História Oh gosh, Catboy! ◇Yoonseok!AU◇ - Capítulo 24


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtanboys, Bts, Hibridos, Jikook, Lemon, Namjin, Yaoi, Yoonseok
Visualizações 222
Palavras 1.986
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, Lírica, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura! Leiam as notas finais

Capítulo 24 - Oh no


Hoseok estava preocupado. Acordou com aquele sentimento ruim e nem lembrava com que pé havia saído da cama naquela fatídica manhã. Só se lembrava de espreguiçar e bocejar, escancarando sua bocarra, como sempre e aí notou aquele peso em seus ombros.

Amava física, portanto sabia muito bem que a gravidade da Terra não havia se alterado. Permanecia 10 m/s elevado á segunda potência (do contrário, consequências desastrosas recairiam sobre todos. Seriamos achatados como tampinhas de garrafa, já que nossos corpos foram desenvolvidos com o único proposito de se adequarem e viverem nas perfeitas condições biológicas sob aquela força que nos puxa para o centro) e, por conta disso, sabia muito bem que o motivo daquele peso sobre sua coluna estava muito além da ciência.

—Tem algo errado, querido? —Perguntou a senhora Jung, quando sentou-se na cadeira de frente para o filho. Estava estranhando aquele comportamento vindo de seu pequeno, sempre risonho e otimista.

—Não é nada, Omma. Eu juro. —Ele mentiu, e odiava isso. Gostava de imaginar possuir uma ótima relação com a mãe, mentir para a mais velha não fazia parte disso. Havia um motivo sim, claro que havia, só não sabia qual.

—Confio em você e não insistirei. Mas se aconteceu alguma coisa, qualquer uma, por mais insignificante que seja, pode conversar comigo sobre; Ok? Sou sua mãe e serei dura como, mas além disso sou sua amiga. —Ela sabia muito bem o quanto Hoseok poderia ser sensível. Esse era o defeito e maior qualidade das pessoas de coração grande: sentir. Todavia, ela reconhecia que sentir demais naquele mundo tão cruel e áspero poderia machucar o interior brilhante dos anjinhos que acreditava serem enviados por algum deus bondoso e amoroso. Sua irmã era uma delas e temia que seu amado filhote tivesse o mesmo fim: enforcado no banheiro de casa, com não só uma corda mas palavras entaladas em sua estreita traqueia.

—Claro, mãe. —Levantou para abraça-la. —Eu te amo.

—Também te amo, meu astronauta. —Arrumou as madeixas laranja do mais novo, sentindo o cheirinho de menta do shampoo barato que usava. Notava que seus fios estavam começando á amarelar, mais claros á cada lavagem. —Agora vai tomar café antes que se atrase.

Dito e feito, passou a margarina no pão já não tão quente da padaria ali na rua de cima, tomou um copo apenas de café extra forte que a senhora Jung fazia todos os dias. Deu uma arrumada no cabelo pela última vez, amarrou os cadarços (tinha o costume de andar com eles soltos pela casa, isso quando os usava porque preferia mil vezes os bom e velhos chinelos remendados, os ajeitando apenas quando necessário) e foi pegar a mochila bem velha e verde ao lado da porta, como sempre.

—Se cuida, viu? —Recebeu um beijo estalado na bochecha, enquanto arrumava as alças em seus ombros.

—Não se cansa, viu? —Respondeu brincalhão, e depois de receber um tapinha cúmplice da mãe em seu ombro, foi pra escola.

No meio do caminho, nunca passara por sua cabeça que aquela cena se repetiria de novo. Do outro lado da rua, na faixa da calçada esburacada, lá estava Min Yoongi. O grã fino por quem tinha uma atração do qual, simples mente, era irracional (talvez todas as atrações sejam assim, no final das contas. Pensou com seus botões). Percebeu que ele não estava bem, olhava para o chão o tempinho inteiro contrário á sua postura sempre altiva. Até mesmo sua extensa cauda branca estava apenas ali, esticada e sem vida, ao invés de varrer o chão com entusiasmo.

Queria realmente não se importar, simplesmente deixa-lo vagar até a escola com aquela sua cabeça baixa mas simplesmente gostava de o ver em seu natural —mesmo que fosse mesquinho e arrogante ao ponto de realmente não dar bola para si— e talvez por isso mesmo, misturado com sua atração boba de adolescente e o sentimento de seu peso nas costas estar diretamente relacionado com o gato, que o fez atravessar a rua vazia de asfalto quente para o outro lado. Yoongi estava tão imerso em seus problemas que simplesmente não o viu chegar até que se pronunciasse.

—Está tudo bem? —Perguntou algum estranho. O tom genuinamente preocupado (ou muito bem encenado, não poderia negar essa possibilidade quando tratava-se de si) o fez levantar a cabeça com um uma surpresa quase maravilhada. Porém, ao notar o quanto foi burro de não lembrar-se da voz daquele cão sarnento, teve vontade de vomitar.

—Meu bem estar pode ser de interesse da Coreia inteira mas algumas coisas são cabíveis apenas á mim. —Disse de uma maneira ríspida, grossa, fazendo transparecer o desgosto de dirigir a palavra para aquele ser. Ergueu a cabeça, arrumou a coluna e empinou o nariz. Hoseok sorriu por tê-lo concertado pelo menos temporariamente.

—Ah, então tudo bem. Tenha um bom dia. —E foi com um sorriso que lembrava vagamente o formato de um coração, que Hobi retornou para o seu lado da rua.

Ele não queria admitir, mas se viu levemente admirado pela calmaria e doçura do cão mesmo com suas palavras ríspidas, muito menos que aquela pequena distração o fez se sentir mais leve até chegar na escola.

—Hoje irei entregar a atividade que vocês fizeram no começo do ano e farei a revisão para a prova surpresa . —Disse o senhor Kyungsoo. Sim, essa escola tinha um método de ensino bem rigoroso, implementado para justamente atrair pais que desejavam dar um jeito nos filhos.

O Min sentiu o suor descer frio pela tempora quando o dragão, de olhos dourados meio amarelados e escamas cinza escuras despontando pela sua bochecha, colocou o papel em sua carteira.

—Melhore, senhor Min. —O professor de química falou, olhando diretamente nos olhos já nublados do gato.

Respirou fundo, tentando não demonstrar o quanto aquela nota ruim o afetara. Era só uma atividade, apenas. Importante mesmo era a prova.

Contou até três, focou sua atenção em tentar prestar atenção na revisão e não surtar... De novo.

Continua...



Hoseok estava preocupado. Acordou com aquele sentimento ruim e nem lembrava com que pé havia saído da cama naquela fatídica manhã. Só se lembrava de espreguiçar e bocejar, escancarando sua bocarra, como sempre e aí notou aquele peso em seus ombros.

Amava física, portanto sabia muito bem que a gravidade da Terra não havia se alterado. Permanecia 10 m/s elevado á segunda potência (do contrário, consequências desastrosas recairiam sobre todos. Seriamos achatados como tampinhas de garrafa, já que nossos corpos foram desenvolvidos com o único proposito de se adequarem e viverem nas perfeitas condições biológicas sob aquela força que nos puxa para o centro) e, por conta disso, sabia muito bem que o motivo daquele peso sobre sua coluna estava muito além da ciência.

—Tem algo errado, querido? —Perguntou a senhora Jung, quando sentou-se na cadeira de frente para o filho. Estava estranhando aquele comportamento vindo de seu pequeno, sempre risonho e otimista.

—Não é nada, Omma. Eu juro. —Ele mentiu, e odiava isso. Gostava de imaginar possuir uma ótima relação com a mãe, mentir para a mais velha não fazia parte disso. Havia um motivo sim, claro que havia, só não sabia qual.

—Confio em você e não insistirei. Mas se aconteceu alguma coisa, qualquer uma, por mais insignificante que seja, pode conversar comigo sobre; Ok? Sou sua mãe e serei dura como, mas além disso sou sua amiga. —Ela sabia muito bem o quanto Hoseok poderia ser sensível. Esse era o defeito e maior qualidade das pessoas de coração grande: sentir. Todavia, ela reconhecia que sentir demais naquele mundo tão cruel e áspero poderia machucar o interior brilhante dos anjinhos que acreditava serem enviados por algum deus bondoso e amoroso. Sua irmã era uma delas e temia que seu amado filhote tivesse o mesmo fim: enforcado no banheiro de casa, com não só uma corda mas palavras entaladas em sua estreita traqueia.

—Claro, mãe. —Levantou para abraça-la. —Eu te amo.

—Também te amo, meu astronauta. —Arrumou as madeixas laranja do mais novo, sentindo o cheirinho de menta do shampoo barato que usava. Notava que seus fios estavam começando á amarelar, mais claros á cada lavagem. —Agora vai tomar café antes que se atrase.

Dito e feito, passou a margarina no pão já não tão quente da padaria ali na rua de cima, tomou um copo apenas de café extra forte que a senhora Jung fazia todos os dias. Deu uma arrumada no cabelo pela última vez, amarrou os cadarços (tinha o costume de andar com eles soltos pela casa, isso quando os usava porque preferia mil vezes os bom e velhos chinelos remendados, os ajeitando apenas quando necessário) e foi pegar a mochila bem velha e verde ao lado da porta, como sempre.

—Se cuida, viu? —Recebeu um beijo estalado na bochecha, enquanto arrumava as alças em seus ombros.

—Não se cansa, viu? —Respondeu brincalhão, e depois de receber um tapinha cúmplice da mãe em seu ombro, foi pra escola.

No meio do caminho, nunca passara por sua cabeça que aquela cena se repetiria de novo. Do outro lado da rua, na faixa da calçada esburacada, lá estava Min Yoongi. O grã fino por quem tinha uma atração do qual, simples mente, era irracional (talvez todas as atrações sejam assim, no final das contas. Pensou com seus botões). Percebeu que ele não estava bem, olhava para o chão o tempinho inteiro contrário á sua postura sempre altiva. Até mesmo sua extensa cauda branca estava apenas ali, esticada e sem vida, ao invés de varrer o chão com entusiasmo.

Queria realmente não se importar, simplesmente deixa-lo vagar até a escola com aquela sua cabeça baixa mas simplesmente gostava de o ver em seu natural —mesmo que fosse mesquinho e arrogante ao ponto de realmente não dar bola para si— e talvez por isso mesmo, misturado com sua atração boba de adolescente e o sentimento de seu peso nas costas estar diretamente relacionado com o gato, que o fez atravessar a rua vazia de asfalto quente para o outro lado. Yoongi estava tão imerso em seus problemas que simplesmente não o viu chegar até que se pronunciasse.

—Está tudo bem? —Perguntou algum estranho. O tom genuinamente preocupado (ou muito bem encenado, não poderia negar essa possibilidade quando tratava-se de si) o fez levantar a cabeça com um uma surpresa quase maravilhada. Porém, ao notar o quanto foi burro de não lembrar-se da voz daquele cão sarnento, teve vontade de vomitar.

—Meu bem estar pode ser de interesse da Coreia inteira mas algumas coisas são cabíveis apenas á mim. —Disse de uma maneira ríspida, grossa, fazendo transparecer o desgosto de dirigir a palavra para aquele ser. Ergueu a cabeça, arrumou a coluna e empinou o nariz. Hoseok sorriu por tê-lo concertado pelo menos temporariamente.

—Ah, então tudo bem. Tenha um bom dia. —E foi com um sorriso que lembrava vagamente o formato de um coração, que Hobi retornou para o seu lado da rua.

Ele não queria admitir, mas se viu levemente admirado pela calmaria e doçura do cão mesmo com suas palavras ríspidas, muito menos que aquela pequena distração o fez se sentir mais leve até chegar na escola.

—Hoje irei entregar a atividade que vocês fizeram no começo do ano e farei a revisão para a prova surpresa . —Disse o senhor Kyungsoo. Sim, essa escola tinha um método de ensino bem rigoroso, implementado para justamente atrair pais que desejavam dar um jeito nos filhos.

O Min sentiu o suor descer frio pela tempora quando o dragão, de olhos dourados meio amarelados e escamas cinza escuras despontando pela sua bochecha, colocou o papel em sua carteira.

—Melhore, senhor Min. —O professor de química falou, olhando diretamente nos olhos já nublados do gato.

Respirou fundo, tentando não demonstrar o quanto aquela nota ruim o afetara. Era só uma atividade, apenas. Importante mesmo era a prova.

Contou até três, focou sua atenção em tentar prestar atenção na revisão e não surtar... De novo.



Continua...



Notas Finais


Minhas provas terminam terça, depois disso eu vou escrever muito. Agora é papo sério.

Vocês estão gostando da história? Recebi dois comentários reclamando da demora de Yoonseok e eu queria defender o meu lado, como quem faz a fic.

Não existe plot sem trama secundária, não existe história sem desenvolvimento dos personagens. Eu quis desenrolar as tretas porque EU e somente EU sei que depois do yoonseok rolar, vai ter romance direto. Além do mais, todas as coisas caminham para os dois ficarem juntos, podem ficar calmos que a merda do couple vai ficar junto porra.

Eu não queria ser grossa, mal educada ... Mas poxa, a fic é minha e eu vou escrever como eu quiser sim. Se quer romance mais escancarado, vai ler outra. Ninguém tá te prendendo aqui.

Se a fic não fosse boa eu não veria gente adicionando na listinha de favoritos, muito obrigada por isso s2

Amo vocês e, tenham paciência. Foquem no desenvolvimento. Agradecida.

Se a fic não fosse boa eu não veria gente adicionando na listinha de favoritos, muito obrigada por isso s2

Amo vocês e, tenham paciência. Foquem no desenvolvimento. Agradecida


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