História Of Glory - Capítulo 7


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Categorias High School DxD, Naruto
Personagens Akeno Himejima, Asia Argento, Azazel, Baraqiel, Ddraig, Gabriel, Grayfia Lucifuge, Haku, Issei Hyoudou, Itachi Uchiha, Koneko Toujou, Kurama (Kyuubi), Kushina Uzumaki, Madara Uchiha, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki, Obito Uchiha (Tobi), Ophis, Personagens Originais, Rias Gremory, Rossweisse, Sasuke Uchiha, Shuri Himejima, Sirzechs Lucifer, Sona Sitri, Vali Lucifer, Xenovia Quarta, Yuuto Kiba, Zabuza Momochi
Tags Narugrayfia, Narukura, Narukurora, Naruophis, Naruravel, Naruross, Narusona
Visualizações 164
Palavras 6.526
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Harem, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yoooooo
Foi mau a demora fiquei sem WiFi
Cap um pouco fraco

Capítulo 7 - Old Ghosts - New Regrets


Dor. A primeira coisa que sinto quando acordo. Sequer abro os olhos e já os sinto doerem. De todas as coisas que eu poderia fazer, a única que realmente consigo é gemer.

— Hmmmmm.

É, bem másculo. depois de apanhar mais que o Cell e o Freeza pro Goku no Dragon Ball GT (hehehehhehe, la referencia) tudo que eu consigo fazer é gemer que nem menininha. Nem parece o cara que detonou um monte de maluco armado dentro da própria casa e depois pegou três num beco com espadas. Más, é a vida. Ela tem dessas coisas. As vezes a gente bate que nem Chuck Norris, e as vezes a gente apanha que nem os figurantes do filme do Chuck Norris.

Mesmo depois de ter tomado um cacete trevoso desses eu ainda sim tento me levantar, porque aqueles caras não vão se matar sozinhos. Só que, no momento em que tento pelo menos ficar sentado, sinto uma dor lancinante percorrer minhas costas. E aí me lembro que quando eu tava no chão, um dos caras ficou chutando as minhas costas. E, de novo gemo igual menininha. Francamente, se continuar assim daqui a pouco tô ouvindo música emo. E graças ao meu gemido Muy Macho a porta se abre e por ela entra um cara esquisitão, com cabelos brancos e linhas vermelhas descendo por debaixo dos olhos. Ao me ver, ele abre um sorriso e vem andando em minha direção. Ao chegar ao pé da cama, ele se abaixa pra ficar na mesma altura que eu e diz :

— Aaaahhhh, então a bela adormecida resolveu acordar. Que bom, isso é realmente ótimo. Agora, será que dá pra me responder porque é que um pirralho como você levou uma surra de 3 mafiosos ?

— Vai se fuder seu velho, eu não tenho nada a te dizer.

— Olha o respeito muleque. É assim que você agradece a quem te salvou da morte ?

— E o que você esperava que eu fizesse cacete ? Eu tomo uma sova do caralho, fico largado no chão de um beco semi morto, e depois acordo na casa de um cara que eu nunca vi. Queria que eu agisse como ? Quem me garante que você não é um pedófilo ? Quem me garante que você não vai me vender como se eu fosse a porra de um bichinho de estimação ? - antes que eu me desse conta, percebo que estou chorando. - Porra, tá satisfeito, me fez chorar droga. Espero que esteja feliz agora.

E como se só estivessem esperando por isso, as lágrimas começam a descer compulsivamente. Ergo meus braços numa tentativa fútil de tentar para-las. Porém, o que realmente me surpreende é o fato do velho simplesmente me abraçar, colocando minha cabeça no meio do seu peito numa tentativa vã de me consolar, o que por sua vez só piora a situação. E ao perceber isso ele apenas diz:

— Shiii, tudo bem, tudo bem, dize sair. Deixe tudo de ruim ir embora junto com as lágrimas.

E pronto, está aberto o manancial. Depois do que ele fala, tudo o que consigo fazer é chorar que nem criança, o que, de fato eu sou. Depois de um tempo assim, sinto o cansaço me engolfando, e lentamente sucumbo ao cancaço, caindo por fim, na inconsciência.

JIRAYA ON

As vezes não gosto de me considerar humano. Após tantos anos de vida, posso dizer que já vi, fiz e ouvi fala de coisas muito ruins. Mas jamais fiz uma criança chorar, disso eu tenho total certeza.

A criança que no momento se encontra incosciente em meus braços é filho de dois antigos pupilos meus, e hoje chegou aos meus ouvidos que , por causa de um deles, o outro acabou morto, e o filho dos dois sumiu. Também disseram que as únicas coisas que encontraram na casa além de uma cova improvisada debaixo de uma arvore foram cinzas e corpos carbonizados.

Mas você deve estar se perguntando quem exatamente sou eu. Nossa, que falta de educação a minha. Meu nome é Jiraya ayamata, um velho ermitão e escritor de livros pornô. alem de que sou ex professor de artes marciais. Mas vamos deixar isso de lado e focar no que realmente interessa, o que no caso é a criança loira a minha frente. As vezes acho que eu deveria ter tomado conta de somente um deles, por que talvez assim isso não teria ocorrido, esse menino não teria que embarcar numa jornada por vingança.

Talvez, se eu não tivesse levado Minato a esse caminho, as coisas poderiam ter sido diferentes.

O coloco na cama gentilmente e saio do quarto sem fazer barulho pra não acorda-lo. Desço as escadas e vou até a cozinha atrás de uma garrafa de uísque, levando a mesma comigo até o sofá, ando me afundo e começo a beber do gargalo mesmo. Tento afogar as lembranças na bebida enquanto meus olhos se movem teimosamente em direções indevidas. Pouso meu olhar em cima de um armário aonde se encontram algumas fotografias, entre elas duas que realmente merecem destaque : a primeira delas mostra um eu mais jovem ao lado de uma mulher de cabelos loiros e de um rapaz de longos cabelos negros, ambos seres que tive o desprazer de chamar de amigos. Na outra se encontram quatro pessoas. A primeira, mo meio dos outros sou eu, com um sorriso bobo no rosto, a segunda e um homem de cabelos loiros e espetados que não abaixavam nem por reza brava, e uma expressão estranha em seu rosto. E as duas últimas talvez sejam as mais importantes dentre todas as que já tive o prazer de ver. Uma é uma mulher de cabelos carmesim com um sorriso radiante em seu rosto, e em seus braços uma criança com alguns tufos de cabelo loiro e os olhinhos fechados. Os quatro são, respectivamente, eu, Minato, Kushina e o recém nascido Naruto. Me permito fechar os olhos por um instante e me perco em lembranças de tempos mais felizes, porém não percebo que passei tempo demais nisso até abrir novamente os olhos e dar de cara com Naruto me olhando meio sem jeito. Antes de sequer ter a chance de fazer ou falar algo ele o fz primeiro e me pergunta :

— Por que você tem uma foto minha e da Okaa-san no armário ?

— Por que fui a pessoa mais proxima de um pai que os dois já tiveram.

JIRAYA OFF

NARUTO ON

Acordo com um pouco de dor de cabeça e sem saber direito o que foi que aconteceu, mas logo as lembranças me voltam e sou capaz de me situar. E junto com as lembranças me vem uma vergonha absurda. Porra, eu acabei de chorar na frente de um total desconhecido, e agora não sei em o que vou dizer a ele.

— Ele não é um desconhecido seu idiota, é seu padrinho que não vem te ver a uns cinco anos e meio.

Tomo um susto com a voz que vem do nada, até me lembrar que tenho um hóspede desagradável.

— Ahhh, é você.

— E quem você esperava bonitão, o celho da páscoa ?

— Ele pelo menos seria mais agradável que você, seu fantasma inútil. onde você tava na hora que eu tava tomando aquele sacode hein ? E como raios você sabe quem o velho é ?

— Primeiro de tudo, eu fiquei gritando na sua mente o tempo todo em que você estava seguindo eles, mas o gostosão aí, resolveu pagar de Batman e solar os 3 na raça. E como vimos, não deu tão certo assim. Mas, agora, respondendo a sua pergunta anterior, eu esto com você desde o seu nascimento seu bosta. A eras eu encarno em alguém que em algum momento possa trilhar o caminho da vingança. Na maioria das vezes eu permaneço oculto do hospedeiro por toda a sua vida, mas em casos como o seu, eu acabo me fazendo presente. E, retornando a questão anterior, como eu estou em você desde o momento em que nasceu eu vi e ouvi tudo ao seu redor, mesmo as coisas que você não tem condições de se lembrar, incluindo o velho lá em baixo. Agora quanto ao nome do infeliz, nem adianta você me perguntar, porque não faço a menor ideia.

— Muito útil você hein ?

— Bem mais que você, seu imcompetente. Agora tire essa raba daí, e vá falar com o velho. Não sei porque, mas ele parece ser bem forte, e se ele for, pode ser muito útil, uma vez que ele parece te conhecer e muito provavelmente não vai te deixar ir tão fácil assim.

Bufando de raiva, me levanto e faço o que ele manda. Encaminho-me lentamente até a porta do quarto com medo do que vou encontrar do lado de fora dele, afinal, vai que né. Mas meus medos mostram-se infundados ao ver que não há nada de anormal lá, exceto a aparente falta de residentes, poque quem mora sozinho numa casa que dá pra uns 3 ou 4 ?. Enfim, deixo isso de lado e me direciono a escada a minha esquerda, o que acaba me levando a uma espécie de sala de estar. Olhando com um pouco mais de atenção, percebo um armário com algumas fotografias em cima do mesmo. Ando até ele e tomo um susto ao pousar o olhar sobre a primeira delas, a mais próxima da beira, como se estivesse em um lugar de destaque dentre as demais. A fotografia não teria nada demais não fosse o fato de retratar esse velho esquisito ao lado de um cara que parece uma versão adulta de im, só que sem a cara de panaca que ostento no momento. Mas, o mais surpreendente da imagem é o fato de a minha mãe estar nela, e o pior, comigo nos braços. Tomo um choque ao constatar que o homem ao lado de minha mãe é meu pai. O mesmo homem que eu nunca soube o nome. O mesmo homem que eu nunca vi. O mesmo homem que nos abandonou quando eu tinha sete meses de vida. Isso por consequência só fez aumentar o meu receio com o velho dono da casa.

Me viro em sua direção e logo lembranças do meu ataque de choro voltam pra me atormentar, o que me faz ficar com uma puta vergonha. Ao reparar que ele está me encarando, o olho meio sem jeito e faço a primeira pergunta que me veio a mente.

— Por que você tem uma foto minha e da Okaa-san no armário ?

A resposta que eu ouviria seria uma das várias coisas chocantes que eu ouviria a partir daquele fatídico momento.

— Por que fui a pessoa mais próxima de um pai que os dois já tiveram.

NARUTO OFF

— Como é que é ? - o garoto pergunta ao mais velho em espanto e incredulidade.

— Exatamente o que você ouviu criança. Fui a coisa mais próxima de um pai que os dois tiveram, isso se nunca tiverem me considerado um.

Aquilo sim foi um senhor choque ao loiro. Jamais passaria pela sua cabeça que sua mãe teria alguma relação com o homem a sua frente. Mas isso de certa forma explicava a foto. O que, por sua vez levantou outra questão na mente da jovem criança.

— Espera aí um momentinho. Já que é assim então você me conhece.

— Ora, mas é óbvio que sim. Eu não sou idiota garoto. Se fosse outro eu provavelmente teria largado por lá mesmo, afinal, se você toma um pau daqueles pra gente daquela, alguma coisa você fez pra merecer.

— Se você me conhecia então porque nunca foi me ver seu merda ?

— Por que eu tava ocupado demais tentando achar seu pai, aquele imbecil de merda.

— Tá, Tá, Tá, Tá bom, só que isso ainda não explica como você me conhece, ou OS conhece.

O velho bufa em desagrado a inquisição do garoto a sua frente, e então diz :

— Tudo bem garoto, eu posso te explicar, mas vai demorar um pouco, já que essa história é um pouco longa.

O garoto foi quem bufou dessa vez. Não queria perder tempo com histórias, ele queria ir atrás dos três e dar neles uma surra maior que a que lhe deram, mas sabia que não tinha forças o bastante pra isso. O velho percebeu suas intenções e lhe fez então uma proposta.

— Faremos assim então, eu lhe conto a história, e se ainda sim você quiser ir atrás deles eu não vou te impedir. Melhor ainda, vou ensinar a você o mesmo que ensinei aqueles dois, e pode apostar, eu ensinei muita coisa a eles, e isso poderia ser bem útil a você. O que me diz, você não tem nada a perder.

O garoto parece exitar por alguns instantes, até que, se vendo sem opção, acaba por aceitar, acenando em concordância. Afinal de contas, o velho parecia ser bem forte, e pra andar naquelas áreas, e cumprir seu objetivo, um pouquinho de força não lhe seria nem um pouco ruim.

Vendo que o garoto havia aceitado sua proposta, o velho se recosta novamente no sofá e diz:

— Melhor se sentar garoto. A história é um pouquinho longa.Dor. A primeira coisa que sinto quando acordo. Sequer abro os olhos e já os sinto doerem. De todas as coisas que eu poderia fazer, a única que realmente consigo é gemer.

— Hmmmmm.

É, bem másculo. depois de apanhar mais que o Cell e o Freeza pro Goku no Dragon Ball GT (hehehehhehe, la referencia) tudo que eu consigo fazer é gemer que nem menininha. Nem parece o cara que detonou um monte de maluco armado dentro da própria casa e depois pegou três num beco com espadas. Más, é a vida. Ela tem dessas coisas. As vezes a gente bate que nem Chuck Norris, e as vezes a gente apanha que nem os figurantes do filme do Chuck Norris.

Mesmo depois de ter tomado um cacete trevoso desses eu ainda sim tento me levantar, porque aqueles caras não vão se matar sozinhos. Só que, no momento em que tento pelo menos ficar sentado, sinto uma dor lancinante percorrer minhas costas. E aí me lembro que quando eu tava no chão, um dos caras ficou chutando as minhas costas. E, de novo gemo igual menininha. Francamente, se continuar assim daqui a pouco tô ouvindo música emo. E graças ao meu gemido Muy Macho a porta se abre e por ela entra um cara esquisitão, com cabelos brancos e linhas vermelhas descendo por debaixo dos olhos. Ao me ver, ele abre um sorriso e vem andando em minha direção. Ao chegar ao pé da cama, ele se abaixa pra ficar na mesma altura que eu e diz :

— Aaaahhhh, então a bela adormecida resolveu acordar. Que bom, isso é realmente ótimo. Agora, será que dá pra me responder porque é que um pirralho como você levou uma surra de 3 mafiosos ?

— Vai se fuder seu velho, eu não tenho nada a te dizer.

— Olha o respeito muleque. É assim que você agradece a quem te salvou da morte ?

— E o que você esperava que eu fizesse cacete ? Eu tomo uma sova do caralho, fico largado no chão de um beco semi morto, e depois acordo na casa de um cara que eu nunca vi. Queria que eu agisse como ? Quem me garante que você não é um pedófilo ? Quem me garante que você não vai me vender como se eu fosse a porra de um bichinho de estimação ? - antes que eu me desse conta, percebo que estou chorando. - Porra, tá satisfeito, me fez chorar droga. Espero que esteja feliz agora.

E como se só estivessem esperando por isso, as lágrimas começam a descer compulsivamente. Ergo meus braços numa tentativa fútil de tentar para-las. Porém, o que realmente me surpreende é o fato do velho simplesmente me abraçar, colocando minha cabeça no meio do seu peito numa tentativa vã de me consolar, o que por sua vez só piora a situação. E ao perceber isso ele apenas diz:

— Shiii, tudo bem, tudo bem, dize sair. Deixe tudo de ruim ir embora junto com as lágrimas.

E pronto, está aberto o manancial. Depois do que ele fala, tudo o que consigo fazer é chorar que nem criança, o que, de fato eu sou. Depois de um tempo assim, sinto o cansaço me engolfando, e lentamente sucumbo ao cancaço, caindo por fim, na inconsciência.

JIRAYA ON

As vezes não gosto de me considerar humano. Após tantos anos de vida, posso dizer que já vi, fiz e ouvi fala de coisas muito ruins. Mas jamais fiz uma criança chorar, disso eu tenho total certeza.

A criança que no momento se encontra incosciente em meus braços é filho de dois antigos pupilos meus, e hoje chegou aos meus ouvidos que , por causa de um deles, o outro acabou morto, e o filho dos dois sumiu. Também disseram que as únicas coisas que encontraram na casa além de uma cova improvisada debaixo de uma arvore foram cinzas e corpos carbonizados.

Mas você deve estar se perguntando quem exatamente sou eu. Nossa, que falta de educação a minha. Meu nome é Jiraya ayamata, um velho ermitão e escritor de livros pornô. alem de que sou ex professor de artes marciais. Mas vamos deixar isso de lado e focar no que realmente interessa, o que no caso é a criança loira a minha frente. As vezes acho que eu deveria ter tomado conta de somente um deles, por que talvez assim isso não teria ocorrido, esse menino não teria que embarcar numa jornada por vingança.

Talvez, se eu não tivesse levado Minato a esse caminho, as coisas poderiam ter sido diferentes.

O coloco na cama gentilmente e saio do quarto sem fazer barulho pra não acorda-lo. Desço as escadas e vou até a cozinha atrás de uma garrafa de uísque, levando a mesma comigo até o sofá, ando me afundo e começo a beber do gargalo mesmo. Tento afogar as lembranças na bebida enquanto meus olhos se movem teimosamente em direções indevidas. Pouso meu olhar em cima de um armário aonde se encontram algumas fotografias, entre elas duas que realmente merecem destaque : a primeira delas mostra um eu mais jovem ao lado de uma mulher de cabelos loiros e de um rapaz de longos cabelos negros, ambos seres que tive o desprazer de chamar de amigos. Na outra se encontram quatro pessoas. A primeira, mo meio dos outros sou eu, com um sorriso bobo no rosto, a segunda e um homem de cabelos loiros e espetados que não abaixavam nem por reza brava, e uma expressão estranha em seu rosto. E as duas últimas talvez sejam as mais importantes dentre todas as que já tive o prazer de ver. Uma é uma mulher de cabelos carmesim com um sorriso radiante em seu rosto, e em seus braços uma criança com alguns tufos de cabelo loiro e os olhinhos fechados. Os quatro são, respectivamente, eu, Minato, Kushina e o recém nascido Naruto. Me permito fechar os olhos por um instante e me perco em lembranças de tempos mais felizes, porém não percebo que passei tempo demais nisso até abrir novamente os olhos e dar de cara com Naruto me olhando meio sem jeito. Antes de sequer ter a chance de fazer ou falar algo ele o fz primeiro e me pergunta :

— Por que você tem uma foto minha e da Okaa-san no armário ?

— Por que fui a pessoa mais proxima de um pai que os dois já tiveram.

JIRAYA OFF

NARUTO ON

Acordo com um pouco de dor de cabeça e sem saber direito o que foi que aconteceu, mas logo as lembranças me voltam e sou capaz de me situar. E junto com as lembranças me vem uma vergonha absurda. Porra, eu acabei de chorar na frente de um total desconhecido, e agora não sei em o que vou dizer a ele.

— Ele não é um desconhecido seu idiota, é seu padrinho que não vem te ver a uns cinco anos e meio.

Tomo um susto com a voz que vem do nada, até me lembrar que tenho um hóspede desagradável.

— Ahhh, é você.

— E quem você esperava bonitão, o celho da páscoa ?

— Ele pelo menos seria mais agradável que você, seu fantasma inútil. onde você tava na hora que eu tava tomando aquele sacode hein ? E como raios você sabe quem o velho é ?

— Primeiro de tudo, eu fiquei gritando na sua mente o tempo todo em que você estava seguindo eles, mas o gostosão aí, resolveu pagar de Batman e solar os 3 na raça. E como vimos, não deu tão certo assim. Mas, agora, respondendo a sua pergunta anterior, eu esto com você desde o seu nascimento seu bosta. A eras eu encarno em alguém que em algum momento possa trilhar o caminho da vingança. Na maioria das vezes eu permaneço oculto do hospedeiro por toda a sua vida, mas em casos como o seu, eu acabo me fazendo presente. E, retornando a questão anterior, como eu estou em você desde o momento em que nasceu eu vi e ouvi tudo ao seu redor, mesmo as coisas que você não tem condições de se lembrar, incluindo o velho lá em baixo. Agora quanto ao nome do infeliz, nem adianta você me perguntar, porque não faço a menor ideia.

— Muito útil você hein ?

— Bem mais que você, seu imcompetente. Agora tire essa raba daí, e vá falar com o velho. Não sei porque, mas ele parece ser bem forte, e se ele for, pode ser muito útil, uma vez que ele parece te conhecer e muito provavelmente não vai te deixar ir tão fácil assim.

Bufando de raiva, me levanto e faço o que ele manda. Encaminho-me lentamente até a porta do quarto com medo do que vou encontrar do lado de fora dele, afinal, vai que né. Mas meus medos mostram-se infundados ao ver que não há nada de anormal lá, exceto a aparente falta de residentes, poque quem mora sozinho numa casa que dá pra uns 3 ou 4 ?. Enfim, deixo isso de lado e me direciono a escada a minha esquerda, o que acaba me levando a uma espécie de sala de estar. Olhando com um pouco mais de atenção, percebo um armário com algumas fotografias em cima do mesmo. Ando até ele e tomo um susto ao pousar o olhar sobre a primeira delas, a mais próxima da beira, como se estivesse em um lugar de destaque dentre as demais. A fotografia não teria nada demais não fosse o fato de retratar esse velho esquisito ao lado de um cara que parece uma versão adulta de im, só que sem a cara de panaca que ostento no momento. Mas, o mais surpreendente da imagem é o fato de a minha mãe estar nela, e o pior, comigo nos braços. Tomo um choque ao constatar que o homem ao lado de minha mãe é meu pai. O mesmo homem que eu nunca soube o nome. O mesmo homem que eu nunca vi. O mesmo homem que nos abandonou quando eu tinha sete meses de vida. Isso por consequência só fez aumentar o meu receio com o velho dono da casa.

Me viro em sua direção e logo lembranças do meu ataque de choro voltam pra me atormentar, o que me faz ficar com uma puta vergonha. Ao reparar que ele está me encarando, o olho meio sem jeito e faço a primeira pergunta que me veio a mente.

— Por que você tem uma foto minha e da Okaa-san no armário ?

A resposta que eu ouviria seria uma das várias coisas chocantes que eu ouviria a partir daquele fatídico momento.

— Por que fui a pessoa mais próxima de um pai que os dois já tiveram.

NARUTO OFF

— Como é que é ? - o garoto pergunta ao mais velho em espanto e incredulidade.

— Exatamente o que você ouviu criança. Fui a coisa mais próxima de um pai que os dois tiveram, isso se nunca tiverem me considerado um.

Aquilo sim foi um senhor choque ao loiro. Jamais passaria pela sua cabeça que sua mãe teria alguma relação com o homem a sua frente. Mas isso de certa forma explicava a foto. O que, por sua vez levantou outra questão na mente da jovem criança.

— Espera aí um momentinho. Já que é assim então você me conhece.

— Ora, mas é óbvio que sim. Eu não sou idiota garoto. Se fosse outro eu provavelmente teria largado por lá mesmo, afinal, se você toma um pau daqueles pra gente daquela, alguma coisa você fez pra merecer.

— Se você me conhecia então porque nunca foi me ver seu merda ?

— Por que eu tava ocupado demais tentando achar seu pai, aquele imbecil de merda.

— Tá, Tá, Tá, Tá bom, só que isso ainda não explica como você me conhece, ou OS conhece.

O velho bufa em desagrado a inquisição do garoto a sua frente, e então diz :

— Tudo bem garoto, eu posso te explicar, mas vai demorar um pouco, já que essa história é um pouco longa.

O garoto foi quem bufou dessa vez. Não queria perder tempo com histórias, ele queria ir atrás dos três e dar neles uma surra maior que a que lhe deram, mas sabia que não tinha forças o bastante pra isso. O velho percebeu suas intenções e lhe fez então uma proposta.

— Faremos assim então, eu lhe conto a história, e se ainda sim você quiser ir atrás deles eu não vou te impedir. Melhor ainda, vou ensinar a você o mesmo que ensinei aqueles dois, e pode apostar, eu ensinei muita coisa a eles, e isso poderia ser bem útil a você. O que me diz, você não tem nada a perder.

O garoto parece exitar por alguns instantes, até que, se vendo sem opção, acaba por aceitar, acenando em concordância. Afinal de contas, o velho parecia ser bem forte, e pra andar naquelas áreas, e cumprir seu objetivo, um pouquinho de força não lhe seria nem um pouco ruim.

Vendo que o garoto havia aceitado sua proposta, o velho se recosta novamente no sofá e diz:

— Melhor se sentar garoto. A história é um pouquinho longa.Dor. A primeira coisa que sinto quando acordo. Sequer abro os olhos e já os sinto doerem. De todas as coisas que eu poderia fazer, a única que realmente consigo é gemer.

— Hmmmmm.

É, bem másculo. depois de apanhar mais que o Cell e o Freeza pro Goku no Dragon Ball GT (hehehehhehe, la referencia) tudo que eu consigo fazer é gemer que nem menininha. Nem parece o cara que detonou um monte de maluco armado dentro da própria casa e depois pegou três num beco com espadas. Más, é a vida. Ela tem dessas coisas. As vezes a gente bate que nem Chuck Norris, e as vezes a gente apanha que nem os figurantes do filme do Chuck Norris.

Mesmo depois de ter tomado um cacete trevoso desses eu ainda sim tento me levantar, porque aqueles caras não vão se matar sozinhos. Só que, no momento em que tento pelo menos ficar sentado, sinto uma dor lancinante percorrer minhas costas. E aí me lembro que quando eu tava no chão, um dos caras ficou chutando as minhas costas. E, de novo gemo igual menininha. Francamente, se continuar assim daqui a pouco tô ouvindo música emo. E graças ao meu gemido Muy Macho a porta se abre e por ela entra um cara esquisitão, com cabelos brancos e linhas vermelhas descendo por debaixo dos olhos. Ao me ver, ele abre um sorriso e vem andando em minha direção. Ao chegar ao pé da cama, ele se abaixa pra ficar na mesma altura que eu e diz :

— Aaaahhhh, então a bela adormecida resolveu acordar. Que bom, isso é realmente ótimo. Agora, será que dá pra me responder porque é que um pirralho como você levou uma surra de 3 mafiosos ?

— Vai se fuder seu velho, eu não tenho nada a te dizer.

— Olha o respeito muleque. É assim que você agradece a quem te salvou da morte ?

— E o que você esperava que eu fizesse cacete ? Eu tomo uma sova do caralho, fico largado no chão de um beco semi morto, e depois acordo na casa de um cara que eu nunca vi. Queria que eu agisse como ? Quem me garante que você não é um pedófilo ? Quem me garante que você não vai me vender como se eu fosse a porra de um bichinho de estimação ? - antes que eu me desse conta, percebo que estou chorando. - Porra, tá satisfeito, me fez chorar droga. Espero que esteja feliz agora.

E como se só estivessem esperando por isso, as lágrimas começam a descer compulsivamente. Ergo meus braços numa tentativa fútil de tentar para-las. Porém, o que realmente me surpreende é o fato do velho simplesmente me abraçar, colocando minha cabeça no meio do seu peito numa tentativa vã de me consolar, o que por sua vez só piora a situação. E ao perceber isso ele apenas diz:

— Shiii, tudo bem, tudo bem, dize sair. Deixe tudo de ruim ir embora junto com as lágrimas.

E pronto, está aberto o manancial. Depois do que ele fala, tudo o que consigo fazer é chorar que nem criança, o que, de fato eu sou. Depois de um tempo assim, sinto o cansaço me engolfando, e lentamente sucumbo ao cancaço, caindo por fim, na inconsciência.

JIRAYA ON

As vezes não gosto de me considerar humano. Após tantos anos de vida, posso dizer que já vi, fiz e ouvi fala de coisas muito ruins. Mas jamais fiz uma criança chorar, disso eu tenho total certeza.

A criança que no momento se encontra incosciente em meus braços é filho de dois antigos pupilos meus, e hoje chegou aos meus ouvidos que , por causa de um deles, o outro acabou morto, e o filho dos dois sumiu. Também disseram que as únicas coisas que encontraram na casa além de uma cova improvisada debaixo de uma arvore foram cinzas e corpos carbonizados.

Mas você deve estar se perguntando quem exatamente sou eu. Nossa, que falta de educação a minha. Meu nome é Jiraya ayamata, um velho ermitão e escritor de livros pornô. alem de que sou ex professor de artes marciais. Mas vamos deixar isso de lado e focar no que realmente interessa, o que no caso é a criança loira a minha frente. As vezes acho que eu deveria ter tomado conta de somente um deles, por que talvez assim isso não teria ocorrido, esse menino não teria que embarcar numa jornada por vingança.

Talvez, se eu não tivesse levado Minato a esse caminho, as coisas poderiam ter sido diferentes.

O coloco na cama gentilmente e saio do quarto sem fazer barulho pra não acorda-lo. Desço as escadas e vou até a cozinha atrás de uma garrafa de uísque, levando a mesma comigo até o sofá, ando me afundo e começo a beber do gargalo mesmo. Tento afogar as lembranças na bebida enquanto meus olhos se movem teimosamente em direções indevidas. Pouso meu olhar em cima de um armário aonde se encontram algumas fotografias, entre elas duas que realmente merecem destaque : a primeira delas mostra um eu mais jovem ao lado de uma mulher de cabelos loiros e de um rapaz de longos cabelos negros, ambos seres que tive o desprazer de chamar de amigos. Na outra se encontram quatro pessoas. A primeira, mo meio dos outros sou eu, com um sorriso bobo no rosto, a segunda e um homem de cabelos loiros e espetados que não abaixavam nem por reza brava, e uma expressão estranha em seu rosto. E as duas últimas talvez sejam as mais importantes dentre todas as que já tive o prazer de ver. Uma é uma mulher de cabelos carmesim com um sorriso radiante em seu rosto, e em seus braços uma criança com alguns tufos de cabelo loiro e os olhinhos fechados. Os quatro são, respectivamente, eu, Minato, Kushina e o recém nascido Naruto. Me permito fechar os olhos por um instante e me perco em lembranças de tempos mais felizes, porém não percebo que passei tempo demais nisso até abrir novamente os olhos e dar de cara com Naruto me olhando meio sem jeito. Antes de sequer ter a chance de fazer ou falar algo ele o fz primeiro e me pergunta :

— Por que você tem uma foto minha e da Okaa-san no armário ?

— Por que fui a pessoa mais proxima de um pai que os dois já tiveram.

JIRAYA OFF

NARUTO ON

Acordo com um pouco de dor de cabeça e sem saber direito o que foi que aconteceu, mas logo as lembranças me voltam e sou capaz de me situar. E junto com as lembranças me vem uma vergonha absurda. Porra, eu acabei de chorar na frente de um total desconhecido, e agora não sei em o que vou dizer a ele.

— Ele não é um desconhecido seu idiota, é seu padrinho que não vem te ver a uns cinco anos e meio.

Tomo um susto com a voz que vem do nada, até me lembrar que tenho um hóspede desagradável.

— Ahhh, é você.

— E quem você esperava bonitão, o celho da páscoa ?

— Ele pelo menos seria mais agradável que você, seu fantasma inútil. onde você tava na hora que eu tava tomando aquele sacode hein ? E como raios você sabe quem o velho é ?

— Primeiro de tudo, eu fiquei gritando na sua mente o tempo todo em que você estava seguindo eles, mas o gostosão aí, resolveu pagar de Batman e solar os 3 na raça. E como vimos, não deu tão certo assim. Mas, agora, respondendo a sua pergunta anterior, eu esto com você desde o seu nascimento seu bosta. A eras eu encarno em alguém que em algum momento possa trilhar o caminho da vingança. Na maioria das vezes eu permaneço oculto do hospedeiro por toda a sua vida, mas em casos como o seu, eu acabo me fazendo presente. E, retornando a questão anterior, como eu estou em você desde o momento em que nasceu eu vi e ouvi tudo ao seu redor, mesmo as coisas que você não tem condições de se lembrar, incluindo o velho lá em baixo. Agora quanto ao nome do infeliz, nem adianta você me perguntar, porque não faço a menor ideia.

— Muito útil você hein ?

— Bem mais que você, seu imcompetente. Agora tire essa raba daí, e vá falar com o velho. Não sei porque, mas ele parece ser bem forte, e se ele for, pode ser muito útil, uma vez que ele parece te conhecer e muito provavelmente não vai te deixar ir tão fácil assim.

Bufando de raiva, me levanto e faço o que ele manda. Encaminho-me lentamente até a porta do quarto com medo do que vou encontrar do lado de fora dele, afinal, vai que né. Mas meus medos mostram-se infundados ao ver que não há nada de anormal lá, exceto a aparente falta de residentes, poque quem mora sozinho numa casa que dá pra uns 3 ou 4 ?. Enfim, deixo isso de lado e me direciono a escada a minha esquerda, o que acaba me levando a uma espécie de sala de estar. Olhando com um pouco mais de atenção, percebo um armário com algumas fotografias em cima do mesmo. Ando até ele e tomo um susto ao pousar o olhar sobre a primeira delas, a mais próxima da beira, como se estivesse em um lugar de destaque dentre as demais. A fotografia não teria nada demais não fosse o fato de retratar esse velho esquisito ao lado de um cara que parece uma versão adulta de im, só que sem a cara de panaca que ostento no momento. Mas, o mais surpreendente da imagem é o fato de a minha mãe estar nela, e o pior, comigo nos braços. Tomo um choque ao constatar que o homem ao lado de minha mãe é meu pai. O mesmo homem que eu nunca soube o nome. O mesmo homem que eu nunca vi. O mesmo homem que nos abandonou quando eu tinha sete meses de vida. Isso por consequência só fez aumentar o meu receio com o velho dono da casa.

Me viro em sua direção e logo lembranças do meu ataque de choro voltam pra me atormentar, o que me faz ficar com uma puta vergonha. Ao reparar que ele está me encarando, o olho meio sem jeito e faço a primeira pergunta que me veio a mente.

— Por que você tem uma foto minha e da Okaa-san no armário ?

A resposta que eu ouviria seria uma das várias coisas chocantes que eu ouviria a partir daquele fatídico momento.

— Por que fui a pessoa mais próxima de um pai que os dois já tiveram.

NARUTO OFF

— Como é que é ? - o garoto pergunta ao mais velho em espanto e incredulidade.

— Exatamente o que você ouviu criança. Fui a coisa mais próxima de um pai que os dois tiveram, isso se nunca tiverem me considerado um.

Aquilo sim foi um senhor choque ao loiro. Jamais passaria pela sua cabeça que sua mãe teria alguma relação com o homem a sua frente. Mas isso de certa forma explicava a foto. O que, por sua vez levantou outra questão na mente da jovem criança.

— Espera aí um momentinho. Já que é assim então você me conhece.

— Ora, mas é óbvio que sim. Eu não sou idiota garoto. Se fosse outro eu provavelmente teria largado por lá mesmo, afinal, se você toma um pau daqueles pra gente daquela, alguma coisa você fez pra merecer.

— Se você me conhecia então porque nunca foi me ver seu merda ?

— Por que eu tava ocupado demais tentando achar seu pai, aquele imbecil de merda.

— Tá, Tá, Tá, Tá bom, só que isso ainda não explica como você me conhece, ou OS conhece.

O velho bufa em desagrado a inquisição do garoto a sua frente, e então diz :

— Tudo bem garoto, eu posso te explicar, mas vai demorar um pouco, já que essa história é um pouco longa.

O garoto foi quem bufou dessa vez. Não queria perder tempo com histórias, ele queria ir atrás dos três e dar neles uma surra maior que a que lhe deram, mas sabia que não tinha forças o bastante pra isso. O velho percebeu suas intenções e lhe fez então uma proposta.

— Faremos assim então, eu lhe conto a história, e se ainda sim você quiser ir atrás deles eu não vou te impedir. Melhor ainda, vou ensinar a você o mesmo que ensinei aqueles dois, e pode apostar, eu ensinei muita coisa a eles, e isso poderia ser bem útil a você. O que me diz, você não tem nada a perder.

O garoto parece exitar por alguns instantes, até que, se vendo sem opção, acaba por aceitar, acenando em concordância. Afinal de contas, o velho parecia ser bem forte, e pra andar naquelas áreas, e cumprir seu objetivo, um pouquinho de força não lhe seria nem um pouco ruim.

Vendo que o garoto havia aceitado sua proposta, o velho se recosta novamente no sofá e diz:

— Melhor se sentar garoto. A história é um pouquinho longa.


Notas Finais


Não sei quando vou poder lançar o próximo mas tento até sábado que vem


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