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História Ômega vs Alfas. - Capítulo 6


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Notas do Autor


Acharam que eu tinha desistido né? Acho que agora já deu pra ter uma pequena noção de que eu não posto rápido sempre não ksksks

Enfim, espero que gostem do capítulo de hoje que ele tem umas paradas aí que vou te contar viu... Boa leitura ♡

Capítulo 6 - Me mostre então.


Fanfic / Fanfiction Ômega vs Alfas. - Capítulo 6 - Me mostre então.

— Tudo bem Lange, me mostre que você não é igual a ele.


— Certo… — Rafael coçou a nuca e respirou fundo — Então isso significa que você confia em mim?


Confio. — Felipe sussurrou e sorriu sem mostrar os dentes, vendo o maior acabar sorrindo também.


O alfa se colocou entre as pernas do mais velho calmamente e posicionou uma de suas mãos em seu pescoço, usando a outra para segurar sua cintura com cuidado. Rafael se aproximou devagar ao ponto de ambos conseguirem sentir as respirações um do outro, então quando achou que Felps estivesse pronto iniciou um selinho demorado.


O maior pediu passagem com a língua, sentindo Felipe ceder no mesmo momento. Aos pouquinhos, enquanto o beijo se intensificava, o ômega levou suas mãos até as costas de Lange — segurando sua roupa com sutileza.


Em meio ao beijo o loiro foi ajeitando o menor na cama, o deitando nela enquanto ainda mantinham o contato. Após separarem o beijo o alfa foi em direção ao pescoço desnudo de seu companheiro, começando a mordiscar e dar chupões com certa vontade — mas sempre tendo o máximo de cuidado possível pois não queria deixá-lo desconfortável com nada.


— A-ah… — o moreno gemia e arfava baixinho, realmente gostando da sensação quente que a boca de Lange causava em sua pele. Por mais que estivesse com certo medo no início foram questões de segundos para se tranquilizar e apenas aproveitar. Fazia tempo que não se sentia bem com algo relacionado ao prazer.


Quando Cellbit acabou dando um chupão mais forte do que os outros o cacheado forçou os olhos e soltou um gemido mais alto, fazendo o loiro parar e o olhar no mesmo instante.


— Eu te machuquei? — o alfa perguntou baixinho e preocupado, vendo o outro abrir os olhos e direcionar seu olhar para ele.


— Não... Pode continuar se quiser. — Felipe respondeu no mesmo tom, também dando um pequeno sorriso.


— Então eu vou continuar, mas de outra forma. — o mais novo disse calmamente, retribuindo o sorriso — Se quiser parar é só me avisar.


— Tá bom. — Felps respondeu e fechou os olhos, tentando relaxar.


Cellbit se ajeitou na cama e desceu uma de suas mãos até a calça do mais velho, desabotoando o botão que a prendia e abrindo o zíper. Voltou com a mão até sua própria boca e a lambeu levemente, sem um pingo de vergonha. Com calma adentrou a mão por dentro da box de Felipe, começando a acariciar aquela região tão sensível enquanto mantinha o olhar em suas expressões.


Assim que o ouviu arfar novamente, sorriu e abaixou sua calça e box de uma vez. Lange segurou o membro alheio e iniciou movimentos lentos, tentando não ser agressivo e nem fazer nada que acabasse deixando o parceiro com algum tipo de incômodo. Quando percebeu que o ômega não parecia mais tão desconfortável, iniciou uma masturbação vezes rápida, vezes devagar — queria fazer Felipe sentir as melhores sensações naquele fim de tarde e iria fazer isso com certeza.


Zaghetti já não tentava segurar seus gemidos como no início, estranhamente ter Rafael o tocando daquela forma tão íntima trazia um deleite diferente a ele. O alfa aproveitou a oportunidade e voltou a atacar o pescoço do cacheado, lambendo toda sua extensão e mordendo em seguida. Felipe deixou que uma de suas mãos fosse de encontro até o cabelo do maior, o puxando suavemente.


Assim que o loiro aumentou a velocidade e força de seus movimentos sem aviso algum o ômega fechou os olhos com mais força. Felipe até tentou formular uma frase completa, mas o êxtase contínuo que o outro estava causando sobre seu corpo o impedia de fazer tal ato. Após aquilo não demorou mais que poucos minutos para o garoto chegar ao seu limite, apertando o cabelo de Lange em suas mãos e deixando escapar um gemido mais extenso que todos  os outros.


Enquanto o moreno tentava regular sua respiração o maior deixou um último beijinho em seu pescoço, observando seu rosto com atenção. A expressão exausta e o cabelo bagunçado traziam um ar mais atraente ao garoto, sem contar na boca entreaberta em um tom vermelhinho pelas mordidas que acabou dando ao passar dos minutos. Parecia que até seu cheiro doce estava mais forte apenas para provar mais uma vez ao alfa que aquele ômega era único.


— Se quiser podemos continuar com tudo, se não paramos por aqui. — Rafael falou e viu o menor abrir os olhos lentamente e voltar a olhá-lo com atenção.


— Eu não sei se tô pronto para chegar até aquela parte, me desculpa. — a expressão de Felipe que antes transparecia algo bom agora demonstrava decepção.


 — Ei, por que essa carinha triste? Olha até onde você conseguiu chegar hoje. — o maior sorriu — Não precisa se forçar muito a nada, a gente pode trabalhar isso aos pouquinhos.


— Obrigado, por tudo. — Felps também sorriu, puxando o maior para outro beijo. Talvez nem todos os alfas fossem iguais a Tom e a prova disso era Rafael.


(...)


Após o final de semana ter acabado era hora de estudar e sinceramente: Felipe não esperava a hora de poder ver Rafael novamente. Assim que estava pronto para ir ao colégio pegou sua mochila e as chaves de casa, saindo dela e a trancando com cuidado. O ômega colocou seus fones de ouvido e seguiu seu caminho sorridente, cantarolando ao ritmo da música que ouvia. Quando chegou no lugar desejado não demorou muito a encontrar seus amigos, então tirou seus fones e seguiu em direção a eles de forma animada.


— Fala viado. — Calango disse sorrindo e cumprimentou o amigo, assim como todos os outros na rodinha.


— Eae gente. — o ômega sorriu para todos — alguém aí viu o Cellbit?


— Seu namorado? Desculpa, não vi ele não. — Luis disse com uma voz infantil e fez uma carinha triste, tudo para zoar o amigo.


— Hahaha tô morrendo de rir. — Felps negou com a cabeça e não demorou muito para seus outros amigos começarem a zoá-lo também.


Logo o moreno sentiu um braço rodeando seu pescoço e alguém aparecer atrás de si, então virou um pouco a cabeça para ver quem era.


— Eu tô bem aqui. — Lange disse e riu baixinho.


— Senti sua falta. — Felipe falou e deixou um beijinho rápido na bochecha alheia, também abraçando o alfa com força.


E no exato momento em que o ômega abraçou o loiro todos da rodinha os olharam surpresos. Se a cena fosse em desenho animado com certeza o queixo dos garotos estaria no chão.


— Mas que porra é essa aí? — Guaxinim cruzou os braços, fingindo indignação.


— Tá namorando mesmo e nem conta 'pros amigos? — Mike falou e deu um risinho, sendo acompanhado por Pac.


— A gente não tá namorando, só nos damos muito bem. — Cellbit falou com voz de zoação e arrancou gargalhadas de todo mundo. No pouco tempo que estava no colégio já tinha conseguido conquistar o coração de muitos alunos.


De longe um garoto tímido observava todos se divertindo com uma expressão triste, querendo mais que tudo contar para Rafael e Felipe os planos de seu líder. Assim que sentiu uma mão em seu ombro se virou assustado, mas ao ver que foi Alan quem o tocou suspirou aliviado.


— 'Cê não tá pensando besteira de novo né Mount? — o alfa perguntou sério, vendo o amigo suspirar.


— Se eu disser que não vou estar mentindo, mas não se preocupa. Eu não vou fazer nada. — Mount disse e sorriu sem humor, ajeitando seu casaco e se recompondo.


— Você sabe que se o Boss souber que você tá agindo contra ele… — Alan foi cortado no mesmo momento pelo outro.


— Sim eu sei, mas sei lá… Eu queria poder ajudar sabe? Não suporto as coisas que ele faz só 'pra sair por cima. — o maior disse de forma indignada. Realmente não gostava das coisas que era obrigado a ver e fazer.


— Eu também queria poder ajudar, mas infelizmente não dá fazer nada. — Alan deu de ombros e bateu suavemente no braço do mais novo, começando a andar — Vem, vamos antes que te peguem fazendo meu serviço.


O resto do dia se passou tranquilo, mesmo sendo segunda-feira até parecia que a maioria dos alunos estavam animados — e os que não estavam acabaram ficando com o passar do tempo. Na hora de ir embora todos se despediram e seguiram cada um o seu caminho, alguns acompanhados e outros sozinhos.


Felipe era um dos que quase sempre ia sozinho, mas não se importava muito já que fazia praticamente a mesma rotina a alguns anos. Estava tão distraído em seus pensamentos — ou melhor, pensando em Rafael — que se esqueceu até de pegar os fones para ouvir música.


Quando percebeu isso riu de si mesmo e parou de andar alguns segundos apenas para apoiar sua mochila em um banco aleatório que encontrou na calçada.


No exato momento em que ia abrir sua mochila sentiu uma sensação diferente, quase como se seu próprio corpo o avisasse de que algo estava errado — e de fato estava.


Levantou seu olhar e pôde ver Tom se aproximando com um sorriso cínico no rosto, acompanhado de não só alguns mas sim todos os seus amigos de grupo. Sentiu um arrepio passar pelo seu corpo e até tentou pensar em se afastar, contudo já era tarde demais para conseguir fugir dos alfas.


— Não precisa ter medo baixinho, eu só quero conversar. — Toledo disse e tentou se aproximar ainda mas do ômega, porém este segurou sua mochila e deu alguns passos para trás.


— Eu não tenho nada 'pra conversar com você. — Felps respondeu irritado e tentou seguir seu caminho, mas foi obrigado a se virar assim que o alfa segurou seu braço com força e o puxou para mais perto.


— Ah você tem, e tem muito. — Tom o puxou para começarem a andar, mas em nenhum momento o ômega deixou de tentar se soltar.


Os outros alfas apenas andavam ao redor dos dois em silêncio, cuidando para ver se ninguém iria os seguir ou coisa do tipo.


— Me solta seu idiota! — Felps rosnou irritado, mas isso não mudou nada. Quando percebeu que Toledo não ia o soltar por nada esperou o momento certo e cuspiu em seu rosto, observando ele o largar no mesmo momento.


Todos olharam para Felipe de forma assustada e se afastaram devagar de Tom, ao ver que o ato repentino do ômega não tinha sido algo que causaria um efeito muito bom no líder deles. O alfa passou a mão no rosto e olhou o menor intensamente enquanto seus olhos brilhavam em um azul forte — detalhe que demonstrava toda a raiva que Toledo estava sentindo naquele momento.


Quem aqui é idiota? — o maior falou com sua "voz de alfa", coisa que fez Felps vacilar e dar alguns passos para trás.


O cacheado acabou derrubando sua mochila e levando suas mãos até as orelhas, gemendo baixinho assim que sentiu uma forte dor vindo delas. Até mesmo os alfas que estavam ao redor dos dois tiveram que se afastar mais ainda pois a voz de seu líder os causava certo desconforto.


Alan, pega a mochila dele. — Tom ordenou e no mesmo momento Ferreira fez o que foi mandado, pegando a mochila do ômega e segurando. Mount e Alan observavam Felipe com pena, querendo poder ajudá-lo de algum jeito — Marques, leva ele 'pra mim.


Marques afirmou com a cabeça e foi em direção ao moreno, segurando uma de suas mãos e o puxando para andar com todos. Felps não pôde fazer nada além de acompanhá-los, estava tonto e fraco demais para sequer opinar sobre aquilo.


"O medo e o amor são vizinhos que se odeiam" - autor desconhecido.


Notas Finais


Até o próximo nenês ♡


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