História Old Love 2 - Capítulo 10


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Categorias Amanda Seyfried, Justin Bieber
Personagens Amanda Seyfried, Justin Bieber
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Palavras 2.603
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - The baby was born


21 de dezembro de 1999, 02:27 PM – UCLA, Medical Center, Westwood Plaza

POV’s Faith Bieber

-Faith – ela me abraçou fortemente – finalmente eu te achei, querida – ela me balançou e me virou de um lado para o outro – você só machucou um braço, graças a Deus – ela me abraçou outra vez

-Calma, tia Cait – eu a segurei – eu estou bem, juro

-E seus irmãos?

-Estão na sala do meu pai, dormindo

-Vou vê-los – ela pegou sua bolsa

-Jess – disse um pouco alto e corri em sua direção o abraçando fortemente

-Como você está? – ele perguntou em meu ouvido

-Eu tive tanto medo – eu respondi

-Vocês se conhecem? – ouvi duas vozes atrás de mim e me virei

-Sim, por quê? – perguntei e tia Cait se prontificou

-Jess é meu sobrinho, querida – ela disse e eu o olhei

-Sobrinho?

-Por que você não disse que a conhecia, cara? – perguntou tio Ryan

-Nem adianta dizer que não sabia, há fotos dela e de seus irmãos espalhadas pela casa

-De Justin e Amelya também - tio Ryan completou

-Eu não sabia como dizer – Jess respondeu

-Não sabia dizer o que? – tia Cait tinha cada vez mais perguntas

-Não sei se é o melhor momento

-Tudo bem – tio Ryan deu um passo a frente – podemos ver isso depois, vamos atrás das crianças – concluiu e foram em direção à sala do meu pai

-Me conta, o que houve? – disse Jess me levando até os bancos

-Foi horrível, Jess – comecei – três carros bateram na gente e depois o carro saiu da estrada – eu o olhei e voltei a chorar – minha mãe ‘tava sangrando muito

-Ela perdeu o bebê? – ele perguntou preocupado

-O bebê – o olhei lembrando que existia esse serzinho dentro da minha mãe – eu não sei, ninguém falou nada – ficamos os dois ali por um tempo enquanto ele me confortava

-Faith – ouvi uma voz falando alto perto de mim e eu despertei rapidamente, nossa, `tô exausta, acho que apaguei – vem comigo, rápido – ela me puxou e Jess veio atrás de mim

-O que aconteceu? – perguntei assim que paramos na frente de um quarto

-Seu pai acordou – ela girou a maçaneta e sorriu em minha direção enquanto eu recuava um passo e depois outro, no terceiro eu bati em algo, mais precisamente, em alguém

-Não tenha medo – ele alisou meus braços – ele não vai te culpar por nada, não há um culpado nessa situação – ele aproximou a boca do meu ouvido e encostou o queixo em meu ombro – quer que eu entre com você? – me virei

-Não, você tem razão – balancei a cabeça – eu devo entrar sozinha – dei um beijo em sua bochecha e me virei, respirando fundo e sorri em direção à enfermeira que apontou para o quarto com a cabeça. Entrei e percebi que o quarto estava bem claro por estar com a cortina aberta, encarei a janela por alguns segundos até olhar em direção à cama, vendo meu pai com um curativo na testa e uma perna engessada

-Faith? – ouvi sua voz baixa e me aproximei de cabeça baixa – você está bem? Só machucou o braço? – percebi a preocupação em sua voz – e seus irmãos se machucaram?

-Calma, pai – estendeu meu braço bom e pus a mão em seu braço – Dylan e Bea estão bem, meu braço machucou por causa do vidro traseiro do carro, que quebrou – o olhei – mas protegi meus irmãos como pude, provavelmente serão apenas lembranças no futuro – ele me abraçou como pôde

-Graças a Deus estão bem – ele me soltou – e sua mãe?

-Não me deram noticias – respondi de cabeça baixa – tia Cait e tio Ryan estão aí fora, tio Chaz disse que faria o máximo que pudesse para ajudar todos nós

-Que bom, peça que me deem noticia de qualquer coisas – assenti – cadê Ryan e Caitlin?

-Vou chama-los – fui até a porta e os chamei, eles entraram e eu me sentei onde eles estavam antes, ao lado de Jess

-Posso dizer algo? – ele me perguntou e eu o olhei – não sabia sobre você – ele pausou olhando para baixo – eu vim para cá obrigado, queria que minha tia me emancipasse, mas ela não aceitou – ele me olhou – ela disse que eu tinha família e que era com eles que eu tinha que ficar. Quase não ficava em casa, sempre arranjei algo para fazer, para sair – ele tornou a olhar para baixo e eu passei a mão em seu braço, da mesma forma que ele havia feito comigo alguns minutos atrás – eu soube no inicio do mês, resolvi prestar atenção nos retratos espalhados pela casa e perguntei quem era, são fotos sua de quando era mais nova, minha tia me contou um dia, quando me viu no corredor observando tais fotos, me disse sobre você e sua família, sobre Chaz também, que era amigos, na faculdade – ele me olhou

-Eu aceito – ele franziu as sobrancelhas

-Aceita?

-Sim

-Mas aceita o que? – ele me perguntou, confuso e eu pus a mão em sua bochecha me aproximando

-Eu aceito namorar com você – juntei nossas testas e sorri em sua direção

-Aceita mesmo? – percebi o sorriso que foi abrindo em seus lábios e o beijei – você aceita mesmo – ele sorriu ainda mais e me abraçou ficando em pé e me puxando para seu colo, me girando

-Ei ei ei, o que está acontecendo aqui? – tio Chaz se aproximou

-Meu pai acordou, tio Chaz – eu sorri e lhe dei um beijo na bochecha

-Fico feliz por isso – ele pôs as mãos no bolso do jaleco aparentando preocupação – porem tenho uma noticia nem tão boa

-É a minha mãe? – perguntei e ele não respondeu

-Vamos entrar no quarto, por favor – ele andou na frente e eu olhei Jess, seus olhos me transmitiam a maior segurança que podia ser transmitida e ele me puxou até a porta – que bom que estão juntos

-O que aconteceu? – perguntou tio Ryan, preocupado

-É Amelya – disse tio Chaz e eu me sentei na poltrona, do lado da cama, segurando a Mao de meu pai – preciso que vocês tomem uma decisão importantíssima – ele nos olhou e encaramos um ao outro – precisaremos fazer um parto de emergência para que ela e o bebê fiquem bem

 

[...]

 

-Bea, quer ajuda? – perguntei entrando em seu quarto e a vi em frente ao closet apenas de calcinha

-Não sei o que vestir – ela disse baixinho e olhei seu rostinho, que estava um pouco vermelho

-O que houve, pequena?

-A mamãe vai ficar bem, irmã? – ela me perguntou e eu a peguei no colo nos sentando na cama

-Você quer que a mamãe fique bem?

-Claro – ela disse rapidamente

-Então fique pensando assim – segurei suas mãos – sempre

-Se eu pensar que ela vai ficar bem, ela vai ficar bem mesmo?

-Claro, mas você tem que pensar assim sempre, o tempo todo – enxuguei as lagrimas que escorriam por seu rosto – o bebê também vai ficar muito bem e você e Dylan vão ajudar a cuidar dele, não vão? Independente do que acontecer – eu disse e ela balançou a cabeça repetidamente concordando. Eu a puxei para meu colo, tomando cuidado com meu braço machucado, e a abracei fortemente evitando chorar enquanto sentia suas lagrimas molhando a manga da minha blusa

Após alguns minutos Jess entrou no quarto perguntando se está tudo bem e eu balancei Bea, que parecia ter dormido. Jess a tirou de meus braços e disse que Dylan estava deitado na cama, chorando, desde a hora que chegamos e eu fui em direção a seu quarto e bati levemente na porta, ele virou em minha direção, me tacou uma almofada e tornou a virar para parede. Peguei a almofada do chão e coloquei na ponta da cama, sentando na beirada

-Dylan – balancei seu corpo um pouco

-Me deixa em paz – ele disse exalando raiva enquanto permanecia com o rosto no travesseiro

-Ei, o que houve?

-Sai daqui, Faith – ele empurrou meu braço engessado – é tudo culpa sua, você ficou maluca depois que o Logan morreu e fez o papai e a mamãe morrerem de preocupação diversas vezes com a sua forma de se vestir e de agir – ele levantou da cama ainda me empurrando – se você se preocupasse com a sua família, o papai não teria que virar para trás, ficar reclamando, e não teria parado de prestar atenção – ele me empurrou para o lado de fora – é culpa sua eles estarem no hospital agora, SÓ SUA – ele gritou o final e bateu a porta na minha cara. Olhei para o lado vendo Jess se aproximando e desabei em seus braços, deixei que ele me guiasse pelo corredor e ele errou duas portar até chegar ao meu quarto, onde me fez deitar na cama e chorei por algum tempo em seus braços. Depois de algum tempo eu despertei e me levantei, abri a porta do quarto de Bea e não achei ninguém, no quarto de Dylan também, desci as escadas enquanto ouvia vozes. Encontrei Bea vendo desenho na televisão da sala e ela apontou para a cozinha, onde eu fui em seguida

-Faith – Dylan disse e correu para me abraçar, retribuí – me desculpa, eu não sabia o que estava dizendo – o abracei mais forte – você protegeu a gente, evitou que nos machucássemos, a enfermeira tem razão, você foi uma heroína, se machucou para nos salvar – ele se afastou – obrigado – me ajoelhei e tornei a abraça-lo, olhei Jess por cima de seu ombro e o mesmo afastou o olhar na hora e se levantou da mesa

-Irmã, a gente vai voltar ao hospital hoje? – Bea perguntou

-São que horas?

-Quase dez da noite – Jess me respondeu e eu olhei pela janela vendo o céu escuro e varias nuvens no céu

-Melhor voltarmos amanhã, não? – eles assentiram – vamos comer e dormir, aí poderemos ir bem cedo ao hospital, tudo bem? – terminei de dizer e a campainha tocou

-Deixa que eu atendo – disse Jess e eu fui até a cozinha na companhia de meus irmãos

-Querem jantar ou um sanduiche?

-Sanduiche – os dois responderam juntos

-Eu também quero – disse tio Ryan entrando na cozinha e ele deu um beijo em meus irmãos e se aproximou me ajudando – como você está?

-Não muito bem, meu braço dói e eu quero chorar o tempo todo – olhei para trás vendo Jess brincando com as crianças – tenho medo de chorar na frente deles e eles se preocuparem achando que aconteceu algo

-Concordo em não chorar na frente deles – ele se virou – querem quente ou assim mesmo

-Quente – disse Dylan

-Eu quero normal mesmo – Bea disse em seguida e eu peguei um prato e entreguei à mesma

 

22 de dezembro de 1999, 08:23 AM – UCLA, Medical Center, Westwood Plaza

POV’s Faith Bieber

-Vem, gente – eu disse saindo do carro e empurrando meu banco para frente para que meus irmãos saíssem. Dylan foi andando na frente junto de Jess e Bea me deu a mão, tio Ryan havia saído mais cedo

-Como você acha que vai ser o bebê? – ela perguntou puxando a minha mão

-Acho que ele vai ser lindo igual nós três – sorri em sua direção e passamos pela porta da frente do hospital, sorri para as enfermeiras que conhecia e fomos direto ao quarto de meu pai. Assim que entramos vimos tio Chaz – tudo bem? – perguntei preocupada

-Sim, estamos resolvendo sobre a cirurgia de sua mãe – meu pai me respondeu e eu sentei na poltrona pegando Bea em meu colo

-Mamãe vai fazer cirurgia? – Bea se virou para mim e vi o medo em seus olhos

-Sim, pra tirar o bebê da barriga dela tem que ser com cirurgia

-Tio Chaz – ela se virou para ele e desceu de meu colo indo em sua direção

-Fala, pequena

-Pode deixar o bebê dentro da mamãe? – ouvi alguns risos em torno de mim e comecei a rir também

-Por que você quer que o bebê fique lá, Bea?

-Faith disse que para o bebê sair da barriga da mamãe tem que ter cirurgia, não quero que a mamãe faça cirurgia, é perigoso

-Não se preocupe, querida – disse tio Chaz – as chances de complicação de uma cirurgia obstétrica são mínimas

-Tem certeza? – ela nos olhou e todos balançamos a cabeça

-Tudo bem, então – tio Chaz levantou – eu vou lá, quando estiver tudo bem eu volto – todos concordamos

-Tomaram café da manhã? – meu pai perguntou assim que a enfermeira entrou e todos concordamos – minha vez então. Me ajuda, Bea? – ele pediu e a mesma o ajudou a se levantar, colocando alguns travesseiros atrás. Me levantei saindo da sala, com Jess me acompanhando, fomos até a ala pediátrica sem falar nada e parei na frente dos berçários observando os bebês

-Daqui a pouco seu irmãozinho ou irmãzinha vai estar aí – ele disse

-Posso contar um segredo? – ele disse ‘’sim’’ baixinho e eu prossegui – é um menino – o olhei – minha mãe pediu para eu ver e só contar no chá de bebê, era pra ser uma surpresa para a família

-E você não contou para ninguém? – balancei a cabeça – nem pra Stel?

-Muito menos, ela ia contar, sem querer – nós rimos – olha aquele ali, será que meu irmão vai parecer com ele?

-Talvez pareça com aquele ali – ele apontou para um bebê mais cabeludo

-Duvido, tanto eu quanto meus irmãos nascemos quase sem cabelo nenhum

-Talvez com aquele então – ele apontou para outro bebê do outro lado do berçário

-Jess – o repreendi – é uma menina – ele olhou de novo e concordou rindo. Ficamos algum tempo ali olhando vários bebês e voltamos ao quarto do meu pai perto da hora do almoço depois de eu mostrar o hospital para Jess

-Vamos almoçar? – ele perguntou ao ver as crianças com uma caixa de brinquedos em cima da cama jogando com meu pai

-Eu quero ficar com o papai – disse Bea abraçando seu braço

-Vão lá almoçar, crianças – meu pai disse e uma enfermeira entrou no quarto – eu já vou almoçar também mesmo, quando voltarem a gente continua – peguei Dylan e Jess pegou Bea – depois do almoço vão à biblioteca e peguem uns dois ou três livros para lermos, tudo bem? – ele se referiu à biblioteca que ficava a uns cinco minutos do hospital e concordamos

-E ai? Querem o que? – perguntei e os levei até o Buffet e ajudei a colocar suas comidas, depois peguei para mim e sentei na mesa que Jess havia guardado para nós, depois que ele pegou sua comida, sentou ao meu lado e eu coloquei a mão em sua perna – obrigada – eu disse em seu ouvido

-Por quê?

-Por me ajudar com tudo – eu disse – esse é só o segundo dia de não sei quantos e você ‘tá me ajudando pra caramba

-Não é nada demais, só não vou fazer o que não estiver ao meu alcance – o abracei e ele me ajudou a cortar minha comida, já que eu só conseguia usar o garfo. Ao terminarmos de comer voltamos ao quarto e meu pai estava dormindo, peguei o jogo e o coloquei de volta na caixa puxando meus irmãos de volta ao refeitório, onde sentamos em uma mesa e ficamos todos jogando

-Oi, gente – disse tia Cait, se aproximando

-Oi, tia Cait – dissemos todos juntos

-Como está seu pai?

-Ele ‘tava dormindo quando fomos lá, tem uns quarenta minutos

-Vamos lá ver se ele acordou então – voltamos ao quarto e o encontramos assistindo televisão. Ele desligou assim que nos viu e ficamos ali conversando por um tempo até ouvirmos uma batida dupla na porta e todos olhamos para lá, sabendo que a única pessoa que batia assim era minha mãe. Meu coração acelerou a cada segundo que não abriam e assim que eu pensei em levantar e abrir ela abriu

-O bebê nasceu – tio Chaz entrou no quarto feliz


Notas Finais


E finalmente o casal se formoooou, espero que gostem

A divulgação de hoje é uma história da mesma autora de O Caipira, o nome é The Quaterback. Eu comecei a ler semana passada, que foi quando ela voltou a postar e simplesmente amei, espero que gostem também
Link: https://www.spiritfanfiction.com/historia/the-quarterback-3141874

Qualquer crítica ou comentário, podem falar comigo, espero que estejam gostando. Até a próxima segunda.


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