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História Oceano congelado - Hiccelsa (PAUSADA) - Capítulo 30


Escrita por:


Notas do Autor


Imagem feita por minha amiga Laisa ❤❤❤❤❤❤

Os outros capítulos estão quase todos prontos, mas ainda estão no caderno. Depois eu os digito e os posto.

Agradecimentos a Giullia pela revisão no capítulo ❤🤝🏼 valeu gata

Capítulo 30 - Capítulo 30


Fanfic / Fanfiction Oceano congelado - Hiccelsa (PAUSADA) - Capítulo 30 - Capítulo 30

Pov's Hiccup

"Oh maravilha isso não tinha como ficar melhor não é?." Sou sarcástico com minha falta de sorte. Chegamos na aldeia a poucos minutos, e os sons ensurdecedores das cornetas de largos chifres quase me dão um ataque do coração só pelo susto estrondoso que deixam meus ouvidos zumbido. E a gritalhada e multidões não demoraram a tumultar quase nos atropelando no caminho  enquanto corriam até o Porto.

"Eles chegaram" gritam alguns e engulo seco, primeiro caçadores e agora todos os chefes  do Conselho de Midgard estão aqui. "Pelos céus, que os Deuses nos protejam"

- Muito bem! - tomo fôlego para falar enquanto vou caminhando pela aldeia com  meus amigos, tentando disfarçar minha inquietação - O plano  é esse. Eu vou tentar descobrir do meu pai onde tá a pérola. E  vocês  lembrem, não falem nada do que viram, não façam nada que comprometa o nosso segredo. Okay? - quis ter certeza.

- Pode deixar Hiccup! Nossa boca é um túmulo! Não vamos falar nada. - Diz Perna de Peixe, e eu olho para a Astrid esperando pela resposta dela

- Eu ainda não concordo. Ainda mantenho minha opinião de falar com seu pai.  - Ela refutou cruzando os braços

- Astrid... por favor... - murmuro me aproximando dela, raios será preciso fugir daqui agora mesmo? - Eu já disse não é da Elsa que deve ter medo!

- É mesmo? E como sabe se ela vai ficar  do nosso lado ou do povo dela quando a maré subir, Hiccup? Você disse no caminho que ela não tá sobre controle não é? Que a lua a influência. - indaga me encarando e logo desviando o olhar pra Elsa a poucos passos atrás de mim, do lado do Banguela - .... então é capaz de se controlar garota? Sim ou não? - empurra meu peito, me tirando do caminho e indo até a Elsa.

- Eu não quero mal a ninguém Astrid, nem do seu povo nem do meu! - Elsa responde firme em suas palavras - Por que não pode confiar em mim? Já nos conhecemos a anos. Deve saber....

- Porque eu sempre te achei meio estranha, e agora descobri que é por que  tem bafo de piranha! - retruca estreitando os olhos quando encara a Elsa -   E se mentiu todos esses anos sobre  quem é, é porque sabe que não seria bem vinda se eles soubessem a verdade. E se ficou mesmo assim, é por que quer algo.

- Repete. -  O tom da Elsa era calma mas tão frio que congelaria o próprio oceano

- JÁ CHEGA! -  me meto na frente das  duas  antes no momento que  noto a mão da Astrid na empunhadura do seu machado e os punhos da Elsa endurecendo em gelo - Aqui não! Por favor. - Falo fazendo-as notar algumas das pessoas da aldeia querendo prestar atenção na discussão - Fica calma. - peço segurando as mãos da Elsa congeladas que logo voltam ao normal

- Eu... estou.... calma. - Elsa sibilou ainda encarando a Astrid, nada amigável  - Não se preocupe. Quando tudo se resolver não terá mais que se preocupar com minha presença aqui. - retruca  e... "O QUE?"

- Menos mau. - Astrid responde com o mesmo tom insatisfatório da Elsa

- Elsa? - a chamo quando ela solta minhas mãos e se afasta caminhando na direção do  grande salão - Valeu aí, satisfeita agora? - bufo me virando para a Astrid - Argh!  Sabe o trabalho que me dá pra fazer ela mudar de ideia?

- Seus problemas no paraíso não são minha culpa. - Astrid tenta desconversar

"Não Não imagina se fosse"  Peso irônico antes de respirar fundo e dizer:

- Ela não é um perigo... não é como as lendas que nos contaram! - Eu refutei a confrontando parando-a antes que vire as costa pra mim também  - Por favor, você havia dito que ia colaborar com a gente.

- Tudo bem - concorda ainda parecendo relutante em aceitar - Mas é bom se lembrar que.... um rio não muda o seu sentindo Hiccup!  - fala   num tom calmo que me deixaria relaxado se não fosse para frase a seguir - Ela não é uma de nós e você sabe, então é bom se preparar por que se estiver errado sobre ela,  e ela afundar Berk.... não diga que eu não avisei. - Diz  antes de virar as  costas e também seguir para o grande salão

- Não... não fala nada! - ergo a mão pedindo  para "parar" quando Perna de Peixe abre a boca para tentar falar algo - Minha cabeça vai explodir! - bufo, e cubro o rosto com as mãos por um momento abafando um grunhido de frustação

- Eu só ia dizer que... o seu pai tá chamando! - Ele conta, apontando na direção do grande salão onde logo vejo de longe meu pai na porta acenando com a mão, chamando.

- Argh... tá... vamos! - O chamo desanimado - Não tem como esse dia piorar mais não é Banguela? - murmuro para ele que concorda comigo com um aceno de cabeça, pelo menos ele concorda comigo hoje.

[...]

"Cheio" vai ser difícil do meu pai aquietar esse pessoal, chego no salão e entro passando quase espremido pelas pessoas aglomeradas e inquietas, mesmo com meu pai dizendo para que se  acalmem e se sentem, eles questionam algo mais a frente que com as vozes misturadas e questionando ao mesmo tempo não consigo entender, mas finalmente passo pela multidão, e me aproximo da grande mesa de Carvalho onde só os chefes estavam sentados "falta um?" Noto uma cadeira vazia "Mas qual chefe?" Me questiono, meu pai estava na cadeira do meio ao lado da minha mãe, e junto a eles na mesa os chefes Ragnar, Ganbaatar, Torstein, Siggy. Falta o....

- Dagur! - O encontro, ao lado esquerdo em um dos bancos em frente a mesa dos chefes do lado da Elsa, conversando - Por que não está na mesa com os chefes Dagur?  Seu pai veio hoje? - questiono me aproximando

- Irmão! - ele exclama me esprememdo em um abraço forte que sinto meus ossos estralarem - Você cresceu! Está mais diferente não é? - desconversa dando uma risada com escárnio ao me soltar e me dar um soco no ombro

- Ai... - grunhi o olhando feio e passando a mão em meu braço - Não devia  está ali? - aponto seu lugar vazio na mesa dos chefes

- Não, eles ainda estão discutindo o por que Alvin está aqui! - Aponta discretamente em meio a multidão e logo vejo... realmente... Alvin estava solto e era com ele que os chefes estavam discutindo - E isso não é muito interessante pra mim, na verdade seu pai nem disse ainda o por que nos chamou, e também nem explicou a razão de tantos navios de caçadores lá no Porto! Então enquanto espero nada melhor do que passar o tempo ao lado me Milady Elsa. Aquela minha proposta ainda está de pé minha salvadora. - Diz voltando a se  sentar ao lado dela ignorando minha presença

- Obrigada! - Elsa diz soltando um suspiro cansado - Mas... já sou noiva. - responde olhando para mim, mas sinto que seu olhar diz que não está falando de mim. - Não posso aceitar nenhum compromisso quando já tenho um. Não posso fugir do que é minha responsabilidade.

- Ah. - Dagur diz me olhando de soslaio - Mas não parece ser um compromisso que te faz feliz! Não se é obrigado a nada que não queira.

- Não é de mim que ela tá falando! Só pra constar. - resmungo  cruzando os braços e ele me olha de cima a baixo depois volta seu olhar pra Elsa que concorda comigo

- Então quem? - pergunta confuso para ela

- Não tem importância, nada mais vai ter depois de hoje! - Ela o responde com um sorriso fraco - É melhor você ir! - Aponta para a mesa dos chefes

- Tudo bem mas se mudar de ideia sabe onde me procurar, milady! - Dá uma piscadela  e enfim se retira

- Quer conversar? - pergunto me sentando ao lado dela assim que Dagur se retira, mas ela fica em silêncio - Elsa.... Não leva o que a Astrid disse a sério. - peço mas ela apenas vira o rosto e me encara com um  olhar sério, que estranho, nunca vi seu olhar azul tão sério, e continua em silêncio. - Els... - vou segurar sua mão mas ela cruza seus braços e no mesmo momento.

- SILÊNCIO! - A voz do meu pai trovejou pelo salão barulhento, fazendo enfim todos se calarem e nos chamando a atenção pela irritação em sua voz.



- Por favor nos escutem com atenção! - Pede minha mãe aos chefes e aos povos mas....


- QUAL A JUSTIFICATIVA, PARA ESSA VÍBORA TRAIÇOEIRA ESTAR AQUI? - quis saber o chefe Ragnar

- Ele deveria ser jogado a  uma das suas jaulas de dragões. - chefe Ganbaatar vociferou e todos gritaram em concordância

- Ele está aqui, como nosso aliado temporário. - conta meu pai, e a indignação dos chefes transparece ainda mais em seus  rostos

- Aliado Stoico? Como pode dizer essa palavra ao se referir a ele? Depois de todos os crimes dele contra nós? - Contestou a chefa  Siggy.

- São novamente tempos de união milordes. - uma voz grave percorre o salão e não é a voz do meu pai, as pessoas aglomeradas no salão começão a abrir passagem para... - Aliança com inimigos e amigos. - Drago emenda encarando os chefes que parecem empalidece ao ver sua face quando entra no salão, acompanhando de cinco caçadores puxando o... que suponho ser o tanque da criatura coberto por uma capa de couro mais grosso dessa vez para a luz não refletir no vidro.

- O que significa isso Stoico? Ele também? -  questiona o chefe  Torstein.

- Drago Sangue Bravo, o maior caçador. - Diz Dagur abrindo um sorriso, parecendo o único satisfeito ali - Isso tá melhor que eu imaginava .

- Quieto criança. - os chefes falam em uníssono encarando ele por um momento e ele não gosta nada se ser chamado assim, mas não retruca, e logo os chefes voltam seu olhar para Drago

- Esse ser, não é digno de nenhuma admiração, não depois de tentar nos matar! - fala o chefe Ragnar - Por que requisitou sua presença aqui Stoico?

- Eu não o chamei... mas ele trouxe algo que acho que todos devem ver! - meu pai  responde, e Drago fica em silêncio, com um sorriso no rosto esperando o momento  - Todos sabem não é? A força da maré está naufragando ilhas inteiras.

- Ouvimos  falar, mas são apenas boatos de pescadores que não se garantem velejar no mar -  diz o chefe Torstein

- BOATOS?  - Alvin indaga em fúria no olhar - Minha ilha foi engolida pelo oceano em apenas uma noite! Acha que isso é apenas boato? As sereias estão vivas. E devemos nos preparar para o que está por vim. Devemos lutar.

- Stoico? Isso só deve ser alguma piada não é? Nos  trouxe até aqui para ouvir essas loucuras? As sereias foram mortas a anos, agora quer que vamos a guerra só por um lunático que acredita nisso? - Questiona o chefe  Ganbaatar.

- Acho que alguém anda ouvindo demais as histórias do Comerciante Johann. - Brinca a chefa Siggy dando risada com os demais chefes

- Não é história. - Alvin sibila

- Não se enfureça, é comum essa negação deles, muitos só acreditam vendo não é mesmo? - Drago questiona com um risada alta, e puxa a capa descobrindo o tanque com a  criatura, deixando todos espantados com o que revela

- Pelos... deuses... 



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