História Omoide no Winwin - Capítulo 2


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Taeyong, Winwin, Yuta
Tags Fluffy, Nct, Omoide No Marnie, Winta, Winwin, Yaoi, Yuta, Yuwin
Visualizações 28
Palavras 671
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Fluffy, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - De


Fanfic / Fanfiction Omoide no Winwin - Capítulo 2 - De

 Após aquela noite, Yuta passara a ir todos os dias naquela mansão, a fim de brincar com seu novo amigo Winwin – e também desvendar todos os seus segredos, diga-se de passagem.

O garoto nunca havia ficado tão feliz na vida, sentia como se o garoto tão acanhado da cidade grande tivesse ficado para trás; ali, com Winwin, sentia como se pudesse ser ele mesmo, pela primeira vez na vida.

Nos dias de hoje, lembrava-se também de uma tarde em especial: ele e Winwin encontravam-se em uma pequena floresta próxima à mansão. Yuta, em certo momento, perguntara sorridente se Sicheng não gostaria de, algum dia, ir até a casa de seus tios, para assim apresenta-lo a eles e brincarem a tarde inteira, afinal, seus tios com certeza ficariam muito felizes ao vê-lo com um amigo, finalmente socializando.

Porém, fora pego de surpresa com um "Desculpe-me Yuta, não posso ir muito longe da mansão" por parte de Sicheng, aquilo deixara-o muito intrigado e sedento a questionar o outro do porquê daquilo, mas resolvera deixar para lá, afinal, ainda poderia continuar indo na mansão e brincar com o garoto todos os dias, certo?

Errado. Pois dias depois daquilo, Yuta tivera a ideia que julgara perfeita: já que não podia levá-lo até seus tios, por que não levá-los até ele? E fora com aquele pensamento que Yuta levara seus tios até a mansão, e os mesmos estavam muito animados para conhecer o novo amigo de seu sobrinho, já que ele falava tanto sobre aquele garoto. Chegaram na mansão e, diferente dos outros dias, Sicheng não estava em lugar algum, passaram minutos procurando-o, porém não o encontraram. Os tios de Yuta, naquele momento, já passavam a duvidar de si, e ameaçavam a cada minuto irem embora.

Eles não podem fazer isso comigo!, pensava Yuta, e passava a procurá-lo com mais afinco a cada minuto que passava. Até que, em dado momento, finalmente encontrara o garoto, que estava sentado em uma pequena pedra enquanto desenhava na terra, com o auxílio de um pequeno graveto; ao vê-lo, Yuta gritara para que seus tios fossem até la e, quando os mesmos chegaram e apresentara Winwin com um sorriso feliz no rosto, tanto o outro garoto como seus tios passaram a ter em seus rostos uma expressão assustada, com um misto de medo e preocupação, mas do que?

Passado alguns minutos, seus tios, que já encontravam-se pálidos, disseram-no com convicção "É hora de irmos para casa, estamos cansados por hoje, Yuta. Por favor, não faça isso novamente, pare de se encontrar com esse garoto estranho, esta é a única coisas que lhe pedimos." E, naquele momento, Yuta ficara furioso, começara a gritar sobre como estavam sendo equivocados e completamente ignorantes com seu novo e tão especial amigo.

Ele estava tão confuso, perguntava a seus tios o que havia de errado com seu novo amigo, porque estavam fazendo aquilo, "Ele está bem aqui e ouvindo todas essas coisa horríveis que estão dizendo, por acaso não estão o vendo, hum?", Yuta gritara em meio ao choro; "Não Yuta, não o vemos." fora a única resposta que obtera de seus tios naquele dia, já que logo após isso os mesmos viraram as costas para si e Sicheng, indo embora sem olhar para trás.

O japonês estava destruído, chorava sem conseguir conter-se, se perguntava o que havia feito de errado, se perguntava porque não o viam; estariam mentindo para si ou falando a verdade? O garoto sempre parecera real para si, tornava-se até cômico falar aquilo, então porque diabos não o viam? Aquilo não fazia sentido!

Chorara por muitos minutos, jogado no chão duro de pedras, até lembrar que Sicheng ainda estava lá observando tudo aquilo, o que ele deveria estar pensando? Estaria com raiva de si, por mesmo tendo negado seu pedido, ainda assim ele insistira naquilo, levando-os àquela situação horrível? Afinal, era tudo culpa sua. Com esse pensamento, rapidamente olhara para trás, não encontrando nada além da pequena pedra que o garoto estava sentado e seu graveto, porém agora sem qualquer sinal de Sicheng.


Notas Finais


no próximo capítulo acaba ;)

~espero que tenham gostado do capítulo, amo vocês <3


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