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História Omnia vincit amor - Kuroo x Yachi - Capítulo 12


Escrita por:


Notas do Autor


Oi pessoal como vocês estão?
Aviso de momentos picantes entre Kuroo e Yachi. Espero que gostem.
Espero que vocês estejam se cuidando, para aqueles que não podem ficar de quarentena em casa tomem cuidado e tomem todas as medidas de higiene necessárias e não tenha vergonha de recusarem um aperto de mão ou um abraço, se mantenham seguros e saudáveis. S2

Capítulo 12 - Entre o céu e o inferno - Kuroo


Fanfic / Fanfiction Omnia vincit amor - Kuroo x Yachi - Capítulo 12 - Entre o céu e o inferno - Kuroo

 

Kuroo

Não estou conseguindo respirar. Sinto um peso em cima do meu peito. Um perfume suave entra pelo meu nariz, é bom. Ainda estou envolto de uma névoa, tenho que acordar. Que horas são?

Finalmente abro os olhos, estico o braço e com dificuldade para ver a tela do celular por conta da claridade, meus olhos doem. Mas consigo finalmente ver 03h20min. Um pouco mais calmo percebo que o peso em meu peito tem motivo. Yachi está deitada em cima de mim. Suspiro. Sabendo muito bem que adoraria ela em cima de mim, mas acordada.

Por que ela deitou em cima de mim?

— Yachi... – Acaricio os cabelos loiros dela, mas ela nem se meche, percebo que ela está encolhida de frio. — Você não tem jeito.

Saio de baixo dela, e a coloco em meus braços e a levo de volta para a cama, embaixo do meu edredom quentinho, e ela gosta de estar nele, ela o cheira várias vezes e parece se satisfizer com o cheiro. A Yachi eu tenho varias formas de lhe satisfazer basta você deixar. Passo a mão no rosto sabendo que tenho que me segurar.

Viro para olhar uma ultima vez o rosto dela e noto que ela está acordada, com os olhos marrons vidrados em mim. Vou até ela.

— Oi está tudo bem? Quer alguma coisa? – Noto que as bochechas dela estão ficando cada vez mais vermelha. Respiro fundo. Tenho que me segurar.

— Você pode deitar comigo? – Ela praticamente escondeu o rosto de vergonha, e eu? Estou extremamente surpreso com esse pedido. Estou pensando se devo ou não. Sou o mais velho tenho que tomar as melhores decisões por nós dois.

— Por quê? – faço a pior pergunta que poderia, quero me bater.

— Sua namorada tem que ter algum motivo para querer dormir com você? – Ela está fazendo beicinho. Já noto que meu corpo começou a suar.

— Não. Minha namorada não precisa de motivo. Tem certeza? – Ela acena que sim. Seus olhos ansiosos presos nos meus. — Chega pra lá.

Dessa vez eu entro no edredom com ela. Está muito quente. Quente demais. Deito ao seu lado. Ela ainda me olha insatisfeita, senta na cama e pega meu braço e estica na cama, e deita ali. Bem próxima ao meu corpo e usando meu braço de apoio. Á abraço, ela é tão pequena, mas meu coração fica quentinho com ela em meus braços.

— Kuroo... Você é tão cheiroso. – beijo a cabeça dela. E também sinto o perfume dela.

— Você é uma delícia. – enrosco meus dedos em seu cabelo e a faço me encarar. Não resisto mais. Beijo os lábios dela com ânsia. Quero devora-la e prova-la de todos os jeitos. Meus lábios estão famintos e exigem muito do dela, caio em tentação e mordo seu lábio inferior, o puxando. Yachi geme baixinho de olhos fechados, suas bochechas tão rosinha. Estou excitado e muito fodido. Á quero muito, tanto que chega a doer.

— Por favor, me deixe tocar você. Por favor, me deixe saber o seu sabor. – Por um momento penso que fui longe demais. Ela está perplexa. — Respire amor. Respire.

Ela está ofegante e por um momento seus olhos azuis ficam grandes demais para o seu rosto delicado e sereno. Quero que ela diga sim. Não passarei nenhum limite que ela imponha, mas quero muito avançar. E como sei que daqui algumas horas ela estará indo embora isso aumenta ainda mais minha vontade. Sei que meu olhar estar suplicando que ela diga sim e me sinto um covarde.

— Kuroo...Você.. – Ela começa e para várias vezes as frases. Sinto que ela quer perguntar algo. Abaixo a minha boca até o seu pescoço e lá dedico toda a minha atenção.

— Você poder perguntar o que quiser. – Sussurro no ouvido dela e me delicio com a sua pele arrepiada.

— Você já fez isso antes? – Ela estava vermelha e não me olhava nos olhos. Eu não poderia mentir. Confesso que depois que dei o meu primeiro beijo nunca mais parei. Claro, também me cuidei muito bem. Acredito que temos que aproveitar a vida e fazer coisas prazerosas e o sexo entra nelas. Mas jamais faria Yachi fazer algo que não está pronta.

— Sim. – Não. Aonde ela quer chegar com essa pergunta.

— Okay, eu já imaginava isso mesmo. – Fico pensando se ela gostaria que eu fosse puro como ela. Será que isso vai ser um empecilho entre ela e eu? Ela morde o lábio e sei que ela está segurando para falar algo.

— Isso te incomoda? Eu ter tido intimidade com outras garotas? – Por um momento fico muito nervoso.  O que eu poderia fazer? Apenas vivo a minha vida como acho que devo. Mas não quero chateá-la, isso foi antes de conhecê-la não tem que levar isso em consideração.

— Não é isso.  Fico com ciúmes sim, mas não é isso. – Uma ruga se forma entre as minhas sobrancelhas. Estou confuso.

— Então que é? – Já estou ficando aflito.

— É por que se eu fizer algo errado você irá saber. – A faço erguer o rosto e me olhar, o quarto não está tão escuro por conta da luminária. Beijo os lábios dela com todo o carinho que consigo transmitir.

— Não existe certo ou errado, existe o que o casal gosta. Alias vamos aprender o que cada um gosta juntos, se há consentimento está tudo certo. Não pense nisso. Só pense em nós dois e no que você quer. – Quero que ela deseje o meu corpo tanto quanto desejo o dela, vai ser divino. 

— O que você quer? – Ela me pergunta. A voz dela mudou. Parece conter desejo. E taco o foda-se. Á aperto forte em meus braços e nossas respirações se intercalam.  

— Eu quero tocar você. Ter o seu gosto na minha boca, seu cheiro na minha cama, para quando for embora eu ainda sentir um pouco de você. – A tantas coisas que posso fazer sem tirar a virgindade dela. Ainda é muito cedo e ela é nova. Oportunidade. Farei outras oportunidades, agora foco minha atenção nela, espero a minha resposta. Ela encosta os lábios nos meus, tento avançar neles como um faminto, mas ela recua ofegante.

— Então toque. – Tantas possibilidades fervem na minha cabeça, enquanto tomo os lábios dela para mim. Agora que experimentei sei o quanto necessito dela. Pergunto-me se ela já se tocou ou se ela tem ciência do corpo maravilhoso que ela detém.  

— Posso tirar a sua blusa? Posso tocar aqui...- Encosto meus lábios em cima do volume dos seus seios. Ela fica vermelha e ofegante, mas aceita. Talvez tirar toda a blusa seja um passo grande demais. Levanto a blusa dela o suficiente para deixar a pele da barriga e finalmente vejo os seios dela. Não são grandes. São pequenos, são lindos. Branquinhos com o bico rosado e estão duros de desejo.

Beijos os lábios dela, não demoro a colocar minha língua dentro de sua boca. O clima esquentou, a beijo até escutar os seus gemidos abafados pela minha boca. Passei os beijos para o seu pescoço e os gemidos dela se tornam mais altos. Volto para os lábios dela que já estão inchados pelos beijos.

— Shiiii. Não geme alto ou os meus pais vão ouvir. – A repreendo e volto os meus beijos intensos para os seu pescoço. Depois de me deliciar com o pescoço dela arrasto os meus lábios para os seus seios.

Ela tampa a boca com a mão depois de deixar um gemido alto escapar. Yachi é tão sensível, e não tira a mão da boca. Primeiro cheiro os seios dela, sentindo o cheiro dela, não demora a ela estar se arrepiando e se remexendo em baixo de mim. Não consigo mais esperar, abocanho o seio dela com vontade, ela pula surpresa. Á seguro nos meus braços tomando cuidado para não deixar o meu pau duro relar nela e assustá-la.

— Está tudo bem? – Pergunto olhando em seus olhos para ter certeza que ela está dizendo a verdade. Massageio o seio dela, lentamente, para que ela sinta. Passeio minha mão por sua barriga e seios.  — Responda Yachi ou eu vou parar. – E tira as minhas mãos dela, inclino meu corpo para trás como se fosse voltar para o futon, ela agarra a minha blusa.

— Estou bem sim. – Ela quer que eu continue. Quero muito toca-la, mas quero muito que ela me toque também.

— Você quer me tocar? – Pergunto, e ela reagiu escondendo o rosto em mim. Preciso fazê-la entender que entre a gente não precisa disso. — Por que eu quero que você me toque. Mas somente se você quiser.

Espero ela dizer. Mas já estou ofegante só de pensar dela me tocando. Ela me olha. E mesmo tímida ela coloca as mãos em minha camisa e começa a puxar para cima. Ela fica sem jeito quando ela não consegue passar a camisa pela minha cabeça. Faço por ela.

— Quer que eu me deite e deixe você me tocar? – Quero tornar fácil para ela.

Ela me puxa para um beijo e quando já estamos envolvidos pelos lábios um do outro. Sinto a mão macia dela passando pelo meu abdômen. Arrepio e sinto um prazer imenso ao ter as mãos dela, curiosas passando por meu corpo. Ela toca em meu mamilo e gemo em seus lábios. Ela solto os meus lábios para me olhar surpresa.

Sinto-me um demônio por estar ensinando essas coisas para esse anjinho. Eu vou para o inferno. Mas Vou feliz demais.

— Quando toca aqui eu também sinto prazer, assim como você. – Pego a mão dela e passo por ali de novo, e sinto uma onda de prazer. Solto a mão dela. Volto a beija-la e tocar os seios dela. Uma urgência nos acomete. Fico pensando se consigo fazê-la gozar somente tocando os seus seios, ou se precisarei estimular ainda mais regiões do seu corpo. Fico por cima dela. Dessa vez deixando minha pele tocar na dela. Acabo tirando a blusa dela que estava enrolada no pescoço e o contato aumenta. Ambos estamos ofegantes e famintos. As mãos dela se aventuram pelas minhas contas e quando percebo estou no meio das pernas dela e sei que ela está sentindo. Ela abre a boca em um perfeito ‘o’ quando me movimento contra ela.

Penso que se continuarmos nesse ritmo, entre esfregadas, abraços e beijos não demorara muito para gente se desfazer em prazer. Meu corpo já está tremendo.

— Kuroo, o que, o que... – Ela ofegada, não consegue terminar de falar. Sei o que está acontecendo.

— É seu primeiro orgasmo, deixa vir Yaaa-chi...- E ela explode em prazer. Os dedos dela estão contraídos em minha pele e vou junto nessa onda de prazer. Minha mente se apaga por um momento. Nunca foi tão bom quanto isso. Agora entendo o que dizem sobre se fazer com quem se ama. É totalmente diferente, e olha que nem chegamos a avançar tanto.

Preciso levantar e tirar o meu peso de cima dela. Assim faço e quando olho no rosto dela, ela está sorrindo. Sorrindo lindamente para mim. Beijo os lábios dela.

— Tudo bem? Gostou? – Por algum motivo necessito saber as duas coisas. Sinto muito vontade de satisfazê-la e principalmente de protegê-la.

— Foi bom demais. Mas meu corpo está tão molinho... – Ela faz um biquinho. Acabo rindo.

— Você está relaxada é normal. – Quando me movo, sinto que estou melado. Faço um careta preciso me limpar. Nós precisamos de um banho.  Mas não podemos sair do quarto de madrugada para tomar banho.

Coloco a blusa novamente nela. Visto a minha também. Á aconchego nos meus braços, o meio vai ter que esperar. Estamos suados, mas felizes. Estava fazendo carinho no cabelo dela, quando ouço batidas na porta. Nos olhamos surpresos e até prendemos a respiração, será que a minha mãe nos escutou?

— Kuroo já está na hora de levantar. Vocês não vão para o treino? – Respiramos mais aliviados, no entanto não acredito que já são seis horas?

— Já vamos levantar mãe. Vou acordar a Yachi. – Ela me olha cumplice. Beijos os lábios dela e me levanto. Confirmo as horas e realmente são 6 horas da manhã.

— Arrume as suas coisas eu vou tomar um banho e depois é você.

Na verdade estou surpreso por ter se passado tanto tempo. Parece que o tempo voou enquanto nós... Paro os meus pensamentos antes que eu fique duro de novo. Saio do banho e Yachi vai. Pego a mochila dela e já deixo na sala. Ajudo a minha mãe com o café da manhã. Quando Yachi aparece está pronta. Seus cabelos ainda estão um pouco úmidos e me preocupo se ela não vai ficar doente.

— Yachi fique a vontade para voltar aqui sempre que quiser. Espero que meu filho tenha cuidado muito bem de você. – Ela cora.

— Obrigada, ele foi muito atencioso. – Não consigo esconder o meu sorriso. Minha mãe ri. Terminamos o café e percebo que ainda temos uns minutos antes de precisar sair.

— Venha aqui. – Pego na mão dela e vou para o quarto dos meus pais. A faço se sentar na cadeira da penteadeira da minha mãe. Pego o secador para secar os seus cabelos. — Não quero você doente vou secar os seus cabelos.

Beijo a nuca dela, acabo rindo com a expressão dela que vejo pelo espelho ficamos em silencio enquanto seco o cabelo dela. Vejo que ela está gostando.

— Pronto. O seu cabelo está seco agora. – A viro e beijo a testa dela. Estamos leves um com o outro, finalmente estamos parecendo namorados. Isso me deixa muito feliz. — Vamos?

— Sim.

Passamos por minha mãe e ela se despediu dizendo que vai voltar outras vezes e que é para dizer tchau ao meu pai.

Estamos indo em direção ao colégio e estamos de mãos dadas, rindo e aproveitando o pouco de tempo que temos juntos até que ela tenha que ir embora. Chegamos ao ginásio e todos estavam se aquecendo.

— Olha se não é o casal perfeito da nação. – Solto a mão dela apenas para cumprimentar os outros.  O treinador do Karasuno chama a atenção de todos.

— Como a viagem é longa vamos jogar apenas uma partida.

Começamos a partida, com os dois times pontuando bem. Confesso que sempre dou um jeito do meu olhar encontrar onde está o meu anjinho. Karasuno dessa vez saiu vitoriosa, eu não poderia jogar uma outra vez como revanche e nem os terceiranistas da Karasuno, mas eu não estava me sentindo um perdedor. Enquanto eles pegavam suas coisas e preparavam para ir embora, puxei a minha namorada para um canto para nos despedirmos sem que ninguém atrapalhasse.

Primeiro beijei seus lábios.

— Vou dar um jeito da gente se ver em breve. Não se descuide do celular. – A beijo novamente. — Eu te amo.

— Tá bom, se cuida. Boa sorte com os exames finais. – Ela diz. E quando ela sorri, tenho certeza que me sairei muito bem. Há levo até o ônibus. Escuto algumas brincadeiras sobre eu chorar, e por um momento penso que vou.  

Quando todos estão no ônibus, aceno para ela. Suspiro triste já pensando quando tempo dessa vez vai demorar para poder vê-la.


Notas Finais


Comentem o que vocês acharam S2
Pessoal como já tinha dito a um dias atrás estou com um grupo no whatssap, quem estiver interessado colocarei o link em baixo. No grupo estarei conversando com os leitores e os mantendo informado com as atualizações e fanfics. Fora que as pessoas que já estão no grupo são maravilhosas e divertidas. Obrigada pela atenção e até mais.
Acesse este link para entrar no meu grupo do WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/KvX2pJUDuXdDUBdH40ixgD


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