História On fire (Delena) - Capítulo 38


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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Caroline Forbes, Damon Salvatore, Davina Claire, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Enzo, Giuseppe Salvatore, Hayley Marshall, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Lexi Branson, Matt Donovan, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore, Tyler Lockwood
Tags Amor, Damon, Delena, Elena, Romance, Sexo, The Vampire Diares
Visualizações 182
Palavras 3.094
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Prometido e cumprido

Capítulo 38 - Chapter thirty-eight


Fanfic / Fanfiction On fire (Delena) - Capítulo 38 - Chapter thirty-eight

5 anos e meio depois

- Mamãe, acorda – minha princesinha dos olhos azuis pula na cama me chacoalhando.

- Lilly está muito cedo – reclamo tentando virar para o lado.

- É meu aniversário mamãe – ela pula por cima de mim – meu padrinho deve estar chegando com meu presente.

Aperto o botão do celular e o relógio marca 5:40am.

- Querida, ninguém está acordado uma hora dessas – digo puxando a coberta até minha cabeça.

- Posso brincar lá fora?

Olho por cima do ombro e a vejo me encarando com seus belos olhos azuis capri. Seu sorriso preenche o rosto enquanto ela junta as mãozinhas pedindo por favor.

É claro que o sorriso também era dele, a única parcela minha que ela tinha eram os cabelos castanhos e lisos, de resto ela era uma perfeita cópia de Damon, principalmente os olhos.

- Ainda bem que você só faz aniversário uma vez por ano – digo levantando – vai trocar de roupa mocinha, vamos levar a Kiara pra caminhar um pouco.

Ela comemora e corre até seu quarto seguida pela golden retriever que ganhou no ano passado, de ninguém menos que Kol. Ele alegou que ela precisava de um cachorro, só porque ele não podia ter um quando era criança.

Abro a cortina do quarto vendo os poucos raios solares batendo na areia da praia. Respiro fundo agradecendo mentalmente pela vista maravilhosa. Quando olho pra trás Lilly e Kiara já estão sentadas na minha cama me encarando.

- Vocês duas são muito folgadas.

Ela ri fazendo carinho na cabeça da cadela.

Coloco uma blusa fina, um short e um chinelo e desço até a cozinha. Preparo um café e coloco em um copo térmico. Aproveito para fazer também um sanduíche pra criança impaciente ao meu lado. Ela praticamente engole e corre pra porta da sala me esperando.

Quando Lilly nasceu percebi que era hora de sair do conforto do meu apartamento e comprar uma casa e eu com certeza achei uma ótima, em frente a praia e com um quintal enorme.

Sento sobre a toalha observando ela correr com a cadela pela areia. As ondas do mar estão calmas, quebram antes mesmo de se formarem. Kiara corre feliz espirrando água para todo lado e Lilly a segue.

Esse pequeno ser humano é a razão de todos os meus sorrisos, dona da minha felicidade. Se algum dia imaginei minha vida sem filhos é porque eu não sabia como seria maravilhoso ter alguém como Lilly em minha vida.

O nome dela foi escolhido por mim e Bonnie, é engraçado termos nos tornado tão amigas depois de tudo que aconteceu, mas o sumiço do Damon acabou nos unindo. Na verdade Lillian Gilbert nos uniu.

- Querida – a chamo – mamãe vai entrar pra arrumar sua festa, não vá pra longe de casa.

- Sim senhora – ela sorri e senta na areia sendo lambida.

Dou risada e vou pra casa. Tiro a areia do corpo e começo a organizar a festa de 5 anos de Lilly. Preciso decorar o quintal com balões e depois buscar o bolo e os salgadinhos. Prometi a ela uma festa piquenique com as amiguinhas da escola e os tios que ela mais gosta, como ela diz.

- Já está acordada? - Jenna aparece na cozinha.

- Lilly não conseguia dormir, acordou ansiosa para a festa – digo rindo.

- Ela faz isso todos os anos, não sei como não se acostumou ainda – completa.

- Acho que na verdade ela nem dorme.

...

A mesa está toda enfeitada com ursinhos e balões de unicórnios. Quando volto pra dentro Jenna já está fazendo o almoço, nem tinha visto que era tão tarde.

- Bom dia – Kol entra pela porta dos fundos – onde está a aniversariante?

- Lá fora com a Kiara – digo cumprimentando-o.

- Uma companheira foi o melhor presente que dei pra ela né?!

- O presente que mais dá trabalho pelo menos.

- É porque você não viu o desse ano.

Como se estivesse esperando essa deixa, Lilly entra correndo em casa e pula nos braços de Kol.

- Feliz aniversário meu bem – ele aperta sua bochecha – preparada pro seu presente?

Ela acena que sim e ele a leva para fora da casa.

- Se você der outra animal pra ela eu vou te esganar – digo seguindo-o.

Ele ri alto e abre o porta malas do SUV e tira uma bicicleta nova lá de dentro.

- AAA É LINDA – ela grita.

- Lilly? - advirto.

- Obrigada dindo – ela abraça ele de novo e então monta em seu novo brinquedo indo para os fundos da casa.

- Os joelhos raladas serão por sua conta – digo respirando fundo.

Kol trata ela como filha. Quando ela nasceu ele trocou até de carro pois não tinha como colocar uma cadeira de bebê em uma maserati. Lembro como se fosse ontem ele conversando com o vendedor da concessionária sobre as vantagens de seu novo carro para uma criança.

Bonnie também aprovou a troca, dizia que já era uma preparação para quando eles tivessem filhos. A propósito, eles estão noivos a dois meses e eu nunca vi meu amigo tão feliz. Ele empurra Lilly na bicicleta enquanto Kiara deita a sombra de uma árvore olhando os dois.

Deveria ser o Damon a fazer essas coisas com ela, andando de bicicleta, brincando com o cachorro, coisas de pai e filha.

Eu liguei pra ele todos os dias até o dia que Lilly nasceu, então eu perdi minhas forças para continuar indo atrás. Até Stefan que disse que ficaria em NY por conta da empresa do pai acabou sumindo depois de um tempo.

Nunca contei a ele sobre minha filha, eu sabia que uma hora ou outra ele encontraria o irmão e poderia contar a ele e eu não queria isso, afinal se nenhuma das minhas ligações chamaram atenção de Damon ele talvez não se importasse, então ele não merecia saber dela.

Na última ligação que fiz a ele a mensagem era simples e clara, lembro como se fosse ontem, eu disse:

- É a ultima vez que tento falar com você, eu precisava que essa conversa fosse pessoalmente, mas desde que você sumiu eu não tive a chance, então se algum dia quiser saber o que de tão importante eu tinha pra lhe falar, por favor me ligue.

Então eu me cansei, parei de deixar recados e de procurar por ele. Eu tinha que me preocupar com Lillian e apenas com ela, era minha prioridade número um.

Algumas vezes cheguei a pensar que Bonnie sabia onde ele estava, ela sempre parecia não ligar para o fato dele ter sumido. Dizia que ela havia passado por isso com ele antes. Eles tinha se conhecido dessa forma, que foi assim que ele refez a vida e que era questão de tempo até ele aparecer.

Mas nisso já haviam se passado 5 anos e mesmo que ele tenha refeito sua vida, seguido em frente, eu não segui, ainda sentia falta dele. Claro que não parei de viver, até porque Lilly não permitia isso, eu tinha uma filha extremamente inteligente, e mesmo com Kol dizendo que ela precisava de um pai ela não pensava da mesma maneira. Dizia que era ótimo ter a mãe só pra ela.

- Olá – Caroline grita quando abro a porta.

- Oi – cumprimento ela, Klaus e depois ajoelho abraçando meu afilhado.

- Cadê a Lilly? – Ryan diz entrando na casa.

- Está lá no fundo querido – abro espaço e ele corre até ela – quando foi que ele cresceu tanto?

- Eu me pergunto isso todos os dias – Klaus responde – mal consigo levá-lo para o quarto quando dorme na sala.

Nós damos risada.

Bonnie chega logo depois e dá uma boneca de presente pra ela.

Sirvo comida para as crianças que correm animadas pelo jardim. Lilly está com um sorriso estonteante, ora ou outra ela vem até mim e me abraça, depois volta a brincar.

- Então, vocês vão pra Nápoles amanhã? - Klaus pergunta tomando um gole do suco.

- Vamos, é nossa primeira viagem juntas, estou animada.

- Ela vai amar – Caroline completa.

- Minhas melhores lembranças são formadas de viagens, quero que a Lilly comece a ter essas experiências o quanto antes, é o presente de aniversário dela.

- E a Kiara? – Care ergue a sobrancelha.

- Jenna vai estar por aqui – dou um gole no suco – ou você quer levá-la pra brincar com o Ryan?

- Você que sabe – ela ri – minha casa está a sua disposição.

Caroline também havia se mudado para uma casa a algumas quadras da minha, perto o suficiente para Ryan aparecer aqui quase todas as tardes com sua bicicleta.

- Por que Nápoles? – Bonnie pergunta.

- Foi o primeiro lugar que os pais da Elena levaram ela – Kol responde por mim.

Fico feliz de ver que ele lembra, eu quase nunca falo sobre meus pais, mas maioria das vezes foi com ele.

- Legal.

Converso mais um pouco com eles e depois vou dar atenção para Lilly e as amigas.


...

Já é noite quando todos vão embora. Depois de arrumar a casa vou até o quarto de Lilly e encontro a pequena adormecida abraçada a Kiara. As duas estão por cima da colcha. Pego umas coberta no guarda roupa e as cubro. Dou um beijo em sua testa acariciando seu cabelo.

- Mamãe? – escuto ela me chamar antes que eu saia do quarto.

- Oi amor.

- Obrigada pela festa – ela sorri e abraça de novo a bola de pelos ao seu lado.

Esse pequeno sorriso de canto é o que me motiva. Me faz acreditar na felicidade, a felicidade dela se tornou a minha.


Pov Damon

- Especial do cheff na mesa três – o garçom anuncia colando o pedido no quadro.

O restaurante hoje está uma loucura, Stefan aparece de cinco em cinco minutos para dizer que nunca trabalhou tanto.

Ele foi a primeira pessoa que deixei saber onde eu estava quando cansei de andar sem rumo. Stefan pode ter inúmeros defeitos, mas eu também tinha os meus e agora éramos só nós dois. Precisávamos nos apoiar.

Marcela ficou com metade dos bens do meu pai, incluindo a casa principal em NY, a casa em Londres e a empresa. Mas ela passou a empresa para o nome de Stefan e me surpreendeu ao passar a casa de Londres para mim.

Acho que ela queria mesmo era que continuássemos sendo uma família, mas era horrível ficar naquela casa onde eu já nem tinha mais lembranças boas, foram todas substituídas por acontecimentos ruins. Um em especial.

Ainda tenho pesadelos com aquele dia, eu entrando no banheiro e descobrindo que meus planos tinham sido em vão, que nada que eu achei que estava certo na minha vida era de verdade. Entrei no carro sem vontade alguma de procurar um rumo.

Primeiro pensei em ir atrás de Elena, mas viajar para o Canadá e ser rejeitado não era uma opção boa no momento. Eu só queria sumir como fiz quando perdi minha mãe. Deixar tudo pra trás. E foi o que eu fiz.

Voltei para Paris, no restaurante que havia trabalhado por tanto tempo, sabia que não me procurariam ali. Mas Stefan aprendeu a usar os contatos do meu pai e me encontrou em pouco tempo. Fiz ele prometer que não contaria a ninguém onde eu estava.

No começo ele insistiu que eu ligasse para Elena, mas eu de verdade não queria vê-la, digamos que um término foi suficiente pra mim. Ela queria me ver pra que? Dizer que sentia muito pelo meu pai e então adeus de novo? Não queria isso.

Então ele ficou e me apoiou quando a dois anos nos mudamos para Nápoles e decidi abrir um novo restaurante chamado La villa. Era simples no melhor estilo italiano e eu precisava disso. Um novo recomeço.

Não sei porque Nápoles, o nome surgiu em minha cabeça, eu precisava de um lugar para recomeçar e acho que acabei lendo em uma revista que era um ótimo ponto turístico da Itália, então era um bom lugar para um negócio.

Era um restaurante modesto, voltado para turistas viajando em família. Era todo decorado em madeira no estilo rústico sofisticado, ótimo para quem queria uma boa comida em um ambiente agradável.

Depois acabei entrando em contato com Bonnie, sabia que era questão de tempo para ela treinar suas habilidades de detetive atrás de mim, então liguei pra ela e disse que estava bem, apenas isso. Sem endereços ou detalhes, nada, apenas uma informação, que eu estava bem.

No fim da noite termino de limpar a cozinha enquanto dois garçons arrumam as mesas. Stefan fecha o caixa e depois me encontra nos fundos do restaurante com um copo de whisky.

- Você está contribuindo para que eu me torne um alcoólatra – digo pegando o copo.

- Estou contribuindo para sua saúde mental – ele ri – hoje foi um bom dia.

- Foi.

- A Claire está me esperando no bar, você vem?

- Na verdade estou exausto, acho melhor ir pra casa – dou de ombros.

- Você deveria ir, ela disse que está com uma amiga.

Olho pra ele erguendo a sobrancelha.

- Certo.

- Quando envolve mulheres você concorda né – ele ri e bate no meu ombro – achei que você estava sério com aquela ruivinha da semana passada.

- Não estou emocionalmente disponível – viro o resto de whisky do copo – e não estou mais afim de festa, vou pra casa.

- Damon...

Deixo ele falando sozinho e vou para meu apartamento, que fica a dois quarteirões dali.

Depois de um banho coloco uma calça confortável de moletom e deito no sofá procurando algo interessante na Netflix. Minutos depois alguém bate na porta.

- Já disse que não vou sair Stefan – digo antes mesmo de abrir a porta.

- Ainda bem – a ruiva sorri escorada na parede em frente à porta.

- O que faz aqui Emma?

- Vim te ver – diz caminhando na minha direção – te animar...

- Acho que não serei boa companhia hoje.

- Que bom que eu sou então – ela coloca as mãos sobre meu peito nu.

- Emma... – digo segurando-a.

- Não fuja de mim Damon.

- Eu estou te salvando.

- Eu não quero ser salva – sua boca encontra a minha com avidez.

Suas mãos se prendem ao meu cabelo enquanto ela me empurra pra dentro do apartamento. Não tento impedir, envolvo sua cintura a pegando no colo. Encosto a porta com o pé a levo até o sofá.

Seu corpo é leve, fácil de ser “manobrado”. Eu até gosto de estar com ela, o sexo é bom, quase ótimo, mas falta algo crucial, algo que não tive com mais ninguém depois de Elena. Amor.

Depois de irmos parar no tapete da sala e de gozar algumas vezes ela se ajeita encostando sua cabeça em meu peito. O desconforto vem imediatamente.

Tento não ser rude, mas só o fato de tirar seu corpo de cima do meu já a ofende.

- Por que você faz isso?

- Não vamos começar Emma – digo levantando.

- Faz dois meses que estamos nessa Damon, o que você quer?

- Eu deixei claro que não queria nada sério – aperto minha têmpora – não é você.

- Que papo clichê – ela levanta e coloca o vestido – é assim que você quer terminar comigo?

- Pra terminar tínhamos que ter começado – respiro fundo – eu disse que não estou disponível para relacionamentos, fui muito claro.

- Mas as coisas podem mudar – ela diz mansa vindo em minha direção.

- Não tente me consertar, eu não quero isso.

Caminho até a porta e abro fazendo sinal para que ela saia.

- Ainda acho que é só uma questão de tempo – ela passa a mão pelo meu rosto e me dá um selinho – a gente se vê gatinho.


...

Pov Elena

- Vamos Lilly – grito pela segunda vez.

A pequena aparece correndo da porta da cozinha segurando uma mochila pequena.

- Estava esquecendo minha boneca preferida – ela sorri satisfeita entrando no carro.

Sorrio ajudando-a a se arrumar no banco de trás.

Enquanto dirijo até o aeroporto ela canta animada uma música do marron five tocando no som do carro em um volume alto.

É a primeira vez que ela viaja de avião, Lilly senta do lado da janela suspirando a cada nuvem que passa. A observo desfrutando da maravilha que é vê-la se divertindo.

Chegamos no hotel e ela não para de pular animada por estar em um lugar diferente.


...

Passamos o resto do dia conhecendo pontos turísticos, ora ou outra ela reclama por estar cansada, mas ao ver a próxima parada já se anima.

Principalmente quando finalmente paramos na praia, ela me olha e logo entendo que ela quer entrar no mar. Mas acabo não deixando, as ondas estão muito altas e pode ser perigoso.

- Mas e se você entrar comigo mamãe? – dou risada me perguntando porque é tão difícil dizer não a esses lindos olhos azuis.

- Amanhã eu prometo que entramos, ok? – ela acena que sim um pouco triste – vamos andar de barco amanhã e prometo que entramos no mar em alguma das paradas.

Ela sorri satisfeita e me dá um beijo no rosto.

- Se a Kiara estivesse aqui estaria molhando todo mundo.

- Com certeza.

Então voltamos caminhar indo até nosso hotel.

- Meu padrinho devia estar aqui – diz de repente – ele me carregaria sem problemas.

Dou risada da ótima observação. É verdade que toda vez que ela diz que está cansada ele não hesita em coloca-la sobre os ombros.

- Acho que ele te acostumou muito mal mocinha – dou risada.

- Mamãe – ela aperta minha mão – podemos tomar sorvete?

- Só se você me prometer que isso não vai estragar seu jantar.

- Não vai – responde rápido.

Nó paramos em uma sorveteria e aproveito para descansar também, acho que não tenho mais idade para brincar de turista. Olho no relógio e são quase 19h.

- Na verdade estou morrendo de fome – digo a ela.

- Eu também – diz com a boca lambuzada de sorvete de morango.

Dou risada e chamo a atendente. Ela fecha a conta e vou ao balcão,

- Por favor, poderia me informar um restaurante aqui por perto?

- Tem um, virando a esquina, se chama La villa, todos que vão aprovam o menu, dizem que o cheff é ótimo.

- Obrigada – sorrio – tenham uma boa noite.

- A vocês também – retribui o sorriso enquanto saímos.

Lilly volta a pegar na minha mão enquanto caminhamos pela rua. Encontro o restaurante com muita facilidade. Minha barriga ronca impaciente.

- O que acha? – digo para minha filha.

Ela sorri aprovando e entramos no local.


Notas Finais


Então?
Comentem e até qualquer hora ❤


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