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História Oh, daddy! - Sasusaku. - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


oi oii!~~

resolvi adaptar minha fic p sasusaku tb!

espero que gostem!
boa leitura!
perdão por qualquer errinho!~~

Capítulo 1 - Único; na porta.


S p a n k  m e
W h e n
~~ I' m  b a d

Se Sasuke não fosse um homem extremamente controlado, ele com certeza já teria levantado sua bunda daquela cadeira de couro, entrado em seu carro e dirigido até seu apartamento, apenas para ter o prazer de castigar aquela coisinha insolente na qual chamava de namorada (e, sua baby).

Ele, definitivamente, não era um homem fácil de se tirar do sério. Desde pequeno, carregava a fama de pacato, quase nunca elevava o tom de voz — por pior que fosse a situação — e mantinha sempre sua faceta serena. Por mais que gostasse de ser um dominante em quase tudo o que fazia, isso nunca havia andado na mesma reta com o estresse, ou explosões de raiva. Levava uma vida pacata, conforme seu próprio modo e suas próprias regras, mas tudo havia mudado da água para o vinho quando Sakura Haruno entrara em sua vida.

Como um furacão, a garota conseguira virar sua vida de pernas por ar, de um modo sexy e, caótico em muitas das vezes. Regras eram algo que Sakura havia dificuldade em seguir e — por mais que ele gostasse — ensina-las para ela era algo fodidamente complicado, já que é impossível fazer com que algo entre na cabeça de alguém quando essa pessoa se recusa a entender, ou abrir a mente para aceita-las.

Parecia que tudo que lhe dizia por um ouvido, saia pelo outro. Era como se nada que ele lhe dissesse ficasse gravado naquela cabecinha, cujo rosto de boneca era a própria perdição.

Oh, ele adoraria que houvesse um jeito de lhe enfiar aquelas benditas regras na mente da garota, de um modo que ela entendesse!

Até porque, não eram muitas. A maior de todas, era nunca o importunar no trabalho. Bem, era uma condição mútua. Sasuke não poderia perder o foco quando se era diretor financeiro e mexia com tantos números de alto valor todos os dias, e ela não poderia viajar para a lua enquanto fazia seus desenhos. Era um acordo mútuo.

E no fundo, ele sabia que ela as entendia, e só as quebrava por mera implicância. Era uma coisinha teimosa, de um metro e cinquenta que adorava ter seu traseiro avantajado marcado pelas mãos do moreno e pelos seus adoráveis brinquedinhos.

E naquele dia, não seria diferente.

Ele estava em mais uma reunião entediante com os outros diretores da Uchiha. Seu pai falava inúmeras coisas que — com toda certeza — poderiam ser repassadas por um simples e-mail, mas não. Fugaku Uchiha nunca perderia a chance de passar horas transmitindo sua face na grande televisão da sala de reuniões enquanto ditava ordens.

Sasuke, como o belo diretor financeiro que era, fora convocado para estar ali ao lado de outros diretores gerais. Se sentava em uma das cadeiras do canto da enorme mesa, e fingia prestar a atenção, até seu celular vibrar no bolso do paletó negro. Ele o puxou, vendo ser uma mensagem de sua namorada, e resolveu olhar, achando ser alguma mensagem doce.

Somente para quase ter seu queixo indo ao chão ao ver a foto um tanto quanto provocante.

O chicote de tiras em rosa pastel ao lado da coleira feita especialmente para ela, adornada por pequenos diamantes na qual ele mesmo havia encomendado. Ao fundo, a luminária que antes possuía uma frase amorosa, agora possuía um sutil "Por favor, Daddy?", e ele já sabia o que aquilo significava. Resolveu ignorar. Não tinha tempo naquele momento.

Oh, mas que péssima escolha.

Não demorou dez minutos, e seu celular vibrara novamente. Ele pegou-o, e lá havia outra mensagem da garota, na qual ele abrira em prontidão, dessa vez vendo seu queixo realmente indo até o piso da sala.

A calcinha rosa deixava sua bunda arrebitada com um destaque na foto. As unhas pintadas por um belo esmalte preto também se destacavam, pois empurravam aquele pedaço de pano para que sua bunda ficasse a mostra. De resto, somente era possível ver uma pequena parte da blusa branca que vestia (e que deixava seu umbigo visível). E somente para provocar, em cima a pequena frase "Me espanque quando eu for má" se destacava.

"Quero sua calcinha na porta, quando eu chegar." Foi a única coisa que respondeu antes de guardar o celular no bolso.

♥゚・。♥。・゚♡゚・。。・゚♡

Sasuke não se surpreendeu ao chegar no apartamento em que dividia com a sua namorada e achar a calcinha rosa na porta. Ele sorriu, pegando-a e enfiando no bolso da calça. Deixou sua pasta sobre o sofá, e tirou seu casaco. Deixou-o sobre o sofá também, antes de ir sorrateiramente até o quarto.

Sorriu ao ver Sakura deitada de bruços, mas como a coisinha que era, usava uma calcinha preta junto a blusa, e mexia no celular. Se encostou no batente da porta da suíte, enquanto mordia seu lábio inferior. Pensava no que poderia fazer com ela.

 — Se divertindo? — Sua voz saiu provocante, e ele a viu dando um mini pulo para cima. Ela lhe olhou, enquanto ele desfazia o nó da gravata.

 — U-Um pouco.  — Ela murmurou, enquanto observava-o. Não sabia que ele chegaria tão cedo, e não havia nem mesmo pensado sobre o que ele poderia fazer com ela.  — C-Como foi no trabalho?

 — Tudo bem.  — Ele murmurou, sua voz calma demais. Ela mordeu o lábio inferior.  — Produtiva, mesmo que na maior parte do tempo eu estivesse pesando em uma certa bunda, tal qual eu queria apertar agora mesmo.

 — Por que não aperta?  — Ela perguntou, mesmo sabendo que o provocar era errado.

 — Porque isso seria leve demais.  — Ouviu seu murmuro, e seu corpo se arrepiou.  — Podemos fazer coisas melhores...

Ela soltou um gritinho de susto quando sentiu seu corpo sendo virado, ficando de frente para ele. Sorriu maliciosa ao vê-lo ali, com a blusa levemente aberta, exibindo o começo de seu torso. Seus cabelos estavam levemente bagunçados, e ele possuía um sorriso fodidamente excitante. Seu corpo esquentou quando ele se curvou, apoiando seus braços na cama, e encostando a ponta de seu nariz no dela.

 — Você quer brincar, baby?  — Ele perguntou, sua voz recheada por uma malicia que ela adorava ouvir.

 — Quero...  — Ela sussurrou, sua voz falhava graças a aproximação do moreno.  — Q-Quero muito...daddy.

 — Hmmm...  — Ele se afastou, e ela cruzou os braços, um pouco irritada por ele apenas tê-la provocado.  —  Eu vou tomar um banho, e enquanto isso, penso no seu caso.

Ela se sentou na cama, indignada ao vê-lo indo em direção ao banheiro com sua toalha. Pensou em ir atrás dele, porém ouviu o barulho da trinca do banheiro, e desistiu. Se levantou da cama, e foi até a sala. Se jogou no sofá, entediada.

Enquanto ficava ali, sua mente mergulhou em diversos pensamentos. Ele iria pensar... hmmm... o que faria? Ela se perguntava, enquanto sua mente perambulava pelas lembranças dos brinquedinhos que ela tanto amava. Sua parte sul havia pulsado, com certeza gostaria de qualquer coisa.

Mordeu o lábio inferior, cada vez mais funda em seus pensamentos. Queria-o tanto...

— Sakura. — Ouviu seu nome sendo chamado em um tom autoritário, e segundos depois, já estava em pé, quase marchando até o quarto. Estava ansiosa e nervosa.

— Sim? — Disse, ao parar embaixo do arco da porta. Seus olhos brilharam ao vê-lo em pé, mexendo na gaveta distraidamente. Adorava conseguir o que queria, era uma bela criança mimada.

— De joelhos. — Ele disse, e ela engoliu em seco. Se preparou para se ajoelhar ali, mas novamente, ouviu a voz do moreno. — Na cama.

Piscou duas vezes, antes de ir até a cama. Fizera como ele mandara, se ajoelhando na cama, e apoiando as mãos sobre a coxa. Mordeu o lábio inferior, ao vê-lo se virar e ir até ela.

— Pensei no seu caso. Se vire, com as mãos para trás. — Ele disse, sua voz estava calma e intimidante. Ela, novamente, lhe obedeceu. Sentiu-o puxar sua blusa, colocando a pequena "coleira" em seu pescoço e sentiu seus pulsos sendo puxados de maneira leve. — Sabe... eu quero te punir a moda antiga dessa vez, já que você está sendo uma criança rebelde.

— Não existiam algemas na moda antiga. — Ela murmurou, e ouviu o riso abafado do moreno enquanto ele juntava seus pulsos.

— Quem disse que vou usar algemas? — Ele perguntou, sua voz sedutoramente recheada por malícia. — Eu vou usar sua própria calcinha, que tanto atiçou minha mente pelo resto do dia.

Seu corpo se esquentou repentinamente com aquelas palavras. Ela realmente havia o atiçado, e aquilo parecia algo bom de se ouvir, e de saber. Mordeu o lábio inferior ao senti-lo amarrando aquele pedaço de pano e imobilizando suas mãos atrás de suas costas. Podia dizer, ser imobilizada daquele jeito era um dos modos que ela mais odiava, mas também o que mais lhe dava prazer.

Fora surpreendida quando o moreno se sentou sobre a cama, e puxou-a para seu colo. Deitou-a ali, deixando sua bunda empinada em seu colo, enquanto mantinha o resto do torso dela sobre a cama. Passou a mão sobre sua bunda, apertando-a em algumas partes e fazendo com que ela gemesse baixo. Levou as duas mãos até a calcinha negra da garota, deslizando-as por suas pernas até jogá-la ao chão.

Se restringiu a dar um suave beijo em cada lado da bunda da garota, e suspirou enquanto observava-a. Fizera uma leve massagem com seus polegares em seu quadril, antes de passar a mão por toda a suas costas. Sakura já se contorcia em antecipação, animada com o que estava por vir.

— Oh, bebê. — Ele murmurou, fazendo leves círculos em suas costas. Ela murmurou em aprovação. — Você é tão teimosa, e mesmo que isso te deixe fodidamente sexy, isso também acaba comigo. É uma merda que você não saiba seguir regras...

— Você gosta disso. — Ela murmurou, e ouviu a risada dele.

— Sim, eu gosto. — Ele disse, e deslizou sua mão novamente até a bunda dela, massageando cada lado de maneira suave. —  Principalmente porque depois eu posso tentar ensiná-las para você novamente, e bom, te punir por seus deslizes.

— E você vai me punir, daddy? — Sua voz era suave, mesmo que por dentro, ela estivesse ansiosa.

— Oh, você não tem ideia. — Ele sorriu perversamente, mesmo sabendo que ela não veria. — Usarei minhas mãos hoje, quem sabe elas não tenham um efeito melhor do que qualquer brinquedo.

Sakura estremeceu, sabia que Sasuke era forte. Nunca havia realmente tomado palmadas na bunda, e sentiu-se ainda mais nervosa.

— Você gosta de ser uma menina desobediente, não gosta bebê? — Ele disse, alisando o lado direito da bunda da garota. Ela suspirou.

— G-Gosto, daddy. — Ela murmurou, mordendo o lábio inferior.

— E você sabe que é por isso que está sendo punida, não é? — Ele disse, sua voz continuando no tom mais calmo que ele possuía. — Me diga, por que eu vou te punir?

— Porque eu descumpri uma regra, e te desobedeci. — Ela disse, sua voz um pouco nervosa. Ele sorriu.

— E é legal desobedecer ao seu daddy? — Perguntou, manhoso. Ela mordeu o lábio inferior.

— É... mas não é o correto. — Ela disse, provocando-o. Ele apenas riu. Adorava o jeito dela.

— Conte. — Ele disse, voltando com sua postura séria. — Se errar, eu começo de novo.

— Vão ser quant... AH! — Gritou, ao sentir sua mão pesada espalmando contra o lado direito de sua bunda sem um pingo de dó. Aquilo doera, e ela mexera sua mão, fechando-as em punho, mas sem poder fazer nada. Estava imobilizada. — S-Sasuke!

— Conte. — Ele disse, sério.

— U-Um...

Sorriu, e logo atingiu o outro lado da bunda da garota. Sakura gemeu, ao mesmo tempo que gritara baixinho.

— D-Dois...

E ele continuou, enquanto alternava entre os dois lados da bunda dela. Já via as marcas vermelhas aparecendo ali, junto com as marcas da palma de sua mão contra a pele branca da garota, que por sua vez, gemia com o contato, e se contorcia embaixo dele.

Sakura não sabia identificar o que sentia naquele ato, era um misto de dor e prazer que lhe fazia chorar, ao mesmo tempo que pedia para que ele não parasse. Era gostoso, ao mesmo tempo que doloroso.

Algumas lágrimas escorriam pelo seu rosto, nunca imaginaria que o moreno tivesse uma mão tão pesada. Havia perdido a conta umas duas vezes, o que somente fazia com que ele recomeçasse. Mexia suas pernas incessantemente, como uma adolescente querendo fugir de seu castigo, e não conseguindo. Seu corpo ia para frente a cada tapa, balançando-a sobre seu corpo e a cama.

— D-Dez... — O número saiu como um sussurro, e ela se viu no fim de seu castigo. Respirava pesadamente, enquanto algumas lágrimas ainda caíam. Odiava ter seus vinte e poucos anos e continuar chorando, se sentia um bebê.

Talvez fosse esse o motivo pelo qual ela adorasse tanto ser a baby dele.

— Você sabe, isso dói mais em mim do que em você, bebê. — Ele murmurou, virando-a de modo que ela ficasse deitada em seu colo. Ela olhou ironicamente para ele.

— N-Não é a sua bunda que está doendo nesse momento. — Ela disse, franzindo o cenho. Ele riu, passando o polegar sobre sua bochecha, limpando as lágrimas que ainda deixavam aquela parte úmida. — Vai me soltar agora?

— Ainda não terminei. — Ele disse, e ela arregalou os olhos. Ele riu por sua expressão surpresa, levantando com ela em seus braços antes de deitá-la na cama. — Você queria brincar, não queria? Pois vamos brincar, bebê.

Mesmo com a dor em sua bunda, ela sentiu seu corpo ficando ainda mais quente. Iriam brincar, e ela não tinha a menor ideia do que, ou de como “brincariam”. Mexeu as pernas, de um modo ansioso enquanto via o moreno andar até as gavetas. Ele pareceu pensativo por alguns momentos.

— Vou imobilizar suas pernas, vai ser mais divertido assim. — Ele disse, indo em direção a ela, segurando o pequeno bastão, que possuía uma tornozeleira em cada ponta.

Prendeu cada tornozeleira em um tornozelo dela, estendendo o bastão até que ela estivesse com as pernas bem afastadas. Travou-o ali, impedindo que ela pudesse fechar as pernas. Ela suspirou, ao vê-lo puxar a venda de seu bolso, e colocar em seu rosto.

— A brincadeira é simples... Você não pode gozar, baby.  — Ele disse, e sorriu, mesmo que ela não pudesse ver. — Não importa a quão próxima do orgasmo você estiver, você vai me avisar quando estiver em seu máximo.

— P-Por quanto tempo f-ficaremos nisso? — Ela perguntou, um pouco ansiosa.

— Tempo suficiente para que você aprenda sua lição. — Ele disse.

— O que acontece se eu gozar? — Ela perguntou, curiosa.

— Se você gozar... — Ele disse, e ela sentiu a respiração dele próxima da sua, e em seguida, seu nariz roçando no dela. — Eu não termino a nossa noite do jeito que você gosta... — Murmurou manhoso. — E... alguns dias sem sexo, bebê.

— Sasuke... — Ela disse manhosa, roçando o seu nariz contra o dele. Sentiu sua mão grande apertando seu sexo e gemeu. — Oh!

— Não sabia que míseros tapinhas fossem te deixar tão molhada... — Ele murmurou, passando seus dedos por toda aquela região. — Gostaria de começar com um brinquedo, mas acho que meus dedos vão ser melhores nesse momento...

— SASUKE! — Ela gemeu alto, sentindo-se invadida por dois dedos dele, que lhe penetrara com força, tentando ir o mais fundo que podia. Se contorceu embaixo dele, mas não podia se mover muito. Seus tornozelos e suas mãos estavam presos, o que lhe deixava quase que imóvel, a não ser por sua cintura e quadril.

— Geme pra mim, bebê. — Disse, beijando seu pescoço, enquanto movia seus dedos com mais força e agilidade. — Eu quero te ouvir, Sakura.

E ela gemeu, cada vez mais alto, seguindo o ritmo dos dedos do moreno, que não lhe davam descanso. Arfou ao sentir seu polegar em seu clitóris, dando-lhe a atenção necessária com belos movimentos circulares. Enquanto isso, ele ora lhe observava, e ora lhe beijava.

— Sasuke... e-eu... e-eu vou... — Se contorceu, e gemeu frustrada quando se sentiu vazia. Os dedos de Sasuke não estavam mais lá. Suspirou.

— Você se controla bem. — Ele disse. —  O que acha de elevarmos um pouco mais nossa brincadeira?

Ela sentiu seu coração se acelerar mais, ao ouvir seus passos contra o piso. Não sabia o que ele iria fazer, mas já estava ansiosa. Seus sentidos estavam mais aguçados graças à venda, e isso lhe deixava ainda mais esperta.

Por instantes, silêncio. Não se ouvia nada no quarto. Sakura sentiu sua respiração se acelerar em antecipação. Logo, ouviu seus passos, e não precisou senti-lo para saber que ele estava perto dela.

Gemeu baixo, sentindo suas mãos deslizando por seus ombros, massageando-os com um gel, e logo sentiu as mãos habilidosas do namorado em seus seios. Apertava-os, massageava-os, puxava-os levemente, ao mesmo tempo que sentia o gel esfriar em sua pele. Ah, aquilo era prazeroso para ela, ainda mais por ele estar espalhando-o por ali.

Se contorceu, quando a mão do moreno deslizou por sua barriga, e logo não as sentiu ali. Teve tempo somente para respirar, antes de sentir seus dedos novamente em seu sexo, espalhando o gel em tal região. Gemeu baixo, seu sexo antes quente parecia se esfriar gradativamente, enquanto sentia os dedos do moreno ali.

— Você é uma visão maravilhosa. — Ele disse, e ela suspirou. — Além de ser deliciosa também.

Estremeceu ao sentir a boca de Sasuke em sua barriga, beijando-a por ali. Oh, céus! Sabia o que ele faria, onde chegaria com aquela boca tão bem definida. Senti-la deslizando por seu corpo de maneira lenta era uma tortura.

Quando a sentiu sobre seu sexo, elevou seus quadris. Estava sedenta, e a sensação da língua quente do moreno contra seu sexo que parecia gelado lhe excitou ainda mais, parecendo trazer todos os sentimentos de minutos atrás à tona. Quando sentiu a boca do moreno deslizando por ali, oh... parecia se sentir no céu.

— Sasuke! — Gemeu, quando ele usara sua língua para lhe penetrar. Aquilo era bom, e quente, deixava-a doida, principalmente por ele estar fazendo aquilo do modo mais lento possível.

Não podia se mover, levar suas mãos até seus fios ou abraçá-lo com suas pernas. Era impossível conseguir forçar sua boca contra aquela parte, ou fazê-lo comê-la mais rápido com sua boca. Sua lentidão no ato era uma tortura, que ficara ainda melhor quando suas mãos foram até seus seios.

Ter seus seios e sexo estimulados lhe fazia chegar na beira de seu orgasmo. Era bom, em um nível que nem ela saberia descrever. Era como se a cada movimento, ela estivesse mais perto de se jogar em um precipício de prazer, mas frustrante por saber que não conseguiria chegar onde queria. Ele pararia.

— Eu vou... g-gozar.. — Ela murmurou, ao sentir-se em seu limite, e novamente fora frustrada quando os movimentos se cessaram imediatamente. Gemeu, não queria que acabasse. Queria atingir seu prazer máximo. Por que tal tortura era tão horrível?

Fora surpreendida quando sua boca fora invadida pela língua do moreno, que lhe beijava com voracidade. Sentiu o gosto de cereja em seus lábios, logo percebendo que tal gel era comestível. Se lembrava de quando comprara com o moreno, e se sentira até mesmo irritada por ele ter usado antes dela.

— D-DADDY! — Gemeu, sobre os lábios do namorado, ao sentir-se preenchida por algo. Arfou. — P-PORRA!

Sasuke havia a distraído muitíssimo bem, e agora a invadia de um modo tão certeiro que ela havia visto estelas, mesmo estando vendada. Sentia-o tão duro dentro dela, ao mesmo tempo que sentia uma leve ardência pela estocada forte e tão grosseira.

A boca do moreno agora se moveu em seu seio direito, a destra massageava o seio esquerdo e sua mão livre se mantinha em seu quadril. Atacava-a de modo feroz, com certeza queria fazê-la gozar, era sua meta.

Sakura jogou a cabeça para trás ao senti-lo aumentar a intensidade do modo que se movia, indo de um ritmo pacato a algo mais rápido, e por fim, a canhota do moreno estava em seus fios. Puxava-os, somente enquanto retirava seu membro, apenas para colocá-lo de volta com ainda mais força em seu sexo. Dava belíssimas estocadas enquanto ouvia os altos gemidos da mestiça, que lhe xingava em algumas vezes. Era um belo filho da puta com objetivos perversos.

— Está gostando? — Ele perguntou, murmurando contra seu ouvido. Sua mão largara de seu cabelo já bastante bagunçado, agora deixando seu polegar concentrado somente em seu clitóris, em movimentos circulares rápidos.

—  Mhmmmm... — Sakura murmurou, e mexeu seu quadril. Não confiava em sua própria boca para dizer algo.

— O quanto está gostando, bebê? — Perguntou novamente, aumentando a intensidade dos movimentos agora arrítmicos quando ela abriu sua boca para dizer algo. — Vamos, diga.

— M-Muit...Ah! — Gemeu e se contorceu. Não conseguia ficar parada, era impossível. Ele com certeza lhe levaria à loucura.

Novamente fora beijada, e em seguida, lá estava a boca tentadora dele em seu seio. Atiçava-os com sua língua, chupava-os com sua boca. Maltratava-os ao roçar seus dentes nos mamilos rosados. Ela se contorcia em resposta, queria poder puxar seu cabelo e lhe marcar, mas ao menos podia ver o que acontecia, somente sentir os estímulos.

— Você vai gozar pra mim, Sakura? — Ele perguntou, sua voz em um suave sussurro.

— S-Se  você... q-quiser... — Tentava manter sua voz intacta, mas ela quebrava por causa dele.

— Somente se eu quiser? — Ele disse, tentadoramente. Saiu com lentidão de dentro dela, e Sakura suspirou. — E se eu não quiser?

— Então eu não vo... AH! — Gemeu ao senti-lo sendo empurrado para dentro de si novamente, de maneira lenta. Beirava seu ápice. — Oh, p-por favor!

— Você sabe que vai gozar, não sabe? — Disse contra o pescoço dela. —  E forte, Sakura...

— V-Você...j-joga sujo... — Ela falou, com um fio de voz. Ele sorriu, sabia que ela estava quase lá.

— Eu nunca prometi jogar limpo, baby. — Falou baixo, e mordeu o lóbulo da orelha dela. Desceu sua boca até os lábios rosados, selando-o com os dele em um beijo molhado. Puxou sua venda quando suas bocas se separaram, encontrando seu olhar intenso com o olhar perdido dela. — Goza, Sakura.

Ela tentou segurar, não queria "perder", porém aquelas esmeraldas lhe fitando era demais para si. Se desfez, de maneira forte e rápida. Arfou enquanto sentia seu orgasmo, e sentia também seu líquido deslizando pelo seu sexo no pau e nos dedos do moreno. Soltou um gemido manhoso e alto, que clamava o nome dele.

Beijou-a novamente, sentindo a respiração falha da garota e seu coração acelerado. Saiu de seu sexo, afastando-se dela com um sorriso de canto.

— Você foi maravilhosa... — Ele disse, roçando seu nariz contra o dela. — Uma pena que você perdeu.

Ela arregalou os olhos em sinal de surpresa, antes de bufar. Franziu o cenho, irritada.

— Oh daddy! — Murmurou, como uma garota mimada e ele riu, enquanto soltava-a. — Você realmente joga baixo!

Um beicinho delicado formou nos lábios de boneca. Sakura estava possessa. Não se sentia satisfeita. Queria muito mais dele, queria que ele a deitasse na cama e fosse ainda mais fundo.

Sasuke sabia do que ela queria, por isso sorriu e deu-a outro selar.

— Cinco dias sem sexo, baby... — Fitou-a, com um puto sorriso maldoso. — E se me provocar, serão dez.

 


Notas Finais


HE HE HE

espero que tenham gostado!
obrigada por lerem!
comentários sempre bem vindox!
deem amor no meu perfil do wattpad tb -> https://www.wattpad.com/user/_xScar_
beijão!


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