História Olhos azuis - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Simón
Tags Lutteo, Simbar, Sou Luna, Soy Luna
Visualizações 64
Palavras 854
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Reviravoltas


-Âmbar nós vamos mesmo fazer isso? Quer dizer, você ainda tem a sua chance de parar tudo agora. -Simón falou olhando pra ela, parecia inquieto e nervoso mais que o normal.
-Eu acho que você precisa ficar um pouco mais calmo. -Âmbar segurou a mão de Simón.
-Só que eu esperava esse momento diferente. -Disse ela ainda fixado nos olhos de Ambar tentando captar qualquer insegurança nela. Não encontrava.
-Então talvez tenhamos isso em outro momento. -Ela sorriu. -O momento perfeito.

1 ano antes

Âmbar odiava tudo naquela casa a partir de agora. A estrangeira mexicana conseguiu roubar tudo o que ela presava e amava, sua família e sua fortuna. Olhava para o quarto e conseguia odiar a sua situação ainda mais, a cor, as roupas, o espelho e tudo ali. Era nojento. Uma vida de mentira. Ela queria se desfazer de tudo.
Luna bateu na porta.
-Oi. -Luna disse. Ambar queria mata-la, tinha uma tesoura guardada em algum lugar, só precisava lembrar.
Ambar não disse nada, apenas a olhou sério.
-Eu vim saber se está tudo bem, quer dizer, parece tudo tão estranho agora, tão diferente...-Luna começou a falar e Ambar ainda não lembrava da tesoura, maldita tesoura.
-Luna. Calada. -Ambar disse. -Eu sei que você vai me mandar embora, eu não vou perder meu tempo com essa sua baboseira.
-Eu nunca faria isso, você é da família. -Luna disse forçando um sorriso.
-Da familia? Que família? Se você ainda não percebeu não existe uma aqui.-Ambar disse. -a minha era de mentira, a sua, bem, eu não sei, parece que você vai herdar toda as coisas que me fizeram sofrer. -Ambar disse sem piedade. Luna estava desmoranando por dentro. Alfredo entrou no quarto, ja fazia dois dias que Ambar não falava uma só palavra, ela não merecia todo esse sofrimento, ja era hora de ele tentar falar com ela.
-Olá meninas. -Alfrendo entrou sorridente e percebeu o clima no quarto da loira. Algo estava errado.
-Oi. -Luna disse forçada. Ambar não respondeu.
-Então eu estava planejando uma festa, a nossa família agora está maior e é uma alegria receber você nela, Sol, quer dizer Luna. -Alfredo disse sorridente e Ambar só queria achar a tesoura. -E eu sei que a Ambar ficaria muito feliz em organiza-la. -Alfredo sugeriu. Ambar realmente queria organizar uma festa pra Luna, eu funeral.
Ambar respirou fundo. A partir de agora todos os códigos tinham se rompido. Era hora de falar.
-Já chega. -ela disse cansada. -Eu não faço parte dessa família, essa casa não é minha, esse quarto não é meu, essas roupas. -Falou apontando para o amontuado a sua frente. -Também não são minhas. -Abriu a porta e jogou todas pelas escadas, uma a uma, sem dor nem piedade. Luna e Alfredo assistiam boquiabertos. -Isso não sou eu. Essa vida não pertence a mim. Eu não uma Smith, nem uma Benson. Então ja podem me retirar dessa lista de coisas...
-Ambar nós te ...-Alfredo tentou.
-Amar? -Ambar desdenhou. -Eu nunca fui amada aqui. -Jogou mais roupa pela escada.

Simón queria ver Ambar e saber como tinha sido o primeiro dia da sua nova realidade, sentia-se mal por está mais preocupado com uma garota que só lhe fez sofrer nos ultimos meses do que com sua melhor amiga, mas quem poderia culpá-lo, não conseguia parar de pensar nela. Entrou na mansão com toda a coragem do mundo, hoje ele faria alguma diferença na vida dela, podia sentir. Simón ouviu gritos, Âmbar, reconheceu facilmente, se direcionou a sala rapidamente, viu um amontado de roupas espalhadas pelo chão, ele reconhecia que era de Âmbar facilmente, tentou subir as escadas mas uma das jaguetas de Âmbar o atingiu.
-Âmbar. -Simon disse tentando se equilibrar.
Ambar parou por um segundo. Ela ouviu a voz de Simon ecoar de baixo. Virou-se para baixo.
-Agora você também. -Ambar bufou.
-O que está acontecendo, bonita? -ele perguntou preocupado.
-Hmm, eu estou mostrando minha face verdadeira, não era ela que todo mundo queria ver, eu estou apenas desmascarando a verdade, eu não sou nada do que esse mundo diz que eu sou. -Ambar disse descendo as escadas. -Eu não sou Smith, não sou Benson, sou só a Ambar e a Ambar que odeia esse lugar e essas coisas.
-Ambar você sempre será você. Eu sei que está sendo muito difícil...-Simon tentou argumentar.
-Não, você não sabe, não sabe como é ter nada, der repente ter tudo e voltar a ter nada. -Ela disse se aproximando mais. -Não sabe o que é viver numa bolha e estourarem ela der repente como sua vida fosse apenas uma brincadeira. -Ela estava quase rompendo o espaço pessoal.
-Ambar eu e todas as pessoas que estão aqui só queremos te ajudar. -Simon disse. Ele estava nervoso. Ele nunca havia visto nada parecido em sua vida. Ela parecia selvagem e corajosa.
-Não, não querem, querem apenas que eu aceite isso e conviva bem, que eu não faça nenhum estrago na vida da Luninha e que tudo ocorra perfeitamente bem. -Ambar disse mais perto. -Isso não vai acontecer. -Ela falou e eles estavam quase lá, a ponto de se beijarem.
-Simón. -Luna disse.


Notas Finais


Espero que gostem e divulguem! YAYYYY


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...