História Ômega - Capítulo 3


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Kentin, Lysandre, Nathaniel
Tags {armin!ômega}, Armin X Lysandre, Arminxlysandre, Casnath, Eushippolysmin, Lysandre!alfa, Lysarmin, Lysmin, Mpreg Menção, Talvez Kenxy
Visualizações 1.531
Palavras 1.562
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, docinhos!
~lê-se ajoelha~ ME DESCULPA EU SEI QUE EU DEMOREI DESCULPA DESCULPAAAAA!! NÃO ME MATEM!
Agora, ok.
Ficaram com saudades de mim? Sim? Não? Ok ;-; ~lê-se, vai chorar no cantinho~
Man, eu to bem triste, sério mesmo... Acho que a maioria de vocês sabem que 2NE1 deu disband e eu sou blackjack a bastante tempo sabe... A ficha ainda não caiu pra mim, eu to bem mal mano ;-;
4MINUTE, KARA e 2NE1, todos esses grupos deram disband (acabaram) esse ano, eu não to bem. JÁ PODEM CANCELAR 2016!!!
Agora, que eu desabafei minha tristeza, vamos ao capítulo! kkjkjk
Boa leitura! ♡

Capítulo 3 - Dois


A aula finalmente havia acabado — de acordo com o ômega, graças a todas as coisas sagradas que possam existir — e logo saiu da sala acompanhado de Laura e Nathaniel. Pegou seu celular e seus fones pretos pretendendo ignorar a existência de humanos perto de si, o que no final das contas foi meio em vão, afinal acabou ficando mais interessado na multidão de ômegas que havia no meio do corredor.

— O que está havendo ali? — Perguntou Nathaniel, com um semblante curioso.

— Vamos olhar, oras. — Laura disse simplista, puxando-nos pelo braço com certa força, afinal, não era a pessoa mais delicada do mundo.

— É a segunda vez que sou puxado só hoje. — O de olhos azuis murmurou descrente.

Laura continuou os puxando, enquanto empurrava várias outras ômegas e betas que estavam na multidão.

 

— Saíam da minha frente, bando de vadias! — Disse em alto e bom som. Laura podia até não ser uma alfa, mas a voz que utilizava aparentava a de uma, e Armin não poderia mentir, pois as vezes até o mesmo sentia-se intimidado.

Ao chegarem um pouco mais perto, conseguiram ver claramente o que estava acontecendo. Eram apenas os ômegas e as ômegas se esfregando naquele alfa, e sinceramente, qual a necessidade daquilo tudo? Era só um alfa.

— Cassete, eu achei que era briga, já estava até com a pipoca. — Disse ela, mostrando um daqueles pacotes de pipocas de micro-ondas que havia achado em algum lugar.

— Ok, mas onde você conseguiu isso? Você não estava com bolsa e nem levou isso para a aula. — Perguntou Nathaniel um pouco desconfiado.

— Achei por aí. Quer? — Perguntou estendendo o pacote para os dois.

— Vou passar essa. Sabe se lá onde isso aí estava. — Disse o loiro com nojo, fazendo um bico se formar nos lábios de Laura.

— Seu fresco. — Disse a ômega, colocando um punhado de pipoca na boca. — Ei, aquele não é o Alexy? — Disse com a boca cheia, apontando para o azulado.

No mesmo momento, Alexy os olhou de canto de olho com um semblante triste notável. Logo desviou o olhar do irmão mais velho e virou-se para seu armário, abrindo o de imediato. Armin não entendeu aquilo, obviamente, afinal, Alexy estava tentando o ignorar?

O ômega se aproximou um pouco mais, caminhando até onde o mesmo estava, porém, antes que lhe dirigisse se quer uma palavra, o azulado deu as costas para si, o deixando parado em frente aquele extenso corredor. É, Alexy estava definitivamente ignorando o irmão.

— Esse vácuo doeu em mim. — Laura disse um pouco surpresa, indo até o moreno.

— Você fez algo, Armin? Quer dizer, fora sair de casa? — Perguntou Nathaniel.

— Ao menos com ele, não. Quer dizer, eu acho... — Disse pensativo, logo soltando um suspiro.

O moreno olhara mais uma vez para a multidão e por algum motivo, os ômegas haviam indo embora. Desviou seu olhar para Lysandre e conseguiu ver uma expressão de certo alívio vindo do platinado, e confessou, fora engraçada.

 

[...]

 

O moreno estava no pátio, praticamente sendo obrigado a respirar ar puro, sentado em um banco gélido, apenas escutando música, afinal :

 

1 - Não pudera ficar na sala de ciências porque a bruxa – vulgo, professora Delaney – praticamente lhe expulsou da mesma.

2 - O cartão de memória de seu celular era uma merda e ele não tinha sequer algum jogo para se distrair.

3 - Estava sem créditos e não sabia a senha do wi-fi da escola, então, não poderia reclamar da vida no twitter.

 

Agora o moreno conseguira ver claramente a gravidade do problema.

 

– PUTA QUE PARIU, EU TÔ SEM TWITTER! – Gritou alto, recebendo alguns olhares dos demais alunos que estavam ali.

 

– FODA-SE! – Recebeu um grito de volta, e percebeu que era a voz de Castiel, o qual estava encostado em uma árvore afastada.

 

Armin e seus dramas...

Sem nada para fazer, o moreno decide pegar seu celular, abrindo as notas, logo o encarando descrente. Queria entender como algumas pessoas conseguiam escrever fanfic's tão bem, até por que, se ele mesmo tentasse, seria um verdadeiro desastre de erros ortográficos.

Olhou em volta procurando algo interessante, porém avistou certo garoto albino de olhos bicoleres lhe observando. Seus olhares estranhamente se encontraram, e logo o alfa desviou o olhar. Para o moreno aquilo havia sido muito estranho, mas não era como se tivesse realmente se importado.

O moreno ignorou o acontecido e novamente voltou sua atenção ao celular mas, foi interrompido por uma voz feminina a qual reconheceria de longe. Anne. 

— Oi, Minmin! – Disse a alfa, com voz fofa — ou ao menos tentando fazer voz fofa.

— Hum, oi, Anne... — Disse sem interesse.

Anne era uma alfa meio... Digamos, que se apaixonava fácil demais. Todo santo mês a alfa começava a gostar de um ômega diferente e ficava fazendo de tudo para conquistá-lo.

— Ai, que "oi" seco! É assim que você trata sua namorada? — Perguntou fazendo bico — o que na opinião do moreno ficou meio ridículo — tentando ser fofa.

 

— Anne... Eu só de dei um copo d'água quando você estava engasgando, que droga é essa de "namorada"? Você bebeu? Fumou algo? — Armin perguntou bufando de raiva.

— Ah, Minmin, não seja mal! Vamos, levante, quero te apresentar para umas amigas. — Disse, tentando levantar o ômega.

 

O moreno a olhou perplexo. Aquela alfa era doida ou algo do gênero?

— Anne, você tá doida? Moça, eu não gosto de garotas alfas. Na verdade nem de alfas eu gosto, eu gosto de betas. — Armin disse simplista, fazendo a outra ficar vermelha.

Na verdade, nem o mesmo sabia se tinha alguma "preferência", e mesmo se tivesse, quem seria o louco a querer namorá-lo, certo? Não seguia uma espécie de padrãozinho que nem os outros, não conseguia, só era ele mesmo e pronto, sem se importar com o pensamento dos outros.

— Ah, tudo bem. — Deu de ombros, virando de costas.

Armin apenas jogou a cabeça para o lado visivelmente confuso. Havia sido tão fácil se livrar dela? Ela estava agora a pouco dizendo que era sua namorada.

— Que garota estranha...

O moreno balançou a cabeça e olhou mais uma vez para o banco onde Lysandre encontrara-se da última vez, mas o albino já não estava lá. De longe, o ômega conseguiu ver que havia uma pigmentação diferente ali, que não fazia parte banco em si. Era um bloco de notas.

O garoto aproximou-se do banco de modo discreto, tentando ao máximo não ser notado ao pegar o pequeno objeto ali existente. Já com o pequeno objeto em mãos, o observou por um momento.

Lysandre.

O nome do alfa estava escrito no objeto com uma letra um tanto estranha, porém, era legível. Logo, a curiosidade de ler as páginas do mesmo atingiu Armin, fazendo o mesmo morder levemente o lábio inferior.

 

"Armin, não leia." – Repetiu mentalmente.

 

O moreno sentiu pingos de chuva caírem em cima de si e virou os calcanhares rapidamente, indo em direção a entrada da escola para procurar o alfa de cabelos brancos. Passou pelos corredores, vendo alguns alfas ali presentes olharem para si, por conta de seu cheiro.

Sinceramente, por que alfas existiam? Eles se acham melhores que todos, são mandões, frios, cínicos e calculistas. Pensam que podem controlar tudo e todos, fazerem o que bem entendem e brincar com sentimentos de ômegas. Qual a necessidade deles?

Logo parou de andar, avistando o maior em seu armário, provavelmente procurando o bloco de notas.

— Onde eu deixei? — Perguntou a si mesmo em um sussurro.

 

— Lysandre? — Perguntou, fazendo o platinado levar um pequeno susto. Lysandre as vezes ficava tão concentrado em certas coisas que acabava por não notar as coisas em suas volta.

— Oh, olá... Armin, não é? — Perguntou pensativo, vendo o moreno assentir lentamente.

— Bem, você deixou seu bloco de notas naquele banco. — Disse estendendo o objeto ao maior.

— Oh, obrigado... Eu vivo o esquecendo por aí. — Disse com um sorriso tímido, fazendo com que suas bochechas aderissem um leve tom escarlate.

— Tudo bem, não há o que agradecer. — Disse, forçando um sorriso amigável.

 

Nem o ômega entedia o próprio ato. Havia sido — ou tentou ser —, pela primeira vez, gentil com um alfa. Nem sabia o por que de ter ido entregar o bloco de notas para o mesmo, afinal podia ter apenas ignorado.

Os dois ficaram em silêncio por um momento, e antes que o mesmo se torna-se desconfortável para os dois, foram interrompidos por ruídos vindos dos alto-falantes.

— Ahn? Já está funcionando, Melody? — Ouviram a pergunta da diretora, e soltaram uma leve risada. — Bem, bom dia alunos! Como já sabem, a escola virou um colégio interno temporário, e se der certo, faremos com que se torne um de verdade! — Disse alegre. — Vocês devem ir até o grêmio para buscarem suas malas e informação dos quartos AGORA MESMO! ENTENDIDOS? — Gritou a última parte. — Já está desligado?

Os alto-falantes haviam sido desligados e os dois garotos se entreolharam.

— Então... Já sabe quem será seu colega de quarto? — Perguntou o platinado, com sua típica voz calma e expressão pensativa.

— Sim. — Disse o moreno de modo simplista, tentando cortar qualquer tipo de interação com o alfa.

 

Lysandre notou que o ômega não queria conversa consigo, porém insistiu um pouco.

— Sem querer ser intrometido, e já peço desculpas por isso, mas... Com quem ficarás? — Perguntou olhando nos olhos do ômega.

 

— Infelizmente, com você.


Notas Finais


Bem, foi isso, eu espero que vocês tenham gostado, e que não tenham desistido de mim! ♡
Manoooooo muito obrigada pelos +90 favs, sério, nunca pensei que favoritariam tanto a fic em apenas 2 capítulos, eu to dando o berro da pantera asiática! Haayhsay ♡

Pra quem quiser uma explicação mais explicita do universo ABO : https://sosfanfiction.blogspot.com.br/2016/04/universo-abo-o-que-e-como-funciona.html?m=1

Nos vemos no próximo! Beijos de purpurina trevosa ♡

Twitter : @shyjiminniee


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