História On fire (Delena) - Capítulo 35


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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Caroline Forbes, Damon Salvatore, Davina Claire, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Enzo, Giuseppe Salvatore, Hayley Marshall, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Lexi Branson, Matt Donovan, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore, Tyler Lockwood
Tags Amor, Damon, Delena, Elena, Romance, The Vampire Diares
Visualizações 386
Palavras 3.227
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Obrigada pelos 240 fav, vocês são d++++
Porém, me desculpem por esse capítulo, não me odeiem

Capítulo 35 - Chapter thirty-five


Fanfic / Fanfiction On fire (Delena) - Capítulo 35 - Chapter thirty-five

Pov Damon

Acordei sozinho na cama, Elena não costuma levantar em plena madrugada. Chamo por seu nome sem resposta. Ela deve ter levantado pra pegar água. Depois de alguns minutos ela ainda não voltou então decido ir atrás.

Ao chegar na sala meu sangue gela, sinto um nó na garganta. Ela está no sofá chorando e por algum motivo Stefan a abraça. Perco a cabeça com aquela cena.

Quando dou por mim já estou rolando com meu irmão pelo chão da sala. Só consigo parar quando Elena me empurra e sai usando apenas minha camiseta. Não a alcanço no elevador e corro pelas escadas. Encontro ela já garagem entrando no carro.

Tento ir atrás mas ela tem um pé realmente pesado. Volto para o ap e ignoro a presença de Stefan indo para o quarto. Não consegui dormir mais depois disso. Passei o resto da madrugada ligando para Elena, eu só precisava que ela me ouvisse por 2 minutos.

Desisto de tentar dormir, tomo um banho avaliando os estragos em meu rosto, por sorte só tenho um corte na boca e olheiras. Respiro fundo e desço.

Stefan está sentado na mesa da cozinha, com certeza com uma cara pior que a minha. Um olho roxo, a boca e bochecha cortada. Me aproximo meneando a cabeça, talvez me arrependendo do que aconteceu.

- Bom dia - digo pegando um xícara de café - me desculpe.

- Eu mereci, - diz fraco - desculpa por ter beijado sua namorada...

- Por que eu deveria?

- Porque sabe que eu não quis fazer aquilo - ele encosta na cadeira - deixei minhas emoções falarem mais alto e eu queria me vingar pela Kat, sei la - da de ombros.

- Você é tão idiota Stefan, parece que tem 15 anos, nunca quis tirar ela de você - balanço a cabeça - tanto tempo guardando rancor por nada.

- Desculpa - ele respira fundo - o que aconteceu ontem?

- Esperava que você me dissesse, afinal era você que estava abraçando minha namorada aos prantos.

- Eu não sei, eu cheguei e a encontrei chorando, eu só a abracei, foi quando você apareceu me batendo.

Franzo o cenho. Se ele não foi e não sabe qual o motivo do choro então o que aconteceu? Eu precisava falar com ela.


Pov Elena

Acordo em meu sofá rezando pra que tudo tenha sido um sonho, mas a julgar pelo fato de que ainda estou com a camiseta de Damon, tudo aconteceu mesmo. Nem ao menos lembro como cheguei até aqui.

O relógio marca 7:15, tenho uma reunião em alguns minutos. Tomo um banho rápido tentando limpar a mente. Meu celular indica 16 chamadas perdidas de Damon e 4 de Stefan. Jogo o aparelho na bolsa e saio de casa.

Mais uma vez dirigindo no automático, tentando não pensar no próximo passo que darei. Entro no escritório a tempo de pegar um café e ir para a sala de reuniões.

Por sorte Kol percebe que não estou em meu melhor estado e conduz a reunião tranquilamente me olhando de vez em quando como se quisesse ter certeza de que eu ainda estava ali.

- Elena, o que está acontecendo? – pergunta assim que a sala fica vazia.

- Estou grávida – me limito a dizer.

- Mas isso é ótimo – ele sorri e me abraça.

- Eu preciso terminar com Damon – respiro fundo tentando engolir o nó em minha garganta.

- Como assim? – senta ao meu lado.

Conto a ele sobre a ligação da Nick, a história sai pausadamente e de uma voz que nem parece ser minha. Engulo seco me impedindo de cair no choro novamente. Acho que nem tenho mais lágrimas para soltar.

- Conte isso a ele – diz sério.

- E o que? Pedir pra ele escolher entre mim e o filho dele?

- Elena você também está carregando um filho.

- Mas ele não sabe disso e não precisa saber – passo a mão pelo cabelo ainda molhado – você já viu ele falando do filho Kol, não posso pedir pra ele escolher, não posso.

- E o que você vai fazer então?

- Eu vou terminar.

- Lena...

- Não posso viver a sombra dela Kol, eu tenho que pensar por duas pessoas agora, esse filho é meu e só meu.

- Ele precisa saber.

- Você não tem direito de contar... o que diz respeito a essas criança, só eu tenho direito de decidir.

- Está indo pelo caminho errado.

- Estou indo pelo meu caminho – me levanto e saio deixando-o ali sozinho.

Entro na sala só querendo me afundar na cadeira, mas é claro que me precipitei. Damon está sentado na cadeira com o rosto entre as mãos impaciente. De seu lábio inferior sai um fio fino vermelho, imagino que tenha sido onde Stefan o acertou. A olheiras são quase gritantes. Aparentemente ele dormiu tanto quanto eu.

- Oi - digo fraco.

- Meu Deus, amor - ele vem rápido na minha direção - me desculpa pelo que aconteceu, eu não queria te assustar...

- Damon, calma, está tudo bem - digo tentando acalmar sua aflição.

- Ótimo - ele se inclina na minha direção para me dar um beijo mas viro o rosto instintivamente.

Cruzo os braços por cima da fina blusa azul que coloquei sem pensar direito.

- O que aconteceu?

A voz de Nick ecoa em minha cabeça. Preciso me afastar dele. Não posso privá-lo de uma vida com seu filho.

- Damon, precisamos conversar.

Eu já havia tomado minha decisão, no momento em que aquele teste anunciou o resultado positivo para minha gravidez eu já estava priorizando esse pequeno ser humano acima de qualquer coisa e entrar em uma guerra com a ex, também grávida, do meu namorado não era uma opção.

Estava colocando a minha felicidade em segundo plano, mas não podia pedir pra que ele escolhesse entre nós e seu primeiro filho. Antes de começar a falar sinto o nó em minha garganta. Não aguento mais chorar por isso.

- Não tem uma maneira fácil de falar isso - respiro fundo - eu vou fazer uma viagem importante - digo sem criatividade para inventar uma desculpa melhor.

- Como assim? - ele ergue a sobrancelha.

- Um cliente vai fazer negócios no Canadá e ele precisa de um advogado a sua disposição... é um grande cliente e não podemos perdê-lo.

- Por que tem que ser você? - posso sentir a amargura em sua voz.

- Porque essa empresa é a minha vida - uma lágrima escorre insistente, eu odeio ter que mentir pra ele.

- De quanto tempo estamos falando? - a voz dele vai ficando cada vez mais fraca.

- Um ano, talvez dois.

- Uau - se limita a dizer.

- Eu sei, é inesperado... mas é importante pra mim.

- E nós? - seus olhos estão marejados.

Eu me odeio .

- Vai ser complicado manter um nós com tantas milhas nos separando - respiro fundo - seria melhor se a gente desse um tempo.

- Eu vou com você - diz decidido.

- Não pode - digo um pouco ríspida - seu restaurante é o seu sonho, não posso pedir pra desistir disso por mim.

- Não é por você, é por nós, pelo nosso futuro.

- Damon... - me viro de costas pra ele incapaz de olhar em seus olhos.

- Elena, isso é pelo que aconteceu com Stefan? Tudo isso parece uma grande mentira, me diz o que está acontecendo - sinto seus dedos tocarem meus braços e um arrepio percorre todo meu corpo.

Preciso me esforçar para me afastar e isso dói como se estivesse esmagando meu coração. Quando o olho novamente vejo ele limpar o rosto com as costas da mão.

Eu me odeio tanto.

Só quero correr em sua direção e abraçá-lo, contar sobre o filho que vamos ter e beijá-lo freneticamente.

- Isso é culpa minha - diz quase inaudível - não queria ter explodido daquela maneira, não queria te assustar.

- Não é por isso Damon... é pelo trabalho, a distância, por mim, desculpa.

Ele da dois passos terminando a distância entre nós. Envolve seus braços largos em minha cintura e prende meu corpo ao seu. Fecho os olhos sentindo uma lágrima escorrer no momento que minha boca é tomada pela sua, com desejo, paixão e volúpia.

O gosto de café forte me invade, quero prendê-lo em meus braços pra sempre. Entrar em um avião e sumir com ele pra qualquer lugar do mundo, longe de tudo e todos, longe das ameaças da Nick. Só eu ele e nosso filho.

Filho... o motivo pelo qual preciso fazer isso, pelo filho dele e pelo meu. Seguro seu peito encerrando o beijo.

Eu me odeio de verdade.

- O que está sentindo em seu coração agora - permaneço com os olhos fechados ouvindo sua voz - me diz que isso não vai conseguir suportar a distância, diz que não podemos fazer dar certo.

Abro os olhos encarando o azul gritante dos seus e me sinto a pior pessoa do mundo.

- Diz Elena, que isso não é forte o suficiente.

Reúno todas as forças que existe em meu corpo e o empurro com calma pra longe.

- Não é - digo me virando.

Me odeio ainda a mais.

No segundo seguinte escuto a porta da sala bater e me vejo sozinha. Sem conseguir respirar saio da sala sem intenção de voltar. Passo apressada pela sala de Kol e o moreno me segue.

- Elena? - grita tentando chamar minha atenção, mas é em vão.

As portas do elevador se fecham me levando até a garagem. Então sinto uma dor aguda em meu ventre. Preciso me esforçar pra chegar até o carro. Mas ali permaneço, agonizando e chorando pois estou apavorada só de pensar no que essa dor significa.


Pov Kol

Minha mesa estava estupidamente cheia de papéis, coisas que precisava resolver antes de viajar na semana que vem. Estava concentrado mas ouvi os passos furiosos de Damon se encaminhando para o elevador. A conversa deve ter sido péssima.

Elena passa praticamente correndo um minuto depois, tento alcançá-la sem sucesso. Essa garota ainda vai me matar. Respiro fundo e vou atrás dela na esperança de ainda estar no estacionamento.

Então a vejo dentro do carro, parece estar em um momento de crise. Vou até o carro e me assusto quando abro a porta e a vejo chorar com a mão na barriga.

- Elena, o que foi? - pergunto tentando conter o tom de desespero.

- Meu filho Kol, alguma coisa não está certa - diz entre soluços.

Coloco ela no banco do passageiro e entro no carro acelerando para o hospital. Elena geme de dor e isso me deixa cada vez mais aflito. Paro o carro na emergência e entro com ela no colo pedindo por ajuda.

Logo dois enfermeiros vem ao meu encontro e a levam em uma maca para um lugar em que sou proibido de entrar, mas me certifico de dizer que ela está grávida.

Uma das enfermeiras me guia até o balcão de atendimento para dar os dados de Elena e depois para sala de espera onde só posso fazer isso, esperar. Odeio hospitais e me sinto cada vez mais aflito de ter que ficar ali naquele corredor esperando noticias, pareço estar revivendo o dia de seu acidente.

Na correria acabei esquecendo meu celular na empresa e imagino isso como um sinal de que ainda não devo fazer alardes sobre o que está ou não acontecendo. Depois do que acredito terem sido horas de espera a enfermeira vem ao meu encontro.

- Você que está com Elena Gilbert? - a moça diz com um sorriso amigável.

- isso, sou eu.

- Elena está acordando agora, gostaria de vê-la?

- Sim, por favor.

Ela me leva até um quarto onde a morena conversa com a que imagino ser a médica.

- Oi você - digo fraco me aproximando.

- Oi - ela sorri quando toco sua mão.

- Você é o pai? – a médica pergunta me fazendo corar.

- Ah não, eu sou o padrinho – sorrio de volta e vejo que Elena também gosta do título.

- Que bom, graças a você, seu afilhado está saudável – sorri.

- Ainda bem.

- Bom, vamos deixar a mamãe descansar e o que acha de me acompanhar até lá fora?

- Claro – sorrio para a médica que tem bordado no peito o nome Dra. Lokwood – já volto meu bem.

- Sr?

- Pode me chamar de Kol – digo quando saímos do quarto.

- Kol, não queria falar na frente a futura mamãe para não preocupá-la mas a questão é a seguinte... Elena teve uma pequena hemorragia causada pelo estresse, infelizmente devido a essa exposição, essa gravidez se tornou um risco.

- O que quer dizer?

- Elena precisa de descanso e do mínimo estresse possível, seria bom talvez uma folga do trabalho e menos agito na vida pessoal, principalmente na vida amorosa.

- Entendi.

- Kol, é bem sério, se ela não cuidar, principalmente no começo, pode acabar perdendo o bebê... ela está apenas de 4 semanas.

- Eu cuidarei pra que isso não aconteça doutora, obrigado – sorrio fraco me despedindo e volto para dentro do quarto.

Elena dorme pesadamente e prefiro deixá-la assim. Me lembro então do amontoado de papéis em minha mesa, mas a observando dormir tão serena prefiro ficar e esperar que ela seja liberada.


Pov Caroline

Klaus e eu estamos a horas no shopping, preciso transformar o quarto de visitas em um quarto de criança em alguns dias e isso é até divertido.

Compro roupas novas para Ryan e alguns brinquedos que eu imagino que ele possa gostar. Troco a cama de casal por uma de solteiro baixa com grades reguláveis.

Klaus diz que estou exagerando quando compro “tampas” para as tomadas da casa, mas cuidado nunca é demais.

- Comprei as melhores coisas – diz depois de passar horas em uma loja de artigos esportivos.

Ele me mostra uma bola de futebol americano, um taco, luvas e uma bola de beisebol e claro, uma mini camiseta dos Giants. Dou risada da cara de pai babão que ele faz totalmente empolgado.

- Você falou com o Kol hoje? – pergunto tentando ligar para meu cunhado.

- Não, por que?

- Estou tentando falar com a Elena desde cedo e nenhum dos dois atende o telefone – digo bufando.

- Você já encheu a caixa de mensagens dela, espere ela ligar de volta – diz rindo.

- Como você...

- Eu te conheço meu amor.

Dou um selinho nele e enlaço os dedos nos seus.


4 dias depois

Pov Elena

Depois de muito insistir Kol concordou que eu fosse pra minha casa ao invés de ir pra dele, mas ele convenceu Jenna a ficar praticamente 24h colada em mim, claro que tivemos que contar a ela sobre a gravidez.

Desde que sai do hospital tenho evitado meu celular, só falo com Caroline que está animada em conhecer o menino que eles vão adotar, claro que também estou ansiosa para conhecê-lo. Preciso contar a ela sobre o que está acontecendo, mas não posso falar pelo telefone.

Combino com Kol os detalhes da minha mentira e os fatos divulgados são que eu estava em um voo para Toronto ontem às 23h, sem previsão volta. E a única pessoa que sabe que estou exatamente na minha casa é meu melhor amigo.

- Você não pode contar pra Bonnie – digo séria.

- Vai ser uma droga não poder dizer a ela o quanto estou feliz por ter um afilhado a caminho.

- Desculpa Kol, sei que gosta dela e odeio ter que esconder isso, mas...

- Tudo bem, entendo – vejo que ele ficou um pouco chateado.

Puxo ele pra um abraço e ele sorri fraco correspondendo.

- Você precisa pegar um avião mocinho – digo me afastando.

Convenci ele a ir viajar com Bonnie e aproveitar uns dias de férias, já que agora eu estava no Canadá Stefan poderia continuar na empresa por quanto tempo quisesse, mas claro que eu voltaria a trabalhar em pouco tempo, em segredo.

Em troca das férias forçadas eu deveria contar a Caroline sobre o que estava acontecendo, concordamos que eu precisava dos dois ao meu lado.

- Eu ainda tenho tempo, quer que eu te leve até a casa de Caroline?

- Pode ser – sorrio e pego minha bolsa – Lucien já deve estar cansado de mim.

- Eu acho que ele gosta bastante de servir a Elena Gilbert – diz revirando os olhos.

- Cala boca – dou risada passando o braço pelo seu quando saímos do meu apartamento.


Pov Bonnie

Toco a campainha inúmeras vezes, então sem opção uso minha chave para entrar no apartamento de Damon.

Encontro Stefan na cozinha arrumando um bagunça que aparentemente não foi feita por ele.

- Oi.

- Ei Bonnie, como você está? – diz simpático.

- Bem e você?

- Também... sabe do Damon? Achei que ele estava no restaurante...

Ele balança a cabeça parecendo incomodado.

- Está no escritório.

Franzo o cenho e vou na direção. O silêncio é extremamente palpável quando entro. Damon encara a parede enquanto bebe um copo de whisky.

- É seguro entrar? – digo numa tentativa falha de ser engraçada.

Ele apenas me olha de canto e toma um gole do líquido sem me dar atenção.

- Damon estou te ligando a dias, a obra no restaurante está parada, você não esta criando e aparentemente não está vivendo, pode me dizer o que está acontecendo?

- Jura que não sabe? – diz ríspido.

- Não é seu primeiro término Damon, você vai superar, como sempre faz – vou ate a janela e abro as cortinas – eu preciso que você fique bem.

Ele me olha sério e depois larga o copo na mesa. Suas olheiras estão profundas, duvido que ele tenha dormido mais de 8h nos últimos 4 dias.

- Vou ficar bem, como sempre faço – posso sentir a ironia em seu tom de voz.

- Para Damon – sinto uma pontada no coração por ter que vê-lo desse jeito – ela foi pro Canadá pela empresa, pela carreira dela. Você está aqui pelo mesmo motivo, não se esqueça do seu objetivo em Londres.

Ele continua em silêncio então pressiona a têmpora e me encara.

- Por que ela terminou comigo? – diz de repente.

- Eu não sei meu bem – suspiro e vou até ele.

Ele me abraça forte, sei que está engolindo o nó em sua garganta.

- Acha que pode ficar sozinho? – digo quando ele finalmente me solta.

- É... eu vou dar um jeito.

Sorrio passando a mão por sua bochecha.

- Pode ir.

- Certo – ele limpa uma lágrima que escorre pelo meu rosto.

- Não se preocupe comigo – diz se despedindo.

Stefan está me esperando do lado de fora estalando os dedos impaciente.

- Como ele está?

- Péssimo – respiro fundo – tente mantê-lo longe do whisky.

- Vou tentar – ele sorri fraco e me acompanha até a porta - tenha uma boa viagem.

- Obrigada - sorrio pra ele e vou para o elevador ainda me perguntando se devo mesmo abandonar Damon logo agora.

Me sinto uma amiga horrível, mas isso é culpa da Elena, ainda não acredito que ela tenha terminado com ele por conta da distância, como se os dois não fossem ricos o suficiente para estarem juntos praticamente todo o tempo.

Reviro os olhos impaciente e com raiva. Odeio vê-lo nesse estado. Ela prometeu que não iria magoá-lo. Mesmo assim o fez.


Notas Finais


Todo comentário mesmo que de ódio é bem vindo kkkkk
Amo vcs, não me matem
Beijos ❤❤


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