História Omoide no Winwin - Capítulo 3


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Taeyong, Winwin, Yuta
Tags Fluffy, Nct, Omoide No Marnie, Winta, Winwin, Yaoi, Yuta, Yuwin
Visualizações 16
Palavras 1.156
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Fluffy, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Verão


Fanfic / Fanfiction Omoide no Winwin - Capítulo 3 - Verão

Depois daquele dia sua relação com seus tios piorara drasticamente; eles pareciam sempre preocupados e protetores demais, sendo que a última coisa que Yuta queria naquele momento era eles por perto. Mesmo com toda aquela proteção repentina, os mais velhos não o proibiram quando dissera que iria sair para desenhar, nas margens do pântano.

Mas é claro que não iria fazer aquilo, assim que saíra de casa correra rapidamente para a mansão. Queria desculpar-se com Sicheng, por ter sido um idiota e fazê-lo presenciar e passar por aquilo, porém quando chegara lá, não encontrara Sicheng em lugar algum, nem sequer um rastro dele. Era como se ele tivesse sumido dali à anos.

E aquilo se repetira por vários dias, Yuta continuava indo na mansão à procura de Sicheng, e voltando cada vez mais triste por nunca encontrar o garoto; seus tios, àquela altura já sabiam que ele continuava indo para aquela mansão, mas não faziam nada além de se lamentar.

Passado alguns dias, Yuta perdera as esperanças e parara de ir na mansão, Sicheng não estaria lá, de qualquer forma; seu peito ainda doía por aquilo, porque ele sumira? Ficara com tanta raiva assim de si? Será que o odiaria agora? Eram perguntas que passavam todo dia pela mente de Yuta, que não fazia nenhuma questão de tentar respondê-las, afinal, não podia fazê-lo de qualquer maneira.

O momento de voltar para a cidade grande se aproximava, e certo dia, Yuta encontrara um garoto nas margens do pântano, chamado Taeyong, nunca havia o visto ali antes. E após alguns minutos de conversa, descobrira que o garoto estava se mudando para a mansão, e aquilo partira completamente seu coração, o pouco de esperança que ainda lhe restava de voltar a ver Sicheng fora destruído de modo que não sobrara nada, e acabara por deixar uma expressão triste o adornar a face, fazendo o outro garoto ficar preocupado e chamá-lo para brincar consigo. E naquele momento, Yuta esquecera de todo seu drama com Sicheng, mesmo que apenas por um momento.

Os dias passavam e os garotos começavam a formar uma amizade, esta que ia aumentando cada vez mais. O Nakamoto porém, ainda não esquecera de Sicheng e chorava todas as noites, e o mesmo não sabia, mas seus tios haviam passado a investigar sobre aquela mansão, tentando descobrir qual fôra seu último morador e a quanto tempo a mesma estava abandonada, sanando assim, muitas das dúvidas do garoto; queriam tirar Yuta daquela possível depressão que estava entrando, mesmo que ainda estivessem assustados com tudo aquilo.

Até que, em certo dia, Yuta estava em seu quarto desenhando, Taeyong havia acabado de sair de sua casa, e era naqueles momentos que gostava de ficar sozinho, apenas pensando sobre tudo e enchendo sua mente de cada vez mais perguntas, coisa que dias atrás jurara a si mesmo não fazer mais.

Porém, naquele dia fôra diferente, em certo momento, seus tios entraram em seu quarto de repente, sem bater na porta, queriam muito contá-lo algo, mal entraram e já começaram a dizer sobre tudo o que haviam descoberto sobre a casa e sobre seu último morador, este que realmente vivera lá muitos anos atrás.

Yuta estava completamente confuso, não entendia nada que os mais velhos estavam dizendo já que os mesmos falavam rápido demais, porém quando falaram que haviam conseguido algo pertencido ao seu último morador falecido a anos, o garoto interessou-se por aquilo. Sua tia entregara-o um envelope e o mandara abrir, dizendo-o que não se desesperasse, pois tudo ficaria bem.

O garoto abrira o envelope, encontrando apenas um desenho da mansão que, honestamente, não aguentava mais ver. Não havia entendido o que aquilo queria dizer, até o momento em que virara a folha, lendo logo atrás as seguintes palavras "Minha amada casa.   – Dong Sicheng, 1906".

O garoto estava incrédulo, aquilo fazia muito tempo, mais de cem anos! Era impossível que o Sicheng que conhecera fosse o mesmo daquele desenho de um século atrás, na verdade, queria acreditar que era impossível, porque não era. Seu amigo tão querido que conhecera numa noite estrelada, que praticamente salvara sua vida, na verdade estava morto aquele tempo todo, e à muitos anos.

Yuta queria chorar, estava sem palavras, seus tios já haviam saído do quarto e o deixado sozinho, talvez para pensar ou chorar, não sabia qual dos dois. Porém fizera ambos, finalmente suas dúvidas foram cessadas, bom, na verdade quase todas, ainda lhe restavam duas dúvidas principais, estas sendo: porque ele aparecera somente para si? E o que pretendia com aquilo? Não queria mais focar nisso, afinal, não fazia mais sentido chorar por algo que se passara apenas em sua cabeça, era o que achava.

Algumas semanas se passaram, e o garoto que finalmente sentia-se livre de tudo aquilo, agora brincava com seu novo amigo Taeyong, um dia antes de ter que voltar para a cidade grande, afinal, não poderia ficar sem ir para a escola para sempre.

Naquele dia, os garotos despediram-se em lágrimas e Yuta jurara que voltaria, e Taeyong, que o esperaria voltar. E naquela noite, enquanto se preparava para dormir, o garoto fora para a varanda da casa de seus tios uma última vez, apreciando a paisagem. Em meio ao breu da noite, ainda podia ver a mansão, o local de seus momentos mais felizes e, ao mesmo tempo, mais tristes. A olhava com lágrimas nos olhos, afinal, tudo o que passara ali poderia não ter sido real para os outros mas, em seu coração, nunca houvera algo mais real.

Passara alguns minutos ali encostado naquela varanda, refletindo sobre tudo o que acontecera naquela viagem, todos os momentos passavam por sua mente lentamente. O garoto estava com muito sono, na verdade, já deveria estar dormindo àquela hora; e aquilo fora seu inimigo naquele momento, pois os míseros segundos que passara de olhos fechados pelo sono que o dominava, fora o suficiente para que o garoto se debruçasse na varanda, e com esta sendo baixa, acabara caindo daquele lugar alto, não havia onde se segurar e tudo já estava perdido, ele iria de encontro ao chão e aquele seria seu fim.














Porém, naquele momento, sentira algo puxar sua camisa, salvando sua vida, pela segunda vez, afinal, ao olhar para trás, percebeu que o que o segurava era Sicheng, com seu lindo sorriso já conhecido, ele o olhava de um modo tão encantador, sua pele reluzia a luz do luar, deixando Yuta hipnotizado.

E quando o garoto o subira para a varanda e sumira de sua vista, sem dizer ao menos uma palavra, que o Nakamoto recebera a resposta de sua última dúvida. Winwin aparecia somente para si pois era seu anjo da guarda, aquele que deveria o proteger e o amar, e o anjo fizera aquilo muito bem.

E naquela noite, Yuta fora dormir com um sorriso bobo no rosto e o coração batendo forte no peito, pois agora sabia que não importava onde estivesse, Winwin estaria sempre ao seu lado, o protegendo e o fazendo feliz, como ninguém no mundo faria igual.


Notas Finais


e este foi o fim da história aeeeew, estou realmente em dúvida se este foi um fim feliz ou triste, portanto, tirem suas próprias conclusões kkksk

~espero que tenham gostado da história, amo vocês <3


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