História On Se Verra... - Capítulo 4


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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olaaaaaaaa! Tudo bem com vcs? Obrigada pelos lindos comentários. São D+ mesmo!!!!
Jaja vou responder a todos. Acabei de chegar do estágio kkkkkkk
Vamos para o de hoje? Boa leitura
DICA: ouvir S.O.S da cantora Indila ❤

Capítulo 4 - Como ela está?


 

- Como ela está, madame Pomfrey? – perguntou Dumbledore – Pomfrey? – ele não estava tendo resposta da mulher que mais parecida estar petrificada – MADAME POMFREY!

- Hãn? Ah sim, me desculpe – ela tentava se recompor, mas não deixava de ver a menina que estava deitada no leito da enfermaria – é só que...

- Eu sei – disse Alvo – todos nós pensamos que ela estava... – ele não conseguia terminara a frase.

- Morta – disse o diretor da sonserina – mas ela não está – ele estava sentado em uma cadeia ao lado dela, mexendo em uma das mexas do cabelo dela – não está.

- Como está à saúde da senhorita Beaumont? – foi à vez de Minerva.

- Incrivelmente ela está muito bem – Pomfrey olhava o prontuário da menina – tudo o que precisa de fato é passar a noite aqui, mas não deve acordar até amanhã.

- Onde eu estou? – todos pararam o que estavam falando quando ouviram a voz fraca da moça – diretor? É o senhor – a visão dela ainda estava um pouco turva – acho que devo ter batido a cabeça. – assim que melhor observou, levou um susto – Ai meu Merlin!!! Como foi que envelheceu tanto assim, Dumbledore? Se é que isso é possível.

- Bruta como sempre foi – disse Severus, o que a fez se virar para ele.

- Se-Severus? É você mesmo? – ela tocou o rosto dele – como é que ficou desse jeito? – voltou a virar para Dumbledore e Minerva – O que é que está acontecendo aqui? Alguém me explica!!!

- Bem vinda de volta, senhorita – disse Alvo – há anos que te esperávamos.

- Esperávamos? – disse Snape – menos, velho decrépito!

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- Então... se passaram todos esses anos? – ela estava sentada na cama enquanto Dumbledore a explicava tudo – eu não compreendo. Parecia apenas que eu estava dormindo por esse tempo. E agora... cai em um verdadeiro pesadelo... onde está minha família? Meu pai, minha mãe...

Severus, Minerva e Dumbledore se entreolharam. Quem ali iria falar o trágico fim da linhagem dos Beaumont para ela depois de seu desaparecimento.

- Minha criança, você precisa descansar por agora – disse Alvo – pode até parecer que está bem, mas não vamos abusar da sorte. Amanhã poderemos te colocar a par de tudo o que ocorreu nesses anos, mas precisa dar um tempo ao seu corpo.

- Sempre detestei ficar na enfermaria. Esse lugar é ridículo – disse ela olhando para os cantos. – meio mórbido eu diria.

- Não é para ser uma festa, sua abusada – disse Severus – mas pode ficar em meus aposentos essa noite se assim desejar. Ao menos não vamos ter o perigo de ter você zanzando pelo castelo como fazia antes.

- Como se eu fizesse essas tramoias sozinha – disse ela encarando ele.

- Eu não acredito que você também, Severus! – disse Dumbledore – esperava mais de você, meu filho!

- Menos, Dumbleore! Bem menos – disse o moreno – abaixa essa tua bola. E você ... – disse ele para Beaumont – vamos logo que amanhã tenho que dar aula.

- Você é professor? – disse ela se levantando achando graça quando ele arqueou a sobrancelha com a pergunta e o espanto da parte dela – coitado dos alunos quando tu está de mau humor hein?

- Sofrem todos os dias – disse Alvo.

- Acho que vou te deixar aqui mesmo – Severus ameaçou – ou posso fazer da mesma forma que fazia anos atrás – chegou perto dela e a pegou nos braços, lançando o corpo dela em seus ombros.

- Ótimo, virei uma caça abatida – disse ela se debatendo nos braços dele.

- Se você cair, te deixo por ai mesmo – ele andava rápido pelos corredores farfalhando sua capa – é muito ingrata mesmo. Sabia que você pesa?

- Seu chorão! – disse ela já quieta por ter desisto de se debater – um homem desse tamanho não conseguindo segurar um peso pena como minha pessoa. Me poupe! Ainda a mesma filial de novela mexicana de sempre.

- Chegamos – disse ele a colocando de qualquer forma no chão.

- Aí! – ela reclamou do pouso forçado – quer saber, estaria melhor na enfermaria. Pelo menos teria a oportunidade de sair viva de lá.

- A porta é a serventia da casa! – disse entrando nos aposentos.

- Grosso!

Ela passou a porta assim que ele dera passagem e pode observar o lugar. Era arejado, bem iluminado e aquecido por causa da lareira que tinha. Um bar próximo a uma das paredes. Livros e mais livros espalhados nas várias prateleiras e estantes, a maioria de artes das trevas ou poções. Um quarto no final do corredor e uma segunda porta que ela não sabia o que era.

Algumas poucas fotos. Uma da mãe dele, uma dele com Lilian na época que ainda eram amigos. Uma com Dumbledore que parecia que fora tirada a força a julgar pela cara de desdém do homem de preto e uma deles dois deitados na grama. Ela pegou essa e sorriu com a lembrança que veio a mente.

- Gostou? – perguntou ele.

- Parece que foi ontem – uma lágrima escorreu pela face dela e ele a aparou – está tudo tão confuso, meu amigo – ela o olhava – anos se passaram do nada e nem senti. Tudo está igual e diferente ao mesmo tempo. Estou em Hogwarts e ao mesmo tempo não sinto que é meu lar – ela o olhou de corpo todo – e meu melhor amigo já é um homem feito.

- Tudo vai melhorar – disse ele – nunca te esqueci. Me doía pensar que tinha te perdido também.

- Também? Como assim? – ela o viu desviar o olhara para o retrato de Lilian – Evans? Morta? Como? E meus pais?

Snape percebeu que não tinha mais para onde correr com esse assunto. Sentou em sua poltrona e ela fez o mesmo no sofá que tinha perto. Ele contou sobre a guerra, como se deixou levara para o lado das trevas e se arrependeu. Da morte dos Potteres e como prometeu cuidar do menino. De sua dor todos os anos pela perda de Lilian e a suposta morte dela. Sentia-se só e com medo. Da morte dos Beaumonts depois do sumiço de Cosette.

Os Beaumonts eram feiticeiros descendentes de anjos. Bruxos poderosos e que existiam para ajudar a manter o equilíbrio, e após a suposta morte da filha, se sentiram destroçados. Acharam que Voldermort poderia estar por trás disso. Não ouviam mais a voz da razão, e na primeira grande guerra foram mortos, dando um fim a grande linhagem dos Beaumonts, ou achava que era isso, com a chegada de Cosette tudo mudara.

- Mortos? – ela chorava muito – estou órfã! Estou sozinha nesse mundo! – estava completamente encolhida no sofá.

- Você não está só – disse ele se sentando ao lado dela – ou já se esqueceu que somos amigos – disse isso em referencia ao que ela falou anos atrás na torre de astronomia – não posso te dar seu passado de volta, nem seus pais ou nada desse tipo. Eu mesmo queria mudar tanta coisa na minha vida – tocou no braço que tinha a marca – mas o passado é passado. Não vou te abandonar.

- Sempre estará ao meu lado? – ela levantou a cabeça.

- Always!

- Always!

Se abraçaram, matando a saudades um do outro. Ficaram assim por longos minutos até que ele disse para ela ir dormir no quarto dele, que ele ficaria na sala esta noite. Ela disse que não queria. Nada a faria dormir.

- O que quer fazer então? Não vou zanzar pelo colégio – disse ele – não sem ter algum aluno para mandar ao castigo.

- Vamos encher a cara na cerveja amanteigada!

- Louca! – disse, mas com um sorriso nos lábios. O passado tinha voltado.

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- Aqui até que não mudou tanto – disse ela – o que vai querer?

- Whisky de fogo – disse ele recebendo um olhar diferente dela – o que foi? Sou um homem feito.

- E de muito mau gosto pelo visto... – a porta do lugar fora aberta, aparecendo o trio de ouro e mais dois homens – Eu não acredito!

- Cosette? – disse Lupin chamando a atenção de Sirius.

- Sabia que não devia ter saído dos meus aposentos – disse Severus revirando os olhos.

 


Notas Finais


Agora as coisas vão ficar mega agitadas hahahahah quem aqui tá gostando????
NAO ESQUECE DE DEIXAR A OPINIÃO, SEUS LINDOS!
Até domingo, galerinha! ❤🌺


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