História Oh Teacher - Capítulo 11


Escrita por: e NightmareEXE

Postado
Categorias TazerCraft
Tags Mitw
Visualizações 264
Palavras 2.247
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu revivi das minhas férias!
Vou voltar com a frequência de sempre!

Capítulo 11 - New friends


Fanfic / Fanfiction Oh Teacher - Capítulo 11 - New friends

Pov Pac

Minha tia sempre tem que foder com minha vida, a ouvi dizer que o resto da família vai ficar fora mas ela podia fazer isso? Claro que não! Oh merda. Já é depois do almoço e eu, Cell e Arthur resolvemos nos aboletar no sofá, cada um com seu próprio computador pra jogar Naruto online.
-Ô povo, vocês lembram da Kyara? - me inclino pro computador do meu primo e vejo a foto de uma garota branca rindo de algo com o cabelo gigante castanho pintado de rosa até a metade e olhos castanhos.
-Kyara...Kyara... Ela não era a maluquinha que estudou com a gente no primeiro ano? - Arthur levanta os olhos pra mim, dou de ombros.
- Só se for ela, a maioria das pessoas não tinha mudado da cidade?
- Ela não deve ter estudado com a gente já que ninguém se lembra.
-Foi da creche até o primeiro ano! - grito, batendo no braço do sofá, os dois me olham como se alguem tivesse batudo um gongo em seus ouvidos. - Ela tá meio muito mudada!
-Manda uma mensagem pra ela!
Ele clica pra aceitar a solicitação, logo a caixa de mensagens abre e tem umas quinze mensagens mandando "oi".
-Algo me diz que ela queria falar com você, primo.
-Não acho que seja isso, talvez seja uma dessas que quer ficar e tem um nome conhecido.

Mensagens on

Kyara Gabrielly- Oi
Oi
Oi
Oi
Oi
Oi
Oi
Oi
Oi
Ei, vc é o Rafael Lange né?
Q estudou no Imbassara até o 1° ano?
Q tem o primo cm o nome um pouco estranho, Tarik Pacagnhan?
Rafael Lange- Eu msm
A gnt se conhece?
Kyara Gabrielly - AAAAAAAAAAAAAAAA
ALELUIA EU ACHEI VCS!
SOU EU POVO!
A KYARA PINK FLOID Q TODO MUNDO CHAMAVA
O TAKI ME CHAMAVA DE KYA
E VC E O TUTU DE GABI! - olho pro Rafa, que ri ao meu lado com as mensagens.
Rafael Lange- Mds menina
Ahagsrsysysydydwusuj
Kyara Gabrielly- Vcs ainda moram no msm lugar?
Hshsysiakshydie
Qr ver vcs
Todo mundo sumiu do depois q o Imbassara foi pro brejo
Rafael Lange- A gnt mudou
Tamo agr na rua São Marcos
Kyara Gabrielly - Aaaaaaaaa
Eu moro perto
Qual tua casa Rafa?
Rafael Lange- A grandona branca com uma pegada toda moderna
Tipo a de Super Lovers
Kyara Gabrielly ficou off

Mensagens off


Rio e olho pro Mike, concentrado em socar uma massa de pão de ló, talvez ele esteja irritado com a minha tia por conta da intensidade com a qual soca, Arthur cutuca meu braço.
-Dá pra parar de sonhar acordado e vir jogar?
-Relaxa, eu tô só pensando em...
-Em você e o Mike juntinhos. Não precisa zoar dizendo que não é nada. - mostro o dedo medio, o que o faz rir mais.
Coro dos pés a cabeça: eu sou tão transparente assim?
-Sim, amigo, você é.
-O Taffy vai vir hoje, Arthur? - mudo o assunto da conversa, Taffy é o irmão um ano mais novo dele.
-Talvez, ele me disse que depende da madrasta da gente libera-lo do posto de cuidador.
O pai de Arthur é separado e nessa separação, Taffy resolveu ficar com o pai porque se deu bem com a madrasta, o que não acontecia com a própria mãe, mas a uns três anos, a mulher sofreu um acidente e ficou completamente dependente de cuidadores e, pra não ter um gasto tão alto, ele se propôs a ficar depois das aulas e uma parte da noite com ela. Acaba que vemos Taffy uma vez a cada dois/três meses, mas como a madrasta está começando a ficar mais independente, ele deve voltar a morar com o irmão e estudar conosco.
-Não tem como tira-lo de perto dela, de qualquer forma, então só da pra esperar, pelo menos ele sabe seu novo endereço.
-Tarik, pode vir aqui?
-Vê se não trepa logo na cozinha. - Cell murmura ao meu lado, o empurro para que caia do sofá e vou para a cozinha. - Filho da puta.
-Fala.
- Quero continuar o que iniciamos antes da Letícia chegar: Eu dou um jeito de tirar todo mundo de casa ou te levo pra comer fora.
-Mas o Arthur tá aqui e o irmão dele também vai vir! Vou ter que te deixar na mão, Mike, sorry.
- Você não pode tá falar sério, Tarik!
- Eu tô: eu sei que vou ficar mancando, sei que vou sentir dor, sei que não vou poder mudar de posição na cama sem ajuda, então por que não me divertir com meus amigos?
Tenho a ligeira impressão de que, se olhares matassem, eu estaria morto neste instante.
-Quer saber? Que se foda então! - ele levanta as mãos com raiva e a massa pula, a campanhia toca e acho minha deixa pra sair.
-Com certeza é o Taffy, atrasado, pra variar. - forço um sorriso de cara lavada e corro pra porta enquanto ele xinga até a décima geração.
Abro a porta e Kyara está lá, sorrindo e rindo feliz para Taffy, em cima de tênis de salto plataforma de quase 20 centimetros, ela usa uma saia preta rodada e uma blusa branca escrita "girls don't break your heart: you're just soooooooo stupid to us". Já Taffy usa seu usual conjunto de blusa do Nirvana, um casaco preto caindo do ombro direito, um chapéu preto, calça jeans escura rasgada e tênis vermelhos, além de, claro, os headphones no pescoço moreno berrando "Crawling", do Linkin Park. O fato de ele estar com um sorriso mínimo nos lábios me surpreende, já que é o ser mais desinteressado na vida que eu conheço.
-TAKIIIIII! - Kya grita, dando um pulo pra poder me abraçar por cima do portão que nada protege. - Isso é Miauravilhoso... Tantos anos pra ver você!
-Tua namorada ou apenas mais uma de suas poucas amigas com a qual você tenta alguma coisa? - meu amigo passa por mim sem me olhar, fico tentado a puxar seu capuz pra que ele não entre sem falar normal comigo.
-Ele é sempre tão mal humorado assim? Que cara chato!
-Kyara, ele é meio estranho mesmo, ele é muito misterioso, pelo que entendi, só faz escola por conta da insistência do Arthur.
- Que peba! Mas que se foda: - ela se dependura em meu pescoço, quase caio, - eu encontrei meus amigos de infância que não se tornaram assediadores ou então esse povo que berra pra todo lado "fulano é viado, por isso que tem que ser afeminado" ou se tornaram?
- Eu sou bi e Cell é gay, então meio que não da pra jogar ninguém em estereótipos considerando que não os seguimos.
-Aleluia alguém que cresceu e não deixou o cérebro nas fraldas! Senão seria CATastrófico! - ela ri tanto que quase se joga no chão, essa garota é estranha: talvez tenha ficado mais maluca que quando éramos crianças.
- Pelo que eu vi, o Cell não falou sobre o nosso endereço.
-Vocês moram juntos? Que fodaaaa! - fecho o portão e entramos na casa. - Só tem uma casa na rua inteira que é parecida com a de Super Lovers, então quando ele disse eu vim logo ver!
Taffy está deitado no sofá de forma que ocupe todo e qualquer espaço enquanto digita em seu computador para entrar no Warface conosco. Me junto à eles no sofá, Cell quem se da o trabalho de levantar pra abraça-la enquanto pulam feito loucos.
-Eles são um pouco muito estranhos.
-É a reação de pessoas normais a pessoas que não veem a muito tempo, só você que é estranho nesse nível de nem abraçar as pessoas.
-Contato físico é inútil quando se tem a intenção de pular e rodar até cair tonto. - ele sinaliza com a cabeça pros dois, rindo feito dois retardados no chão.
- Não seja tão sério: envelhece rápido. - Kya ri pra ele, piscando de forma sedutora, Taffy da de ombros.
-Vocês vão jogar ou ficar discutindo o que é certo de eu fazer ou não?
Estranho ele estar mal humorado: por mais bizarro que ele possa ser, geralmente tem um humor ácido. Meu primo se junta no sofá comigo e entra no server para jogarmos, será que é culpa da dama?

Pov Kyara

Os meninos começaram a jogar e estão tão concentrados nas telas dos computadores que esqueceram minha humilde presença aqui, já que eles não prestam atenção, vou para a cozinha onde um cara mais velho está socando a massa de pão.
-Oiiiii! Sou a Kyara, mas o Taki me chama de Kya! - estendo a mão pra ele, o fazendo dar um pequeno pulo pra trás. Eu não deveria ser tão sociável? Talvez ele não gosta de socialização, como o garoto estranho dos headphones. Ao invés disso, ele sorri.
- Mike, tio do Tarik e do Rafael, além de professor dos meninos.
- Você não é novo pra ser professor?
-Nem tanto: vou completar 30 em pouco tempo.
-Nooooossa! Conservadão hein, prrrrrrrincipe?
Ele me oferece um sorriso lindo, não derreto apenas porque é tio do meu amigo de infância. Sento em um dos banquinhos de frente pra ele é apoio os cotovelos, com a cabeça debruçada nos mesmos, o observo modelar a massa.
-Moço, eles tão sempre assim? - aponto pras quatro cabeças abaixadas atrás de mim.
-Acho que sim, voltei pra casa a pouco tempo.
Apesar do sorriso, tem rugas entre seus olhos, entorto a cabeça.
- Você tá bem?
-Estou... Apenas problemas de adulto pra uma garota jovem.
Transformo o sorriso em um bico, sério que ele associou a falta de interesse em me contar com a minha idade? Que merda. Sinto ele acariciar minha cabeça.
-Desculpe, Kyara, minhas alunas vivem me dizendo pra não associar mulheres com falta de experiencia. Você não estuda na escola deles, então como os achou?
-Facebook tá aí pra isso.
- Quer um pedaço de torta? Eu acabei de tirar do forno então...
-Mas é torta ou é reta? - brinco e Caio na gargalhada, ele tira um pedaço pra mim e pede licença pra ir para o quarto.
-Puta merda, é o tiozão do fim de ano.
- Eu sou a piadista que você respeita.
-Tão piadista que o Comedy Central não sabe o que está perdendo. - o irmão do Tutu me olha com tanto desprezo que fico com medo, qual a treta interna dele? Isso é um trabalho pra mim!
-Se não se importam, seria melhor você não provocar a Gabi porque antes ela saia tacando coisa nas pessoas quando tava com raiva, agora ela deve matar mesmo.
- Eu? Sou um amorzinho. - Finjo estar magoada e pego o prato com o pedaço da torta, voltando pra perto deles, empurro o mal humorado pra que eu possa sentar no sofá.
-Rafa, eu tô saindo, depois tira o pão do forno?
-Onde Você vai, tio?
- Vou encontrar um amigo meu e o Felps: ele finalmente veio a cidade nos ver.
Taki levanta a cabeça da tela e olha pra ele.
-Que amigo é esse?
Mike sorri pra ele com maldade, tem algo rolando entre eles? Pela cara do Taki, do Rafa e do Tutu, tem, sim, algo rolando e tá tenso.
-Um amigo meu da faculdade, Tarik, já que meus irmãos estão viajando e vocês dois ficarão na escola durante um tempo considerável esse bimestre, então ele vem passar duas semanas com a gente. Tudo bem por vocês? Avise minha irmã que não sei que horas volto.
-Desde que ele não tente nada com a gente, tá ótimo por nós dois! - Rafa tapa a boca do primo e Mike acena, saindo da casa, Taki se liberta.
- Que merda é essa dele trazer gentinha aqui pra casa? Aqui é festa agora? O que a tia Leti vai dizer?
- Você sabe que quanto mais gente na casa da tia, mais feliz ela fica.
- Você tá maluco? Isso é absurdo.
-Pac, você pode deixar sua atração por seu tio menos óbvia?
- É estranho ouvir essa confissão porcamente disfarçada vindo de você.
-Qual tio que você está falando? O Leo? - me viro pra ele, mordo um pedaço da torta e sinto-me em Shokugeki No Soma quando uma comida boa é servida. - Que porra de torta boa pra caralho!
-Digamos que ele e o Mike tenham uma relação de incesto.
Engasgo com o outro pedaço e o tusso fora. Pera, que?
-Ahn? Que...
-Foda-se gente, entenderam? Fo-da-se o que vocês pensam, não fico os julgando pelas idiotices que fazem, sem contar que você não pode falar nada, Cellbit: você dorme com o amigo do Mike! A porra do coordenador! - ele se levanta com raiva e joga o computador no sofá com tanta força que o objeto pula e cai na mesinha ao lado, Taki chuta a mesa, a derrubando, ele mostra o dedo médio. - Hipócritas do cacete.
O olhamos enquanto ele sobe as escadas pisando como uma criança irritada e bate a porta do quarto, me levanto pra ir falar com ele.
-Larga de mão Gabi, esse acesso de raiva é temporário.
-Mas ele tá mal!
-Ignora.
E é assim que eu acabo passando a tarde: rindo de Rafa quase queimando o forno por conta do maldito pão, fazendo maratonas de Irmãos Neto, conversando sobre o primeiro ano com o Tutu, brincando de guerra de travesseiros com Taffy em meio a embalagens de picolé, chocolate e refrigerantes por toda a sala.



Notas Finais


Sinto por não ter lemon, no próximo deve ter de Cellps e o provável novo casal


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