História Off The Charts - Capítulo 13


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Categorias Naruto
Tags Gravidez, Gravidezindesejada, Sakuragrávida, Sakuraharuno, Sasusaku
Visualizações 92
Palavras 1.999
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Volteeeeiiiii, meus dengos.

Pimeiramente, gostaria de agradecer a todos que comentaram no ultimo capitulo. Vcs podem não acreditar, mas cada novo comentario e/ou favorito, dá uma emoção tão booooaaa...

Em segundo, quero agradecer a todos que não nos abandonaram e dizer àqueles que não deixaram de nos acompanhar, mas que decidiram ler a fic apenas quando ela estiver finalizada que eu os entendo, na real. kkkkkkkkkk

E por ultimo, novamente pedir desculpa pela demora, quase um mes e isso é sacanagem, eu sei. Também sou leitora e sou daquelas que aguardam, na maioria das vezes, as fics ficarem finalizadas para começar a lê-las. Sim, eu faço isso pessoal. Eu sou uma pessoa muito ansiosa, daquele tipo que devora um capitulo atras do outro, então se eu começar a ler uma fic ainda não terminada tendo a ficar ansiosa e chateada porque sempre esqueço o que li no capitulo anterior. kkkkkkkkkk

Bem, é isso ai! Peço a vocês, POR FAVOR, leem as NOTAS FINAIS!!!

Capítulo 13 - CAP XII - O que realmente aconteceu


[Sasuke] 

 

A última vez que lembro de ter dirigido tão rápido pela cidade, foi quando meu irmão ligou dizendo que minha mãe tinha sofrido um acidente e que estava sangrando e que era para eu ir para casa porquê a mesma não queria ir para o hospital. Quando cheguei na casa do meus pais o acidente não passava de um copo de vidro que havia quebrado e quando minha mãe foi recolher os cacos acabou cortando a mão. Itachi tem uma tendência a ser dramático na maioria das vezes. Quando torci o tornozelo quando jogávamos futebol no colégio o drama foi igual. Ele chegou a criticar a diretora pela enfermaria da instituição não ter "equipamentos adequados" para a minha situação. Como eu disse, dramático. 

O som das buzinas do lado de fora não é o suficiente para me fazer diminuir a velocidade do automóvel. Nem mesmo uma viatura de polícia mandando eu parar conseguiria me fazer desistir de chegar até o hospital no menor tempo possível. As ruas parecem mais longas do que são na verdade e o carro, embora esteja na maior velocidade que pode alcançar, parece não estar rápido o suficiente. O fato de não saber o que realmente aconteceu não ajuda em nada a acalmar os meus nervos. Ao tempo em que acho que Sakura pode ter levado a frente a sua ideia de abortar, também sinto a culpa pela possibilidade de um possível aborto ter sido causado por nossa discursão de mais cedo. 

Quando chego ao hospital, saio do carro deixando-o de qualquer maneira sobre a calçada e atravesso as portas do hospital à procura de qualquer pessoa que possa me ajudar. Pergunto para todos que passam por mim se sabem onde Sakura Haruno poderia estar, mas todos dizem não conhecer essa pessoa e que eu deveria me acalmar e ir até a recepção. O problema é que eu não sei onde ela fica. Pelos poucos detalhes que consigo reparar do local, o hospital parecer ser grande e o atendimento ser de qualidade e rápido, uma vez que vejo poucas pessoas onde estou e escuto nomes sendo chamados sem muito tempo de intervalo entre um e outro. 

De repente sinto uma pequena mão tocando-me o ombro esquerdo. Uma mulher menor que eu, de longos cabelos loiros e olhos azuis, encara-me com cara de poucos amigos. 

— Sasuke Uchiha, venha comigo. -  diz enquanto vira as costas e segue em direção a um elevador. Reconheço a voz da ligação que recebi no escritório. 

— Você deve ser Ino Yamanaka, certo? - pergunto enquanto vejo os andares passando e o elevador parar no quinto andar. É claro que é ela. Reconheci antes pela voz, mas recordo-me agora que no dossiê que Kakashi me entregou sobre Sakura, diz que ambas dividem o apartamento. 

Por um momento acho que Ino não irá me responder, pois mantem-se em silencio quando saímos da lata de alumínio e caminhamos por um corredor, provavelmente em direção ao quarto onde Sakura está. 

— Devo ser – responde, em fim, quando entramos no quarto onde encontro a Haruno desacordada sobre uma cama e com intravenosa em seu braço direito. Sua pele está pálida e sua respiração não passa de um suspiro. Por um momento, o pequeno medo de não a ver acordar me atinge. 

— Como ela está? - pergunto a mulher, que caminha até ficar ao lado esquerdo de Sakura e segura sua mão. Pela preocupação que posso perceber no olhar da loira e as lágrimas que começam a descer por seu rosto, elas parecem ser bastante próximas.  

— Você não está vendo? - seu tom de voz deixar de ser baixo e indiferente como tem sido desde que nos encontramos. - Desculpe – solta um suspiro enquanto olha para sua amiga, que não esboça qualquer movimento. - O médico disse que ela irá ficar bem, mas que tem que tomar mais cuidado daqui pra frente e que mais algum estresse a gravidez pode passar a ser de risco. - seus olhos encontram os meus.  

A culpa por ter sido a nossa briga a causar isso me atinge novamente. Seria tudo mais fácil se ela simplesmente aceitasse manter a gravidez até o final. Isso é tudo o que ela tem que fazer. Se o problema dela é ter uma responsabilidade com essa criança para o resto da vida e que ela a atrapalhe a conseguir atingir os seus objetivos, bem daremos um jeito. Tenho certeza que dona Mikoto não teria problema em ajudar seu filho mais novo a criar o neto que ela tanto quer. Embora tenho certeza que ela não queria que fosse nessas circunstancias.  

— Hum - tento manter minha inexpressão, o que não é difícil para alguém que é acostumado a manter para si suas reações. - O que aconteceu? Como você a encontrou? - pergunto ainda tentando entender tudo o que está acontecendo. 

Ino leva seu tempo acariciando os cabelos da amiga. Me pergunto se a garota é a favor das decisões da Haruno. A Yamanaka parece ser do tipo de amiga que está sempre ao lado de Sakura. Aquela que a acompanha até mesmo a esquina. A que te faz sopa quando você está acamado precisando que alguém cuide de você. Eu só preciso saber se ela é do tipo que passa a mão na cabeça e acata tudo que a outra quer. Não seria nada mal ter mais uma aliada ao meu lado. Mesmo que ela pareça que vai me atacar na primeira chance que tiver. 

— Eu acordei com ela me chamando. - de repente Ino decide responder a pergunta que eu já havia desistido de ter uma resposta. - Quando cheguei no quarto dela, ela estava toda enrolada e segurando a barriga. Estava chorando de dor. Desenrolei o edredom que a cobria para que pudesse trazer ela ao hospital e foi quando eu vi o sangramento. Ai eu entendi que talvez ela estivesse sofrendo um aborto. Sai com ela o mais rápido possível. - suas lágrimas agora descem sem a sua permissão e Ino tenta manter seus soluços baixos, provavelmente para não acordar a amiga. 

Imagino o quão terrível tenha sido para ambas passar por essa situação. Agradeço por Ino estar em casa na hora que tudo aconteceu. Não quero nem pensar em como seria se a Sakura estivesse sozinha. Sem ninguém para ajudá-la e sem saber se alguém atenderia o telefone caso ela tentasse ligar. O que mais faz pensar em como a loira conseguiu o telefone da empresa. 

— Como conseguiu o telefone da minha empresa? - pergunto me aproximando da mulher que seca as lágrimas com as costas das mãos tentando mantê-las sobre controle. 

— Pesquisei no Google. Na verdade, já tínhamos a página salva no histórico do computador. Eu só tinha que torcer para ter alguém lá que pudesse entrar em contato com você. Não esperei falar diretamente com o "Senhor Todo Poderoso". - ouço a pitada de deboche dela, mas prefiro deixar passar. Talvez ela não seja tão passiva quanto imaginei. E não seria bom arrumar uma briga em um quarto de hospital. 

Essa é a primeira vez desde que conheci Sakura que a vejo calada. Obviamente que o fato de ela estar desacordada conta para isso. Ainda assim não deixa de ser estranho. O pouco que pude ver dessa mulher é que ela sempre tem o que dizer, é escandalosa e cabeça dura. Uma mulher forte e de fibra. E tê-la deitada nessa cama de hospital com um aparelho bipando a cada batida do seu coração faz-me pensar que independente de tudo isso ela ainda é alguém que deve ser cuidada e protegida. E não há ninguém nesse mundo que preze mais por essa mulher do que seus pais. Vai ser difícil, principalmente depois da tarde que tivemos, mas tenho que ligar para Mebuki e lhe pedir que venha até o hospital. 

Dou uma última olhada na mulher na cama e percebo que Sakura está começando a acordar. Ser a primeira pessoa a quem ela irá ver quando abrir os olhos talvez não seja uma boa ideia, principalmente do jeito que nosso relacionamento – se podemos chamá-lo assim - está. Peço licença a Yamanaka e me retiro do quarto para ligar para a mãe da Sakura. Como eu sabia, não foi fácil dizer à mulher que a sua unica filha estava internada em um hospital por sofrer um princípio de aborto. Se dependesse da mulher eu teria contato tudo pelo telefone, mas lhe garanti apenas que Sakura e o bebê estão bem e que ela deveria se acalmar e vir fazer companhia a filha que precisaria dela quando acordasse. 

Esperei Mebuke nas portas do hospital e levei um pequeno susto quando a mulher simplesmente me abraçou. Ela agia como se nos conhecessemos há séculos e fossemos íntimos. Não repeli o contato como normalmente faria, pois, as únicas pessoas que conseguiam tamanho contato comigo eram minha mãe, Naruto – que me abraçava a força - e Itachi. Naquele momento reconheci que dar conforto a alguém que estava precisando de um pouco de atenção não mudaria em nada para mim, mas poderia ser de grande diferença para aquela pessoa. 

Durante o caminho de volta para o quarto contei-lhe tudo o que Ino me disse. E que suspeitava que poderia ter sido nosso desentendimento com a rosada que poderia ter causado todo esse transtorno. A mulher voltou a debulhar-se em lágrimas e a assumir a culpa por não ter sido mais compreensiva com a filha. Não lhe respondi, pois creio que só causaria discórdia entre nós dois e a última coisa da qual preciso agora é dela contra mim e a favor da filha. 

Quando chegamos à porta do quarto ouvia-se vozes em uma conversa acalorada dentro do mesmo, quando ouvi a voz de Ino perguntando o que realmente tinha acontecido, impedi que Mebuki que estava com a mão na maçaneta, abrisse a porta e esperei pela resposta de Sakura. 

— Minha mãe esteve lá em casa com o Uchiha. Foi horrivel Ino, ela falou um monte de coisas sobre ser mãe e o Sasuke me ameaçou. Disse que iria mandar me prender se eu seguisse em frente com a ideia do aborto. - de repente o quarto fica em silencio e me vejo ansioso pela continuação da conversa. Não sou do tipo que fica ouvindo conversa alheia, mas esse é um assunto que muito me interessa. Olho para o lado e vejo Mebuki tão ou mais concentrada que eu. - Eu pirei Ino. Simplesmente cheguei ao meu limite sobre esse assunto. É tanta pressão vinda de tantos lados. - um choro é ouvido e sei que vem de Sakura. Seus gritos, tenho certeza, podem ser ouvidos pelo paciente dos quartos ao lado. Mebuki faz mensão de entrar no quarto, mas desiste quando a voz de sua filha volta a tomar conta do ambiente. - Eu corri até a fármacia da rua e comprei um chá abortivo. Eu não aguentava mais. Esse era o único jeito de tirar todos do meu pé e me deixarem em paz. 

 Eu não consigo entender o que acontece comigo, sinto como se meu sangue fervesse dentro do meu corpo. Minha mente parece querer perder toda a consciência. Olho para Mebuki e a vejo tão surpresa quanto eu sibilando a palavra "Kami!". Não espero mais nenhum minuto para entrar no quarto. Sakura fica mais pálida do que já estava e suas orbes parecem querer escapar do seu rosto enquanto seus olhos passeiam entre sua mãe e eu. Parece que alguém não foi avisada que tinha visitas. 

 – Sua maldita. -  grito invadindo o quarto e me aproximando da mesma. - Você é louca? Tentou abortar meu filho? - seguro em ambos os seus ombros a balançando. Seus olhos ficam maiores e vejo medo neles. Ótimo! Ela ainda não viu nada. - Você vai pagar por isso Sakura Haruno. 

 Por um momento me sinto perto de esquecer que Sakura é uma mulher e que está acamada. Eu simplesmente não consigo esquecer o que ouvi. 


Notas Finais


Foi isso, meus amores. Espero que tenham curtido o capitulo.

Deixem-me desabafar novamente com vocês, e eu adoro quem responde aos meus desabafos. Meu povo, a criatividade está muiiiito em falta. Eu estive pensando em parar de atualizar a história e colocá-la em hiatos até que eu conseguisse escrever todos os capitulos dela ou, pelo menos, a maioria. Porque assim eu não demoraria tanto a postar os capitulos e ficaria mais tranquila, porque embora eu esteja postando a fanfic por mim, porque eu sempre quis ler uma historia nesse formato, mas nunca encontrava, eu também gosto muito dos leitores que conquistamos (a história e eu) e não gostaria de perdê-los, então acabo ficando em um impasse cruel. Não vou abandonar a fic, pois ela é o meu baby Sasusaku, é a minha primeira "long ffic", se podemos chamar assim. Tem dias que eu tenho muita vontade de escrever, mas quando abro o word não há o que colocar no papel. A história foge da minha mente. Eu já tenho o final pronto na minha cabeça, mas o caminho até ele parece tão longe!

Bem.. Falei demais, mas era isso!! Agora, quem puder me indicar fanfics Sasusaku terminadas, eu agradeceria. Sou apaixonada pelas de UN, mas leio as de UA tbm.

Bjunda!!


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