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História Odeio Amar você - Vondy. - Capítulo 20


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Capítulo 20 - Capítulo 19


Acordei no dia seguinte, com uma leve dor de cabeça, reparando o lençol caído no chão, e a minha ereção matinal bem visível. Estiquei meus braços, para ver que horas era, e assim que destravei a tela do celular, vi que ia dar 7:30. Com certeza pela hora,  chegarei em casa depois das oito. Em uma das mensagens que li da Anna ontem, ela tinha me enviado, que estaria em casa até às oito. Infelizmente não daria para esclarecer as coisas  sobre ter dormido ontem aqui. Mas problema dela se não quiser acreditar, estou cansado dos seus chiliques e ataques de ciúmes. Levantei, e fui até o pequeno cabide onde estava pendurada minha roupa, vestindo ela, e finalizando com o relógio em meu pulso. Logo após estar devidamente pronto, dei uma rápida ajeitada nós lençóis da cama, pegando o celular e guardando no bolso do meu paletó. Sai do quarto vendo que estava tudo em completo silêncio, com certeza ninguém ainda tinha acordado. Lembrei de ontem com Savinom, assim que passei pela sala, onde parei por alguns segundos na direção da escada, e sorri lembrando do nosso beijo. Ela tomou a inciativa quando colocou as mãos no meu pescoço, e com isso tinha me dado total abertura para beija-la. Me aproveitei disso para fazer o que eu estava querendo desde o dia em que ela me provocou na sala de descanso dos seguranças. Como aquela garota era safada! Não que eu achasse que fosse uma santa. Mas para uma garota de 17 anos, era bem experiente, e confesso que fiquei satisfeito em saber disso. Assim que disparei o alarme destravando todas a porta do carro, acomodei no banco do motorista, e antes de liga-lo dei uma leve ajeitada no retrovisor externo ligando ele e dando a partida rumo a minha casa. Quando estava entrando com o carro na garagem, escutei os latidos de Meg e jojoy que estavam com suas cabeças espiando pela pequena fresta que tinha na janela da sala. Com certeza estavam em cima do sofá. Abri a porta da sala, vendo as duas me receberem com extrema alegria. Peguei jojoy no colo, que deu uma lambida no meu rosto, enquanto Meg continuava pulando e mordendo a barra da minha calça. Coloquei jojoy no chão, pegando Meg, que foi enfiando o focinho nós meus cabelos. Beijei ela colocando ela novamente no chão. Olhei para mesinha de centro que tinha na sala, vendo uma folha dobrada embaixo da pequena bomboniere de vidro, e peguei o papel, vendo que era um bilhete da Anna que dizia as seguintes palavras.


Bom dia Christopher! Não me espere por hoje, pois eu irei ficar aqui na casa da Annie e Poncho. Não me liga, e nem me mande mensagem, pois nem tão cedo vou querer papo com você, ainda  estou muito chateada pelo que fez. Sei que o meu sexto sentido feminino nunca falhou e não será agora que haverá de falhar. Ultimamente você anda me tratando com frieza, principalmente depois que foi trabalhar como segurança dessa garota. Se acha que sou idiota para perceber que não está  me traindo, se enganou. Pois sou uma mulher de 30 anos, experiente e madura o suficiente para saber quando um homem está pulando a cerca. Ontem eu te liguei mais de 25 vezes e você não atendeu nenhuma das minhas ligações. E fora as 10 mensagens, que não foram respondidas. Mas se as coisas continuarem desse jeito eu terei que tomar uma atitude quanto ao nosso relacionamento. Ou você escolhe continuar trabalhando como segurança dessa garota, ou do contrário amanhã quando eu chegar da faculdade, vou terminar com você.


Dobrei o papel, guardando dentro da bomboniere vazia. Resolvi subir para tomar uma ducha e relaxar, um pouco, porque depois desse bilhete iria precisar. Literalmente dessa vez a Anna tinha pegado pesado . Como pode querer encerrar um relacionamento de quase 6 anos por causa desse seu ciúme doentio. Será que ela está desconfiada de alguma coisa? Sei que   muitas vezes, deixei a desejar, e por mais que nunca fui fiel a ela, jamais perceberia que ela desconfiasse de algo,  se sempre fui muito discreto e cauteloso quanto a isso. No fundo nunca a amei de verdade, o que eu sempre tive por ela foi uma amizade e carinho. Sei que estava acostumado com isso, e era errado continua-la enganando dessa forma. Mas era a maneira mais fácil para que o Victor parrasse de pegar no meu pé.  Já que sempre não perdia tempo de dizer  quando iria tomar um rumo na minha vida e parar com uma mulher só. Dava raiva porque tudo ele quer meter o nariz onde não era chamado. A vida e minha e faço dela o que quero, não sou obrigado a me prender alguém que não amo para impressionar Victor. Ainda mais que ele adorava tê-la como nora. Dizia que seria uma excelente esposa para mim. Mas porque era o único que não achava isso? Minha mãe acha que formamos um belíssimo casal e que vamos ter lindos bebês. Era por isso que a Anna  minha mãe se entendiam super bem, porque literalmente ela e o meu pai empurrava ela pra mim, enquanto várias vezes eu queria terminar esse relacionamento e deixá-la livre para conhecer outro homem que fosse dar a ela, o que eu infelizmente não poderia dar. Na parte da tarde, Poncho ligou, me chamando para assistirmos o jogo do pumas, no bar próximo a sua casa.  Confirmei com ele dizendo que iria, pois estava precisando relaxar um pouco tomar um chopp e conversar. Combinamos de encontrarmos lá, e assim que tinha acabado de chegar, estacionei meu carro próximo ao dele que já tinha chegado. 


— E aí cara. — cumprimentamos com nosso toque, sentando à mesa na parte externa do bar, pois o mesmo tinha também a interna. 


— E aí rapaz, vou pedir a primeira rodada de chopp posso?


— Claro Ucker! E deve.  



Rimos, e sinalizei com o meu indicador para o garçom que aproximou da nossa mesa com um bloquinho nas mãos. Pedi dois chopp acompanhado de batata e queijo, e o vi anotando o pedido, para depois sair. Logo após alguns segundos o vi retornado com o nosso pedido. Olhei para aquela loira geladinha que confesso que adorava, tomando um gole generoso, percebendo Poncho fazer o mesmo com a sua bebida, me olhando com um semblante um pouco sério.


— Você sabe que a Anna irá dormir lá em casa hoje? 


— Sim... porque está me fazendo essa pergunta?


— Olha só Christopher eu sei que vocês brigaram, e que a Anna está furiosa com você por não ter atendido as 25 ligações dela. Ela passou o dia todo repetindo isso no meu ouvido e o da Annie. Ucker me  conta qual o motivo pra fazer isso? Sei que estava trabalhando, mas custava atender as ligações da sua noiva. Agora a pobrezinha está lá chorando porque acha que não a ama mais. — Na verdade eu nunca amei ela. Se o Poncho soubesse com certeza me crucificaria por está enganando a moça esse tempo todo. Mas o que fazer quando a própria namorada te pedi em casamento. Eu estava enrolando para que ela desistisse de alguma forma, mas infelizmente isso não aconteceu. Eu também não tinha coragem, porque sentiria culpado depois de dar um chute no seu traseiro. Retirei o bilhete do meu bolso entregando pro Poncho ler. Observei ele abrir e após alguns segundos passando o olho por aquele papel, reparei  negar, sua com a cabeça, estreitando seu olhar  para mim um tanto curioso e desconfiado.


—  Ucker posso te fazer uma pergunta?


— Claro.— respondi tomando outro gole do meu chopp.


— Você está ficando com a Savinom? Respirei fundo, e desviei meu olhar do dele olhando disfarçadamente para os lados. 


— Não... Dá onde tirou essa ideia maluca? Sabe o que é, a Anna anda tão paranóica com essas coisas, que acabo de  confessar que tudo isso me irritando.


— Tem certeza que está dizendo a verdade? Olha lá hein.


— Por que acha que não diria? 


— Pelo mesmo motivo de que a traia quando estava na faculdade. 



— Mas aquilo foi no passado. 


— Será?— Desconfiou novamente. 


— E porque não haveria de ser. Pode não parecer mas eu mudei... Interrompeu.


— Desculpa o que irei falar, mas sendo segurança da Savinom que sabemos ser uma peste, eu não confio tanto, ainda mais com a sua fama de pegador. A garota vive dando em cima de mim, mas como sabe, nunca dei a mínima confiança. 


— Pode ficar tranquilo, não está rolando nada entre nós. A Savinom não faz comigo, a mesma coisa que costuma fazer contigo lá no colégio. Poncho pelo amor de Deus!  A garota me detesta, eu sei que isso dela se insinuar pra min nunca acontecerá.


— E se caso acontecesse Ucker, você saberia se controlar, ou cederia as investidas dela? 


Merda que pergunta era aquela!  Poncho não brincava em serviço quando o assunto  era investigar uma pessoa até o fim, como estava fazendo comigo. 


— Eu faria a mesma coisa que você. — dessa vez menti feio, que até eu não acreditei na minha própria mentira. Queria enganar a quem se dissesse que resistiria aquela diabinha provocante gostosinha e bem safadinha. 


— Sei... Sabemos que a Savinom e uma garota muito linda atraente e que chama bastante atenção. Sou casado mas não cego em apreciar uma mulher bonita. Mas não é por causa disso que não amo a Annie, e nem vou trair ela, só porque sempre tenho uma aluna bonita como a Savinom dando sempre em cima de mim.


Por que Poncho sempre tinha essa mania de querer se justificar. Mas como dizem cada louco com sua mania. Desviei o meu olhar um pouco vendo Sebastian atrás de mim. 



— E aí cara. Há quanto tempo está parado aí atrás de mim?


— Há quase 10 minutos, vocês pareciam estar em uma conversa séria, que resolvi sentar naquela mesa para não atrapalhar.


— Me vê mais três chopp. — Pedi a segunda rodada, vendo o garçom logo após alguns segundos nos servir com mais chopp.


— E aí como vai as coisas com vocês dois?


— Eu estou trabalhando muito como sempre, e feliz por está casado com minha loira. — Poncho diz pegando uma batata e comendo.


— E os bebês já está a caminho? Estão bastante tempo casados não pensam em tê-los? 


— Ainda não, pretendemos curtir mais um pouco nosso casamento. Sabe a Annie não quer ter filhos agora.


— Sei... e você Ucker quando pretende casar com a Anna? Pelo visto ainda continua enrolando a moça. 


— Engano seu, eu irei me casar com ela em breve. 


— Sério! 


— Sim porque o espanto.


— Resolveu sossegar né. Por que lembro que na faculdade tu era danado. As minas pirava nesse seu jeito sério, aí você se aproveitava disso para passar o rodo em geral.


— Mas agora eu não estou assim. E você já pediu a Angel em casamento? Por que pelo que eu me lembre você disse que iria fazer o pedido na semana passada.


— Eu ainda não fiz, mas não passará dessa semana... Interrompi.


— Ah... Você quer falar da gente, mas também está enrolando a Angel. — Brinquei tomando outro gole do chopp que já estava quase chegando ao final. 


Olhei para o copo do Poncho que estava pela metade, e do Sebastian que também estava igual ao meu. Observei ele pegar o cigarro e isqueiro acendendo e dando uma forte tragada naquela porcaria que fazia mal imenso a saúde. Mas que infelizmente as pessoas insistiam em estraga-las enfiando aquela nicotina pra dentro de seus corpos.


— Fiquei sabendo que está trabalhando como segurança dos Sr Savinom. 


Olhei pra ele sério pensando em como as notícias nessa cidade corria rápido.  Mas infelizmente cidade pequena era assim.


— Sim, quem te contou? 


Resolvi sondar.


— Ah... Eu fiquei sabendo por um colega meu o Caio trabalha lá. Você o conhece?


— Sim ele também e segurança só que fica no portão. Não sabia que conhecia ele.


— Conheço bastante pessoas Ucker sou popular por causa da minha clínica veterinário. Até hoje não consegui entender porque não quis ser meu sócio. Preferiu trabalhar como professor aturando aqueles adolescentes chatos gritando no seu ouvido, ao ser meu sócio.


— Infelizmente não tive muitas opções. Queria mesmo e dar aulas na universidade aqui da cidade. Mas infelizmente lá só entra por indicação como no San Diego. E não tendo nenhum conhecido lá não consegui um trabalho.


— São os males que a cidade pequena nós oferece. E por falar no seu novo trabalho me fale um pouco sobre ele. 


Comecei a contar que era segurança particular da Savinom além  também ser seu professor. 


— Era dessa garota que estavam falando antes de eu me sentar aqui na mesa de vocês?


— Sim. — Respondeu Poncho.


— Hum. 


Olhamos para o outro lado do bar, vendo Savinom e a Solares entrando na parte interna dele. Merda como ela estava linda! Com uma calça jeans, que modelava todo aquele seu corpinho gostoso, e uma blusa vermelha curtinha mostrando seu piercing e a sua tatuagem de borboleta. Caralho não podia ser verdade que estava começando a pensar no piercing que tinha na sua bocetinha. Mas afinal de contas o que ela estava fazendo com a Zoé nesse bar, se o Alfredo não costuma vender bebidas alcoólicas para menores de idade? Desviei meu olhar dela quando a vi entrando, e reparei no Sebastian acendendo outro cigarro. Cassete não estava mais aguentando ele jogar aquela porra de fumaça pra cima de mim.


— Percebi você comer a garota da galerinha do rock and roll que costuma frequentar o bar com os olhos. Isso e porque realmente mudou. 


Percebi o olhar desconfiado dele e de Poncho pra mim, e resolvi tapear a situação como sempre costumava fazer.


— Ela que é a Savinom. 


— Sério! bonita a garota. Ela sempre vem de vez em quando com sua turma.


— E porque eu nunca a vi,  já que vira e mexe sempre venho aqui?


— Talvez seja por você vim  só no meio da semana. A Savinom costuma frequentar aqui mas aos fins de semana.— Poncho diz bebendo outro gole do seu chopp.


Novamente olhei para a a parte interna do bar, vendo a sair com um cigarro na boca, e um isqueiro nas mãos, onde a mesma acendeu dando uma tragada. Percebi seu olhar encontrar o meu, e depois  desviar para falar algo com a Zoé. Aproveitei para tomar outro gole do meu chopp, e olhei vendo ela vim em direção a nossa mesa.


— E aí Poncho tudo bem? — disse tocando nos ombros dele, que olhou sério pra ela também a  cumprimentando. 


— Tudo sim Srta Savinom. O que faz aqui as 19:00 no domingo?


— Vim comprar cigarros e bebidas. Antes que indagam mais, estou na uma festa de um amigo que mora aqui perto. — A garota era tão sagaz e esperta que disse isso direcionando seu olhar pra mim.


— Oi professor Christopher. — continuou olhando pra mim, mordendo seu lábio inferior.


— Oi Savinom. 


Direcionou seu olhar pro Sebastian que mantinha o sorriso cínico nós lábios. Porque ele estava arreganhando os dentes pra Dulce? Alguém manda ele fechar essa cara agora.


— E você quem é?


— Sebastian prazer sou amigo deles.


— Hum... Prazer só se for na cama.


Porra que palhaçada era aquela da Savinom cantar o meu amigo na minha cara. Realmente essa garota não tinha limites. Fechei a cara na hora não gostando daquilo.


— Sabia que você é um gato. 


Por que o idiota estava sorrindo o tempo todo. Será que ele não podia simplesmente parar de ser simpático demais. Por que do jeito que a Savinom é e bem capaz de se jogar pra cima dele. 


— Obrigado! Você também e muito bonita.


— Eu sei que sou linda. 


Retribuiu o sorriso. Merda assim não dá! Olhei para o outro lado ainda de cara fechada, e resolvi dar um basta naquele flerte descarado dela com meu amigo na minha frente.


— Você não acha que deve ir para casa Savinom? Chega de festinhas por hoje.


— Eu não acredito que esteja com ciúmes professor Christopher.


Estreitou seu olhar apoiando sua mão na mesa, com os olhos fixos nós meus.


— Ciúmes claro que não Savinom. Dá onde tirou essa ideia absurda? Eu só disse isso porque sou seu professor e guarda costas.— Retruquei.


— Que eu saiba, isso é só nos horários de expediente, fora dele você é o Christopher e eu a Dulce. Então portanto não queira me controlar falando para eu ir embora pra casa que eu não irei te obedecer. — Vociferou. 


Desviei o meu olhar do dela olhando para Sebastian que fez uma leve careta. Resolvi olhar pra ela novamente mas dessa vez ela iria me ouvir. Mandarei uma direta pra ela aprender a parar de ser grossa comigo.


— Pede desculpas hoje e repete amanhã, e Savinom você não tem jeito mesmo. 


Percebi a revirar os olhos, mas acabei ficando  impressionado de não vê-la responder novamente. 


— Tchau Poncho! E Sebastian adorei te conhecer. Além de lindo não e idiota feito uns que tem por aí. 


Novamente falou direcionando seu olhar pra mim, e virou as costas saindo. Mandei um olhar feio pro Sebastian que  manteve a mesma expressão cínica no rosto.


— Ucker que cara de limão azedo e essa? Olha se for por causa da Savinom, não liga pra ela. Sabe que essa garota e totalmente arisca agressiva e rebelde. 


— Eu sei Poncho! Vê para de encher a porra do meu saco, que não estou bem.


— E cara calminho aí, não precisa dar patadas em mim por causa do que aconteceu. 


Mandei um olhar duro pra ele. Caralho que cara chato!


— Me deixa Poncho ok!  — direcionei meu olhar pro Sebastian, aproveitando para dar o meu recado. — Se eu fosse você não ficava dando confiança para Savinom, porque essa garota e confiada demais, ela e uma peste, e se fosse você  tomava  cuidado. 


Percebi Poncho olhar pra mim outra vez desconfiado. 


— Por que eu não posso dar confiança pra ela? Ah... Você deve estar pensando que eu gosto de bebês. Cara olha pra minha idade eu tenho quase 40, acha mesmo que trocaria a minha Angel por uma garotinha que deve ter 17 anos. Eu sei que essa sua cara foi porque ficou com ciúmes da garota. Está gostando dela não é?


— Que isso claro que não. Eu só fiquei assim porque ela foi grossa comigo,  e aquilo me irritou. 


— Sei.— Desconfiou.


Ficamos ali até às 21:00 horas, pois amanhã seria dia de branco para todos nós...


Continua...






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