História Olá - Capítulo 8


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Categorias Histórias Originais
Tags Amor, Cartas, Drama, Romance, Suícidio
Visualizações 3
Palavras 357
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 8 - Capítulo VII


23 de setembro de 2015.

Acordei com o peso de alguém pulando em mim.

- Feliz aniversário, Lucas! Eu te amo! Eu te amo!

Era muito bom quando Ana dormia em casa e eu podia acordar com ela ao meu lado. Nesse dia ela estava muito animada, o que me fez acordar de bom humor, mesmo que ainda fosse bem cedo.

- Meu deus, Ana... Que animação toda é essa?

- Tenho surpresas para você. – ela me beijou – Vai se arrumar porque vamos passear.

Cerca de duas horas depois nós estávamos comendo pizza em um chalé longe da cidade e de todos os problemas. Foi um dos melhores dias da minha vida e, até então, o meu melhor aniversário. Quando se está apaixonado, nada é melhor do que um dia ao lado da pessoa amada, enrolados em cobertas e comendo porcarias. Levei meu violão e cantamos várias músicas juntos, além de três partidas de Jogo da Vida (eu perdi todas, como sempre). Mas a melhor parte foi poder passar horas conversando com a garota mais interessante que eu já tinha conhecido, a pessoa que me fez, pela primeira vez, pensar em casar e ter filhos. Eu me senti o homem mais sortudo do mundo ao perceber que minha namorada havia planejado cada segundo do dia de modo que eu aproveitasse ao máximo.

- Eu amo você. - ela me disse – Você me faz tão feliz.

- E você merece toda a felicidade do mundo. – respondi, sentindo seus dedos passando pelo meu cabelo

- Quero conhecer o mundo e ter um milhão de experiências do seu lado, Lu. – ela fazia um carinho tão bom que meus olhos fechavam automaticamente – Assim fico querendo viver até pelo menos 120 anos, pra poder te aproveitar bem.

- Vamos envelhecer juntinhos então, amor.

- Parece uma ótima ideia. – mesmo sem olhar, soube que ela sorriu

Nunca é fácil lidar com a morte de um ente querido e cada pessoa enfrenta isso de um jeito, o qual pode variar muito, desde monta uma ONG até nunca mais sair de casa. Mas, quando sua namorada se mata, existe um sentimento que é inevitável: culpa.



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