1. Spirit Fanfics >
  2. Odeio Amar você - Vondy. >
  3. Capítulo 21

História Odeio Amar você - Vondy. - Capítulo 22


Escrita por:


Notas do Autor


Comentem e favoritem, pois e muito importante para que eu continue com a história...

Capítulo 22 - Capítulo 21


Dulce


- E aí sua maluca, o que está fazendo aqui? Achei que estivesse no quarto? - Zoé disse entrando na sala de estudos segurando dois copos de vitamina em suas mãos.

- Achou errado. Você acha que conseguiria ficar muito tempo trancada lá dentro. Já morro quando chega segunda voltando pra cá. Imagina ter que ficar o dia todo presa naquele cubículo. Se fosse assim preferiria o meu que é bem melhor. Além de ser espaçoso e bonito.

- Agora vê se para de murmurar, e toma isso daqui. - Entregou o copo de vitamina pra mim ficando com o outro.

- Pô amiga, você e foda! Obrigada por lembrar de mim. - beijei seu rosto, vendo ela tirar a tampa do copo, colocando na mesinha ao lado.

- Vê se não acostuma. Por que dá próxima vez eu não irei ser tão boazinha como agora.

Aproximei meu rosto do seu levantando as duas sobrancelhas.

- Sei que está falando da boca pra fora.

- Vai pensando.

- Ui que mau humor! Nem parece que trepou ontem com aquele gostoso do Maurício.

Reprovou com seu olhar.

- Cala a boca Dulce! Eu falo alto pra Deus e o mundo das suas intimidades.- disse em tom baixo me dando sermão básico. Típico da Zoé. Sua discrição extrema chegava a me irritar.

- Qual e a sua Zoé? Calma eu só falei o que foi verdade.

- Eu sei Dulce, mas sabe que não gosto disso. Então por favor me respeite.

- Ok, não está mas aqui quem falou.

Bebeu um pouco da sua vitamina, sem tirar os olhos de mim.

- Você não terminou de me contar depois da surra que seu pai te deu. Afinal de contas com certeza alguém daquela casa deve ter escutado. A Celeste por exemplo.

- A Celeste nem lá apareceu. Sabe quem me ajudou... Interrompeu.

- Um dos seguranças da casa.

- Não, foi o professor Christopher

- Sério! - disse surpresa com um sorriso genuíno nós lábios.

- Uhum... sabe no fundo ele é legal. Me ajudou, levando até a emergência cuidou de mim, no momento em que eu estava vulnerável. Se importou comigo, Zoé coisa que é dificilmente as pessoas fazem.

- Ei amiga eu me importo com você.- disse tocando nas minhas mãos.

- Eu sei Zoé, você e uma grande amiga, e a Manu também. Eu digo isso porque é difícil eu ver alguém sem ser vocês se importar comigo do jeito que ele se importou. Mesmo eu sendo as vezes grossa, lá estava ele estendendo sua mão quando eu mais estava precisando de ajuda.

Observei ela estreitar seu olhar aproximando seu rosto do meu um pouco desconfiada.

- Aconteceu algo entre vocês não foi?

- Claro que não Zoé, que isso. Ele simplesmente só me ajudou e pronto.

- Sei.- desconfiou. - Amiga eu te conheço o suficiente para saber que está mentindo. Tinha algo diferente no seu olhar quando estava me contando, você não me engana garota, anda conta logo. Se não eu não irei te dar aquele negócio que te prometi.

- Que chantagista você é Zoé. Está bem sua chata, eu vou te contar, mas bico fechado, ninguém pode saber, nem a Manu.

- Ok! Eu não contarei a ninguém, palavra de escoteiro.- Cruzou o indicador levando até seus lábios beijando eles.

- Nós nos beijamos.

-Mentira!- colocou as mãos sobre a boca surpresa. - Você e rápida hein amiga. Mal o professor chegou e já está dando uns pegas nele.

Ri dela, só a Zoé para ter esses tipos de pensamentos.

- Que isso sua louca! O beijo simplesmente aconteceu por conta de eu estar vuneravel naquele momento. Eu fui para abraça-lo, mas acabei sendo surpreendida com um beijo.

- Você só queria só abraça-lo. Duvido! do jeito que é safada, com certeza queria beija-lo também.

- Ei e isso que pensa de mim. - ri. - Confesso que eu também estava morrendo de vontade de beija-lo. Por isso envolvi meus braços no seu pescoço, para ver se ele tomava alguma atitude. Já que eu estava meio envergonhada de fazer isso.

- Você com vergonha? Essa é nova.- Riu bebendo mais um pouco da sua vitamina. Olhou para o meu copo, apontando pra ele. - Não vai tomar a sua vitamina?

- Ae, já tinha até me esquecido.- estiquei meus braços pegando meu copo, bebendo um gole dela.

Rimos juntas, colocando nossos copos na mesinha ao lado já vazios.

- Não tem aquele plano que te contei sobre tentar seduzi-lo para ele ir embora.

- Sim.

- Desistirei dele, porque agora eu não quero mais que meu pai o mande embora. Quero tê-lo por perto.

- Hum... Como estamos evoluindo. Eu acho que esse beijo está começando a fazer efeito aqui. - disse apontando na direção onde ficava meu coração. Segurei em seu pulso tirando ele daquela direção.

- Que efeito o que? Ficou maluca é? Isso só foi um beijo e nada mais. Tira essas doideras sentimentais da sua cabeça.

- Ok amiga desculpa. Esqueci que esse seu coraçãozinho e um vaso inquebrável de tão duro. E por falar no assunto da nossa conversa, olha ele ali. - observei ela olhar pela janela de vidro vendo Professor Christopher entrar na sala com aquele jeito super sério franzindo um pouco sua testa, não tirando seus olhos de mim.

- Até que fim te encontrei Savinom. Seu pai mandou lhe entregar isso. - olhei para o pequeno envelope na sua mão, e estiquei meus braços pegando ele.

Com certeza Fernando devia ter mandado uma miséria de dinheiro para passar a semana aqui. Merda bela hora pra ele suspender todos os meus cartões de créditos! Abri o envelope vendo que realmente a quantia que ele tinha mandado era baixíssima.

- Porra o Fernando só pode estar de zoação com a minha cara! Essa miséria que ele mandou mal dá para comprar uma calcinha. - joguei a droga do envelope no sofá furiosa por ele ter mandado aquela quantia de dinheiro.

- Sacanagem que teu pai fez contigo amiga. Além de bloquear o uso de todos os seus cartões de crédito, te mandou pouco dinheiro.

- Pra você ver o belo papaizinho que eu tenho. Bufei completamente irritada. E percebi Christopher olhar pra nós duas completamente perdido.

- Com licença. - virou as costas caminhando até a porta.

- Ei Christopher. - Chamei ele antes que fosse embora.

Virou seu corpo de frente pra mim, se aproximando novamente.

- Oi fala.

- Já sabe como meu pai ficou sabendo do lance das drogas?

- Ainda não. Mas deduzo que ele deve ter descoberto sozinho. Já que antes de eu ir para seu quarto, vi ele e o Rafael caminhando para a área da piscina.

- Merda! - Soquei o sofá furiosa. - Obrigada!

- Está melhor da indisposição que teve hoje pela manhã?

Olhei de relance observando Zoé tapar a boca segurando o riso. Qual era o problema dela em segurar mentiras?

- Sim, tomei um remédio, e estou nova em folha, pronta para quebrar a cara de certas pessoas no meio. - Amassei o envelope com a miséria que o Fernando mandou, botando toda raiva que estava sentindo naquele momento pra fora.

- Só espero que não seja a minha.

- Não e a sua, pode ficar tranquilo. E daquele dedo duro filha da puta do Rafael.

- Por que essa violência toda, sabe que essas coisas não nós leva a nenhum lugar.

- Foda-se, não estou nem aí pra essa merda. Esse idiota disse ao meu pai sobre a porra do esconderijo, então portanto tem que pagar pelo que fez.

- Dulce se acalma, acha que realmente e certo comprar briga com um homem?

- Dane-se, ele me dedurou pro meu pai. Só os seguranças sabe desse quartinho, com certeza esse imbecil levou o Fernando até lá. E agora por causa desse cretino Fernando me espancou suspendeu todos os meus cartões de créditos. Você viu o estado que fiquei, graças aquele filho da puta?

- Sim, mas acha que vale a pena partir para violência?

- Sim.

Abaixei a cabeça, e levantei inclinando para o lado vendo Zoé gesticular para ele.

- Bom vou lá, que ainda tenho vários trabalhos pra corrigir. - Virou de costas caminhando para fora da sala.

Direcionei meu olhar pra Zoé, pois queria saber o que ela disse para ele.

- O que disse quando estava gesticulando pra ele?

- Que você é cabeça dura. E que quando enfia algo nela ninguém consegue tirar. Amiga você tem certeza que foi o Rafael que falou pro seu pai?

- Sim.

- As vezes não foi ele... Interrompi.

- Claro que foi. Eu conheço aquele dedo duro de merda, ele maior fofoqueiro.

- Agora vamos mudar de assunto, que eu tenho uma novidade pra te contar. Não tem a Larine?

- Sim, o que tem ela.

- Fechou aquela boate red para o fim de semana, e nos colocou na área vip, isso não é um máximo.

- Aí não acredito. Sério! Que notícia maravilhosa! Estou louca pra que essa semana passe voando. Mas tem um problema, com essa miséria que o Fernando me deu, não dá nem para comprar um chiclete naquele lugar.

- Fica tranquila gata, eu pagarei pra você.

- Não precisa pagar nada pra mim, eu dou um jeito. Eu não quero te incomodar.

- Que isso amiga. Não é nenhum incomodo. Eu pagarei toda a sua despesa e não se fale mais nisso.

- Obrigada! Você e um amorzinho. E por isso que te adoro sua malandrinha. - Abracei a de lado, beijando seus cabelos.



∆∆∆∆


Em frente ao espelho do meu quarto, olhei para meu reflexo, vendo que  minha roupa estava super sexy. Vestia uma calça preta que marcava todas as curvas do meu corpo, e um top preto. Dei os últimos retoques na minha maquiagem, colocando o lápis preto e o batom vinho sobre os lábios, para dar aquele destaque que adorava. Logo após ter saído do quarto, desci as escadas, a procura de Christopher que iria me levar até a boate. Estava louca para chegar lá dançar beber fumar bastante maconha e beijar vários gatos. Acabei encontrando o na cozinha bebendo um copo de água, vendo seu olhar completamente descarado para meu corpo. Aproximei dele, percebendo ele me olhar de cima a baixo devorando me completamente com seu olhos.

- Vamos.

- Sim. - respondeu não tirando seus olhos de mim que ainda me avaliava de cima a baixo.

- Por que está me olhando desse jeito?

- Por que você está linda. - se aproximou mais diminuindo o grande espaço que havia entre nós. Respirei fundo sentindo minha calcinha humidecer, só com aquele olhar que fazia eu perder completamente a sanidade. Porra estava ficando muito excitada! Se ele continuasse me olhando assim por mais tempo, eu agarraria aquele homem gostoso ali naquele exato momento. Resolvi me afastar um pouco dele, para não fazer certos tipos de coisas que estavam se passando pela minha cabeça.

- Acho melhor irmos.

- Ok! - sorriu com os lábios entreabertos, e virei de costas pra ele caminhando até a porta lateral da casa indo para garagem, com ele vindo atrás de mim.

Quando chegamos vi ele destravando uma das BMW que os seguranças costumavam usar e antes de abrir a porta traseira do carro, me surpreendi vendo ele impedir abrindo ela pra mim. Não pude deixar de sorrir feito uma idiota com aquela sua pequena gentileza, e antes de me acomodar naquele banco de couro confortável olhei pra ele ainda mantendo o mesmo sorriso vendo o retribuir da mesma forma.

- Que cavaleiro! Muito obrigada!

Observei ele pegar na minha mão de forma delicada levando até seus lábios, beijando a suavemente.

- Não precisa agradecer, farei isso quantas vezes for necessário. - disse ainda segurando minhas mãos, mantendo seus olhos focados nós meus.

Me acomodei no banco, vendo ele tomar o assento do motorista, ajeitando o retrovisor, antes de ligar o carro para dar a partida até a boate. Entre olhares e sorrisos trocados vez ou outra dentro do carro chegamos alguns minutos depois vendo ele estacionar o carro dentro do estacionamento em uma vaga perto de um pequeno entulho. Acabei me surpreendendo, outra vez quando vi ele abrindo a porta do carro pra mim, e fechando logo assim que sai. Sorri olhando pra ele, sendo sugada por aquele olhar profundo penetrante, de um homem que sabia realmente deixar uma mulher de 4 por ele. Não me aguentei envolvendo meus braços no seu pescoço, suspendendo um pouco os pés para olhar os belos traços do seu rosto másculo e bonito.

- Fica comigo hoje. Acha que não percebi seus olhares pra mim no carro.



Continua...



Votem e comentem!!☺️🤗


Abraços!!




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...