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História Ocean Eyes - Capítulo 7


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Notas do Autor


Oi Galeris.
Mais um capítulo para vocês. Se puderem comentar eu agradeço.
Na capa, foto do look da Natally e do Billy, como sempre.
Espero que gostem e Boa leitura!

Capítulo 7 - Capítulo 7


Fanfic / Fanfiction Ocean Eyes - Capítulo 7 - Capítulo 7

POV NATALLY GREY

Acordei para mais um dia de aula e fui arrumar a bolsa do treino com meu fichário para ir para a escola. Em seguida, coloquei uma calça jeans, um top preto e uma jaqueta preta com alguns detalhes coloridos e claro, minhas típicas botas pretas de cano curto. Arrumei meu cabelo e passei uma base em cima da marca que Billy deixou em meu pescoço, e por garantia, deixei meu cabelo em cima daquela região para não haver riscos de problemas. Sai do meu quarto e fui para a cozinha e coloquei a chaleira com água para esquentar para preparar um café, enquanto isso cortava o pão para preparar torradas com geleia de chocolate. Tomado meu café, escovei meus dentes e fui para o carro, indo para Hawkins High School. Chegando lá, Steve estava no estacionamento, terminando uma atividade que deveria ser entregue nesse primeiro horário, como uma boa amiga, o ajudei a terminar o exercício. Fomos para nossas respectivas aulas assim que o sinal tocou, nos combinando de nos encontrar na aula de química, já que tínhamos essa disciplina juntos.

Fui para três aulas entediantes e então, a hora do intervalo chegou.

–Vem comigo, baby–Billy falou enquanto passava o braço pelo meu pescoço me levando em direção a saída.

–O que? Mas...–Nem pude terminar de falar, pois já estávamos do lado de fora do colégio.

–Você precisa parar com essa mania de puxar as pessoas para os lugares–falei me reencostando sobre o Camaro, enquanto Billy ascendia um cigarro.

–Queria fumar. E te trouxe para um lugar aberto. Pode relaxar que não vou fazer nada com você, a não ser que você queira...–Ele disse se aproximando de mim–Sabe Grey, você me deixou bem nervoso ontem e em uma situação que eu não queria ter ficado–Ele disse e eu soltei uma risadinha

–Quando acontece com você é ruim né!?–Ele me olhou e eu dei uma piscadinha–Só fiz o que você fez comigo–Eu disse

–Hey, você tirou a marca–Ele disse afastando meu cabelo do meu pescoço.

–A maquiagem tirou a marca, ou pelo menos, sumiu com ela por um tempo. Em compensação você deixou a sua bem aí né–Falei orgulhosa pela boa maquiagem que fiz na região e reparando a marca roxa na pele do loiro.

–Não tenho motivos para esconder  nada aqui, baby–Ele disse e me ofereceu o cigarro, o qual eu neguei.

–Se você não tiver mais nada para falar, temos que ir, porque temos aula de química agora–Eu disse

–Aula daquela mulher chata? Merda!–Ele disse e deu mais algumas tragadas no cigarro, jogando a bituca ali no chão, fazendo um sinal para voltarmos para a escola. Fizemos isso e nos dirigimos até o laboratório de química, Billy passou pela sala primeiro e a professora o parou, eu passei sem nenhum problema e fui para uma bancada, onde Steve já se encontrava.

–Hey, onde você estava? Te procurei na hora do intervalo e não te achei–Ele disse

–Eu, hã...Estava no banheiro. Você sabe né, retocar a maquiagem e etc–Eu disse e ele assentiu

–Bom alunos, a aula hoje será teórica, então prestem atenção–Aquela mulher disse isso, e nesse momento foram ouvidos vários murmúrios de negação, inclusive de Steve. Percebi que a professora tinha colocado Billy em outra bancada, com pessoas mais concentradas nos estudos.

Ao longo da aula, a professora falava de maneira lenta e chata, várias pessoas já dormiam sobre as bancadas, Steve estava com o rosto apoiado nas mãos, enquanto cochilava. Eu escrevia algumas coisas que ela falava, mas para ficar acordada estava focada em outra coisa, mais especificamente, em uma música, que me veio na mente ontem de noite e agora, passava a limpo. Depois de mais uma hora a aula finalmente acabou, e para nos dar mais trabalho a louca passou exercícios para a dupla fazer em casa.

Saímos da sala quase nos arrastando de tanto tédio, seguindo para o ginásio para a aula de educação física. Após trocar de roupa e responder a chamada, o professor deu uma aula de vôlei, e dessa vez meninos e meninas tinham que participar. Os capitães dos times eram Billy e Steve, e o loiro poderia escolher o primeiro participante do time, como se esperava ele escolheu Tommy, Steve me escolheu. Em seguida Billy e depois Steve novamente, até o time ter seis pessoas. O time de Billy era composto por homens, a maior parte do time de futebol e do basquete. Já o time de Steve estava misto, tinha um menino do basquete, outro do futebol, eu era da ginástica e outras pessoas. A partida começou com Billy sacando a bola, fazendo ponto, pelo uso da força exagerado. Depois, outro menino do time deles sacou, dessa vez Steve conseguiu levantar a bola e eu passei para o outro lado da rede. O jogo seguiu assim, até atingirmos dois set's e ficarmos empatados. Saímos da quadra, dando espaço para o próximo time que entraria. Billy foi para um lado com os lacaios dele, o time de Steve estava próximo, enquanto eu e o moreno nos sentamos na arquibancada, vendo o jogo de vôlei dos novos times, em um lado da rede estavam Nancy e Jhonatan no mesmo time. Steve desviava o olhar fingindo não ligar, mas sei que era mentira.

–Por que Tammy Thompson está olhando para cá toda hora?–Steve perguntou, e eu reparei na menina, que fazia poses e caras, tentando ficar bonita, perdendo a bola por distração.

–Acho que ela está tentando chamar sua atenção–Eu disse e vi que ela perdeu a bola mais uma vez–Meu Deus ela também é péssima nisso!?–

–Como assim?–Steve perguntou

–Fizemos aula de canto juntas ano passado. Ela é muito desafinada e canta como um Muppet, e por acaso ela quer ser cantora–Eu disse e Steve começou a rir.

Depois de mais um jogo, o time de Steve voltou para quadra, contra o time de Billy novamente. O time do Loiro saiu na frente, mas no final vencemos, com um saque meu. Ao sairmos da quadra, passei por Billy e mandei um beijo em forma de provocação. Tomei um banho para tirar o suor e coloquei a roupa da ginástica de uma vez, deixando o cabelo preso. Quando saia do banheiro, vi Billy sair com Tammy pela porta do ginásio e estavam bem próximos. Revirei meus olhos por Billy não conseguir manter seu amigo dentro das calças e fui para o refeitório almoçar.

Chegando lá, encontrei Robbie na mesa do canto. Me servi e me sentei com ela.

–Oi. Não te vi na educação física hoje–

–Tem algumas aulas que eu prefiro não participar–ela disse

–Pois deveria. Você teria presenciado meu time tendo uma bela vitória em cima do time dos babacas do futebol e do basquete–Falei e ela me parabenizou por ter acabado com os idiotas. Após almoçarmos, escovamos os dentes e fomos para o estacionamento. Ficamos encostadas no meu carro conversando até que vejo Billy estacionando o carro, ele desce do lado do motorista e do banco do carona sai Tammy. A loira tenta se aproximar do loiro para dar um beijo de despedida nele, mas Billy acaba dando um leve empurrão nela. Robbie solta um suspiro e eu percebo que estava olhando de mais.

–Você sabe que horas são?–peeguntei para Robbie

–13:35pm–Ela diz

–Aah meu Deus!! Nem vi a hora passar! Tenho que ir para o treino, Robbie. Me desculpe e até mais–falei indo para o interior da escola, para o ginásio, para ser mais específica.

O meu treino foi tranquilo e fluiu muito bem hoje. Quando fomos liberados, segui para o banheiro junto com as outras meninas, vendo o banheiro masculino se encher de muitos homens suados. Saindo do ginásio, fui para o estacionamento, vendo os meninos passando ali.

–Hey meninos, o que estão fazendo aqui até agora?–Perguntei para Lucas, Dustin e Mike.

–Oi Nat. Estavamos conversando sobre meu novo animal e descoberta científica com o professor–Dustin disse

–É um bixo nojento, que fica rastejando. E desconfiamos que seja do mundo invertido–Mike disse nervoso

–Meu Deus. Se essa sua coisa for do mundo invertido pode matar ou queimar ou sla. Acabar com isso!!–Eu disse me Lembrando dos meus sonhos–Cadê o Will?–perguntei preocupada

–A mãe dele o buscou mais cedo–soltei um suspiro aliviada

–Menos mal. Dustin, se isso for do mundo invertido...dê um fim rápido–

–Dart não é do mundo invertido. Eu o achei na minha lixeira no Halloween–Ele disse

–ok! Vocês estão indo para casa?–Perguntei

–Estamos indo para o Fliperama, na verdade–Lucas disse

–Se quiserem posso levar vocês–Eu disse e eles concordaram

–Hey Ally–Ouvi Billy me chamar, e me virei o encarando. Percebi Lucas um pouco nervoso pela presença dele ali, mas deveria ser impressão minha.

–Está indo para casa? Pensei em irmos relaxar–Ele disse

–Agora estou ocupada. Vou levar os meninos no centro. Deixa pra outro dia, Billy–Eu disse

–Vai cuidar desses pirralhos?–ele perguntou debochado e eu dei de ombros, o ignorando já indo para o carro mandando os meninos entrarem no carro. Sai do estacionamento e segui para o centro, com os meninos falando sobre como Max era legal e que queriam contar para ela das coisas, mas que Mike não deixava.

–Eles querem contar sobre El. Não tem esse direito. No nosso grupo só tinha lugar para uma menina, que era a El–Mike disse ao meu lado, já que ele estava no banco da frente.

–Olha Mike, eu sei que você gosta muito de El. Ela teve um lugar com vocês, mas agora, infelizmente, ela não está aqui. Talvez você devesse dar uma chance para Max, ela é legal. E não tente impor uma rivalidade feminino aqui, pois sempre há lugar para mais uma mulher na sociedade.–Eu disse–E o que Will acha disso?–perguntei

–Não falamos com ele aínda–Lucas disse

–Pois acho que deveriam falar. Ele é amigo de vocês desde pequeno e sempre fez parte do grupo. Então ele tem direito de saber e decidir também. Ele passou por um momento difícil, não tentem o excluir deixando tudo ainda mais estranho–Falei–E se forem colocar Max no meio disso tudo, tomem cuidado como vão dizer e envolvê-la nisso. Tem que pensar se ela não pode contar para ninguém–Eu disse e parei o carro em frente ao fliperama.

–Eu disse!–Mike falou

–Bons jogos, meninos–falei vendo eles descerem do carro. Me despedi e segui para casa.

Chegando, reparei que meus pais ainda não tinham chegado. Tomei um banho e coloquei uma calça e casaco de moletom, pois estava ventando. Depois fiz um lanche, em seguida pegando meu caderno de química e meu violão e fui para a parte de trás da casa, me sentando na cadeira que tinha ali.

Comecei a dedilhar o violão, encaixando a composição que tinha feito mais cedo ao meu tom de voz. Após alguns ajustes na letra e melodia tive o resultado que queria:

Home with you:

Eu não tenho tempo para joguinhos

Me diga o que você gosta, mas isso nunca vai mudar

Então você faz o que você quiser fazer

E eu não vou para casa com você, casa com você

Eu não tenho tempo para joguinhos

Não estou sendo rude, você pode me dar meu espaço?

Porque eu faço o que eu quero fazer

E eu não vou para casa com você, casa com você

Suas palavras estão mortas

Loiras baratas são chatas

Então eu faço minhas coisas

E continuo ignorando

Você viu, você está ciente

Eu não saio por aí desistindo das minhas coisas

Tenha algum respeito, é bastante insultante

Eu não quero acordar com você pela manhã

Você me diz que você é diferente, me desculpe pelo ronco

Você é mentiroso, mentiroso

Eu não tenho tempo para joguinhos

Me diga o que você gosta, mas isso nunca vai mudar

Então você faz o que você quiser fazer

E eu não vou para casa com você, casa com você

Eu não tenho tempo para joguinhos

Não estou sendo rude, você pode me dar meu espaço?

Porque eu faço o que eu quero fazer

E eu não vou para casa com você, casa com você

Não, baby, não me conte sua história

Você sabe que eu não me importo

Então, por que você é persistente?

Pois não será eu que dormirá com você

Pare agora, pare agora

Tenha algum respeito

Não aja como se eu fosse cega

Eu posso ver suas pretensões

Gastei muito tempo

Escutando isso

Ouvi merda de um jogador

Você não tem amor

Eu não tenho tempo para joguinhos

Me diga o que você gosta, mas isso nunca vai mudar

Então você faz o que você quiser fazer

E eu não vou para casa com você, casa com você

Eu não tenho tempo para joguinhos

Não estou sendo rude, você pode me dar o meu espaço?

Porque eu faço o que eu quero fazer

E eu não vou para casa com você, casa com você

Oh, eu não vou

Eu não vou para casa com você, garoto, não

Eu não vou para a casa com você, casa com você

Não faça isso comigo, pesadelo

Você tem um rosto bonito, grande merda

Não quero o que você tem aqui

Whoa

Não vou te ouvir, querido

Porque eu não sou sua bebê

Eu tenho que dizer isso?

Dizer isso de novo, de novo?

                           --------

Quando acabei de tocar a música ouvi alguma coisa se mexer atrás da grama alta no fundo do meu quintal. Forcei a visão para ver se enxergava algo ou alguém, mas sem sucesso. Percebi que não estava ventando mais, então o movimento da grama não era por esse motivo. Estão me assustei mais ainda, pois deveria ter alguém ali.

Me levantei rapidamente e fui para dentro de casa, trancando a porta de vidro que dava acesso aos fundos da casa para garantir que ninguém entrasse. Fui para o meu quarto e fechei a janela, que também dava fundo no quintal, por garantia fui ver a janela do quarto dos meus pais, mesmo este sendo na frente da casa, mas já estava fechada. E até o basculhante do banheiro eu fechei. Mesmo passando pela porta da sala, retornei e me certifiquei de que tinha trancado mesmo.

Já eram 06:30pm e meus pais não tinham chegado, o que era estranho, então fui ligar para uma pessoa que com certeza viria ao meu encontro.

Após discar os números, esperava a outra linha ser atendida e quando foi feita murmurei um "graças a Deus"

– Steve!! Ainda bem! –

– O que houve? Você está com a voz meio ofegante. Não me diga que estava trans... –Ele disse e antes que pudesse terminar eu o cortei.

– Nada disso! Acho que tinha ou tem alguém no quintal aqui de casa, e eu tô sozinha e bem assustada– Falei

– Aí meu Deus...Ok. Calma! Eu vou aí, enquanto isso tranque tudo! – Ele disse

Antes que eu pudesse responder que já tinha feito isso ele desligou o telefone.

Fiquei na cozinha por garantia, onde tinha acesso a objetos cortantes e não era visível a porta de vidro da sala que dava acesso ao quintal.

Ouvi a campainha tocar e me assustei, peguei uma faca e fui para a porta. Olhei pelo olho mágico vendo Steve do outro lado, soltei um suspiro aliviada e abri a porta para ele passar. O moreno passou pela porta e foi direto para a porta de vidro da sala, olhando para o quintal, as mãos estavam ocupadas com o taco de beisebol com pregos que usamos no último ano.

– Desde quando você reparou que tinha alguém? – Ele perguntou finalmente me olhando

– Eu não sei. Estava tocando violão e quando reparei o mato alto estava se mexendo. – Falei indo até ele, olhando lá para fora finalmente.

– Tá. Pode guardar essa faca, Nat. –Ele disse reparando no objeto cortante em minha mão.

– Estava assutada, ok!? – Falei me defendendo indo até a cozinha, guardando a faca.

– Seus pais, ou sua mãe pelo menos, já não deveriam ter chegado? – Ele perguntou

–Sim, mas não sei o que aconteceu e ainda não chegaram. – Falei, também preocupada com eles.

– Quer ir lá pra casa? Depois, quando eles chegarem você volta ou, se preferir, pode dormir lá mesmo, igual nos velhos tempos. – Ele disse e eu dei um sorrisinho

– Podemos assistir filmes? – Ele me olhou sorrindo, se lembrando das nossas noites de cinema.

– Só se fizermos pipoca! – Ele disse tão empolgado quanto eu.

– Ok, vamos!! – Falei já indo em direção a porta.

– Hamm Nat, suas coisas para aula amanhã. – Ele falou e eu me lembrei que amanhã tinha aula e treino.

– Ahhh Claro. Steve, será que pode ir ali fora comigo pegar meu violão? – perguntei, me lembrando que por conta da pressa ele ficou no banco do quintal.

– Claro! – Steve foi na frente e abriu a porta, com o taco em punho.

Como o banco era perto da porta, peguei o violão e meu caderno rapidamente.

– Steve. Vamos! – O chamei. Ele estava bem próximo a cerca e olhava para o mato, procurando alguma coisa. – Steve! Saia daí! – falei preocupada, pois não sabia se a pessoa ainda estava ali. Steve voltou para perto de mim, e entramos na minha casa novamente, trancando a porta e apagando a luz do quintal, o que deixou tudo um pouco mais assustador.

Me dirigi até meu quarto e coloquei o violão na base, guardando meu fichário na bolsa, colocando roupas novas para o treino e para aula amanhã. Coloquei meus itens de higiene também.

– Estava compondo? – Steve perguntou

– Estava. Não saiu grande coisa. – falei penando na música que fiz.

– Aposto que saiu. E talvez a pessoa que estava te vendo estivesse aproveitando e te ouvindo. – Ele falou.

–Nem brinque com isso! – falei, pois seria aterrorizante ter alguém me seguindo. –Esta tudo aqui. Já podemos ir! – falei e ele concordou.

Escrevi um bilhete para meus pais, falando que estava na casa de Steve e que iria dormir lá. Apaguei as luzes e saímos de casa, garanti de tranca-lá.

– Você veio de carro? – perguntei chocada, porque Steve morava no começo da mesma rua que eu e para chegar aqui era questões de minutos.

– Você disse que era urgente, então não poderia perder tempo – ele falou e abriu a porta para mim. – Agora vamos para a nossa sessão de cinema, senhora. – Ele falou e entrou no banco do motorista.

Em poucos segundos Steve estacionou o carro na garagem da casa dele. Ele enfiou o taco no porta malas e abriu a porta de casa, passando e dando passagem para eu entrar.

– Mãe! Temos visita! – Steve falou e a Sra. Harrington saiu da cozinha.

– Aah Natally! Quanto tempo! – Ela falou me dando um abraço, o qual retribui –Natally já é de casa, querido. É uma segunda filha para mim! – Ela disse e eu dei um sorriso concordando, porque era verdade. Eu e Steve crescemos juntos. –Vai ficar para o jantar? – Eu concordei e ela bateu palminhas – Parece que adivinhei que você viria. Estou fazendo seu prato favorito: Rosbife com batatas temperadas! –

– Você precisa de ajuda? – perguntei educada.

– Ah não se preocupe. Já está quase pronto. Jajá chamo vocês para jantar. – Ela disse e nós concordamos.

Steve me levou até o segundo andar, para o quarto dele mais especificamente, onde iria dormir essa noite. Deixei minhas coisas ali em cima da cama e fui até a janela, olhando para a piscina. A noite em que Barbara desapareceu me veio a cabeça e uma sensação de culpa tomou conta de mim.

–Todo dia que olho para essa piscina me lembro disso. – Steve disse chegando perto de mim na janela – Os pais dela ainda têm esperança. E é horrível não pode dizer a verdade. – Ele falou com um tom de culpa.

– A culpa não é nossa. Não sabíamos de tudo isso. – Falei tentando confortá-lô. Um silêncio se instalou entre nós e me veio algo na cabeça – Steve... E se o que estivesse no meu quintal hoje não fosse alguém, e sim algo. – Disse me referindo a um Demogorgon

– Impossível! O portal foi fechado a praticamente um ano. Essas coisas ficaram do outro lado. – Ele disse e eu tentei me convencer daquilo.

Naquela noite, jantei com a família de Steve, como não fazia a algum tempo. Meus pais ligaram para ver se eu estava lá mesmo, e isso me deixou aliviada por saber que eles estavam em casa, mas assutada por saber que eles estavam lá.

Eu e Steve fizemos pipoca e assistimos três filmes naquela noite, até não aguentarmos mais e irmos para o quarto dormir, já que teríamos aula no dia seguinte.

Como ficamos acordados, no dia seguinte nos atrasamos um pouco, mas chegamos a tempo da aula. Como tinha esquecido de pegar meu carro, fui com Steve para aula hoje, e o estacionamento se encheu de comentários por termos chegados juntos.


Notas Finais


Quem ou o que que vocês acham que estava no quintal da Natally??


Aqui está a música da Madison/Natally usada no capítulo de hoje e de como pensei que ela estaria sendo tocada:
https://youtu.be/XTn-ph2UF3k

Espero que tenham gostado do capítulo. Até o próximo!!


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