História OLI NA CORÉIA - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Tags Amizades, Amor, Busan, Coreanos, Coréia Do Sul, Got7, Jaebum, Seul, Sonhos, Viagem
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Palavras 1.314
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eu amei escrever este capitulo, cheio de cores e novas surpresas pro coração da Oli. Espero que gostem muito. *-*

Capítulo 3 - Um estranho no Museu


Fanfic / Fanfiction OLI NA CORÉIA - Capítulo 3 - Um estranho no Museu

Andando pelas ruas de Busan vi uma multidão de letreiros coloridos deixando a cidade mais divertida, os olhares curiosos de alguns coreanos para mim, o trânsito um pouco intenso e jovens bem vestidos conversando em frente a um café bem rústico , e que eu coloquei na minha lista de lugares para conhecer.

 

Chego ao museu de arte contemporânea de Busan. Eu sou uma amante das artes, sou apaixonada por fotografia, pinturas, enfim tudo que diz respeito a criatividade, devo dizer que isso é um total contra-senso, sendo que eu escolhi me formar em direito e ser uma advogada, e essa não é uma profissão nada dinâmica e criativa. Entro no museu, e sinto o meu coração explodir de alegria, uma euforia diferenciada, tantos quadros, objetos expressivos, demonstrando pensamentos e emoções únicas de seus criadores que me tomaram por completa. Estava tão absorvida e entretida com as artes que nem percebi que havia esbarrado em um homem, quando dei por mim, perdi perdão umas vinte vezes, pois sem querer havia derrubado sua câmera, que graças ao bom Deus não tinha quebrado!

 

Ele sorriu timidamente pra mim, aceitando as minhas desculpas e logo se retirou. Seu sorriso ficou em minha mente, quando ele sorriu seus olhos fecharam e eu percebi que acima do seu olho direito tinha duas pintinhas, segundo uma lenda do século XVII : pessoas com pintinhas devem se casar, uma vez que se encontram por acaso, caso isso não aconteça serão  75 anos de tristeza. Eu tenho uma pinta na bochecha no lado esquerdo. Era o destino batendo na minha porta? kkkkkkk. Voltei para realidade.

 

Fui para outra secção do museu, e acabei por encontrar e eleger a minha arte favorita, uma linda pintura de um casal, ele branco e ela negra, e seus corpos entrelaçados por um abraço forte, que pintura linda, estava extasiada. Quando fui interrompida por um rapaz, pasmem o rapaz das pintinhas. Fiquei um pouco assustada com sua mão em meu ombro, mas logo o assombro foi embora quando ele lançou outro sorriso pra mim, só que esse menos tímido que o primeiro.

 

{CONVERSA EM COREANO}

[JB] – Oi! Com licença! Eu posso tirar uma foto sua olhando para a pintura?

[OLI] – Poderia saber porquê?

[JB] – Eu estava observando você entretida com o quadro e achei uma imagem muito bonita, e ficaria  muito bonita uma fotografia de uma obra de arte olhando pra outra. {Ele fala com um sorriso no canto da boca}

[OLI] – Mas o quê? {nesta hora eu fiquei extremamente envergonhada  e me perguntado para onde tinha ido aquele rapaz do sorriso tímido de minutos atrás e os coreanos não eram pessoas fechadas? Fiquei sem entender essa}

[JB] – Então?

[OLI] – Ta certo! {recebi a investida, achando a situação engraçada e vi ali uma oportunidade de me aproximar de alguém, já que sabia que os coreanos são um pouco fechados, mas ele é o tipo de pessoa que desconstruiu as minhas informações}

Ele tirou umas três fotos minhas e veio me mostrar como haviam ficado.

 

[JB] – Lindas não?

Concordei balançando a cabeça.

[JB] – Como se chama?

[OLI] – Olivia.

[JB] – Olivia dos olhos cor de mel, como poderei enviar as fotos a você? Qual o seu numero?

[OLI] – Você é rápido de mais com as palavras e isso é assustador. {As palavras saíram da minha boca sem que eu pensasse direito}. Qual seu nome?

[JB] – Se eu disser meu nome, é certeza que terei seu numero?

[OLI] – Há uma possibilidade, terá que lidar com o risco. {sorrio}

[JB] – Me chamo Jaebum, mas pode me chamar de JB é mais fácil de falar.

[OLI] – Jaebum! {digo seu nome de forma fofa e ele pareceu gostar, tanto que ficou um pouco corado! Heheheh}

[JB] – Agora terei o numero?

[OLI] – Ah.Ohh. Sim!

Passo o meu numero pra ele e quando ele termina de salvar, recebe uma ligação que o faz mudar de expressão rapidamente, o deixando um pouco aborrecido. Ele se afasta um pouco de mim para conversar algo mais sério, ao terminar a ligação, fica parado alguns minutos conversando consigo mesmo, o que me fez rir da situação: ele irritado conversando sozinho. Ele me pegou desprevenida rindo dele. Veio em minha direção e segurou as minhas mãos, suas mãos eram tão quentinhas, fiquei tímida e um pouco desconfortável, logo fui tirando minhas mãos das suas.

[JB] – Tenho que ir agora! Problemas pra resolver.

[OLI] – Algo muito serio?

[JB] – Não, não.

[OLI] – Você me envia as fotos?

[JB] – Sim, ainda hoje se eu consegui. Tchau, Olivia! {Ele falou meu nome de forma engraçada}

[OLI] – Tchau, Jaebum!

 

Fiquei um pouco mais no museu, resolvi comprar algumas lembrancinhas para os meus pais e o quarteto. Resolvo voltar para o hotel, mas paro no caminho, vou até aquele café que falei mais cedo. Peço um café e um pedaço de torta e vou aproveitar o meu momento, pensar no quão louco foi o meu primeiro dia na Coréia. Recebi um elogio de um príncipe coreano que eu nunca mais veria e conheci o JB e sua personalidade fria e quente em um mesmo instante, mas pelo menos ele eu sabia que iria entrar em contato comigo em algum momento. Recebo uma ligação.

 

{LIGAÇÃO DA CAT}

 

[CAT] – Oi vacaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!

[OLI] – Oi bandidaaaaaaa!

[CAT] – Nem ligou pra avisar que chegou né?

[OLI] – Merda é verdade. Esqueci de ligar para os meus pais. Droga!

[CAT] – Liga mais tarde. Como foi o dia hoje? E os boys?

[OLI] – Fui elogiada por um que nunca mais vou vê e fiz amizade com outro.

[CAT] – Hummm..como assim?

 

Conto tudo pra ela sobre o dia de hoje. Ela pareceu não acreditar no que eu disse, me chamou de lerda por ter perdido a oportunidade de ir falar com Hyun. Quanto a JB ela não deu muita importância, até porque eu não falei muito sobre ele.

 

[CAT] – Oli, volta no restaurante amanhã pra vê se encontra ele.

[OLI] – Não tem nenhuma chance de encontrar ele novamente maluca.

[CAT] – E porque não tentar? Eu tentaria.

[OLI] – E se eu encontrar, vou falar o quê?

[CAT] – Aff ...até parece que você não sabe puxar assunto Olivia?

[OLI] – Olivia? Porque me chamou assim? Ta irritada é?

[CAT] – Obviamente né idiota. Nem parece aquela oli que pediu o Nando em namoro, sem frescuras.

[OLI] – E essa conversa sem sentido agora?

[CAT] – Oxi, mas eu só falei o nome da criatura. Oli você ainda gosta dele?

[OLI] – Claro que não Catarina! Eu não gosto de ouvir falar nele.

[CAT] – Então isso quer dizer claramente que você não superou amiga, sejamos sincera.

[OLI] – Cat, vou desligar, estou voltando para o hotel e eu não estou gostando do rumo da nossa conversa, depois nos falamos.

[CAT] – Você que sabe, mas não fique triste comigo não, eu só fiz um comentário, nada demais! Vá descansar, depois eu ligo! Te amo.

[OLI] – Certo.

 

Chego no hotel, tomo meu banho e vou pra cama, mas quem disse que eu consegui dormir. Fiquei pensando no que Catarina me disse sobre o Nando e o porque eu estava tão irritada em somente ouvir seu nome, será que eu ainda gostava dele?

 

Meu pensamento é cortado por outro, penso em JB e em como tinha sido legal a forma que nos conhecemos e em como ele era totalmente diferente de Hyun.  Hyun era aquele homem perfeito com beleza em excesso, mas eu queria ter a oportunidade de conhecer ele melhor e saber se ele era lindo por dentro também. Já o moço das pintinhas não tinha a beleza do primeiro, mas seu jeito era tão diferente que tornava ele lindo também. Ele é o tipo da pessoa que você enxerga a delicadeza e a força ao mesmo tempo. sua pela branca, seu sorriso simples, suas pintas fofas, seu cabelo preto, mas o que é isso? Jaebum estava invadindo meus pensamentos.  Estava ficando maluca, só podia ser. Dormi.

Acordo e vejo que tenho uma mensagem no celular.

 

 

 

 

 


Notas Finais


Sugiro que leiam esse capitulo ouvindo uma música!


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