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História Oceano E Sangue De Maravilhas - Capítulo 3


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Notas do Autor


Por favor comentem e importante paramim.

Capítulo 3 - Capítulo 3- Contratos


Voar para mim é fácil embora quase nunca voe, quando minhas asas surgiram aos 13 não precisei aprender a usar-lás, ao que parece elas sabiam exatamente o que fazer como se já soubessem como voar, embora eu adore atenção precisei me apagar no céu ou se não poderiam nos encontrar facilmente e com o meu poder de metamorfose modifiquei meus olhos fazendo com que eu tivesse a visão de uma coruja a noite.

Minhas contas de vidro em minhas asas farfalhavam com o vento que também açoitava meu rosto, uma tempestade se formava as estrelas do céu que antes brilhavam como opalas em um tecido negro infinito agora estavam escondidas por uma tempestade não prevista, isso era Ofélia, minha mãe Hildegard se segurava firmemente em mim o que dificultava um pouco já que não sou um exemplo de força física, com meus olhos de coruja as coisas estavam bem mais fáceis, não poderia descer agora na floresta de Gealo por quê animais estavam por toda a parte, um potente trovão ressoou ao longe cortando o céu como uma lâmina.

Comecei a voar mais baixo e as minhas asas pareciam saber exatamente como desviar é como se elas se lembrassem de algo que nunca havia feito, era algo muito estranho elas nunca as pude explorar muito mas a sensação era a melhor que já havia experimentado como se um desejo intenso de longa data acontecesse, as árvores da floresta de Gealo eram grossas e rústicas com cogumelos selvagens dos comestíveis aos venenosos, quando eu fui pousar no chão alguma coisa que não era minha mãe disse em minha cabeça " com os calcanhares, o segredo está nos calcanhares, pouse firme com essas suas pernas elas são fortes por um motivo" e então encostei no chão do jeito que a voz me mandou garantindo um pouso leve.

- Será que Ofélia vai ficar bem mãe?

- Ah… bem sim é claro uns dos dons dela é regeneração logo logo os olhos dela estarão normais.

Não senti muita segurança em suas palavras, eu não tinha percebido durante nossa fuga escandalosa mas minhas pernas tremian fortemente e minha mãe estava pálida.

- É aqui onde deixou as nossas coisas escondidas?

- Não foi aqui, mas eu não consigo ver nada não posso mudar os meus olhos como você.

- Descreva onde você guardou?

- Do lado de um rio com árvores bem fechadas.

- O rio Yulino?

- Esse mesmo.

- Acho que eu consigo pedir para as árvores.

Ter o dom de ouvir as vozes das plantas e animais é muito irritante pois não consigo controlar eles mas tinha lá suas vantagens, caminhei lentamente até uma árvore pois elas são como gatos se assustam muito fácil, comecei a fazer carinho em sua casca como se estivesse fazendo isso na cabeça de minha mãe.

- Ei você pode nos dizer onde fica o rio Yulino? Ppr favor?

 As folhas dela chacoalharam com o vento fazendo um sinal como se dissesse que sim, então ouvi sua voz antiga " Vire a direita e siga em frente" o cheiro de tortas de maçã exalou de meu corpo como sempre acontece quando uso os meus poderes.

- O que a árvore disse Ettore?

- Precisamos virar a direita e andar em frente.

Minhas asas eram tão grande que se arrastavam pelo chão e eu não ligava se elas ficassem sujas ou se uma farpa de madeira entrasse eu poderia tirar e me curar com meus poderes, minha mãe sempre andava agarrada em minha mão com medo que ela me perdesse, o rio ainda não estava a vista mas eu sentia sua água que fluía rapidamente, sentia os peixes, as curvas que a água fazia pelas pedras, podia sentir a umidade no ar que vinha pela chuva, seguimos mais enfrente até ouvir o barulho que o rio fazia e eu ver as nossas coisas que por sorte não haviam sido roubadas.

- Vamos ter que passar a noite aqui Ettore faça um abrigo de plantas com seus poderes, está vendo essa tempestade? O seu pai quando ainda era um general de seu avô ele fazia com que tempestades se formassem pelo território por quê quando a chuva molhava quem ele queria achar ele conseguia sentir ela onde quer que estivesse.

- Então essa chuva não é natural?

- Não mesmo.

Os poderes de um Merveillux funcionam de muitos jeitos, na maioria eles se manifestam aos 6 anos, algumas pessoas tem que controlar as emoções pois o poder está ligado a ela, e em outros casos o poder está ligado a imaginação que era o meu caso, imaginei os galhos crescendo e se moldando imaginei eles formando uma copula em círculo perfeito com várias folhas fechando os espaços vazios para não caor água, imaginei flores de Hibisco nascendo mesmo que as árvores não sejam de Hibisco eu posso mudar toda a estrutura dela, a cabana perfeita estava lá, entramos rapidamente para evitar que qualquer gota de chuva nos encostasse, e então a primeira gota caiu seguida de várias outras.

Para empedir que a chuva alagasse nossa casa improvisada eu fiz com que a água se mantesse lá fora com minha hidrocinese.

- Mãe como vamos fazer agora? Eles vão saber que não estamos mortos de verdade.

- Ettore eu não sei de tudo, eu simplesmente não sei,  os meus poderes não são de super intelecto os da sua tia Josephine que são.

- Eu posso mudar a minha forma com meu poder de metamorfose mas os meus olhos… eu posso transformar eles em um olho de qualquer animal mas não posso mudar a cor deles todo mundo iria reconhecer eles na hora, você pode usar o seu poder de encolher e eu te escondo em meu bolso mas os meus olhos que são o problema.

- Isso é uma falha que alguns Merveillux tem, seu primo de quinto grau Larry nasceu sem rins e não consegue fazer um para ele mesmo sendo metamorfo, olha por sermos quem somos podemos ter alguma falha ou outra pois ainda não evoluímos o bastante para que não ajam mais.

- Como o primo Larry está vivo?

- Ele mudou uma coisinha ou outra de seu corpo e pode viver sem.

- Pelo menos eu não sou a prima Jane ela tem chifres de marfim na cabeça como dom.

- Já levei cada chifrada dela por que os chifres são mais pesados do que a cabeça.

- Mãe podemos ir para Adélia é a província menos populosa da Grã-Europa.

- Não podemos Adélia é a província que temos as melhores relações nos deletariam na hora se nos vissem.

- Eu vi toda a Grã-Corte de Adélia queimar no fogo mãe e provavelmente vão colocar a General Dioza no comando e você sabe que ela odeia o Harllock.

Eu o chamei de Harllock e não de pai, e isso é muito estranho.

- Vamos dormir agora e amanhã pensamos em algo.

- Te amo.

- Também te amo.

Tinhamos chegado no litoral de Íris, o céu era turquesa e os navios do pier estavam no embalo das ondas, tinha mertarmorforsado para alguém totalmente diferente e minha mãe estava ao meu lado coberta por trapos quem perguntava a nós eu dizia que ela tinha uma deformidade física.

Havia tantas pessoas ali nos esbarramos em várias, mas uma pessoa se destacava entre todos um homen de pele queimada pelo sol, com cabelos tingindos de cinza, usando uma calça de couro com coturnos e uma jaqueta de couro remendada várias vezes e estava aberta expondo seu abdômen que parecia ter sido esculpido em mármore, e Pelas Maravilhas ele era muito lindo, todas as pessoas ao nosso aredor se viraram mecanicamente para nós e falaram com uma voz que não parecia ser de humanos era algo muito mais grotesco.

- O Mar, Fique Com O Mar, Fique Com Seu Oceano, Com Seu Oceano E Sangue De Maravilhas, Case-se Com O Mar, Você É Do Mar E O Mar É Seu, O Santa Maravilhas Dos Mares, Seu Destino É O Mar, Seu Destino É As Sagradas Maravilhas Do Oceano E Sangue, A Água É Benevolente, As Ilhas No Meio Dele Irão Lhe Proteger Das Insanidades Da Terra E Das 7 Colinas, O Mar É Mais Forte Que Aqueles Que Os Caçam É Mais Forte Do Que Aquela Onde É Acolhida Pelas Asas Do Pai.

Minha respiração estava descompassada parecia que toda minha sanidade havia se esvaído e então p homen falou.

- Venha Com O Mar, Venha Comigo Eu Sou Um Verdadeiro Filho Da Água E Você Um Verdadeiro Filho Das Maravilhas As Águas São Benevolentes Irá Salvar Vocês Da Morte Rubra Dourada.

Dei um salto com o meu corpo eu não conseguia respirar precisava de água.

- Aqui Pelas Maravilhas beba essa água.

Quase me afoguei a bebendo e um gosto salgado ficou em minha garganta, mas ja estava mais calmo e conseguia respirar ainda estávamos na cabana improvisada e um forte cheiro de tortas de maçã se fazia presente.

- O quê aconteceu Ettore?

- Eu… tive uma visão.

- E o que aconteceu nessa visão?

- Resumindo ela inteira precisamos ir para o litoral.

- Por quê para o litoral?

- As pessoas na minha visão disseram que as águas são Benevolentes.

- A 700 anos atrás um livro chamado A Benevolência Das Águas foi escrito por Janemaire Merveillux um dos poderes dele era que ele tinha uma conexão tão profunda com o mar que ele dizia que conversava com ele e que a água tinha vontade própria.

- Isso é sério?

- Muito sério, vamos hoje para o pier mais próximo.

- La é muito longe e tem várias cidades.

- Bem a chuva já parou e aqui na floresta tem um lago onde está cheio de gansos, eu me encolho junto com as malas subo em você e vamos viver uma vida de piratas como em um dos meus romances, mas antes de tudo você vai precisar usar um de seus dons.

- Qual?

- O de contratos.

O dom de contratos era um dos 3 únicos dons que meu pai se orgulhava pois ele era extremamente raro, quem tem esse dom pode obviamente fazer contratos mas a diferença deles para os normais é que esses podem ser inquebraveis, podem me dar um reino inteiro, posso conseguir todos os poderes de outro Merveillux se eu o vencer em um duelo e etc.

- Contrato para o quê?

- O contrato vai ser que segundos antes de eu morrer você irá absorver todos os meus poderes de uma vez só para você.

- Mãe você não vai morrer.

- Estou nem aí quando eu morrer os meus dons morrem comigo mas se fizermos esse contrato eu vou dar a você mais chances de sobreviver, o que nós fizemos… o que nós estamos fazendo é algo muito perigoso para nossas vidas e ignorar esse fato não vai fazer com que ele deixe de existir.

Ela estava certa e essa é a verdade nua e crua, me levantei meio sem jeito e segurei sua mão firme.

- Você sabe que para esse tipo de poder tem que ser muito específico não sabe?

- Sim eu sei Ettore.

- Bem então vamos lá: Hildegard Elfesbeth Merveillux eu Ettore Feichin Merveillux forjo esse contrato com você aqui e agora que se por circunstâncias naturais, por circunstâncias acidentais ou por circunstâncias propósitais ou qualquer outra circunstância você morrer, concorda que 10 segundos antes de seu falecimento todos os seus dons sem exceção passem para mim?

- Sim eu concordo e tomo essa decisão em plenas faculdades mentais.

Um fio de luz branco fraco quase morrente sai da união de nossas mãos e circula por nossos braços como se fosse uma vinha até tocar em nossos corações

- E concorda também que se eu morrer por qualquer outro motivo todos os meus poderes passem a você?

Ela hesita por um tempo mas concorda.

- Sim eu concordo e tomo essa decisão em minhas plenas faculdades mentais.

Um novo fio de luz só que dessa vez verde faz a mesma coisa que o primeiro.

- Eu Ettore Merveillux também concordo com esse contrato e concordo em minhas plenas facukdades mentais.
 
Sinto dois cutucões profundos em meu coração como se tivessem penetrado em minha alma e que algo me prendese a minha mãe o cheiro de Romã e Torta de Maçãs exalam de nós e se misturam no ar ao serem levados pelo vento.

- Ettore sentiu… isso também?

- Sim isso é normal quando se faz esse tipo de contrato.

- Muito bem vamos encontrar alguns gansos e sair voando com eles.

O rio fazia uma bifurcação uma ia para o mar e outra para o lago de Mecqueel onde ficava os gansos pedi  para um gafanhoto em que direção ficava o lago e ele me disse, eu também recolhi minhas asas pois estavam me dando dor na coluna por seu peso e cada um de nós levou uma mala.

A parte do lago era uma região aberta de árvores o lago estava mais cheio que o normal pois ele estava tocando algumas árvores, eu nunca o tinha visto mas pelo que parecia ele havia tido dias melhores pois estava tudo cheio de barro e lodo, não havia nenhum ganso ali mas havia sangue úmido pela chuva de ontem, quando achavamos que não tinha nenhum outro ganso e começamos a pensar em outras alternativas discretas para voar pois eu não podia abrir minhas asas e sair por ai voando como uma borboletinha da cor de um alvo de arco e flecha ouvimos o som que todas as pessoas mais temen o som de um ganso, o ganso era enorme e vinha correndo com a boca aberta exebindo seus dentes de demônio, minha mãe não entendia o que ele falava mas eu sim.

- EU VOU PEGAR VOCÊS, AHHHHH SE EU PEGO TÃO FAZENDO O QUE AQUI?

Eu no desespero fiz ele ficar preso no ar com minha telecinese.

- QUE PALHAÇADA É ESSA? 

- Calma.

- CALMA NADA VEIO UM MONTE DOS MADAME ALI E MATARAM A REVOADA INTEIRA.

- Sinto muito pela sua revoada.

- Eita tu entende o que eu falo?

Ai que cena cliche não me lembro de quantas vezes essas cena aconteceu em milhares de livros de fantasia Candy A Garota De Açúcar, Leopoldo O Garoto Leão, Lino De Lírio Pino e Werten A Cidade De Marfim E Joias.

- Sim eu entendo.

- O seu nome é por um acaso é Ettore Merveillux?

- Sim como e que você…

- ELES MATARAM A REVOADA PROCURANDO VOCÊS ACHANDO QUE VOCÊ ESTAVA NA FORMA DE UM GANSO!

Eles sabiam que iriamos fugir com os gansos, mas como? Minha mãe é claro eles sabiam que ela ia pensar nisso.

- Mas não fomos nós que matamos eles foram eles.

- É bem você está certo.

- O que ele está dizendo?

- Só um segundo mãe.

- Aquela deve ser a Hildegarda.

- É Hildegard o nome dela.

- Eu jurava que tinha ouvido Hildegarda, mas bem eu não gostava de nenhum deles ficavam roubando a minha comida só que um ganso sem revoada é um ganso sozinho não é mesmo? Podia não gostar deles mas precisava.

- Você não precisa viver sozinho venha conosco.

- Vocês vão para aonde?

- Para o mar.

- E eu vou fazer o que no meio do mar?

- Podemos encontrar uma revoada nova para você uma que goste, uma revoada na província de Alicante, Queenmont ou na sussegada Adélia, aliás vamos estar no mar precisaremos fazer inúmeras paradas.

- Bem o mar não é o verdadeiro lar de um ganso, mas temos que ter mente aberta não é mesmo? Bem eu aceito e eu me reservo ao direito de morder vocês se me encherem demais o saco.

- Muito bem tudo que precisamos é que você voe conosco, para o litoral.

- Okay Okay mas como vocês vão fazer isso aliás bela roupa.

Eu ainda estava vestindo a roupa de ontem.

- Um pouco escandalosa não acha?

- Ettore o que ele disse?

- Ele vem conosco desde que o levemos junto.

- Como vamos levar um ganso junto conosco?

- Nessa altura do campeonato não temos opções.

- Onde está o resto da revoada dele?

- Mataram eles achando que éramos nós em forma de ganso.

- Ai Minhas Maravilhas. Estamos realmente fudidos meu querido.

Eu me surpreendi porque ela quase nunca falava palavrão, quase.

- Okay isso vai ser meio desconfortável.

Me imaginei na forma de um ganso, meus ossos se movendo sobre minha pele, o meu pescoço me alongando, eu diminuindo de tamanho assumindo a exata forma de um ganso, e então comecei a midar de forma conforme o meu desejo a dor era horrível mudar de forma completamente pois você se sente que está em um corpo que não era para ser seu então perguntei para o outro ganso mas apenas um barulho agudo e estridente saiu de minha garganta, mas o ganso entendeu perfeitamente o que eu disse.

- Eu não tenho um nome não temos necessidade disso sabemos nos reconhecer nomes são coisas de humanos, mas se quiser ahn… bem me chame Jhessica uma vez ouvi esse nome e eu adorei!

Minha mãe começou a encolher de tama.ho depois de guardar minhas roupas e tudo que tinha contato com ela encolhia junto ela só parou quando estava com o tamanho do um dedo indicador, ela montou em cima de mim como se montasse em um cavalo, e de novo como se eu sempre soubesse o que fazer e com maestria levantei vôo alto, sentia minha mãe Hildegard segurando firme em minhas penas e as pessoas por onde passávamos estranhavam o fato de apenas dois gansos voarem juntos então provavelmente achavam que éramos um casal.

Eu sempre vivi preso em um castelo sem fazer mada apenas cuidando de toda a parte burocrática do reino, por isso estava muito sedentário e muito cansado mas Graças As Maravilhas vi o pier, pousei meio de mal jeito por não ter calcanhares, havia 3 navios, vários caixotes cheios de recursos e um cheiro de peixe muito forte, varias gaivotas voavam pelo lugar mas estranhamente não tinha uma alma viva se quer, achei que seria seguro me metamorfosear, aquela dor de quando me transformo aconteceu e quando estava novamente em minha forma natural estava nu, esperei minha mãe voltar ao tamamho normal e vestir uma roupa simples para não chamar atenção, minha mãe tem uma agilidade sobrenatural e parecia que já tinha percebido pessoas ali, senti uma cúpula anti som se formando envolta do pier mas nenhuma outra pessoa perceberia se não for Merveillux, esperamos um tempo e várias pessoas apareceram do nada, um deles era o homen do meu sonho com abdômen trincado, pele queimada, calça de couro e um olhar sarcástico.

- Merveillux aqui mas que coisa rara.

Uma mulher loira saiu de dentro de um caixote ao nosso lado, minha mãe estava prestes a atacar quando eu pensei para que ela lesse minha mente " Não os mate, eles estavam em meu sonho irão nos ajudar" ela pareceu exitante mas aceitou.

- Eles não são os Merveillux que incendiaram o castelo da Cidade Do Anjo e depois fugiram.

- Mas isso foi ontem!

- Temos informantes e não precisamos de espiãos para saber que estão sendo procurados por toda Grã-Europa.

- Precisamos da ajuda de vocês.

Uma mulher de cabelo crespo e pele preta segurando um arco e flecha soltou um riso de escárnio.

- Merveillux pedindo ajuda a piratas, o que tem a nos oferecer.

Ela soltou a flecha mas minha mãe fez com que ela parasse no ar e caísse.

- Nos levem para qualquer ilha perdida do Mediterrâneo por favor, se vocês sabem o suficiente sabem o meu dom mais estimado.

- A clarividência, e esse ganso é quem?

- O ganso é um ganso.

Precisamos da ajuda deles desesperadamente, eles estavam céticos a nós mas minha mãe estabeleceu o domínio.

- Só não nos atacaram ainda por quê sabem que irão morrer não vejo o porque não de nos ajudar.

- Sim vocês podem nos matar mas não sabem nada sobre navios ou as ilhas mediterrâneas e então quem vai levar vocês, o que vocês Merveillux podem nos oferecer.

Era verdade podemos ter poderes mas não sabemos nada sobre velejar, precisávamos deles Harllock e Ofélia jamais imaginariam que fugiriamos com piratas ou muito menos que eles nos acolheriam, não tinhamos direito mas nós ainda temos algo que qualquer pirata quer para ser o mais temido entre todos, as maravilhas e também existiam tantas ilhas que os grão-europeus jamais descobriram pois nos confortamos demais em nosso próprio continente.

- Ofereço 3 de meus dons para você se nos dar uma viagem segura para alguma ilha desconhecida.

Um sorriso de satisfação se abriu em seu rosto e respondeu com a cortesia de um banqueiro ao receber uma família muito rica.

- Conheço várias ilhas  do Atlântico os grãos-europeus jamais se arriscaram a explorar.



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