História Oh, darling aia! - Capítulo 1


Escrita por: e Lachesys

Postado
Categorias The Beatles
Personagens George Harrison, John Lennon, Paul McCartney, Ringo Starr
Tags Aia, Bebê, Johncomandante, Johnlennon, Mclennon, Ocontodaaia, Paulaia, Paulmccartney
Visualizações 47
Palavras 1.923
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Sim, vai começar mais uma fic. E dessa vez, a Nana linda estará comigo nessa aventura.

Tomara que vocês gostem...

Boa leitura 😉

Capítulo 1 - O meu aia será esse aqui


Fanfic / Fanfiction Oh, darling aia! - Capítulo 1 - O meu aia será esse aqui

Mais uma vez John fechava aquela porta escutando os choros e gritos da esposa mas, dessa vez, era diferente. Yoko agora perguntava porque Deus a tinha feito seca daquele jeito. Por que Deus a tinha feito estéril? Isso era um castigo que ela nunca imaginou que teria. Queria e precisava dar um filho a John.

Já o acobreado sofria por ver a esposa daquele jeito. Até queria um filho com ela, mas para ele não era tão importante. Já tinha Julian, fruto de seu primeiro casamento com a já falecida Cynthia. O mais importante, para ele, era estar com ela, amá-la e defende-la de qualquer coisa que pode acontecer. Alheio a isso, ouviu a saudação de Ringo, seu mordomo e amigo:

Ringo: Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!

John: Para sempre seja louvado!

Ringo: Se me permite, sr. Lennon…

John: Sabe que pode me chamar de John, Ritchie. Não precisamos dessas formalidades aqui dentro.

Ringo: Se me permite, John, eu ouvi tudo o que aconteceu. É muito triste tudo isso com a sra. Lennon. Ela sempre quis ter um filho.

John: Pois é, Ringo! Ela está arrasada e isso acaba comigo.

Ringo: Imagino, senhor, imagino!

John: Mas, mudando de assunto, como está George, seu marido?

Ringo: Está bem! Eu lhe disse que ele está grávido do nosso segundo filho? Já temos o Zak e, agora, teremos outro bebê.

John: Meus parabéns, meu amigo! - falou levantando-se do sofá onde estava e deu um abraço no amigo - Mande os meus parabéns para o George também. Sei que não posso me aproximar dele sem você.

Ringo: Obrigado… John! Bom, deseja alguma coisa?

John: Sim: um filho pra Yoko.

Ringo olhou para o patrão e viu que ele estava disposto a qualquer coisa para dar o filho para a mulher. Só tinha um jeito que ele sabia que daria certo:

Ringo: John, já pensou em ter uma aia?

John: Uma aia?

Ringo: Sim! Uma ou um aia para ter o filho de vocês. Você conhece o Comandante Martin que mora na rua de trás que é casado com a Judy? Ela não conseguia engravidar e eles trouxeram uma aia. Hoje eles tem um filho lindo chamado Gile.

John: Será que Yoko aceitaria isso?

Ringo: Bom, não custa nada tentar. Com licença, senhor!

John ficou um tempo ainda sentado no sofá pensando consigo mesmo. Como não pensou nisso antes? Só uma aia podia dar o filho a Yoko como ela sempre quis. Tinha que falar para a esposa sobre a solução dos seus problemas. Correu para o quarto e bateu na porta:

John: Posso entrar? Quero falar com você. Posso?

Yoko: Claro! -falou secando as lágrimas e sentando na cama - O que houve? 

John: Eu conversei com o Ringo sobre esse nosso problema…

Yoko: Você falou com um mordomo sobre a nossa intimidade?

John: Claro que não! Ele escutou tudo. Enfim, ele me deu uma idéia que pode nos dar o filho que você quer.

Yoko: Que seria…

John: Uma aia ou um aia.

Yoko: Uma aia? Uma estranha ou estranho na nossa casa? Nem posso pensar nisso. Aceito as Martas aqui, mas uma aia não.

John: As Martas tem que estar aqui. Como faríamos o nosso jantar sem elas? Sabe que toda casa precisa ter uma Marta. Além do mais, Jane e Dot são excelentes Martas, mas essa ou esse aia pode nos dar o nosso filho. Pense nisso.

Yoko parou e pensou que, se ela, realmente queria ter aquele filho, uma ou um aia era sua única chance. Aquilo seria uma humilhação para ela afinal, precisaria de outra pessoa para fazer por ela o que mais queria. Como se sentia inútil com tudo isso! E o que John deve pensar nesse momento? Que casou com uma videira seca que não produz frutos.

Nesse momento, ela lembrou das inúmeras aulas de religião quando estudou sobre Sara, que deu sua criada Agar a seu marido Abraão e  para que pudesse ter filhos por ela. Comparou-se a ela e viu que tinha que fazer aquilo, pois tinha que ter um filho com John. Olhou para o marido, o abraçou e começou a falar:

Yoko: Está bem! Vamos ter essa ou esse aia.

John: Ótimo! Amanhã mesmo irei no Centro Epstein de Aias e trarei alguém para cá.

***

John olhava para aquela placa vermelha em letras douradas com o coração na boca. Lia e relia a placa atentamente:

CENTRO DE AIAS BRIAN EPSTEIN

DÁ UM LAR À ESTÉRIL E FAZ DELA UMA FELIZ MÃE DE FILHOS. ALELUIA!

Enquanto lia e relia aquilo, pensamentos povoavam sua cabeça. Será que era mesmo preciso tudo isso? Por que Deus fizera aquilo com sua esposa? Tudo o que ela queria era filhos, nada mais.

Pensou em dar meia volta, ir embora, voltar para casa e dizer a Yoko que não precisavam de filho nenhum e que não se importava por Deus não lhes darem frutos, mas viu um homem na porta que logo veio falar com ele:

Brian: O senhor esteja convosco!

John: Ele está no meio de nós!

Brian: Em que posso ajudá-lo, Comandante? Vejo que lê e relê a placa do nosso centro constantemente a bastante tempo.

John olhou para o homem o analisando. Ele vestia um túnica especializada para freis cáqui. Tinha os cabelos escuros arrumados para trás totalmente alinhados. Era um pouco mais baixo e mais forte que ele e tinha um sorriso contagiante. Conseguiria convencer qualquer um que ele teria a solução de seus problemas. Com ele não era diferente. John percebeu, através de Epstein, que aquilo era o certo a ser feito:

John: Bom, sr. Epstein, eu preciso de uma aia.

Brian: Todos que vem aqui precisam deles, Comandante! Entre e vamos conversar.

John entrou e começou a observar o ambiente. Brian observava o homem tentando entender a causa dele estar ali. Conhecia bem Yoko, sua esposa. Ela não gostava de crianças. Nunca teve aquele espírito maternal. Por que ele estaria lá?

Brian: Sente-se, Comandante! Conte-me: por que o senhor quer o serviço de uma aia?

John: Bem, minha esposa quer um filho mas, descobrimos que ela é infértil…

Brian: Uma videira sem frutos…

John: Então, como ela… quer dizer, nós queremos esse bebê, decidimos que precisamos desse tipo de pessoa.

Brian olhou para John com o olhar perdido. Não entendia mais nada, nem sabia o que pensar, mas viu o olhar perdido do outro e resolveu ajudá-lo. Pegou três álbuns grossos e botou na frente de Lennon:

Brian: Tem alguma exclusividade?

John: Como assim?

Brian: Tá! Vamos por partes: Você quer uma aia ou um aia?

John: Isso é indiferente!

Brian: Ok! - falou tirando dois dos três álbuns da mesa - Tem alguma característica que o senhor exige que tenha o bebê?

John: Não!

Brian: Certo! - abriu o álbum e o pôs na frente do acobreado - Pode escolher!

John começou a folhear o álbum, mas percebeu que não tinha nenhuma foto, apenas algumas fichas com informações sobre as aias: nome, idade, tipo físico, peso, altura, se tinha alguma doença. Lennon ficou surpreso:

John: Não tem fotos aqui.

Brian: Não, Comandante Lennon! Aqui o senhor escolhe a aia de acordo com as informações na ficha.

John: Entendi! - falou coçando a cabeça.

Brian: Bom, eu vou deixá-lo sozinho a escolher a pessoa que melhor se encaixa em suas necessidades. Com licença!

Epstein saiu deixando o acobreado sozinho. Ele começou a ler todas as fichas atenciosamente. Não podia escolher qualquer pessoa para gerar seu filho e para ficar em sua casa, afinal a pessoa ia ficar lá durante toda a gestação e a amamentação.

Quando leu a última ficha, ele decidiu que aquela era a melhor pessoa para gerar seu filho, seu segundo herdeiro. Tocou uma sineta que estava do seu lado direito, fazendo retornar Brian Epstein ao local:

Brian: E então, Comandante Lennon, já fez sua escolha?

John: Sim, sr. Epstein, já escolhi.

Brian: Ótimo! E quem será?

John: O meu aia será esse aqui: Paul McCartney. Ele gerará o meu filho.

Brian olhou para a ficha, deu um sorriso de canto e pegou o álbum de volta:

Brian: Pois bem, Comandante Lennon! Hoje mesmo eu já preparo o aia McCartney para ir para sua casa e gerar o seu bebê.

John: E quando ele chega?

Brian: Amanhã! Amanhã mesmo ele já estará em sua casa.

John: Ok! Estarei no aguardo.

Lennon voltou para casa com a cabeça turbilhando de pensamentos. Será que estava, realmente, fazendo o certo? Valia tudo mesmo para dar o filho que Yoko tanto quer? Agora não adiantava mais tantos pensamentos. Já escolheu um Aia e ele já estará em seu lar com a sua família.

Ao chegar, encontrou a casa vazia. Foi até a cozinha e encontrou as Martas totalmente absortas em seu trabalho com seus vestidos verdes:

John: A paz do Senhor esteja com todas vocês!

Jane e Linda: O amor de Cristo nos uniu!

John: Onde está Yoko? Alguma de vocês a viu?

Jane: Ela não saiu do quarto desde que o senhor saiu, Comandante Lennon - falou de cabeça baixa.

John: Obrigado, Jane! Com licença! - falou saindo da cozinha.

Ao sair, foi em direção ao quarto, mas não entrou. Foi ao cômodo reservado para ele. Entrou e ficou ali sentado olhando para a longa e grande estante cheia de livros dos mais variados assuntos. Pensou na mudança em seu lar e sua vida. Nada mais seria o mesmo com aquele aia lá. Sabia disso, mas não sabia se isso era bom ou ruim.

***

No dia seguinte, Yoko e John levantaram-se cedo e dirigiram-se para a mesa do café da manhã. As Martas já estavam prontas para servi-los. Ao sentarem-se, foram logo servidos e tomaram o café em silêncio. Os dois estavam tensos esperando pelo aia que poderia chegar a qualquer momento. As Martas saíram assim que terminaram de servi-los. Lennon observava Yoko, que estava apática:

John: Querida, está tudo bem? - perguntou fazendo um carinho em suas mãos.

Yoko: Está, sim! Eu só estou pensando em tudo. Eu só queria ter um filho e, agora, por causa disso, teremos uma pessoa estranha que nunca vimos na vida. E se ele não conseguir o nosso filho? E se ele quiser mandar na casa só porque é fértil? E se…

John: Yoko, a casa continua sendo nossa. Ninguém pode comandar nada aqui além de nós dois. Acalme-se! Tudo vai dar certo, meu amor!

Quando terminou de falar, ouviram a campainha tocar. Ringo saiu de onde estava e foi em direção a porta. Ao abri-la, encontrou um homem trajando um smoking completo vermelho com uma touca que cobria seu rosto na cor branca. O mordomo logo se apressou em falar:

Ringo: Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!

Paul: Para sempre seja louvado!

Ringo: Em que posso ajudá-lo?

Paul: Eu sou o aia escolhido pelo Comandante Lennon.

Ringo: Ah! Entre!

Os dois seguiram até a sala de jantar onde o casal estava os chamando:

Ringo: Comandante Lennon e sra. Yoko, o aia dos senhores.

John e Yoko levantaram-se olharam para o aia, que se mantinha de cabeça baixa. Yoko, totalmente ereta, disse em tom de ordem:

Yoko: Levante a cabeça e mostre seu rosto.

O aia logo levantou a cabeça e mostrou-se para a japonesa. Quando o viu, analisou-o da cabeça aos pés. Era alto, quase da altura do marido. Tinha olhos grandes castanhos esverdeados, branco sem nenhuma marca na pele, grandes cílios, boca fina rosada, rosto com traços delicados. Nunca tinha visto um aia daqueles. Saiu de seu transe ao ouvir o marido falar:

John: Por favor! Espere-nos no escritório. O sr. Starkey o acompanhará.

Paul: Com licença, Comandante e senhora - falou abaixando a cabeça novamente.

Assim que os dois saíram, o casal voltou para o café. Enquanto John pensava no que iria falar e como se comportar com o aia, Yoko já pensava em algo totalmente diferente:

Yoko: Esse aia vai me dar trabalho.


Notas Finais


E aí, povo? O que acharam?


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