História Omnia vincit amor - Kuroo x Yachi - Capítulo 4


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Categorias Haikyuu!!
Tags Amor, Kuroo, Tudo, Vence, Yachi
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Palavras 1.730
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Esporte, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpa a demora, tentarei não deixar uma diferença muito grande entre as atualizações, enfim...
Boa leitura.

Capítulo 4 - Intenções... - Kuroo


Fanfic / Fanfiction Omnia vincit amor - Kuroo x Yachi - Capítulo 4 - Intenções... - Kuroo

 

As coisas estavam indo tão bem com a Yachi até a mãe de ela entrar gritando e furiosa, claro que por dentro estou querendo desmaiar, mas que bom namorado eu seria se antes de sequer pedir a Yachi em namoro desmaiasse apenas com um grito de sua mãe. Levantei da cadeira e me curvei o máximo que pude. Deixando ambas as mulheres surpresas.

— Meu nome é Kuroo Tetsurō, tenho 17 anos e sou de Nekoma. Prazer em conhecer a senhora. – Voltei meu corpo ao normal, antes de pedir permissão para estar com Yachi tentarei uma conversa pacífica antes.

— Ahhhh filha porque não disse que era o Kurro logo? – Yachi parecia soltar fumaça pelas orelhas quando olhei para ela questionando o porquê de sua mãe já saber de mim. Parecia que minha pequena está se arrependendo de algo. Sorri para ela, acho que não vai ser tão difícil assim.

— Sou Yachi Madoka, deve ser obvio que sou a mãe dela. Gostaria de me dizer algo Kuroo Tetsurō? – Estava bom demais para ser verdade quando pensei que poderia falar normalmente minhas mãos começam a suar e agora não tenho certeza se minha voz vai sair firme.

— Mãe para com isso. Ele já está de saída né? –Olhei pra Yachi que estava tremendo um pouco. Ela deve estar bem nervosa. Mas a mãe dela dá um peteleco na testa dela.

— Esses são os modos que lhe ensinei? Ele fica para o jantar. – Ela saiu da cozinha dizendo que já voltava.

— Como se fosse você que vai cozinhar. – Yachi estava emburrada. Relaxei agora estamos novamente apenas nós dois, queria beijar o bico que ela está fazendo, porem não vou arriscar deixar a mãe dela nervosa se ela vir meu ato.

— Quer ajuda? – tenho que aproveitar o máximo de tempo com ela. Ela aceitou a minha ajuda, mais em todo o momento a senti desconfortável.

— Tudo bem Yachi, se quiser posso ir embora. Amanhã a gente se vê. – Tentei conforta-la não posso agir como se fosse fácil para ela. Mas a pequena mão dela segurou a minha.

— Não quero que você vá, só estou um pouco nervosa. – Arrumei o cabelo dela que caia no rosto e singelamente a fiz me olhar nos olhos. Esse momento foi único, parecia que estamos nos comunicando com o olhar e estamos nos entendendo. Ela estava nervosa eu também não apesar de que menos que ela. Tenho que fazer o papel de mais velho e guiar nos dois. Beijei a mão dela.

— Tudo bem. Mas não deixe de falar o que está sentindo ou o que quer. Não quero forçar você a aceitar algo que não quer Yachi. – Continuei acariciando a sua mão, ela fica muda enquanto está pensando, levar o tempo necessário, ela é inteligente sabe que eu quero muito mais que amizade.

— Que casal fofo... Mas vamos ao que interessa a janta está pronta? – Yachi pulou de susto e corou, ela tirou sua mão do conforto da minha, o que me deixou um pouco triste, mas entendo o lado dela. Estamos na frente da mãe dela.

Yachi e eu comemos em silêncio e mãe dela tagarelando, não que não quisesse ouvir, mas minha atenção estava em cada gesto da Yachi.

— Já que acabamos de comer Senhora Yachi Madoka, podemos falar sobre sua filha e eu? – Por mais que seja assustador conversar com a mãe da garota que você gosta, tive que falar, Kenma já mandou mensagem perguntando quando irei encontrar com ele e Hinata.

Só espero conseguir voltar vivo para casa.

— Filha poderia nós dar licença? – Engulo em seco quando ela pede para que a Yachi saia, realmente a conversa é seria.

— Por quê? – Também queria saber. Mas a mais velha aqui é a Senhora Yachi Madoka, quanto a isso só tenho a opção de aceitar. Minha menina suspira e vai saindo e antes olha pra mim fazendo bico, gente, um dia eu desfaço esse bico... Sorri para ela a tranquilizando. E assim ela saiu do meu campo de visão.

— Kuroo Tetsurō não queria ter que fazer o papel de mãe chata, mas é necessário. Yachi não tem a figura paterna, eu só a tenho e assim também ocorre com ela, sabia que esse dia chegaria. Que comecemos pelo básico, suas intenções com ela? – A mãe da Yachi cruzou os braços esperando minha resposta.

— A minha resposta é a mais obvia as melhores, entendo toda sua preocupação. Queria poder pedir permissão para estar com a Yachi, mais ainda não pude falar com ela sobre nós, com certeza o farei amanhã, mas se pudesse dar a sua resposta agora seria grato. – Minhas mãos suavam. Ter a autorização da mãe dela é um grande passo, porem se a Yachi disser não, não vai ter valido de nada.

— Você entende que você é mais velho? Por mais que sejam dois anos, são dois anos. Você passou por algumas coisas que a Yachi ainda não, ela está entrando em uma fase e você em outra, você está se preparando para a faculdade e a Yachi ainda está se descobrindo, há um tempo ela sequer tinha amigos na escola.  – Esse assunto não é novo pra mim, estou ciente dele desde o inicio. Mas ouvir assim parece que tem um peso enorme. Ou pior da à impressão que ela irá dizer não.

— Pensei muito nisso nesse tempo em que conversamos apenas como amigos e sei que é algo a ser considerado. – O que mais poderia falar?

— Outra coisa a ser considerado é a distancia, você mora em outra cidade. Há muito mais a ser pensando. – Suspirei. Idade distancia, e a lista só vai aumentando. Já estou começando a ficar cabisbaixo.

— Kuroo não estou dizendo isso para desanimar é porque quero ter a certeza que você não vai desistir no meio do caminho ou passar dos limites com a minha menina. – Não consigo esconder a vergonha sobre passar os limites, o que seria considerado passar dos limites?

— Olha estou dizendo tudo isso porque não quero minha filha sofrendo, não deveria lhe dizer isso, mas vou dizer mesmo assim, ela gosta de você e não é pouco, agora você me responde uma coisa. Você está preparado para ser o primeiro amor de Yachi Hitoka?

Estava incrédulo. A mãe dela está dizendo que ela gosta de mim? Sou seu primeiro amor? Amor...

— Seria muita presunção minha dizer primeiro e ultimo amor, mas não sei o dia de amanhã. Mas sei que estou determinado a lutar por nós. – A emoção estava correndo pelas minhas veias, será que fica feio eu chorar na frente da mãe dela?

— Então você tem a minha permissão, mas tenho algumas coisas a dizer. Por vocês estarem em momentos diferentes da vida espero que tenha paciência para guiar o relacionamento dos dois, mas esse guiar não é controlar, minha menina é livre! Isso vai exigir de ambas as partes cumplicidade, apoio, confiança, coragem e, acima de tudo, amor, para vencer os obstáculos que surgirão. O que vale também para a distância, paciência, o celular é o mais próximo que vocês terão um do outro por muito tempo, porque não é sempre que você poderá vir e nem ela ir, entende? – Enquanto ela fala vou acenando mostrando que estou a entendendo essa conversa com a mãe dela está sendo muito útil.

— Outra coisa o diálogo vai ser muito importante, então tentem contar as coisas um ao outro, porque às vezes uma pessoa de fora vê uma chance de afastar vocês por coisas não ditas e que podia ser evitado. Bom enfim não vou ficar falando mais, pois agora vocês terão que aprender juntos como manter o relacionamento. Vou conversar com a ela também. Vamos chamar ela.

Fomos para a sala, mas acabei ficando um pouco desapontado quando vi que ela estava dormindo toda encolhida no sofá. Queria falar com ela antes de ir. A mãe dela sorriu pra mim.

— Volte amanhã, tem a minha permissão de passar o dia com ela, e se resolverem. Mas me passa seu numero e lhe passarei o meu e quando você voltar para sua casa converse com sua família e claro também quero o número da sua mãe. – Fiz como ela pediu. Queria me despedir da Yachi de outra forma, além de um olhar. Fui encontrar com os garotos que pra mim surpresa estava em peso no local.

— Pensei que estivessem apenas Hinata e Kenma me esperando. – Junte-me a eles na rodinha de amigos. – Mas recebi um olhar serio do time inteiro da Karasuno, olhei para Kenma e ele apenas deu de ombros, obvio que seria o capitão a falar primeiro.

— Todos já sabem em parte sua situação com a Yachi. E temos algumas coisas a lhe dizer. Ela é nossa amiga, faz parte do time é melhor você não brincar com ela!

Cada um deles fez sua ameaça velada, mas todos me desejaram sorte e dizendo para mi voltar tranquilo para Nekoma, porque eles cuidaram dela. Estava tudo muito bom só tinha um detalhe, ainda não é oficial, antes ela tem que aceitar o meu pedido.

Finalmente chegamos à casa de Hinata e fomos muito bem recebidos. Agora já deitado no futon com Kenma e Hinata tagarelando ao meu lado, continuo a pensar na Yachi, a imagem dela dormindo tão tranquila aquece meu coração.

A irmãzinha de Hinata entra com tudo no quarto nos assustando e rindo. Ela foi pra cama do irmão e apontou pra mim.

— Ele é engraçado. – ela ria, não entendi de imediato. Acho que ninguém sorri pra ela.

— Porque Natsu? – O Hinata perguntou a ela, a resposta não veio, mas qual foi a nossa surpresa quando ela começou a fazer caras e bocas.

— Ele as vezes tem cara de mau... Mais agora tá assim ó... – ela juntou as mãozinhas e começou a piscar os olhos e a suspirar. Fiquei envergonhado por uma criança ter notado isso.

— O que quer dizer Natsu? – Kenma e eu não acreditamos que ele não entendeu. Ri discretamente, não quero assustar a garota.

— Mamãe diz que é cara de apaixonado, mas o papai diz que é cara de gente besta... – Fiquei mais envergonhado com as risadas dos dois idiotas ao meu lado. A garotinha saiu do quarto, aparentemente entediada com os mais velhos que não deram a devida atenção a ela. Não me importei com as piadinhas, virei de costas para eles e tentem planejar da melhor forma possível o dia de amanhã.

Yachi Hitoka.

Amanhã será um grande dia.


Notas Finais


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