História On fire (Delena) - Capítulo 36


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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Caroline Forbes, Damon Salvatore, Davina Claire, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Enzo, Giuseppe Salvatore, Hayley Marshall, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Lexi Branson, Matt Donovan, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore, Tyler Lockwood
Tags Amor, Damon, Delena, Elena, Romance, The Vampire Diares
Visualizações 355
Palavras 3.173
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Leiam as notas finaaaais

Capítulo 36 - Chapter thirty-six


Fanfic / Fanfiction On fire (Delena) - Capítulo 36 - Chapter thirty-six

- Finalmente você chegou – Caroline diz abrindo a porta impaciente.

- Oi pra você também – dou risada.

- Tenho muita coisa pra fazer, estava precisando de você.

A sala estava abarrotada de sacolas e o que parecia ser uma estante desmontada.

- O que é tudo isso? – pergunto entrando no apartamento.

- Estou redecorando um dos quartos de visita, transformando em um quarto de criança... parece que não, mas dá muito trabalho.

- Vou te ajudar – deixo a bolsa em cima do sofá e sento – mas primeiro preciso te contar uma coisa.

- Está tudo bem? – me olha erguendo a sobrancelha.

Faço sinal para que ela sente ao meu lado, respiro fundo e começo a contar tudo que está acontecendo. Ora ela abre a boca para brigar comigo, ora fica chocada demais.

Quando termino de contar sobre tudo ela levanta e caminha de um lado para o outro tentando assimilar toda loucura que eu estou vivendo.

- Só pra eu entender – para de repente – por que não contou ao Damon que está grávida? Sabe que as coisas poderiam ser diferentes, vocês poderiam dar um jeito.

- E ai o que? A Nick poderia sumir no mundo e eu me culparia pra sempre pelo Damon não conhecer o próprio filho.

- Mas ai ele teria o seu filho, o filho de vocês.

- Até que ponto isso bastaria Care?

- Meu Deus Elena, é egoísmo de sua parte não contar – ela bate o pé no chão.

- Seria egoísmo contar, faze-lo escolher, isso seria ruim.

- Ruim é toda essa mentira, Elena... Canadá? É a pior desculpa do mundo, tudo isso é ridículo.

- Care...

- Não Lena – ela senta ao meu lado – nada disso está certo, pelo amor de Deus escute o que está falando, nem parece você.

- Eu sabia que você seria menos flexível que o Kol – digo apertando a têmpora.

- Kol sabe de tudo isso e concorda? Inacreditável, vocês dois perderam a cabeça.

- Caroline – respiro fundo – Damon merece conhecer o filho que ele tanto ama e eu preciso cuidar dessa criança aqui – toco minha barriga.

- Em algum momento você vai contar a ele?

- Não sei – dou de ombros.

- Já que não posso te convencer me ajude com essas coisas tá, se não vou acabar ligando para o Damon e acabando com essa palhaçada.

- Tá legal, vamos montar essa estante – sorrio pra ela.

O quarto fica perfeito, a estante branca cheia de brinquedos se destaca na parede azul, na outra a pequena cama forrada com um edredom fino azul claro com alguns ursos de enfeite. Uma prateleira está recheada de carrinhos de brinquedo e também artigos esportivos, a cara do Klaus.

Klaus...

- Amiga, eu preciso te pedir mais uma coisa – digo colocando o último brinquedo na estante.

- O que? – ela me olha erguendo a sobrancelha.

- Sei que vai querer contar isso ao Klaus, mas só pode fazer isso se ele prometer não contar ao Damon.

- Elena – ela me olha mordendo o lábio – você sabe que eles são amigos, Klaus não vai concordar com isso.

- Então deixe que eu falo com ele, posso convence-lo a não estragar minha vida.

- Ah isso você já está fazendo sozinha – diz ríspida.

- Caroline!

- Tudo bem Elena, eu não digo mais nada – então olha impaciente para o relógio – preciso ir conhecer meu filho – seu sorriso se abre iluminado – você vem comigo?

- Eu adoraria, mas acho que esse momento precisa ser só seu e do Klaus.

- Obrigada – ela sorri e me abraça – eu te apoio querida, tudo que você decidir fazer, estou do seu lado.

- Obrigada meu bem – sorrio.

Ela me deixa em casa e me certifico algumas vezes de que ninguém está prestando atenção em mim, só ai entro no prédio.

- Já ia te ligar - Jenna diz quando abro a porta.

- Eu nem demorei tanto assim - dou risada.

- Elena você não me deixe preocupada, sabe que precisa repousar.

- Eu não aguento mais ficar em casa Jenna - respiro fundo - eu só queria poder ir até a casa do Damon, pedir desculpa, dizer que eu o amo e...

Quando percebo já estou soluçando. Eu não sei no que fui me meter, mas tenho certeza de que está tudo errado. Se eu o amo e ele me ama nós deveríamos ficar juntos.

Jenna me abraça enquanto molho o ombro de sua camiseta com lágrimas que caem sem cessar.

- Querida, se acalme - ela passa a mão pelo meu cabelo - se é o que quer fazer, faça.

- Eu não posso - limpo o rosto com as costas das mãos e saio sem dizer mais nada.

Tranco a porta do quarto atrás de mim e me afundo entre os travesseiros. Antes de dormir vejo uma mensagem de Kol avisando que já chegou em Veneza. Respondo com um breve "aproveite a viagem" e viro para o lado adormecendo.


Pov Kol

Enquanto esperávamos nosso carro no aeroporto aproveitei para avisar Elena, queria mesmo era perguntar se estava em casa repousando mas ela se irritaria por tratá-la como criança.

Bonnie está calada desde que saímos de Londres, algo a está incomodando.

- Vamos deixar as malas no hotel e então quero te levar pra dar uma volta - digo quando entramos no carro.

- Tudo bem - ela sorri fraco olhando pela janela.

- Quer me contar o que está te deixando tão aérea? - toco sua mão.

- Estou incomodada com o estado em que encontrei o Damon hoje.

- Ele não está aceitando bem o fato de terem terminado né?!

- Aceitando? Damon abandonou as obras do restaurante, parou de criar pratos e o encontrei com uma garrafa de whisky as 10h da manhã... ele está um lixo.

- Eu sinto muito por isso - a culpa me queima por dentro.

- Não é culpa sua - ela revira o olho - é da Elena.

A maneira com que o nome sai de sua boca é recheado de rancor, ou talvez raiva.

- Bonnie...

- Não a defenda Kol... sei que é sua melhor amiga, mas você não viu como ele está... tudo bem eu entendo que é a carreira dela e tudo mais, mas sinceramente, acho que ela não o amava tanto assim, ou teria ao menos tentando manter esse relacionamento.

Quero contar a ela a verdade, odeio ter que mentir. Damon também é meu amigo e não merecia passar por isso sem ao menos saber o motivo. É isso, vou contar a verdade.

- Bonnie... - ela me interrompe.

- Vamos mudar de assunto, não quero estragar a viagem.

- Eu prec... - mais uma vez interrompido.

- Esquece isso, não podemos deixar isso interferir em nosso relacionamento.

Então o clima parece se suavizar, desisto de tentar contar. Olho pra ela e seu sorriso volta ao rosto. Menos mal.

- Relacionamento é? - digo brincando.

- Você é um bobo - ela aperta meu braço se aproximando de mim e beijando meu maxilar.


Pov Caroline

Sou instruída a me apresentar e tentar uma conversa com ele, talvez brincar um pouco. Klaus aceita que eu vá na frente mas vejo que ele também quer entrar no quarto.

Os olhos azuis assustados do pequeno me deixam angustiada. Ele é tão lindo, tenho vontade de imediatamente abraçá-lo e não soltá-lo nunca mais, mas tenho medo que se assuste ainda mais.

Ele está sentado brincando com um carrinho, me aproximo e me sento ao seu lado. Seus cabelos brilham conforme a luz do sol encontra com eles.

- Oi Ryan - sorrio - eu sou a Caroline, tudo bem?

Ele da pouca importância para minha presença, mas também não rejeita.

- Posso brincar com você?

Me olha pensativo. Meu coração se aperta imaginando que ele vai chorar negando minha companhia, mas ao contrário disso ele me entrega um carrinho e solta um "vrumm" fazendo um caminho até minha perna.

Olho para a porta e Klaus me encara sorrindo, me incentivando. Então escuto ele conversando com a agente.

- Quando podemos levá-lo para casa? O quarto já está pronto.

- Em algumas semanas, talvez dias - meu coração transborda de felicidade ao ouvir a resposta.

Faço sinal ao loiro para que se aproxime.

- Ryan, esse é o Klaus - digo sorrindo - se importa se ele brincar com a gente também?

O menino muito tímido faz o mesmo, entrega a ele um carrinho e continua sem dar importância para nossa presença.

Klaus beija minha bochecha e senta do meu lado. Chega ser engraçado um homem tão grande com um terno tão bonito sentado no chão brincando de carrinho. Sorrio ao ver os dois juntos.


...

Pov Damon

O sol queima meus olhos através da janela, consegui dormir a noite inteira pela primeira vez em dias. Lavo o rosto e analiso minhas profundas olheiras no espelho.

A garrafa de whisky pela metade me encara em cima do criado mudo. Respiro fundo enquanto sirvo dois dedos em um copo. Brindo com o ar. É um belo café da amanhã.

Desço as escadas encontrando o apartamento vazio, menos mal, Stefan se tornou um chato, fica insistindo pra que eu esqueça, mas eu não quero esquecer.

Sento no balcão da cozinha e ligo pra ela, mais uma vez cai direto na caixa postal. Respiro fundo.

- Oi Elena, sou eu, de novo... sei que pediu pra que eu não ligasse, mas queria saber como você está... Eu nunca fui a Toronto, como é ai? Bom, espero que esteja gostando... Kol já deve ter falado, mas por aqui também está tudo bem, quer dizer, está normal - coloco a mão na cabeça me perguntando por que estou fazendo isso - me ligue, por favor...

A última palavra sai com um suspiro fraco, a verdade é que eu queria gritar, pedir pra que ela volte, ou que me aceite... não, eu queria impor que ela me visse. Era isso que eu deveria fazer, ir para o Canadá.

Levanto decidido, pego minha carteira e coloco o celular no bolso. Corro para a porta mas quando eu abro acabo dando de cara com Stefan saindo do elevador.

- Indo a algum lugar irmão?

- Pro restaurante - digo sem pensar.

- De pijamas? - ele ergue a sobrancelha.

Olho para baixo vendo que ainda uso a calça de moletom e a camiseta que dormi. Esqueci completamente de trocar de roupa. Abro a boca para responder, mas não sei o que dizer.

- Se eu não te conhecesse diria que está indo pro Canadá para encontrar Elena - diz irônico - mas é claro que não faria isso não é?!

- Stefan...

- Pra dentro Damon - diz sério - não posso deixar que faça isso com você mesmo.

Respiro fundo incapaz de brigar agora, então apenas entro no apartamento indo em direção ao sofá. Me jogo ali pensando em tomar mais um whisky, pelo menos pra aguentar essa conversa.

- Agora terei de ser sua babá 24h? - diz sentando de frente pra mim.

- Não pedi pra cuidar de mim - dou de ombros.

- Bonnie pediu e ela claramente se importa mais do que você - respira fundo - toma um banho, chamei um engenheiro pra ir no restaurante hoje, vamos terminar aquela obra.

- Vamos?

- Já ficamos muito tempo um contra o outro, olha no que deu - ele levanta - estou do seu lado irmão, quero te ajudar.


...

2 meses depois

Estou começando a sentir que voltei aos eixos, cancelei a reforma do restaurante e decidi abrir um novo, longe do escritório dela. Mesmo não a tendo lá era como se a visse passar por ali.

Stefan cumpriu com sua promessa me ajudando com os contratos do novo espaço e sempre cauteloso com certos assuntos perto de mim. O que é bom, o melhor para não lembrar é não falar.

Bonnie parou de sentir raiva, acho que Kol finalmente a convenceu de que ela não deveria tomar minha dores ou mesmo interferir no que estava acontecendo, então ela parou de brigar comigo e dizer que preciso superar a "ingrata", nas palavras dela.

Confesso que cheguei ao ponto de achar até engraçado quando ela reclamava por não poder falar mal da Elena para o namorado. Eu particularmente evito estar com os dois, o Kol é uma lembrança viva de alguns momentos com Elena e isso me mata.

Nas últimas semanas tenho até falado com meu pai, pelo menos umas duas vezes por semana ele liga pra perguntar como estou e saber do novo restaurante. Não é uma amizade, mas é algo próximo a isso.

Pelo menos uma vez por dia a Nick me ligava, dizia que era pra falar sobre nosso filho, mas sei que de algum modo ela soube que Elena e eu terminamos e ligava só para sondar o terreno com piadinhas de mal gosto.

Estou terminando de empilhar as últimas caixas no novo restaurante, isso vai dar um trabalhão pra arrumar. Estico as costas analisando o espaço e imaginando como ficarão as mesas organizadas.

É a primeira vez em semanas que tenho um sorriso de verdade nos lábios. A satisfação de ver meu restaurante remontado, ou quase, isso me deixava feliz. Estar seguindo meu sonho novamente.

Mas infelizmente naquele momento eu desejava que ela estivesse ali, vendo a evolução de algo que trabalhei muito para conseguir. Consigo imaginar seu sorriso me dizendo que está orgulhosa e então uma forte pontada chamada saudade invade meu peito.

Balanço a cabeça afastando os pensamentos e volto ao trabalho. Tyler, que foi o único dos meus ajudantes que não me abandonou, estava lá desempilhando as caixas e arrumando a cozinha. Um novo sonho estava nascendo.

Meu celular vibra sobre o balcão, o visor mostra o número de Marcela. No mesmo segundo meu mundo ficou em câmera lenta. Eu sabia do que se tratava essa ligação e não podia acreditar que estava certo.

Pego o aparelho com as mãos já trêmulas. Aperto o botão verde esperando pelo pior. Não digo nada, mas os soluços incessantes do outro lado da linha confirmam minhas suspeitas.

- Damon? – ela respira fundo.

- Sim – não contenho meus olhos marejados e sinto a lágrima molhar meu rosto.

- Seu pai, ele...


Pov Kol

- Damon, fica calmo, eu não consigo entender nada que você está falando – Bonnie anda de um lado para o outro impaciente no telefone.

Ela veio me encontrar no escritório para almoçarmos, mas antes de sair o telefone dela tocou e desde então ela parece aflita falando com Damon. Já sei que algo ruim aconteceu.

- Tudo bem, eu vou resolver isso e te encontro lá... eu sinto muito – uma lágrima escorre pelo seu rosto antes dela desligar o telefone.

- O que aconteceu? – pergunto me aproximando.

- O pai do Damon faleceu – diz e me abraça.

Sei que ela não concordava com muitas das atitudes que Giuseppe tinha com o filho, mas temos que admitir que nos últimos meses Damon havia estabelecido um tipo de relacionamento com o pai. Eram praticamente amigos.

- Ele está péssimo – diz respirando fundo – primeiro a Elena, agora isso... bem quando ele estava voltando a ser feliz.

- Sinto muito – não sei o que dizer.

- Ele está a caminho do aeroporto, vai pegar o primeiro avião – ela pega a bolsa – preciso resolver umas coisas no restaurante e ir para Nova York também, não posso deixar meu amigo sozinho.

Ela passa a mão pelo rosto, tentando clarear as ideia eu imagino.

- Se ao menos ela estivesse aqui – diz de repente.

- Elena? – pergunto engolindo seco.

Ela acena que sim, parece estar perdida em meio aos pensamentos.

- Vamos – pego sua mão puxando-a para fora.

- Onde vamos? Você ouviu o que eu disse sobre ter coisas pra fazer?

- Vamos passar em um lugar antes. Você precisa saber a verdade.

Caminho impaciente, cansado de viver engasgado em uma mentira, de não poder ter minha namorada e minha melhor amiga por perto, sempre precisando inventar desculpas para ver Elena. Estou cansado. Isso acabou.

Quando entramos no carro começo a contar a ela toda a história, desfazendo todas as mentiras. Mas também deixei claro que ela não podia contar ao Damon, que era direito da Elena decidir o que fazer da vida dela.

Meu medo era que ela pressionasse minha amiga e causasse algum alto nível de estresse, mas nesse caso eu estaria lá para ajudar. Eu apenas não podia mais mentir pra ela e nem Elena.


Pov Elena

Estou sentada no chão do quarto de Ryan. O menino brinca com uma boneco de dinossauro e rosna pra mim vez ou outra me fazendo rir.

A barriga de 3 meses já está aparecendo, pelo menos nas minhas roupas justas e claro, nas calças que já não me entravam nem no quadril.

Caroline está na cozinha fazendo o almoço enquanto brinco com meu pequeno afilhado que já mora com eles a um mês e meio. Ele é um garoto muito esperto, anda pra todo lado e arrisca falar algumas palavras. Como "dinda".

Eu me apego cada vez mais a essa criança, assim como meus amigos, pais adotivos. Quando o vi pela primeira vez nem acreditei que não era mesmo filho de Caroline, ele parecia tanto com ela, principalmente os olhos, porém não os lábios, esses com certeza eram de Klaus. A semelhança era imensa.

Claro que para Ryan não era tão fácil, ele ainda sentia falta dos pais e perguntava deles. Mas acho que com o tempo ele vai entender que seus novos pais o amam incondicionalmente como se sempre tivesse sido apenas deles.

Eu o olho imaginando se minha filha terá os olhos do pai. Eu descobri semana passada que seria uma menina, desde então tenho sonhado com seus olhos azuis e com a felicidade de Damon ao vê-los, era quase tortura reviver isso todas as noites.

Damon havia parado de deixar recados na minha caixa postal a algum tempo. Eu tinha notícias dele por Caroline e Kol, o que era bom e ruim. Fiquei feliz em saber que ele estava tentando seguir em frente, mas era horrível saber de suas conquistas sem poder parabenizá-lo.

A campainha toca e segundos depois Kol aparece na porta do quarto. Seu olhar parece aflito, mas ele parece sussurrar um “me desculpe” antes de falar algo de verdade.

- Você pode vir aqui um minuto?

- Claro – me levanto e me viro para Ryan – já volto querido, não deixe os dinossauros comerem as pessoas.

Sorrio e cumprimento meu amigo.

- Não sabia que viria aqui hoje.

- Tem alguém aqui que precisa falar com você – diz me guiando até a sala.

Bonnie está impaciente com os braços cruzados me encarando. Seus olhos estão vermelhos como se estivesse acabado de chorar, mas sua boca fechada em uma linha fina demonstra sua raiva.

Instintivamente levo a mão na barriga, como se fosse adiantar esconder alguma coisa. Se ela estava ali é porque Kol já havia contado tudo a ela. A pergunta é o que ela faria com a informação e porque estava aqui.

- Não acredito que você estava aqui todo esse tempo – diz quase rosnando.


Notas Finais


É com grande, enorme, gigante prazer que venho informar que a fic está longe de acabar kkkkk o fim estava muito bom, mas essa história ainda não chegou ao final, então é isso, teremos incontáveis capítulos pela frente ainda, espero poder continuar contando com vocês e que não me abandonem...
Fato é que a história vai dar um salto de alguns anos, mas não vai acabar e isso é bom né?
Deixem comentários amores, até qualquer hora ❤❤


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