História On Fire - Capítulo 3


Escrita por: e vinicciuss

Visualizações 144
Palavras 1.423
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ooiiiiii, anjos! PERDOEM pela demora, mas eu estou tentando escrever esta fanfic com a maior calma do mundo e dar meu melhor... Eu espero realmente que vocês tenham gostado, e caso tenham, não se esqueçam de favoritar e comentar, isso nos motiva demais, e nos deixa muito felizes!! Boa leiturinha, um beijo. Se houver algum erro ortográfico, nos perdoe!!!!
Surpresas ahahahaha.

Capítulo 3 - Sir Bieber sounds better.


Fanfic / Fanfiction On Fire - Capítulo 3 - Sir Bieber sounds better.

 

Anteriormente em On Fire:

"— Não se mexam, ou eu atiro nele!"

{...}

— E-eu não estou entendendo o motivo de Justin estar rindo tanto. - sussurro para Rosa, que estava ao meu lado, congelada, assim como eu.

— Alex, meu caro! - ele sorri, indo cumprimentá-lo. Mas, quê raios está acontecendo aqui?

— Bieber! Quanto tempo. - o homem que sorri, olhando para nós duas com curiosidade. - Pelo visto você está bem na fita.

— Vocês podem me explicar o que está acontecendo? - agora eu entendi o porquê do mesmo rir tanto. Eles eram amigos, e aquilo não passou de uma zombaria.

— Nada que seja da sua conta... Aquilo foi uma brincadeira, está bem? - se aproxima de mim - Aposto que deve estar me odiando agora.

— Estou... Pois eu pensava que você fosse uma coisa totalmente diferente do que você realmente é. Eu admirava você. - minhas palavras saem firmes, mas ao mesmo tempo com um toque de insegurança. 

A chuva ainda caía, e eu só queria dar o fora daquele lugar, no qual estava absolutamente perdida. Eu devia ter ido para minha casa quando tive a chance. Suspirei fundo quando ele passou a mão em meus cabelos, e começou a rir. Minha expressão provavelmente não estava nada boa naquele exato momento. Rosa apenas tentava me puxar, porém eu estava em pleno transe.

 — Eu quero ir embora daqui. - desvio minha atenção para Alex, seu amigo; moreno, de olhos negros, que usava um jaleco branco.

 — Quer ir para que lugar? - questiona ele, que coloca suas mãos sob sua testa, para ter uma melhor visão da minha pessoa.

 — P-pelo menos perto do restaurante... Pois lá saberei ir embora com Rosa. - sussurro.

 — Eu levo vocês duas. E cara, eu quero que você faça parte da minha futura e recém-equipe. Amanhã nos falamos. - ele puxa meu braço, enquanto Rosa me acompanhava também.

Alex dissera algo, porém Justin o deixou falando com as paredes velhas daquela esquina. Andávamos rapidamente, e com o tempo que ficamos na chuva, eu havia me conformado que logo após isto, tinha uma enorme probabilidade da gripe me atacar. Assim que chegamos naquele restaurante, dei sinal brevemente ao táxi, entrando nele com Rosa.

 — Para Fontenay-le-Fleury, por favor. - a mesma diz, com sua voz por um fio.

 — Tchau, gracinha... - ele acena para mim, o que me faz, consequemente revirar meus olhos. Ele era uma mistura de cínico e gostoso. 

Olhei-me pelo retrovisor, e percebi que minha maquiagem estava inteiramente borrada, e meu cabelo estava horrível. Que droga! Fechei os olhos, e não pude conter o sorriso ao recordar-me do momento em que o mesmo aproximou-se de mim, porém, preferi ignorar aquele sentimento desalinhado.

 — Chegamos, senhoritas. - o motorista com aparência extenuada, vira seu corpo para nos olhar.

 — Espere um pouco... - digo por um fio, com as bochechas coradas, ao perceber que o dinheiro que antes se encontrava no meu bolso estava encharcado. Entreguei, saindo rapidamente do carro, esperando que Rosa também saísse. 

 — Que vergonha! - exclama ela, enquanto fecha com força e precisão a porta do carro - Vamos entrar. Aposto que seu pai está surtando neste momento!

{...}

No quarto:

— Por onde você esteve? - sua voz histérica me faz temer á ele

— Eu estava numa festa, papai! - encaro Rosa, que me olhava atenta, roendo as unhas - Ela é testemunha. - termino de secar meus cabelos.

— Numa festa? Saiu, sem ao menos avisar para onde foi, e chega ás meia noite, dizendo que estava apenas numa festa! - as palavras de sua boca saem absurdamente presunçosas.

— Eu quero dormir em paz, amanhã conversamos... - desdenho sua raiva, deitando-me, e me cobrindo. - Boa noite pai, e boa noite Rosa.

 — Amanhã terei uma séria prosa com você. - os dois saem dali.

Por incrível que pareça, a minha mente estava em outro lugar. Pensava ainda no acontecido de horas atrás, e sinceramente, eu ainda não sei decifrar que sentimento é este; por quem, pelo quê ou porquê. É algo embaralhado, que cresce a cada segundo... Quero desfrutar novas aventuras em minha vida maçante, e acho que agora é a hora certa. Bocejei, sentindo o sono chegar. Olhei rapidamente para o retrato de minha mãe antes de desligar o abajur, e assim pude adormecer.

 {...}

Exatamente ás 13:04 da tarde.

Papai realmente queria conversar comigo, sendo assim, aguardei-o no jardim, ainda tentando pensar no que poderia ser... Aquelas teorias inúteis e sem sentido, entende? Respirei fundo, coçando meus olhos, que estavam recém-despertados, ainda, enquanto ele vinha em minha direção.

 — Francine, eu não estou aguentando mais a sua petulância. - o mesmo chega com palavras indelicadas, e frias. 

  — Eu só não suporto mais ficar calada quando o senhor toma alguma atitude imodesta! - nego com a cabeça, demonstrando desaprovação - Cresci, papai... Não sou mais a sua filhinha sem personalidade e expectativas de vida. Agora sou uma mulher e sei me impor no momento certo.

  —  Já que é uma mulher, vamos ver se vai conseguir se sustentar sozinha, sem sequer um centavo meu! - ele aponta seu dedo, com a voz alterada, já se retirando dali.

  — P-pois eu irei... Irei te provar que não dependo de você para coisa alguma! - grito, com "sangue nos olhos". 

Andava de um lado para o outro, ainda tentando diregir o que acabara de haver. Eu sabia que não me encaixaria em mais nada, a não ser na gastronomia, e meu maior objetivo sempre foi me tornar uma cozinheira renomada... Por que não fui atrás? Talvez meu pai tenha razão; sou apenas uma garotinha mimada, que não sabe de absolutamente nada, e não move um dedo para correr atrás de seus sonhos, porém, agora eu tinha quase certeza do que fazer. Recordei-me repentinamente do que houvera ontem, onde Justin disse para Alex algo relacionado á uma recém-equipe... Ele quer se tornar um chefe? Por mais que, minhas expectativas foram para o além após conhecê-lo e perceber que o mesmo é um grande e completo babaca, eu ainda admiro seu trabalho esplêndido! Soltei um grito abafado, tapando minha boca ao perceber que o mordomo me olhava com desaprovação. Corri como um foguete para dentro de minha casa, com um enorme sorriso estampado no rosto, subindo as escadas, e indo para meu quarto. Olhei-me no espelho e me senti melhor ao perceber minha auto-confiança, que provavelmente não irá durar muito tempo. Troquei minhas roupas, ajeitei meu cabelo, e passei um gloss... Pronto! Eu estava maravilhosa; me olhei por uma última vez, e desci novamente as escadas, saindo daquela casa como se nada pudesse me parar. Eu sabia onde encontrá-lo... Dei sinal para um táxi, entrando nele com bastante impaciência.

— Me leve para o restaurante de Tony Evans, por favor. - pego meu dinheiro, antecipando logo o trabalho, dando para o homem.

Um nó na barriga havia se formado. Eu estava com um certo medo de ser desprezada, e tentava criar cenas fantasiosas na minha mente de como seria sua reação. 

 

Ponto de vista de Justin Bieber:

 — Quando eu comandar tudo isto aqui, críticas destrutivas desaparecerão. - olho para cada canto, anotando na caderneta receitas que eu mesmo criava. Um gênio, não?

 — O que você faz, na maior parte do tempo além de cozinhar, Bieber? Se olha no espelho e diz para si mesmo o quão é bonito? - Tony brinca.

 — Não... Fico pensando no quão você é um merda. - empurro o mesmo.

 —  Senhor Bieber. - a secretária de Little Tony aparece na sala - A filha de Frank Deschamps está te esperando na recepção, e disse que quer conversar com você. 

 — Eu não acredito que está pegando a filha do seu maior e pior inimigo... É um cretino, mesmo. - Tony diz, mas eu o ignoro, ainda sem expressão e sem saber muito no quê pensar.

 — Mande-a vir para cá, por favor. - travo o maxilar, me virando para aquele idiota - Eu não estou pegando ela...- sussurro.

 — Justin? - escuto uma voz doce logo atrás de mim, o que me faz virar-me de volta.

 — Senhor Bieber soa melhor. - dou um riso irônico para a mesma, que se aproxima de mim - Diga o que quer.

 —  Eu... Bom, eu não sei você sabe... M-mas, eu amo gastronomia com todo o meu coração, e... - interrompo-a.

 — Por favor, sem discurso, e vá direto ao ponto! - exclamo.

 — Eu quero trabalhar com você, e ser sua sub-chefe... Se pelo menos me deixar tentar... - sua voz sai baixa.

 — O que? - aquilo que eu estava escutando, só podia ser uma brincadeira de mau gosto.

 


Notas Finais


Até o próximo capítulo. E aí, o que acharam? AAAAAAAAAAAAAH!!! <3


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