História Omnia vincit amor - Kuroo x Yachi - Capítulo 1


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Categorias Haikyuu!!
Tags Amor, Kuroo, Tudo, Vence, Yachi
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Palavras 3.078
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Esporte, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


1° Não venham reclamar sobre o Shipp.
Talvez pensei não tem nada haver, okay você pode não achar.
Escrevo por mim.
Então se não gosta repudia Kuroo e Yachi juntos querida (o) está no lugar errado. Não estou obrigando ninguém a ler, dê meia volta, finge que não viu.
Agora se você não se importa ou até curte, venha comigo e aproveite.
Beijos.

Capítulo 1 - Tudo vai ficar bem!


Fanfic / Fanfiction Omnia vincit amor - Kuroo x Yachi - Capítulo 1 - Tudo vai ficar bem!

 

Não devia ter me oferecido para buscar alguns sucos na conveniência se não lembrava 100% do caminho.

Agora estou andando sozinha em uma cidade em que não conheço. Há conveniência não consegui encontrar, mas achei um mercadinho na esquina e provavelmente deve ter suco.

Mas será que vou encontrar o caminho de volta? Podia ter trazido o celular mais a burra aqui o esqueceu na mochila dentro do quarto onde estamos ficando.

Comprei os sucos e determinada pus-me a caminhar de volta. Vou encontrar o caminho de volta.  Acho que estou demorando tanto que provavelmente eles se contentaram com a água quente mesmo.

Já estou andando há uns 10 minutos e estou bufando, não tenho um bom físico porque será que fui me meter em ser a assistente do time de vôlei. Ah sim, como dizer não a Kiyoko?  

Sinto uma mão grande segurando meus ombros e pelo sol de fim de tarde noto que a sombra da pessoa é muito grande. Começo a tremer feita vara verde.

Viro de uma vez ficando ajoelhada quase chorando.

— Pode levar os sucos é a única coisa que tenho. – Ainda estou de olhos fechados sentindo a presença marcante do meu possível assassino.

Uma risada alta rompe o silêncio esmagador. Abro os olhos marejados e enxergo uma figura alta. Estava vestindo um uniforme. Ei eu conheço esse uniforme. Levanto toda animada.

— Eu conheço esse uniforme, você é do time de Nekoma. Estou tão aliviada. – Não consegui segurar o impulso de abraçar o meu salvador.

— Yachi não é? – Sua voz forte me faz olha-lo, ainda estou agarrando sua cintura. Ele é tão alto que eu poderia passar por uma criança ao seu lado. Forço minha mente a se lembrar dele. Abro um sorriso largo assim que consigo.

— Kuroo o Capitão do time de Nekoma. – muito bom Hitoka Yachi você é demais.

Kuroo tira meus braços de sua cintura parece divertido com a situação que agora ao notar me deixou extremamente corada.

— Você não pode agachar e oferecer o que tem ao seu inimigo Yachi. E se fosse um perseguidor? Alguém querendo fazer mal a você, agachada e de olhos fechados você apenas estará facilitando para o agressor. – sinto vontade de chorar quando sou repreendida, mas ele está certo, fui muito descuidada.

— Desculpa. – minha voz saiu falhada. Ele suspira e pega as sacolas da minha mão.

— Tudo bem. Vamos voltar antes que seus amigos notem que você está demorando demais. – Isso significa que ainda estão treinando feitos doídos.

O caminho foi silencioso concentrei toda a minha atenção no caminho gravando, para não correr o risco de perde-me novamente. Mais por algum motivo senti que deveria puxar assunto.

Kuroo não tirava um sorriso do rosto, parecia se divertir com algo que estava somente em sua cabeça, mas por algum motivo queria entender, quero saber o que trás a ele essa feição relaxada e feliz? Uma bela feição em um rosto bonito.

Senti meu rosto ferver e como reflexo abaixei a cabeça deixando de olha-lo. Acabei deixando o desespero e a vergonha tomar o controle do meu corpo.

— Kuroo... – minha voz perdeu a força e saiu um som esquisito demais. Assim como se esperado quando você chama alguém, ele se virou pra mim. Fiquei roxa de vergonha, engoli em seco e forcei para pensar algo rápido.

— Qual era o caminho que devia ter feito para chegar à conveniência? – agradeci por não ter gaguejado. Estou ligando meu nervosismo a ele ser um garoto que não tenho muito contato.

— Não sou bom explicando. Outra hora quando precisarmos ir lá, aí lhe mostro. – ele levou à mão a nuca, um pouco vermelho. Diria sem graça.

— Pode ser.

Já tínhamos chegado, e foi aí que me toquei que deveria agradecer. Se não fosse ele realmente ia enfrentar grandes problemas.

— Kuroo eu... – ele para em minha frente esperando a continuação, respirei fundo, mas antes que eu pudesse abrir novamente a boca, fomos bombardeados. Parecia que todos os integrantes do time Karasuno saiu por aquela porta, pareciam estar afobados com alguma coisa. Deviam estar com sede, me preocupei, afinal é minha culpa que demorei com as bebidas.

— Yachi você demorou. O que houve?  – Kiyoko foi a primeira a falar. Fiquei envergonhada com toda atenção que estou recebendo, todos esses olhares.

— Apenas me perdi pelo caminho. – fiquei vermelha. Afinal era uma coisa simples que tornei totalmente dificultosa. Queria ser útil, mas se não fosse Kuroo teria colocado meus amigos em uma situação difícil.

— Porque não atendeu as ligações? Ficamos preocupados. – Hinata perguntou parecendo estar tentando segurar uma pose séria que não se encaixava em sua personalidade.

— Desculpem, hoje cedo deixei meu celular no quarto. – expliquei sem graça. Depois de toda explicação e de suco distribuído, olhei a minha volta tentando encontrar Kuroo e agradecer, mas o mesmo já tinha saído de perto de nós. Com certeza deve estar com seu time treinando.

Voltamos ao treino, tentei ao máximo ajudar no que podia, o que agora no fim do dia causou muita dor aos meus braços. Hinata e Kageyama eram incansáveis a meu ver. Pegar bolas e jogar pra eles, no inicio não me pareceu esforço demais, no entanto agora que fiz isso por horas sei que sim, foi demais para meus pobres braços magricelos.

De banho tomado e barriga abastecida a única coisa que penso é em dormir. Mas senti vontade de tomar algo, que ainda não sei o que é, e estou indo buscar na máquina que tem na entrada do dormitório.

Parei de frente a máquina, fiquei um pouco nervosa ao notar que a escuridão predominava a minha volta, apenas a luz da máquina se fazia presente.

Concentre-me em apenas decidir logo o que ia tomar. Não que eu fosse medrosa longe disso, mas não é bom abusar.

Enquanto olhava fixamente as bebidas minha mente me levou há horas atrás quando estive com Kuroo, o abraço. Fico imaginando como seria se ele tivesse retribuído. Pensar isso deixa meu corpo febril.

— Espero que não seja sonambula Yachi. – tomei um susto e no pulo bati a testa na máquina. Caí no chão sem ter um pingo de força nas pernas. O que causou um riso histérico da pessoa que me assustou. Só de ouvir a voz para minha surpresa já sabia de quem se tratava Kuroo. Meu corpo se arrepiou ainda mais quando fiquei ciente que ele esperava alguma reação minha.

— Nesse momento estaria morta se fosse. – comentei enquanto levantava, quando o fitei fiquei surpresa, ele estava diferente. Pelo cheiro e o estado do cabelo chuto que ele acabou de sair do banho. Ele fica diferente quando o cabelo não está espetado.

— Desculpa. Você parecia hipnotizada pela maquina não resisti. – ele ainda tinha um riso leve em seu rosto. Claro pra ele foi super. Engraçado.

Nunca tinha pensando em comparar os garotos de Nekoma com o seu mascote, porem tenho que admitir Kuroo tem passos leves como o felino. Um gato negro, um gatinho lindo. Novamente viajei, mas fingi que nada aconteceu.

— Na verdade não escolhi o que quero beber. – passei as mãos pelos meus braços tentando aliviar a dor, voltando a encarar a máquina não notei Kuroo se aproximando mais, passou se braço longo a minha frente sem me tocar, seu corpo se se encostou a minhas costas levando a mão ao buraco que saí às bebidas, voltou ao normal depois que pegou a lata.

— Que tal bebe o que o destino escolheu? – olhei pra mão dele onde uma lata de chá gelado se encontrava. Já que um chá será melhor pra dormir depois do que um refrigerante resolveu aceitar o que o destino escolheu.

Pego das mãos deles, se constrangendo em tocar seus dedos de leve. Já que não gastei o dinheiro na minha bebida, não custa comprar uma para Kuroo.

— Qual você quer? – coloquei o dinheiro na máquina e esperei pela resposta. O admirei com sua posse relaxada com as mãos no bolço.

— Pensei que ia bater a cabeça na máquina de novo. Pode ser algo de uva.  – olhei pra ele sem entender, ele acha que bateria minha cabeça na máquina intencionalmente? Sem chance. Ri sem saber o que responder, a me ver rindo ele acabou relaxando e rindo também.

Selecionei Fanta uva. Quando a lata caiu, peguei e a entreguei pra ele. Estava na hora de parar de enrolar.

— Kuroo obrigada por ter me ajudado mais cedo. Já devia ter agradecido. – Cheguei perto da parede e escorreguei ficando sentada, abri minha bebida e tomei um gole, na minha mente tinha possibilidade de ocorrer duas coisas ou ele ia embora ou iria se sentar ao meu lado, por alguma razão estava quase implorando pela segunda possibilidade.

Ele escolheu me acompanhar, nossos ombros se tocaram levemente. Ficamos em silencio.

Já havíamos terminado de tomar nossas bebidas, não sei se era ansiedade ou vontade de sair correndo, mas bebi tão rápido o chá que pensei que ia engasgar.

— Boa noite Kuroo. – Levantei sem olhar pra ele.

— Yachi você e o Hinata... – ele parou de falar, virei pra ele sem entender.

— Você sabe o que quero dizer. – Seus olhos pareciam estar buscando alguma reação em meu rosto. E foi quando ele sorriu de lado que entendi o que ele queria dizer.

Na hora fiquei vergonha e comecei a negar.

— Não. Não mesmo. Da onde tirou isso? – foi à vez de ele ficar sem graça e vermelho. Algo que nunca pensei que fosse ver era isso, Kuroo envergonhado.

— Talvez eu quisesse confirmar algo. – Ele já não estava mais envergonhado. Sua aproximação fez um arrepio passar por meu corpo, já não consigo mais manter contato visual e abaixo a cabeça.

Um pouco nervosa vou saindo de fininho.

— Boa noite Kuroo. – praticamente corro para o quarto que divido com a Kiyoko.

— Você está bem? – ela parecia confusa, já que cheguei ofegante vermelha, fora o detalhe de quase ter arrancado a porta. Mentir é isso. Não consigo dizer o que aconteceu, acho que não tenho maturidade.  

— Não é nada, apenas pensei ter visto um fantasma enquanto bebia chá gelado.

Quase não dormi e quando finalmente consegue parece que chegou a hora de acordar.

Alguém anotou a placa do caminhão que me atropelou enquanto dormia?

Não estava nas melhores condições de ajudar os meninos no treino, mas faria o possível para aguentar o pique deles, pois esse foi o motivo de vir com eles ajudar.

Todos já se encontravam em quadra. Hoje não seria um treino individual. Karasuno e Nekoma iriam se enfrentar, e com os resultados obtidos o treinador modificara os próximos treinos para tentar diminuir as falhas.

Mas mesmo assim não posso bobear, estarei marcando os pontos.

— Yachi qual deles você quer marcar? – não sei por que a pergunta.

— Tanto faz Hiyoko. – Sorri pra ela, quando avistei Kuroo no seu típico uniforme vermelho e preto, não resisti em pensar em quão bem ele fica de uniforme. Uma vontadezinha de torcer por ele nasceu. Fiquei envergonhada e com sentimento de culpa afinal faço parte do time Karasuno.

Hiyoko sorriu pra mim de como se dissesse em silencio “entendi tudo”.

— Você fica encarregada dos pontos de Nekoma. – devolvi com um sorriso sem graça.

A cada momento do jogo ficava mais confusa, fico feliz com os pontos do nosso time, mas também comemoro por dentro os de Nekoma, não exatamente os de Nekoma, em si as pequenas vitórias de Kuroo.

As coisas ficaram diferentes, antes meu contato com Kuroo era apenas o de se ver por aí, ou os amigos em comum. Mas agora com as poucas conversas, parece que algo mudou.

Não estava me sentindo bem. Quando o jogo deles acabou e o treino separado ia começar, fiquei na duvida se aguentaria.

Uma hora já tinha se passado, estava mais que exausta e parece que até um sapato está reclamando já que começou a machucar os meus pés.

— Yachi? Você pode buscar toalhas limpas? – Hiyoko pediu, era isso ou encher as garrafinhas de água o que seria mais pesando. Peguei o cesto com as toalhas sujas para deixar na lavanderia e pegar as novas. Para isso tinha que andar até os dormitórios, na metade do caminho quando comecei a mancar. Aguentei firme, porem na volta. Não aguentei o meu peso e o do cesto com as toalhas, pensei que daria de cara no chão. Porem, braços fortes impediram a minha queda. Enquanto era carregada em direção aos quartos identifiquei meu salvador. Parece que Kuroo está fadado a me tirar de situações complicadas.

Com cuidado meu corpo foi colocado no futon.

— Desculpa Kuroo, parece que você sempre me ajuda, não queria dar trabalho. – falei enquanto ainda tinha um pouco de consciência, sei que logo entrarei em um sono profundo.

— Não precisa se desculpar. Você está exausta, descanse eu levo a toalha pros seus amigos. – fui engolida pela escuridão, senti ainda lábios pressionados em minha testa, não sei se foi alucinação ou se foi Kuroo.

◊◊◊◊

Acordei com muita sede. E com um pouco de calor, o cansaço que estava sentindo pareceu ter se dissipado, o que precisava era de um bom sono.

Mas uma vez terei que pedir desculpas e dizer obrigada ao Kuroo, se não fosse ele teria dado de cara no chão. Bom pelo menos acha que era ele, aquele perfume e aqueles braços, ahhh, tenho certeza era o kuroo. Levantei tomando cuidado para não acordar minha colega e apenas peguei o dinheiro para comprar uma bebida.

Se fosse marcado não teria dado tão certo. Fiquei surpresa em encontrar com o Kuroo. Sorri pra ele.

— Acho que tenho que lhe agradecer de novo, é engraçado como em pouco menos de 48 horas precisei de você mais vezes do que gostaria. – Ele ponderou o que falei.

— Você não gostou que lhe ajudasse? – Ele pareceu incomoda, na verdade me expressei mal e ele não entendeu.

— Jamais Kuroo, sou muito agradecida, mas é que sempre fui uma garota independente no que podia, nem minha mãe me ajudou em situações assim. Desculpa se me expressei mal. – mesmo sem graça fui até a máquina e selecionei uma Fanta uva. E como da última vez peguei a lata e me sentei encostando-se à parede.

Ele novamente sentou ao meu lado, senti seu aroma mais fresco de recente banho, enquanto bebia fechei os olhos para concentrar no cheiro bom acabei suspirando satisfeita. Quando abri meus olhos encontrei Kuroo sentado de pernas cruzadas a minha frente encarando-me.

— O que foi? – perguntei sem graça.

— Você é tão fofa que quero te apertar. – fiquei vermelha com sua frase e quando ele pareceu notar o que disse também ficou envergonhado.

Por um momento ele tentou dizer algo, mas falharam todas às vezes gaguejando, ele suspirou irritado, ri da situação. Ele olhou pra mi retribuindo o meu sorriso.

— Tudo bem Kuroo. – como todas às vezes, o silencio tomou o seu lugar, mas dessa vez não senti desespero ou sequer necessidade de falar algo, dessa vez tomei meu refrigerante com calma. Coloquei a latinha de lado e apenas me aconcheguei mais na parede. Gosto da companhia dele e agora perdi o sono. Melhor ficar por aqui mesmo a não ser que ele queira dormir, como capitão deve treinar muito.

Sempre vejo Daichi se esforçando muito, ainda mais para acompanhar os primeiranistas.

— Kuroo pode ir dormir se estiver cansado, mas acabei de acordar não sei quando vou voltar ao quarto. – não queria que ele fosse, mas não queria ele cansado no outro dia por minha culpa.

Ele se levantou pensei que fosse sair, estiquei as minhas pernas, foi quando ele se sentou na outra direção e colocou a cabeça em minha cocha, olhei o rosto dele que estava em direção ao teto e de olhos fechados. Corei muito com a situação, imagina se alguém nos pega nessa situação?

Seguindo meus impulsos levei a mão em seus cabelos que não estavam espetados, notei serem macios e cheirosos.

— Sabe Yachi... – tomei um susto quando ele falou, mas mesmo assim continuei acariciando seus fios.

— Humm... – foi à única coisa que disse, apenas pare que ele continuasse.

— Amanhã vocês iram embora e... – parei de mexer em seu cabelo, ele estava certo, iriamos ir embora e não saberemos quando novamente teremos outro treino assim, tradução: não saberei quando verei Kuroo novamente. Um pouco nervosa resolvi encoraja-lo a continuar a frase.

— E?

— Gostaria de manter contato com você se possível. – Suspirei, sentindo todo o meu corpo tremer. Kuroo é um garoto lindo, que é do terceiro ano. Logo entraria na faculdade. Pensar que ele quer manter contato comigo? Fora que moramos a uma distância considerável. Mas o que mal tem manter contato por celular? Seremos amigos é isso, ele deseja a minha amizade.

— Por mim tudo bem Kuroo. – O sorriso que ele deu, foi tão precioso que tive certeza que jamais esqueceria. Ele se levantou e se aproximou mais um pouco.

— Yachi, posso lhe abraçar? – Olhei pra ele um pouco perplexa, quando foi que um garoto pediu o meu abraço? Era justo, quando o abracei em total desespero nem sequer pedi.

Mesmo envergonhada fui até ele e como pude envolvi meus braços em volta do seu corpo, dessa vez o senti retribui.

— Amanhã não teria essa chance então obrigada. – Ele queria tanto assim o meu abraço? Mas ele está certo, amanhã não iria sequer conseguir falar com ele perto dos outros.

Depois desse abraço estou envergonhada demais para continuar aqui, estava desfazendo o abraço quando ouvi sussurrar e deu espaço para mi pegar o celular dele.

— Coloca o seu numero aí. – foi o que fiz no automático. Assim que terminei levantei ele fez o mesmo, tentei sorrir.

— Obrigada Kuroo, por tudo. Boa noite. – ele acenou com a cabeça e fomos para quartos diferentes. Assim que deitei dormi.

◊◊◊◊

 Naquela manhã acordei um pouco deprimida, o time todo apenas estava concentrado em arrumar as malas e ir embora. Quando terminamos fomos para o ônibus mais como esperado o time de Nekoma foi nos dizer adeus. Os garotos ficaram de brincadeiras, disse um tchau geral e subi para o ônibus escolhendo o banco da janela para sentar, ali dentro do ônibus tentando ser discreta procurei por ele, e fiquei quente em notar que ele já me olhava. Fiquei triste por um momento por morarmos longe, mas chegou a hora da despedida.

Agora que estava na hora de ir embora senti arrependimento por não ter conversado mais, devia ter aproveitado mais a companhia dele. Mas agora só em um futuro incerto.

Todos já dentro do ônibus era hora de partir. E pela ultima vez olhei para ele, fiquei tranquila em ver seu sorriso que me dizia.

Vai ficar tudo bem.


Notas Finais


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