História OITNB - Atrás das Grades - Capítulo 25


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Palavras 1.265
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Heeeey meus leitores queridos! Boa noite <3

Esses dias fiquei muito ocupado, então por isso o capítulo demorou um pouquinho. Tudo o que aconteceu na rebelião até agora pode ter um destino muito preocupante neste capítulo, espero que vocês não surtem comigo asuhuahsuashu

Não sei se haverá uma terceira temporada, ficará a critério de vocês quando essa temporada se encerrar no próximo capítulo!

Boa leitura queridos <3

Capítulo 25 - 02X12 - Minutos Finais


Cavani e Rodriguez estavam na enfermaria. Podolski havia sobrevivido ao tiro e havia sido sedado pelos dois. Mesmo que todos os detentos quisessem ver Podolski morto, Asensio os convenceu que ele valia muito mais vivo do que morto, especialmente com as negociações em curso, ou não.

- Lá fora está cheio de oficiais – Cavani observou vários homens de preto pela janela. A área externa de Litchfield continuava repleta de policias, guardas da Segurança Máxima ou parentes dos detentos – Espero que isso não traga consequências para nenhum de nós.

- Eu que não tenho nada a ver com isso – Olhou para Podolski – E nem aquilo – E então olhou a maca do lado, onde um Oscar extremamente arrebentado encontrava-se em inércia devido os seus graves ferimentos.

- Aquele branquelo mereceu a surra – Cavani cruzou os braços.

- Que seja. Ele vai se foder tanto quanto nós se essa rebelião falhar – Rodriguez saiu da enfermaria junto de Cavani. Os dois andavam calmamente pelos corredores, em contraste ao caos que a prisão ainda se encontrava.

Litchfield havia virado de cabeça para baixo. Todos os cômodos da prisão foram revirados, os suprimentos saqueados e diversas paredes foram pinchadas por Valon, fazendo ameaças de morte escrita para detentos que ele tinha briga.

No pátio de Litchfield, detentos contra a rebelião deixavam o local devido uma chuva que praticamente inundou aquela área. Entretanto, a movimentação na entrada da prisão continuava em grande escala, deixando a tensão cada vez mais alarmada.

Alisson passou por eles correndo e por pouco não escorregou no sangue de Podolski que continuava no centro do corredor onde havia ocorrido o tiroteio. Cavani e Rodriguez se olharam confusos, mas no mesmo instante recuaram em alerta ao verem Tite aparecer na frente deles, armado.

- Se afastem ou eu atiro! – Tite não hesitou em ameaçar na dupla, que levantou as mãos em rendição. Olhou para o chão e viu o sangue. Mesmo que não sabia que era o sangue do guarda, Tite ficou assustado – Vocês são um bando de malucos. Isso vai dar uma grande investigação -

- Nós não fazemos parte disso! – Cavani gritou, assustado.

- Por favor, não atire na gente – Rodriguez percebeu que não estavam convencendo Tite e então foi obrigado a apelar – Nós estamos casados! – Segurou na mão de Cavani, que olhou o amigo de relance, mas continuou com aquela história. Tite imediatamente abaixou a arma. Era praticamente um crime matar um ‘’casal’’ de prisão e enorme desrespeito para os direitos humanos. Tite sabia daquilo.

- Sumam da minha frente antes que eu mude de ideia – Tite ordenou e então os dois rapazes saíram correndo de mãos dadas.

Próximo deles, o restante dos detentos participantes da rebelião estavam na capela tomando conta dos reféns. Anitta, Marina e Ozil estavam algemados e em cima do palanque, servindo de atração para os detentos que ali ficaram a maior parte de seu tempo. Os três sofriam com xingamentos ou coisas lançadas contra eles.

O pior de tudo, era a humilhação pública que Marina estava passando nas mãos deles.

- Sabiam que Marina é a nova diretora de Litchfield? – Piqué subiu no palanque e ficou ao lado da ruiva, que observava aqueles vários detentos encarando-a com repúdio e sangue nos olhos – Isso significa que ela é responsável por nossas vidas na prisão...

- Que vida bosta levamos – Dybala cruzou os braços e bufou.

- E tudo isso é culpa dela – Piqué continuou a desmascarar Marina na frente de todos – Sabe porque comemos lixo ao invés de verdade? Por causa da Marina – Piqué disse com um tom de deboche.

- Pessoal, não é bem assim... – Marina tentou contornar a situação, mas era tarde demais.

- E essas coturnos mais pesados que um caralho? – Valon fez uma comparação controversa, mas não se importou. Retirou seu calçado e o lançou contra Marina. A ruiva desviou como se estivesse fazendo parkour.

- É tudo culpa da Marina, pessoa – Piqué cruzou os braços, admirando aquele circo.

- Desgraçada! Os fungos atravessam os chinelos vagabundos que usamos nos banheiros! – Olivier pegou sua chinela e a arremessou em Marina. Dessa vez a ruiva foi atingida e Piqué percebeu que aquilo estava saindo fora de controle.

- Ei! – Conseguiu pegar um telefone que o Detento Chorando havia jogado, antes que ele pegasse em Marina – Ela é uma mulher porra! Isso é uma humilhação pública, não um apedrejamento – Olhou para a ruiva, que não sabia se agradecia por aquilo – Saia da porra da minha frente antes que isso sobre para a mim.

No mesmo instante, a porta da capela foi chutada por Tite. O investigador entrou naquele enorme salão e surpreendeu a todos com a arma, que antes estava nas mãos. Como de espero, a reação de vários detentos foi se abaixar ou gritar histericamente como Valon, que se jogou debaixo de uma das cadeiras.

Tite ficou perplexo ao ver os guardas machucados e amarrados, especialmente Marina, já que havia a visto a alguns poucos minutos. Sem pensar duas vezes, Tite levantou seu revólver e mirou contra Piqué e não pensou duas vezes em atirar contra o detento, acertando seu braço e o derrubando no chão.

- Caralho... – Piqué esbugalhou os olhos e então veio sentir a dor da região atingida minutos depois. Ele estava sangrando para caralho.

- Filho da puta! – Suarez tentou ir para cima de Tite, mas também foi baleado. A maioria dos detentos se escondeu com medo de alguma retaliação da fúria de Tite – Venham comigo! – Chamou por Marina, Ozil e Anitta. Imediatamente os três reféns pularam do palanque com suas dificuldades e seguiram Tite.

Do outro lado da prisão, Marcelo, Coutinho, Neymar, Gareth e Cristiano corriam para saberem onde Tite estava com a arma, principalmente depois de ouvirem dois disparos serem efetuados. Cristiano acreditava que aquilo fosse algum ‘’imbecil’’ que reagiu sem pensar. A essa altura do campeonato, ninguém mais sabia o resultado que aquela rebelião iria ter.

- Abram essa porta agora ou vocês são os próximos a terem uma bala no corpo – Tite apareceu na área de acesso a Litchfield, onde Jonathan dos Santos, Hernandez faziam a patrulha. Firmino e Paulinho chegaram ali alguns minutos antes de Tite, a pedido de Marcelo para verem até onde ele podia ir.

- Sem violência, cara! – Dos Santos implorou, enquanto Hernandez tirava a fechadura da porta principal.

- Continue filmando isso – Firmino sussurrou para Paulinho, que escondeu a câmera em seu casaco roubado de um dos guardas. Aquelas ameaças de Tite contra eles poderiam servir como alguma defesa após o fim do motim.

A porta estava aberta para quem quisesse escapar. Tite deixou que os três reféns fossem libertos imediatamente e então ele foi logo atrás, sendo pego pelos policias de plantão do lado de fora da prisão. Hernandez e Dos Santos imediatamente barraram a porta novamente. Paulinho e Firmino se entreolharam preocupados com o que iria acontecer com todos eles.

Com apenas um refém na prisão e um desaparecido antes do motim começar, era fácil ter acesso a ela se correr perigos.

- Nós vamos entrar – O capitão do Esquadrão Tempestade afirmou para Marina, que autorizou a entrada dos homens imediatamente.

- São todos seus – A ruiva falou, recebendo atendimento médico em uma ambulância.

Homens de preto, fortemente armados, com bombas de gás lacrimogênio, escudos e cassetes, desceram do veículo do esquadrão e se posicionaram em formação diante da porta principal de Litchfield. Hernandez, Dos Santos, Firmino e Paulinho se afastaram assustados, enquanto um Marcelo desesperado aparecia no corredor.

- Mandem eles esperar! – Marcelo gritou sem forças e ofegante. Olhou uma última vez para aquela porta, antes do pior começar a acontecer em Litchfield.


Notas Finais


Tite conseguiu acabar com a rebelião dos nossos meninos! O que vocês acham que irá acontecer no capítulo final?

Até o próximo!


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