História Ômega ou Alpha - A Suprema - Capítulo 5


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Demorou mais chegou!
Estou trabalhando meu horário, tenho cursos, escola e vou ter que estudar pra passar em uma prova pro ensino médio, fora que sou a pessoa mais desorganizada do mundo e ainda tenho uma fanpage e as histórias. Ta [email protected]!

Vou trabalhar melhor meu horário e vou ver pra por uma data fixa pra ninguém abandonar a história.

De qualquer forma, Boa Leitura!

Capítulo 5 - Capítulo 4


Anteriormente

- Ok, ok, desisto de tentar falar disso com você! - Ri. Por algum motivo ele sempre aparenta estar de bom humor, se não o conhecesse poderia dizer que isso é completamente falso, mas na verdade é uma meia verdade, são poucas as vezes que ele não sorri, poucas as vezes que fica com raiva, é raro ver nele sentimentos ou ações negativas. - Mas e aí? E o novo hóspede?

- Estava demorando.

Capítulo 4

- E então? - pergunta ansioso.

- Ta aqui. - Respondo simplesmente. - Logo você irá conhecê-lo! - Sorrio forçado.

- Ok, onde o encontro nessa casa? - Pergunta sorrindo como se ja não soubesse sendo que ele mesmo escolheu o quarto. Reviro os olhos para essa atitude falha de me fazer falar mais e pego um pedido de exportação em cima da mesa começando à lê-lo. - Sério Ali?! Não vai me responder? - Movo a cabeça confirmando e o ignoro depois disso.

Depois de um tempo ouço a porta se fechar e continuo lendo e assinando os documentos.

[...]

- Trouxe uma coisa pra você comer. - Diz Alan sorrindo ao invadir o escritório.

O encaro irritada por ele não bater na porta. - Acho que existe uma porta atrás de você! - Digo voltando a olhar para os documentos.

- Realmente tem, - se senta na cadeira a minha frente apoia os braços na mesa. - O que faz?

- Estou ocupada!

- Isso eu sei! - Se cala por um tempo. - Quem esteve aqui?

Ergo a cabeça o vendo muito perto, a alfa está irritada com a intromissão dele e a ômega está feliz... Tão confuso esse mar de sentimentos e pensamentos que rodam pela minha cabeça.

- O que você é? - Repete a pergunta outra vez. Por que? É tão ruim não saber a resposta de uma coisa boba dessas. Como contar pra alguém que ama que você é uma alfa em um corpo de ômega? Uma ex-ômega... Uma alfa? Ele é meu companheiro, de qualquer forma sou dele e ele é meu, mas eu confio nele? Por ser meu companheiro posso não o amar agora, mas... Logo amarei. Serei capaz de contar pra ele sobre essa minha atual condição? Ou talvez só deixe as coisas acontecerem por si só? No final das contas, o que sou?

- Sou tudo o que preciso ser. - Me levantei e sai o deixando lá.

Ao atravessar a porta minha barriga ronca, 'não vou voltar lá' penso olhando para a porta que havia fechado, decido passar na cozinha por não ter comido nada. Já se encontra escuro lá gora, a luz da lua refletia nas janelas iluminando o breu que estava o caminho. Esta tudo tão silêncioso...

" - Mamãe, por que eu tenho que ficar aqui? É tão silencioso, me sinto sozinha. - eu dizia a minha mãe.

- Eu sinto muito querida, mas é preciso. Logo você poderá sair e brincar com as outras crianças! - Dizia sorrindo, mas com os olhos cheios de lágrimas.

- Por que chora, mamãe? - Perguntei, Preocupada.

- Por nada, querida, por nada. - Sorriu limpando as lágrimas. - Vamos passear um pouco?

- SIM!! - Gritei pulando da cama a fazendo rir.

- Troquei primeiro de roupa. - Sorriu. "

Abri a geladeira e comecei a fazer meu sanduíche natural... Natural? Precisa de alguma carne, abri o freezer e achei o meu jantar. Anita! Pego uma vasilha guardo o sanduíche que deveria ser natural, e meu jantar coloco no micro-ondas, deixando esquentar enquanto procuro um suco.

Tudo pronto, começo a comer, estava realmente com fome, Anita pode não ser a melhor bruxa, mas com certeza é a melhor cozinheira.

Anita... Sinto que estou ocupando demais o tempo dela, será que ela se sente presa aqui? Ela teve que ficar aqui até encontrar o Alan... Ela sabe que podia ter ido embora? Eu podia ter encontrado outra bruxa para me ajudar. Mas, por que o Alan não veio para cá? Ja era pra ele ter assumido seu lugar! Agora tenho que arrumar instrutores para o ajudarem a se ajustar a essa nova vida. Ele parece tão confortável aqui, ouço seus paços pela casa e é como se ja a conhecesse. Eu não sei o que fazer. Ainda não encontrei meu propósito. Logo tudo irá retornar ao lugar.

E antes que pudesse me conter, cai no sono sobre a mesa na cozinha.

[...]

Acordei na minha cama, o cheiro de Alan estava pelo quarto me deixando saber que ele esteve aqui para me trazer. Levanto da cama e faço tudo no automático, pego uma calça jeans, uma blusa social preta, minhas roupas de baixo, salto fino vermelho; tomo meu banho, faço um coque no alto  da cabeça, passo um batom vermelho e perfume. Passando na cozinha pego uma maçã, no escritório pego a pasta que separei ontem com todos os documentos necessários e saio de casa rumo a Empresa.

Tive várias reuniões e papéis para assinar, mas a mais importante está para chegar. 

- Ali? - Chama Matt da porta. - Está  na hora!

- Obrigada. - Arrumo e guardo os documentos que antes estavam na minha mesa e vou junto de Matt e minha Secretária para a sala de reuniões.

Após todos devidamente sentados resolvo dar início. - Bom, ja devem saber o que os trás aqui hoje, foi supostamente encontrado o lúpus. Ele ha tem dois séculos de vida e atualmente está residindo na minha casa. Apesar de ser realmente um lúpus faltam coisas nele, não encontro qualquer habilidade de liderança nele, o que me preocupa. Sugiro que demos um tempo pra ele estudar e se preparar antes de passar o cargo.

- Claro que você diz isso. - Regina ri. - Atualmente é você  quem está  no comando, não quer perde-lo.

- Soubemos que são companheiros. - Você deveria se sentir envergonhada por traí-lo desse jeito! - Disse Ruan.

- Que espécie de lider a lua escolheu para nós... - Começou Harry com seu discurso o que deu inicio a um grande falatório.

'Isso não está certo!' - Rosnava a Alfa.

'Companheiro, nos ajude!' - Implorava   a ômega.

- Silêncio! - Falei alto usando a voz de comando, tipicamente conhecida como voz de Alfa. Minha garganta doí, parece que está sendo rasgada. - Apesar do que pensam e falam, estou ciente que cada um de vocês tem interesse em ocupar o lugar do lúpus. Lamento, mas esse assunto ja foi  encerrado a muito tempo, aceitem logo isso. Não pensem que estou traindo meu companheiro ou as alcatéias, estou somente preocupada com o que é melhor pra elas, se passarmos a liderança pra ele agora que garantia temos de que ele seguirá nossas leis ja estabelecidas ? Temos todo o nosso manual de conduta, se acham que minto vão vocês até ele e tirem suas conclusões. Dou essa reunião intervalo até segunda ordem.

Saiu da sala e vou pra minha. Ao sentir o conforto da minha cadeira relaxo e as lágrimas começam a rolar. Tão desanimadoras essas reuniões, que eu encerre mil vezes o assunto, sempre darão um jeito de voltar a ele. Soluço.

'Será que estou fazendo um mal trabalho?'


Notas Finais


Desculpem os erros e a demora.
E aí o que acharam?

Importante: A história vai ser mais doque só "Companheiros", não espere que gire em torno só disso. No final de tudo explico.


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