História Odeio Dormir - Capítulo 1


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Categorias Felipe Z. "Felps", Rafael "CellBit" Lange
Personagens Felps, Rafael "CellBit" Lange
Tags Cellps, Oneshot
Visualizações 85
Palavras 2.742
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, LGBT, Shonen-Ai
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bem... Já faz um longo tempo que tenho essa conta no site e não sei o motivo de nunca ter postado.
Essa é minha primeira fic e com um ship que recentemente fiquei viciada. Espero que gostem e que não se incomodem com a escrita.
Por algum motivo meus romances sempre acabam ficando meio sadomasoquistas, mesmo que eu me esforce muito para evitar T.T

Capítulo 1 - Capítulo Único.


-O Felps parece um zumbi!- Alan riu

-Meu deus! Olha essa cara! Parece um panda!- Guaxinim completou.

Ele tinha olheiras enormes.

-O Cellbit ficou a noite toda jogando aquele troço com a luz na minha cara.

-Não tava na “sua cara”. Era o abajur do meu lado da cama. Não é minha culpa se você precisa de escuridão total pra dormir.- Respondi dando de ombros.

-Mas não tem nenhuma hora melhor pra jogar aquilo?

-Não! Eu acho que não vou conseguir dormir sem resolver aquele enigma, Felps! Além disso eu odeio dormir, mesmo.- Ri tentando fazer uma piada.

-Ah, pronto.- Suspirou apoiando os cotovelos na mesa e desviando o olhar.

 

Há dois dias viemos para esse hotel, passar um tempinho na praia para descansar. O plano do Felps era que viéssemos apenas nós dois, mas os apartamentos de solteiro mais baratos já estavam ocupados, sobrando dois quartos com cama de casal e sofás, então convidei Alan e Guaxinim para ajudarem a pagar.

No fim recebemos um desconto e o dinheiro que tínhamos acabou sendo o suficiente para pagar nosso quarto de casal sem precisar da ajuda dos nossos amigos, mas já era tarde para tirá-los da viagem.

 

Apesar de estarmos aqui para relaxar, Felps só reclamou e se estressou desde que chegamos. Estava com olheiras enormes e não conseguia ter humor para nada. Só íamos ficar uma semana aqui e já perdemos dois dias. Não consegui evitar de me preocupar com a possibilidade de sair dessa praia sem que Felps aproveitasse nenhum dia.

Estava escurecendo, todo mundo na mesa ria e conversava sobre qualquer assunto bobo enquanto terminava a janta... E tudo que ele fazia era apoiar o rosto com a mão e olhar para um canto do restaurante.

-Gente, hoje é noite do desconto no bar. Bora?

-Opa, bora!- Alan respondeu ao Guaxinim sem pensar duas vezes.

-Eu tô quase terminando um lance, então recuso.

-Eu também recuso.- Respondeu sem nenhuma motivação.

 

Guaxinim levantou e puxou Felps junto, insistindo. Desde o começo a viagem ele estava determinado a animá-lo e eu acho que não pretendia desistir tão cedo.
-Vou ir salvar o Felps.- Alan comentou enquanto dava a ultima garfada na comida e levantava da cadeira, indo atrás dos dois.

Me despedi e rumei pelos corredores até o elevador que passava lento pelos andares.

Saí e fui direto para o quarto, onde me troquei rápido, vestindo uma blusa azul e uma calça de pijama com tecido soltinho. Amarrei os cordões da calça para que não ficasse larga e me sentei na cama, abrindo o notebook, jogando e quebrando a cabeça para resolver o enigma mais difícil daquele jogo. Eu me esforcei para não desistir, mas finalmente achava que estava perto de resolver.

Foi então que meus olhos brilharam quando percebi uma data no código da imagem e joguei na Wikipédia, confirmando a palavra chave e desbloqueando o botão de “continue->”.

Assim que apertei descobri que era o último nível e senti um orgulho interno.
Felps abriu a porta do quarto, fechando-a após entrar. Ele parecia mais feliz.

-Você já tá guardando o notebook? Desistiu do jogo?- riu. Provavelmente convenceram ele a beber.

-Acredita que eu consegui solucionar o enigma!?- respondi muito animado.

-Que legal.

-Mas e você? Se divertiu? Tá mais feliz agora.

-É... Não tanto.

Fiquei sem entender muito bem. Como não se divertiu? Assim que entrou do quarto ele já parecia dez vezes melhor do que nos últimos dois dias.

Ele não parecia querer falar sobre, então decidi não fazer mais perguntas. Só me deitei melhor na cama e virei de costas para ele, guardando o notebook na mesinha do meu lado.

 

-Haha, finalmente você vai ficar desocupado de noite.- Estranhei sua voz, parecia mais irônica.

-Talvez eu baixe outro jogo amanhã.- Dei uma risada apagando a luz do abajur.

-É, né!- Estávamos rindo juntos de coisas bobas. Isso me deixava um pouco aliviado. Era estranho ter Felps tão sério o tempo todo. -Então é melhor eu aproveitar, hm?

-Com certeza.

-Já que é assim, não vou perder tempo.

 

Fui pego de surpresa quando seus braços envolveram minha cintura e me puxaram para mais perto dele.

-E,ei...!- Sussurrei em uma voz falha enquanto sentia o calor de nossos corpos juntos. De início achei que fosse uma brincadeira boba, mas comecei a estranhar ao perceber que já passaram alguns minutos sem que Felps me soltasse.

-Felps? Você dormiu?- Movimentei-me na tentativa de fugir do abraço. Ele murmurou alguma coisa em uma voz baixa e impossível de compreender -Felps?

-Para de se mexer.- Um calor tomou conta do meu rosto quando senti sua respiração soprar esse aviso próximo à minha orelha, com os lábios quase tocando meu pescoço. Quando foi que ele chegou tão perto?

Apesar de sua ordem e da força com que me segurava, continuei tentando fugir dele ou, ao menos, me ajeitar melhor -Eu não vou conseguir dormir assim...!

-Ah?- A voz assumiu um tom malicioso –Mas não era você quem odiava dormir~?

Uma fria sensação tomou conta da minha barriga. Antes que pudesse responder qualquer coisa, fui surpreendido pela ponta de seus dedos deslizando no mesmo lugar, contornando com as unhas até perto da barra da calça.
Fazer isso tão repentinamente acabou arrancando um gemido fraco de meus lábios.

-V,você-- Fiz uma tentativa falha de dialogo que acabou sendo interrompido quando senti o braço doer por um agarrão forçado enquanto meu corpo era jogado e pressionado sobre a cama. Agora Felps estava sobre mim. Meus braços eram mantidos presos em um segurar forte, quase doloroso.

Permaneci calado mesmo que agora tivesse espaço para falar. Seu olhar era tão sério que apenas tive coragem de encará-lo em silencio.

 

Não sei por quanto tempo Felps me manteve assim. Estar preso nesse tipo de situação fez com que me sentisse completamente submisso, como uma presa apenas esperando por seu fim, mas aquele frio anormal continuava tomando conta da minha barriga na mesma medida em que aquecia todo o resto do corpo.

 

-... V,você bebeu...?

Como resposta recebi um sorriso sarcástico. Passei minutos em silencio tentando criar coragem para reformular essa pergunta, apenas para receber um sorriso sem respostas.

-O que você usou?- Insisti na pergunta.

Travei quando vi aquele rosto se aproximando lentamente e, por instinto, fechei meus olhos.
Esperava que fosse ser beijado, então fiquei surpreso quando seus lábios passaram reto pelo rosto, indo até meu pescoço e dando uma leve lambida. –Cellbit, essa voz tremida combina tão bem com você.

Aquele comentário somado com a sensação da saliva sendo esfregada na pele foram suficientes para desgastar minha sanidade. Antes que pudesse perceber acabei suspirando seu nome em um rápido gemido. Aquilo pareceu surpreendê-lo também, visto que Felps se afastou um pouco para me olhar, antes de demonstrar uma expressão risonha.

-Eu não esperava que você fosse gostar disso tão rápido.- prendeu meus braços acima de minha cabeça, usando apenas uma mão para segurá-los, enquanto deslizou a outra suave sobre minha bochecha. –Você é um pervertido.

Quando me preparei para gritar um Eu?! agudo, tive a boca silenciada por um beijo surpresa.

Sua língua fazia movimentos lentos e enlouquecedores que me tiravam da realidade, arrancando gemidos involuntários de nós dois. A outra mão de Felps foi até minha coxa e lá cravou as pontas das unhas, dando algumas apertadas e marcando linhas avermelhadas na pele.

Tentei várias vezes dizer que aquilo doía, mas ele era mais rápido em interromper minha fala com um beijo, não permitindo que eu dissesse mais do que algumas silabas suspiradas.

 

Quando me dei conta já estávamos quase sentados, eu com as costas apoiadas na cabeceira da cama e ele entre minhas pernas, me puxando pela cintura para sentar em seu colo. Mesmo em tal posição, não interrompia os beijos.

Eu estava tão quente que me sentia no inferno. O calor estava me deixando enjoado e só conseguia pensar em tirar aquela camisa azul de tecido grosso que colaborava em manter meu corpo aquecido.

Só agora percebo que minhas mãos já não estavam mais presas e conseguia movê-las livremente, mesmo que não pudesse fazer muita coisa na situação atual.
Minha cabeça estava quase em branco. Eu poderia ter empurrado Felps para longe, mas essa ideia não veio à mim naquele momento, em vez disso agarrei a parte superior do pijama que trajava e comecei a puxa-lo para fora do corpo.

Ele interrompeu o beijo me observando com toda atenção do mundo, tendo os olhos iluminados pelo filete de luz da lua cheia que atravessava o vidro da janela. O mundo lá fora era escuro e silencioso, sendo possível ouvir apenas vento agitando as folhas das arvores e, dentro do quarto, nossa respiração desarmônica.

Aproveito o espaço livre para passar o pijama pela cabeça, deixando o tecido cair no chão ao lado da cama. Os lábios de Felps estavam levemente abertos, acho que os meus estavam iguais, eu tentava desviar o olhar e me convencer de que não queria aquilo.

 

-Cellbit.- Me chama com voz manhosa, soltando um sorriso excitante. -Você gostou tanto que está até babando.- Fiquei sem reação quando voltou a se aproximar, lambendo o canto da minha boca, limpando a saliva que escorria.

Novamente se afastou, apenas o suficiente para retirar a própria camisa e mostrar seu corpo ... Delicioso. Ah, eu já não estava aguentando aquela sensação insuportável na virilha. Me assustei quando senti o nó que segurava a calça sendo desamarrado pouco a pouco. Pergunto-me se acabei falando algo em voz alta, o que deixou meu rosto vermelho com a vergonha.

 

-F,Felps!- Soltei um gemido com o baque. Ele me agarrou pela cintura e me fez deitar de bruços com certa violência. Passou a puxar minha calça para baixo enquanto mordia minha cintura e dava risos observando-me.

Eu me agarrava no travesseiro e usava-o para tapar minha boca, tentando conter os gemidos. As mordidas de Felps eram excitantes e causavam cocegas. Estava ficando louco com tudo aquilo.

Quando finalmente ele se livrou da calça eu estava pronto para a mesma tortura longa se repetir com a roupa intima, mas ele apenas puxou forte com ambas as mãos e a cueca foi arrancada junto com um som de rasgo. Não acredito que ele acabou de estragar minha roupa!

Não pude falar muito. Quando me virei para discutir, me deparei com uma visão que causou sentimentos inexplicáveis em mim. Ele estava com a calça um pouco baixa, zíper aberto e tirando aquela coisa grande e dura para fora. Sem perder o sorriso luxurioso que continuava bordado no rosto, lambeu os lábios em um rápido movimento de língua.

 

-Felps, eu não acredito que você vai mesmo me estuprar.- Ele ficou com um olhar de duvida, mas eu não sabia se era pelo comentário ou pela inacreditável intensidade do vermelho no meu rosto corado.

Desejei ter ficado calado quando ele começou a se aproximar. Agarrou algumas mechas de cabelo e me forçou a olhá-lo, deixando o calor de seus lábios tocando os meus, mas sem realmente selar um beijo.

-Eu nunca poderia fazer isso, Cellbit. Eu não vou fazer nada que você não queira.

Encarei aqueles olhos que estavam me observando tão de perto. Não consegui acreditar no tipo de situação que Felps me colocou. Ele fez tudo isso, me levou até aqui, nesse nível tão baixo de sanidade... Apenas para me fazer pedir isso? Me fazer implorar como um cachorrinho?

Seria difícil manter o controle com aquela boca tão próxima, mas quando tentei me aproximar ele se afastou um pouco.

-Você ainda não me deu sua resposta~- Sua voz zombou-me com aquele comentário, seguido de uma apertada na bunda, encravando a ponta das unhas e me arrancando um grito baixo de surpresa. Aquilo pareceu diverti-lo um pouco.

-V,você sabe...!- Ele riu mais, fazendo cara de quem não havia entendido. -Q...quero...- Droga, sentia minhas bochechas queimando!

-Desculpa, eu não ouvi. Fala mais alto.

-Mas que droga, Felps!- Minhas reações sérias e irritadas só causavam mais risos nele. Respirei fundo, mesmo sem ter qualquer confiança ou certeza no que estava dizendo -Quero você---!

Antes que pudesse completar a frase, fui atacado por seu beijo repentino. Senti algo firme e pegajoso encostando em mim e forçando entrada. Aquilo me causou um arrependimento instantâneo quando percebi que ele não tinha nenhuma intenção de ser gentil.

Tudo que pude fazer foi agarrar o travesseiro com força e continuar beijando para evitar gemidos. O lugar estava tão silencioso que tive medo de ser ouvido nos apartamentos vizinhos.

 

Felps quebrou o beijo e sussurrou se divirta também em minha orelha, dando uma mordida no lóbulo. Agarrou uma de minhas mãos e levou até meu membro. Ele quer me ver louco, só pode!
Não consegui resistir, agarrei-me e comecei a movimentar tendo a melhor sensação da minha vida. Cada vez que Felps atingia um ponto dentro de mim, era como uma explosão de libido que ficava maior e maior.

Segurou-se nas mechas loiras e forçou minha cabeça contra o travesseiro, enquanto passou o outro braço envolta da minha cintura em um “quase abraço”, me fazendo levantar mais a bunda e, consequentemente, entrando ainda mais em mim.

Conseguia senti-lo indo fundo, muito fundo, totalmente dentro. Aquela pose me deixava dominado, me fazia morder e salivar no travesseiro em uma tentativa fraca de evitar os gemidos que agora podiam ser ouvidos por todos os lados do quarto.

-Ahnn! F,F,Felps...!!- Foi tudo que consegui tentar dizer, mas ele pareceu entender o recado. Respondeu com um riso abafado e uma mordida deliciosa no meu ombro. Isso me fez gozar muito. Todo meu corpo tremeu e vibrou por dentro de uma forma que nunca havia acontecido antes.

Ele soltou meu cabelo e enfiou dois dedos dentro de minha boca, segurando minha língua e quase chegando na entrada da garganta. Isso evitou que eu quase gritasse enquanto atingia o orgasmo.

 

Achei que tudo já estava acabado, mas Felps continuou se movendo com o membro dentro de mim. A sensibilidade era enorme e até seus menores movimentos deixavam minha mente em branco! Meus gemidos soavam como uma vadia e minha vontade era de me esconder debaixo do travesseiro.
Nem imagino como meu rosto estava, mas Felps se divertia mordendo-me e observando atentamente minhas reações embaraçosas.

 

Tirou a mão da minha boca, estava coberta de saliva. Ele levou até meu membro e iniciou rápidos movimentos de vai-e-vem que eram enlouquecedores.

-N,não!!!- Gemi mais do que falei. Minha voz era quase incompreensível. Tentei tampar a própria boca, mas era impossível com o corpo naquela situação.

-Eu já gozei, Felps!! Para! N,não aguento!!- A sensibilidade incendiava todas as áreas possíveis do meu corpo. Até mesmo as mordidas e lambidas dele estavam melhores. Senti que ia colapsar com todos os estímulos.

 

-Cellbit, eu te...- se interrompeu agarrando e encravando as unhas na minha cintura e me puxando o mais próximo possível dele, enterrando seu membro com força em mim enquanto se desfazia no meu interior. -A,amo..~

Sussurrou a ultima parte tão baixo que tive duvidas do que ouvi. Junto com ele gozei de novo e caímos exaustos na cama.

Antes de adormecer ele segurou minha mão, entrelaçando nossos dedos:

-Você ainda não disse que me ama.- Quis responder, mas estava pesado como uma pedra. Simplesmente não consegui mexer a boca ou manter os olhos abertos. – haha! Vou cobrar amanhã.


. . . . . .
. . .
.

 

Acordei com o celular vibrando, cheio de mensagens. Todos queriam saber o porque de estar demorando tanto para ir no saguão. Os raios de sol entravam pela janela e faziam meus olhos arderem. Respondi em uma mensagem que estava acordando agora e me desculpei pelo atraso, logo depois colhendo as roupas espalhadas pelo chão e indo tomar um banho.

Não acredito que ele saiu sem me acordar.
Hoje ele provavelmente vai estar ainda mais irritado pela ressaca.

 

 

-Tá bem atrasado pra quem não gosta de dormir!- Alan comentou.

-A culpa não é minha.- Tentei arrumar uma desculpa, com rosto esquentando pelas lembranças de ontem. -O Felps não me deixou dormir nada. O que vocês deram pra ele?

-Felps?- Alan olhou para o moreno que estava conversando com o Guaxinim não muito distante de nós. -Mas ele não quis tomar nada ontem. Disse que estava com sono e foi pro quarto.

-Eh!?- Olhei para ele e Felps notou, respondendo o olhar e sorrindo com malicia, um sorriso que apenas eu parecia entender ali.

Alan continuava me observando, sem entender nada.

No meio daquela situação só consegui pensar... Droga! Eu não vou ter cuecas o suficiente!


Notas Finais


Achei que a narrativa ficou muito rápida. Parecia melhor na minha imaginação kkk
Espero que tenham gostado, apesar de tudo.
Criticas construtivas são bem-vindas.


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