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História Oh, my teacher. - Capítulo 19


Escrita por: e shxstyle


Capítulo 19 - Nineteen.


Fanfic / Fanfiction Oh, my teacher. - Capítulo 19 - Nineteen.

  Após Zulema fechar a porta da varanda, fiquei divagando por bons minutos até tomar uma decisão. Levantei-me e devagar, fui em direção à varanda, ficando em frente à porta. Eu vou chegar lá e pedir desculpas, tudo vai voltar ao normal, é isso.

  Abri a porta devagar e a fechei. Não tinha mais volta. Fiquei parada por alguns segundo até ir na direção de Zulema e me sentar sobre a borda da banheira. Zahir estava com os olhos fechados e os seus cabelos estavam úmidos.

  Fiquei a observando por um tempo, logo pus meus pés na água e não demorou muito para Zahir me olhar, ficamos quietas por alguns minutos até eu me pronunciar.

— Me desculpe por hoje Zulema. —  não consegui manter contato com os seus olhos e abaixei a cabeça, olhando para as minhas mãos.

~ Só quero que fique esclarecido, não foi um ato de ciúmes e sim de preocupação, hoje em dias as pessoas estão muito maldosas com os outros e o que você fez, é uma grande brecha para a mulher ter feito algo com você.

  Seus braços se encostaram na borda da banheira e deixou seu corpo relaxado.

— Eu só queria pensar um pouco sozinha, minha cabeça estava pedindo isso. — suspirei com meu olhar no céu.

  Minha cabeça estava querendo processar tudo e todos, tentar de uma forma não fazer Senhora Zahir ser a atração dos meus pensamentos.

— Não sinto que devo me desculpar denovo mas não queria deixar esse clima na viagem.

~ Eu quem devo me desculpar, não deveria ter sido tão estúpida com você. — disse com um olhar vazio sobre mim.— Eu estava vendo apenas o meu lado da história e estava de cabeça quente, não pensei direito se iria te magoar. Espero que possa me perdoar.

— Tudo bem. Eu também não deveria ter saído sem ter te avisado.

~Só não faça mais isso...

  Disse Zulema com o seu olhar passando sobre o meu corpo e, não pensando muito, comecei a retirar o meu roupão, ficando apenas com a camisola e vi ela não desviar um olhar se quer de mim.

  Já não aguentando mais o frio, fui para dentro da banheira, o que me fez arfar com a mudança de temperatura. Decidi molhar o meu cabelo, e logo após emergir, o olhar de Zulema não desviou um segundo de mim, parecia estar desvendando minha alma.

— Gosta do que vê?

  Não recebi resposta nenhuma e decido que iria retribuir seu olhar tentador e sério.

  Minhas costas se encostaram com a parede da banheira e minha cabeça fez a mesma coisa, assim soltando um gemido de relaxamento.

— A água não está muito quente para você? — tentei novamente fazer com que a mulher me respondesse e ouvindo a mesma encher seus pulmão de ar, negou com a cabeça. — Gato comeu tua língua?

~  Estou num momento em que prefiro ficar imóvel para tal consequências no futuro.

— Que consequências? Gostaria que me contasse.

  Com calma, me aproximei dela, que se sentou mais na banheira. Uma das alças do seu sutiã escorregou pelo seu ombro, aproveitei para chegar mais perto.

  Senti a sua mão deslizar pela minha perna até parar em minha coxa, dando um leve aperto. Zulema me puxou e me fez sentar em seu colo, colando ainda mais nossos corpos.  Eu conseguia sentir sua mão passar por cada parte do meu corpo até chegar ao meu pescoço, onde o puxou para perto do seu rosto e depositou beijos molhados e mordidas leves nele.

  Seus lábios desceram para o meu ombro, com a boca, ela retirou uma alça da minha camisola, a outra foi retirada com a mão, assim, fazendo o pano escorregar pelo meu corpo.

~ Era isso que você queria? fazer-me ficar tão atraída pela sua pessoa? — seu sussuro rouco se fez presente entre meus lábios, que recebia algumas mordidas e chupadas.

  Depois de tais palavras saírem da boca da professora, nossos olhares se encontraram e acabei por beijar os seus lábios que saboreavam cada canto da minha boca sem receio algum. O beijo começou a ficar mais quente e tentador, e nisso, senti Zulema me pegar no colo e sair da banheira. Enquanto ela nos dirigia até o quarto, sua boca atacava o meu pescoço sem um pingo de piedade. Logo senti minhas costas se chocarem contra o colchão, Zulema ficou de pé em frente ao colchão e levou suas mãos até as suas costas, em seguida, vi seu sutiã caindo sobre meu tronco.

Pov Zulema

  Enquanto seus olhos estavam atentos aos meus seios, eu passava a minha mão devagar em sua perna, deixando a Helena ter um tempo até irmos a fundo. Passei minha mão pelo seu braço e comecei a puxar para baixo aquele maldito tecido fino que me impedia de ver o seu belo corpo por completo.

  Meus dedos passavam pela sua pele, e eu conseguia vê-la se arrepiar a cada toque meu. Após me aproximar do seu rosto, senti uma de suas mãos irem de encontro a um de meus seios o segurando por inteiro, ela o apalpava devagar com certo receio, me fazendo colocar a mão por cima da dela e apertar, enquanto a beijava de forma rápida. Meu corpo queimava.

  Na escola, eu não aguentava olhar para ela com aquele uniforme e não poder tocar naquele par de pernas tão gostosas e torneadas que Helena tinha.

  Eu queria vê-la de uma forma que nunca havia visto antes e, apesar de todo meu desejo pela garota, eu tinha em mente o seu limite e iria com calma para não assustá-la logo na sua primeira vez.

  Consegui ouvir a sua respiração ofegante e seu coração acelerado no mesmo ritmo. Abri mais um pouco suas pernas e me encaixei no meio delas. Fiz com que minha boca passasse por todos os lugares do seu corpo, o que fez com que a garota se entregasse cada vez mais. Eu estava enlouquecendo com os seus gemidos chamando por mim.

  Minha língua passava por volta dos seus bicos que já estavam mais que duros, e com a minha língua eu brincava com eles, às vezes eu parava para apreciar os barulhos vindos de sua boca, eu apenas fechava os olhos e os ouvia. O tesão se fazia presente cada vez mais enquanto eu abocanhava os seus seios.

  Subindo com beijos até a sua orelha, passei a língua por lá enquanto estávamos com nossos troncos colados, minha mão começou a descer passando pela sua cintura, até parar no elástico da única vestimenta que nela restava.

  Soltando um suspiro, depositei beijos pelo seu pescoço e, sentindo a mão de Helena passar pelo meu braço o apertando, retirei a sua calcinha.

  Afastei nossos corpos e pude ter a visão do corpo nú de Helena na minha frente enquanto ela estava de olhos fechados.

Tão deliciosa.

  Me deitando ao seu lado, posicionei a garota deitada de frente para mim e passei o polegar ao redor de sua boca antes dele entrar na mesma. Sua língua quente rodeou meu dedo enquanto Helena o chupava, ainda de olhos fechados.

~Olhe para mim, amor.

  Nossos olhares se encontraram, seus olhos tinham um brilho sem igual, selei nossos lábio.

  Helena passava sua mão em minha cintura e se aproximava pedindo por mais contato. Quando estávamos próximas o suficiente, coloquei meu rosto em seu pescoço, minha mão começou a descer até a sua intimidade que estava molhada, o que fez com que eu mordesse meus lábios com força. Meu dedo indicador foi de encontro com seus lábios maiores, e não demorou muito para encontrar o clitóris da garota, que se mexia contra minha mão.

~Por Díos.

  As reações que Helena tinha eram tão prazerosas. Seus gemidos sôfregos e manhosos me deixavam cada vez mais a flor da pele.

  Com a mão que tirei do seu seio, comecei a me masturbar enquanto mordia os lábios, era impossível me controlar com a Helena no meu lado. Deixei de lado o seu clitóris e passei o indicador ao redor de sua entrada. Fiquei com o rosto em frente ao de Helena a observando, a menina mordia os lábios, tomada pelo prazer, me fazendo dar um sorriso. Enquanto a beijava, penetrei-a com calma. Após um tempo, adicionei mais um dedo, eu sentia o seu quadril se mover rapidamente sobre eles, ela rebolava e pedia por mais. Fiz com que uma de nossas mãos se encontrassem e a prensei contra o colchão.

  Meus dedos já estavam encharcados pelo seu pré gozo e, retirando meus dedos do seu interior, me coloquei por cima de seu corpo novamente, logo comecei a deslizar minha boca pela sua intimidade.

  Suas mãos passaram pelos meus cabelos os puxando, quando ela sentiu que já estava chegando em seu limite. Me afastei a escutando repetir meu nome várias e várias vezes. Seu clitóris estava inchado e pedia por atenção toda vez em que eu passava minha língua ou meus dedos sobre ele.

— Zulema...por favor. —  suplicou e chegou mais para baixo.

  Eu conseguia ver em seus olhos o desespero pelo prazer, para ter o seu primeiro ápice.

~Então vamos gozar juntas, meu amor...

  Retirei a única peça que eu tinha no meu corpo e coloquei uma de suas mãos na minha intimidade. Sussurrei em seu ouvido as instruções para guiá-la, Helena entendeu logo de cara, me fazendo sussurrar um "Boa garota.".

  Nossos seios se encostavam, causando um atrito prazeroso. Helena se contorcia abaixo de mim, ambos os corpos estavam ofegantes e suados. Eu vi a garota jogar a cabeça para trás e deixar as pernas mais abertas para mim.

  Meu corpo queimava vendo Helena tão entregue aos meus toques, ela acabou por chegar em seu ápice em meus dedos. Seu gemido alto ecoou pelo quarto e não demorou muito para mim gozar em sua mão, chamando por seu nome.

  Assim que retirei meus dedos dela, abri meus olhos fazendo contato visual com Helena, coloquei meus dedos dentro da minha boca os chupando lentamente, até retirá-los por completo. As bochechas da menina ficaram vermelhas.

  A puxei com cuidado até meu peito, fiz um carinho em seu cabelo, dando um beijo na sua testa em seguida. A mão de Helena procurou pela minha a acariciando.

Pov Helena

  Minha cabeça estava confusa. Porra, que cansaço.

  Eu conseguia ouvir os sussuros de Zulema em meu ouvido, ela sussurrava palavras variando de árabe a espanhol, sua voz estava mais rouca que o normal e seu olhar estava diferente, parecia mais profundo. Zahir estava tomada de prazer, assim como eu. Ela sabia mexer e tocar em cada parte do meu corpo como se sempre tivesse feito isso, o meu sangue fervia.

  Arfando, me retirei de seus braços e tive seus olhos direcionados para mim, me sentei a encarando.

  Eu me sentia estranha, mas não era pelo que tinha acontecido. Uma sensação tomava o meu peito, mas eu não sabia distinguir se era boa ou ruim. Eu apenas sabia que não queria ficar longe da Zulema.

Não pensei que iria ter minha primeira vez também nessa viagem, talvez sim...

  Mas era algo que não iria esquecer e o medo de me apegar bastante a ela, me faz querer bater minha cabeça na parede.

— Zule, eu...

  Olhei para baixo fechando os olhos, que coisa horrível.

  Zulema beijou meu rosto e colou nossos corpos abraçando minha cintura, deixando seu rosto de frente para o meu.

~Amanhã partiremos, você tem que descansar, eu vou estar aqui do seu lado. Não se preocupe.

  Fiquei encarando ela por mais alguns minutos, depois fechei meus olhos para tentar dormir.

...
..
.

  Um lençol cobria nossos corpos, apesar da temperatura estar baixíssima lá fora, no quarto o clima estava agradável, principalmente com o corpo de Zulema abraçado ao meu. Meu coração e eu estávamos aquecidos.

  Eu só conseguia pensar na noite de ontem, ela foi tão cuidadosa comigo, parecia algo de outro mundo.

  Escutando um resmungo vindo da senhora, direciono meu olhar para ela, que abriu os olhos devagar e ficou me encarando por um tempo.

— Bom dia — sussurrei e senti seu rosto se esconder em meu pescoço.

  Ela sussurrou um "Bom dia", não deixei de sorrir passando a mão em seu cabelo.

  Ficamos mais uns bons minutos na cama trocando carinho, e se fosse por mim, ficaríamos assim. Zulema sugeriu que nos levantássemos para tomar banho, antes de pedir para que tragam o café da manhã para o quarto.

  Zahir se levantou primeiro e dirigiu-se até o banheiro. Dando um suspiro, me levantei indo atrás dela enrolada no lençol.

  O vapor da água tomou conta do banheiro e, vendo a mulher embaixo do chuveiro com os olhos fechados, deixei o fino tecido cair sobre meus pés, fui até o box, ficando ao lado de Zulema.

— Eu gosto muito de você.

~Hum? — Zahir abriu os olhos e notou a minha presença.  ~Eu estava concentrada, falastes algo?

— Não.— dei um sorriso e fui para baixo da água.

Só de pensar em voltar para a escola, eu já me desanimava, lá eu não poderia ficar tão próxima de Zulema quanto agora. A senhora Zahir me deixava muito feliz, foi com ela que senti as famosas borboletas no estômago.

  A abracei e ouvi uma risadinha rouca vindo dela, fazendo-me a olhar.

  As mais belas frases de amor são ditas no silêncio de um olhar.

Estávamos feliz, juntas.

Pena que a felicidade dura pouco.


Notas Finais




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