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História Older Than Me - Capítulo 14


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Notas do Autor


Oie!!! Cortei! 😘💜

Capítulo 14 - Acertando os Pontos




Olhei para Tae com os olhos arregalados!!! Que merda!!! Meu pai estava ali me chamando na porta da adega, eu com o pau todo gozado e o Tae nu da cintura pra baixo!!! Céus!!! Será que ele me ouviu gemendo??? Eu esperava sinceramente que não!!! Afinal, como a gente explicaria pra ele nós dois ali naquela situação? Eu tinha que pensar rápido.

- Pai, peraí que eu tô subindo!!! - Eu falei mais alto.

Nunca vi Tae ser tão rápido como naquele momento. Ele colocou a calça e a cueca numa velocidade recorde!!! Em seguida pegou um pano que tinha por perto e limpou a sua mão que estava suja com a minha porra. Sussurrei pra ele:

- Vamos subir rápido e deixa que eu falo, ok?

Ele assentiu com a cabeça e antes que eu me virasse pra subirmos as escadas, me puxou pela nuca e selou os nossos lábios rapidamente, sorrindo para mim logo após fazê-lo. Em seguida me entregou um casaco que estava em um dos braços do sofá e eu coloquei. Ele era longo, então fechando-o dava para cobrir a região do meu pau que estava com o pijama úmido.

Subimos rapidamente as escadas e quando chegamos na porta eu bati.

- Pai, abre aqui pra gente!!!

Ele a abriu e olhou para nós dois com um semblante confuso e curioso.

- O que você dois estavam fazendo aí embaixo uma hora dessas? - Ele nos questionou.

- É ... a gente tava conversando. Acabei ficando sem sono e vim beber água. Então ouvi um barulho aqui embaixo e o tio Tae tava lá bebendo e a gente ficou conversando.

- Por que você tava bebendo uma hora dessas, Tae? - Meu pai perguntou olhando Tae nos olhos.

- Eu tava sem sono, acho que acabei ficando agitado com a festa e não consegui dormir, acabei aproveitando pra descer e tomar alguma coisa pra ver se eu relaxava um pouco antes de me deitar. Foi isso, nada de mais!!! - Tae disse dando de ombros e fazendo a cara mais tranquila possível.

- Ah, entendi!!! - Ele disse para Tae, depois virou para mim e indagou. - E você? Por que tava chamando o nome do Tae tão alto? Eu vim beber água e escutei você chamando por ele.

Que merda!!! Ele me ouviu gemendo!!! Ai que vergonha!!!!

- Ah, é ... hm.... - Pensa rápido, Jungkook!!!!

- Eu derrubei uma taça no chão e no susto o Jungkook pensou que tivesse pisado nela, por isso ele me chamou, estava meio escuro. - Tae respondeu rapidamente.

- Ah!! Mas você tá bem, filho? Se machucou? - Meu pai me questionou olhando para os meus pés que estavam descalços, procurando por algum ferimento.

- Ah, não, pai! Tá tudo bem, foi só o susto mesmo!!! - Eu disse para ele. - Ainda bem que o senhor apareceu se não a gente iria ficar trancado até de manhã, né, tio? - Desconversei olhando para Tae, ainda sentia tremores em meu corpo pela adrenalina de quase termos sido flagrados e as pernas levemente bambas pelo orgasmo recente. Mais um pouco e meu pai nos pegaria no ato.

- É verdade, essa porta tá com problema e só abre por fora!!! - O Tae respondeu. - Preciso mandar alguém arrumar.

- Então ainda bem que eu apareci aqui, senão você dois teriam que dormir aí dentro. - Respondeu o meu pai, todo animado, como se tivesse realizado um grande feito, dando uma piscadinha para Tae e risadinha convencida.

Eu e Tae nos entreolhamos, com um semblante de alívio, afinal, aparentemente, ele não devia ter desconfiado de nada!!! Ainda bem!!!

- Tem alguma coisa pra beber lá embaixo ainda, Tae? - Meu pai questionou.

- Claro!!! Você não viu como ficou depois da obra da adega, né, Kwan?

- Não, vamos descer e você me mostra. - Meu pai disse e em seguida me olhou. - E você, garoto!!!! Já pro quarto, vai, seu pirralho!!! - Eu mostrei a língua pra ele e dei uma risadinha.

Ele se aproximou de mim beijando o topo da minha cabeça e deu um tapinha na minha bunda.

- Boa noite pra vocês!!! - Eu disse, dando um beijo na bochecha do meu pai e outra na de Tae. - Era tão estranho fazer isso agora, a minha vontade era puxá-lo para um beijo de língua bem gostoso, mas enfim, era o que tinha.

- Boa noite filho!!!

- Boa noite, my honey!!!

Os dois disseram ao mesmo tempo. Eu os fitei, demorando-me um pouco mais em olhar para aqueles olhos lindos e para aquele sorriso quadrado e tão sedutor que Tae tinha. Saí de perto dele e caminhei rumo às escadas para subir ao meu quarto.

Chegando lá, tirei o casaco de Tae, levei-o até o meu nariz para sentir o seu cheiro gostoso que estava impregnado naquela peça de roupa. Tirei minhas roupas e entrei num banho quentinho e gostoso.

Coloquei outro pijama e me deitei, mas a minha cabeça ficou presa naquela adega e em cada segundo que eu estive com ele. Sentindo os seus lábios nos meus, seus toques em meu corpo, seu pau na minha boca e sua mão deslizando em meu membro. Só de lembrar dos detalhes o meu corpo se arrepiava inteiro.

Foi tão delicioso!!! Esse homem é muito mais gostoso do que eu pude imaginar. Eu fiquei com vários caras, mas a impressão que tive é que nenhum deles tinha uma pegada de homem tão intensa quanto Tae. Mas o mais incrível foi pensar em todo o tempo em que eu vim nutrindo todo aquele sentimento por ele, toda aquela paixão e de repente ver que todos os desejos e fantasias que aconteciam somente na minha mente ou nos meus sonhos estavam se realizando, fazia tudo parecer tão surreal!!!

Em meio a estes pensamentos e com a lembrança recente dos toques de Tae em meu corpo acabei adormecendo e tive uma noite de sono muito agradável, dormi igual um bebê.

Como fui dormir tarde da madrugada, acabei acordando tarde também, acordei quando já era praticamente a hora do almoço. Troquei de roupa, me arrumei e desci para a mesa da área externa da casa, onde já estavam todos sentados ali. Acenei um cumprimento para todos os presentes e quando os meus olhos se encontraram com o de Tae ele acenou com a cabeça para que eu me sentasse no lugar vago que estava ao seu lado. É claro que eu nem me importei, segui para a mesa, beijei os meus pais e depois me sentei ao seu lado. Assim que me ajeitei e me servi, senti uma de suas mãos deslizar sobre a minha coxa e ele a deixou lá o tempo todo, fazendo um carinho subindo e descendo e por vezes dando algumas apertadinhas. Eu sentia o meu corpo esquentar cada vez que os seus dedos deslizavam sobre mim. Por vezes nossos olhares se cruzavam e em cada um deles parecíamos realizar um diálogo sem a necessidade de que palavras saíssem de nossos lábios.

Como ele já tinha almoçado, agora só estava bebendo e batendo papo com as pessoas que estavam à mesa, enquanto as minhas mãos estavam ocupadas, já que eu fui um dos últimos a ainda comer por ter sido o último a me sentar.

Jimin estava sentado em minha frente e eu senti o seu olhar queimando sobre mim. Ele me conhecia como ninguém e sabia que tinha algo acontecendo, eu sabia que ele conseguia captar nas entrelinhas. Eu já havia contado para ele o que aconteceu na boate entre mim e Tae, mas até a última atualização sobre o assunto ele só sabia que eu estava ressentido com o mais velho devido à como tudo se desenrolou e o quanto eu fiquei constrangido. Além disso, ele me viu dançando na festa com Nathan. Isso... ele mesmo, o meu antigo rolo da Inglaterra, Yug acabou conhecendo-o porque ele era amigo de faculdade de um primo de Nathan que mora na Coréia, parece que se deram super bem então além do primo, Nathan também foi convidado para a festa.

- Que mundo pequeno, né, Kookie? Quem diria que você iria se encontrar justamente com o Nathan, o seu quase namorado britânico, bem aqui na festa do Yug e ainda dançar daquele jeito com ele? - Meus olhos se arregalaram e olhei para ele fulminando-o, que víbora esse meu amigo!!!

- Namorado? Mas você não namorou somente o Jackson, my honey? - Tae me questionou e pelo tom de voz dele percebi que não gostou nenhum pouco de saber sobre aquela informação.

Ai, Minnie!!! Seu filho da mãe!!! Esse menino quando fica irritado é um perigo. Nem pra esperar eu me explicar com ele com mais calma!

- Nós não fomos namorados, tio!!! O Minnie é que tá exagerando, né? - Olhei para o baixinho quase lançando facas através dos olhos em sua direção e fiquei ainda mais irado em ver como as suas feições demonstravam o quanto ele se divertia com a minha desgraça e o meu desespero.

Merda! Agora que eu e Tae estávamos nos entendendo ele vinha tacar lenha na fogueira???? Ah, Minnie, Minnie...

Procurei almoçar o mais rápido possível. Deixei o pessoal na mesa conversando e puxei meu melhor amigo para o banheiro masculino que ficava próximo à piscina. Assim que entramos lá eu falei:

- Que merda, Minnie!!! Cacete!!! Por que você disse aquilo??? Quer me ferrar, é?

- Kookie, seu lazarento!!! Você tá aprontando alguma coisa e nem me contou!!! Pensei que fôssemos cúmplices e melhores amigos, mas pelo jeito não, né?

- Ai, garoto! Para de ser dramático!!! Você nem me deu tempo de explicar, seu palhaço!!!

- AHAM!!! Eu sabia!!! Sabia que você tava me escondendo alguma coisa!! Assim que você se sentou do lado do tio eu já percebi. Pode falar!!! Desembucha!!! Quero saber de tudo!!!

- Ai, Minnie, seu merdinha!!! Você é muito ansioso, nasceu de 7 meses, foi?

- Para de me enrolar, fala logo!!!

- Tá, mas eu só não falei porque não deu tempo de dizer antes. Acontece que o Tae e eu nos encontramos essa madrugada, quando eu fui na cozinha beber um copo de água, porque eu não conseguia dormir de jeito nenhum. Aí eu escutei um barulho que vinha daquela porta que leva ao porão e que ele fez de adega, ele tava lá embaixo. A gente conversou, se acertou, nos beijamos e eu acabei chupando ele! - Falei tudo rapidamente, tentando ser o mais suscinto possível pro meu amigo não vir me culpar mais por esconder coisas dele.

- O QUÊ???!!!

- Minnie, que bosta!!! Para de gritar, seu palhaço!!! Quer anunciar no Jornal Nacional também?

Ele respirou fundo, piscou várias vezes e levou uma das mãos sobre o coração.

- Peraí que eu acho que vou ter um treco... Repete tudo de novo, mas com calma, Kookie!!! Eu acho que eu não ouvi direito.

Eu rolei os olhos, bufei e tomei um fôlego. Quando eu ia começar a contar tudo novamente, a porta do banheiro se abriu e vimos a figura de Yug.

- Oi, meninos!!! O papai pediu pra eu chamar vocês, vão servir a sobremesa. Tem petit gateau com sorvete de creme. Vocês não querem?

Nós nos entreolhamos e confirmamos. Lavamos nossas mãos e voltamos à mesa seguindo Yug. Cada um tomou o seu lugar. Assim que me sentei, Tae chegou com a boca próxima ao meu ouvido, já me dando calafrios, e disse:

- Tá tudo bem?

Eu olhei para ele, sorri pequeno, confirmei balançado a cabeça e me atentei para a sobremesa que já estava posta em meu prato. Levantei meu olhar para Jimin que me olhava mais sereno dessa vez, nem parecia aquele mesmo garoto irritadinho de antes. De vez em quando ele alternava o seu olhar entre mim e o Tae e apresentava alguma feição irônica, do tipo: "Quem diria, hein?"

Terminamos o almoço e alguns subiram para os seus quartos para descansar, outros resolveram tomar um banho de piscina, outros conversar. Eu e Tae resolvemos sair para andarmos a cavalo. Jimin ficou para me dar cobertura e me avisar caso alguém de repente fosse ao nosso encontro.

Cavalgamos por uma trilha já conhecida por Tae, que não era muito próxima da casa e levava até um pequeno e límpido riacho. O dia estava excelente, um céu bem azul e sem nuvens, o sol estava forte fazendo um calorzinho bem gostoso, mas que era amenizado pelo vento constante que soprava. O lugar era muito lindo, com uma vegetação incrível. Em volta havia muitas pedras e troncos de árvores, que poderiam ser utilizados como banquinhos.

Descemos de nossos cavalos, prendendo-os em algumas árvores próximas ao riacho e que ficavam numa distância que possibilitava aos animais beberem da água se quisessem.

Sentamo-nos em um dos troncos que ali estava. Estávamos de frente um para o outro, com uma das pernas em cada um dos lados do tronco, como se estivéssemos montando nele e as minhas pernas se sobrepunham às coxas de Tae, para que pudéssemos ficar mais próximos. As mãos dele foram para a minha cintura e as minhas foram para os seus ombros. Nós sorríamos um para o outro e nossos olhos não deixavam de se cruzarem por nenhum segundo.

- Não acredito que estamos aqui sozinhos, my honey!!! Eu queria tanto te beijar lá na mesa!!! Foi uma tortura ficar daquele jeito tão pertinho e não poder te apertar em meus braços.

- Eu também, queria muito!!! - Eu disse enquanto ele se aproximou do meu rosto e então começou a selar os meus lábios com beijinhos curtinhos e que faziam barulhinhos baixos.

Suas mãos puxaram a minha cintura para que eu ficasse mais perto dele, então nossos membros ficaram bem próximos um do outro, quase se encontrando, frente a frente. As minhas mãos se prenderam em seus cabelos e então aprofundamos o nosso beijo, abrindo os lábios e deixando as nossas línguas se encontrarem. Uma de suas mãos desceu para a minha coxa, então enquanto nossas línguas deslizavam uma na outra em carícias gostosas e bem molhadinhas, ele acariciava a minha coxa com uma mão e a minha cintura com a outra. As minhas mãos acariciavam as suas madeixas macias.

Aproveitamos que estávamos sozinhos e nos beijamos por muitos e muitos minutos. Até nossos lábios ficarem avermelhados e inchados. Cada momento desse carinho foi tão gostoso que a minha vontade era que pudéssemos ficar horas e horas aos beijos, somente sentindo a temperatura e textura de nossas línguas e o bailar delas a cada encontro que realizavam e sentindo o quão bem ensaiadas deslizavam juntas, como se dançassem.

Então quando em um certo momento cessamos com os beijos eu me virei para ele e disse:

- Posso te fazer uma pergunta? - Questionei meio receoso, olhando em seus olhos.

- Claro, my honey!!! - Ele me respondeu, subindo uma de suas mãos para tirar uma mecha de cabelo que caia em meus olhos, por conta do vento que estava fazendo. Seus olhos me fitavam com um carinho tão grande que era quase palpável.

Desviei os meus olhos dos dele, pois sentia-me um tanto constrangido em questioná-lo, porém eu precisava fazer, pois não queria dar espaço na minha mente para que ficasse criando teorias e ideias mirabolantes sobre o assunto.

- Você e aquele rapaz de ontem que você beijou... Bem .... Vocês estão tendo algo? - Na parte final do questionamento eu me obriguei a olhar em seus olhos para saber sobre aquilo de uma vez por todos.

Ele segurou o meu queixo com uma das mãos, deu um selinho bem fofo na ponta do meu nariz e depois ele me fitou e respondeu:

- Primeiro: não fui eu quem o beijou e sim o contrário, eu nem mesmo correspondi ao beijo que ele me deu. Segundo: não, nós não temos algo, my honey! Mas tivemos sim. Não chegou a ser nada demais, não era um compromisso sério, mas a gente se encontrava de vez em quando.

- Certo! - Eu disse e em seguida apertei os meus lábios um contra o outro. Saber disso me incomodou um pouco, mas eu já sabia que ele tinha uma vida bem agitada e não posso me classificar como um santinho. Longe disso, afinal meus anos na Europa me trouxeram uma bagagem boa de envolvimentos não amorosos.

- E você com aquele garoto ontem? Vocês ficaram juntos? - Ele me perguntou com um olhar apreensivo e as sobrancelhas franzidas, mas não estava bravo nem nada. - Não gostei de ver o jeito que vocês dois estavam dançando.

- Não, Tae! Eu não fiquei com ele, nós dois só dançamos mesmo! Aquele garoto é o Nathan e nós tivemos um lance na Inglaterra, mas não chegamos a namorar. Quer dizer, pelo menos eu não aceitei ao pedido que ele me fez, então a gente só ficou durante um tempo, mas não era nada sério também.

- Hum! - Ele fez um biquinho lindo e eu deixei um beijinho em sua bochecha. - Eu não quero saber mais de nenhum engraçadinho perto do meu garotinho, viu?

- Que homem mais ciumentinho!!! - Eu dei uma risada gostosa e em seguida uma mordidinha fraca em uma de suas bochechas.

- Não sou ciumento... Quer dizer... Um pouquinho... É talvez um pouco mais que um pouquinho. - Ele riu fraco. - Ah, my honey, demorei tanto tempo pra te ter pra mim, não quero mais ficar longe de você.

- Como assim, tanto tempo? O que você quer dizer com isso, Tae?

- Eu quero dizer que não é de hoje que eu sou louco por você e que eu lutei com todas as minhas forças para reprimir o que eu sentia durante anos, mas eu cansei de lutar, quando eu tive um vislumbre de esperança, depois daquele nosso momento na boate e que eu vi, pela primeira vez, uma real possibilidade de te ter pra mim.

- Sério isso?!! - Eu disse completamente perplexo pelo que ele me disse. Ele lutava com isso por anos?!!! Nunca imaginei que ele também sentisse alguma atração ou algo assim por mim, sempre imaginei que os meus sentimentos e desejos fossem unilaterais.

- Sério mesmo. - Ele disse e me deu um selinho. - E agora eu não quero mais ficar longe de você por nada nesse mundo. - Eu sorri. - Mas precisamos ver como faremos com os seus pais, porque você deve saber também que não vai ser lá muito fácil isso tudo, né?

É, esse era realmente um ponto muito importante a se considerar, pois em todos os meus anos de devaneios em relação ao meu amor platônico, talvez por tudo ser tão irreal e distante, nunca pensei nesse ponto de toda a situação, sobre os meus pais.

Então ele me disse:

- Não tenho nem noção de como o Kwan vai reagir quando souber que a gente tá namorando, my honey!!!

- Namorando?!!!!


Notas Finais


Curtiram? 💜💜💜


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