daquelas pulseiras? — guarda o celular no bolso. 

 — Claro que sim. Só vou pegar a minha carteira e então podemos ir. — disse saindo da cozinha e voltando para o quarto. 

 Pegou o objeto que foi buscar e saiu. Changho agora o esperava na porta.

 — A praia não é muito longe, tem problema irmos a pé? — perguntou e o filho negou. 

 Os dois seguiram caminhando pelas ruas movimentados por ser quase dez horas da manhã, porém nenhum dos dois se importaram. Estavam felizes na companhia um do outro.

 Tiraram fotos e foram em diversas lojas. Lojas de acessórios, roupas, música, brinquedos. Porém na maioria eles acabaram por não comprar nada.

 Agora os dois estavam tomando sorvete sentados na calçada de frente para a praia, aproveitando que o fluxo de pessoas estava menor. 

 O jovem passava seu olhar para as pessoas que estavam por perto andando pela areia. Seu olhar parou em uma garotinha que andava ao lado da mãe, segurando um livro da mão. Alice No País Das Maravilhas. Ver aquele objeto trouxe em sua mente a imagem Mark.

 Aquele foi o livro que o mais velho havia o emprestado. Já tinha terminado a leitura e tinha que devolver o livro para o dono. O pensamento de ver Mark mais uma vez o deixava muito feliz. De uma maneira muito rápida o canadense estava tomando muito espaço em seus pensamentos e coração, o que não era ao todo ruim. Ter Mark por perto não era nem de longe ruim para Donghyuck. 

 Poder sentir o cheiro de Mark quando ficava bem próximo dele, algo que só aconteceu uma vez no dia anterior quando abraçou as pernas do mais velho, ver o carinho que ele tinha pelas suas gatas e como ele conseguia ficar feliz com poucas coisas. 

 Porém pensar no mais velho naquele momento não foi uma coisa muito boa para ele. Seu pai estava bem do seu lado, fato que acabou por os pensamentos de jovem mais uma vez para aquele questão, que as vezes chagava a tirar o seu sono de noite.

 Sua família iria aceitar o fato de que ele estava se apaixonando por um garoto? 

 Ter esse pensamento rondando sua mente mais uma vez o fez suspirar e encolher os ombros. Estava com medo de perder sua família pelo simples fato de amor um igual a si. Seria doloroso. Como será que ficaria a sua relação com o irmão? Lucas tinha sido uma parte muito importante em sua estrutura desde que nasceu.

 — Está tudo bem filho? — Changho perguntou chamando a atenção do filho para si — Você estava tão feliz a um segundo a trás, e de repente você ficou triste. Tem algo de errado? — ele questiona com carinho. 

 O garoto pondera por alguns segundou antes de negar com a cabeça.

 O homem não acreditou. Conhecia o filho bem, e era também um psiquiatra, conheci bem quando alguém mentia graças aos seus anos de carreira.

 Donghyuck estava mentindo. Algo estava o deixando tão preocupado a ponto de o deixar amedrontado. 

 Colocou a mão sobre o ombro do garoto e apertou.

 — Você sabe que pode me contar tudo. Eu sempre vou estar aqui.

 — Eu sei pai é que... — o adolescente respirou fundo — E se por algum acaso e-eu...

 — Não precisa falar se você ainda não se sente pronto para isso. — tentou tranquilizar o garoto quando viu o nervosismo ficar aparente.

 Porém ele negou. Tinha que falar ali e agora, antes que a última grama de coragem que ainda tinha fosse em bora.

 — E se eu fosse bissexual e estivesse apaixonado por um garoto? — perguntou meio baixo, por ainda estarem em meio a rua. 

 Changho se surpreendeu. Não esperava aquilo vindo do filho. Não achava que ter uma orientação diferente da heterossexual era estranho ou errado. Porém nunca havia parado para pensar que algum de seus filhos fosse gay, bi, ou outra coisa.

 O homem vendo que o nervosismo do filho aumentava, por culpa de seu silêncio, resolveu tomar uma atitude. Chegou mais perto do garoto e o abraçou.

 — Eu ainda seria seu pai, e você o meu amado filho. 

 Os olhos do garoto marejaram. Sentia-se idiota por pensar que seu pai o rejeitaria. Porém não pode evitar sentir medo.

 Afundou-se no peito do mais velho e se aconchegou ali. Era bom saber que seu pai continuaria o amando sendo quem ele era.


Notas Finais




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