História On the Beach - Capítulo 13


Escrita por: e Dancehitsz

Postado
Categorias Naruto
Personagens Ino Yamanaka, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Naruhina, Naruto, Sasusaku, Surf
Visualizações 328
Palavras 2.392
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Comédia, Esporte, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Então meninas, eu tinha postado o cap errado...
Aí fiquei sem net e acabei esquecendo... Graças a uma leitora linda que me lembrou por mensagem, Eu já estava escrevedo o proximo sem postar esse...

Capítulo 13 - Ino


 —Sasuke, não é melhor irmos a outro lugar? Com toda essa confusão, vai parecer que...

—Meu medo não é a confusão, amor. É Gaara.

—Eu sei, mas ele disse que está tudo sob controle, então de a ele um voto de confiança.

Itachi nos olhava tentando entender se era real aquela conversa que estávamos tendo dentro do carro, ele não parecia acreditar que eu tinha dividido com ela algo dessa importância e quando percebeu que sim, sorriu para mim.

Nós saímos do carro quando mamãe bateu no vidro, assenti para ela. Era bem chata a situação que parecíamos entrar. Se Ino estivesse ali poderia entender isso de forma errada, poderia nos ver como vilões que não somos e descontar em Gaara. Sakura me segurou antes de entrar.

—Nós temos que parar de viver pensando em o que Ino vai pensar e fazer, amor. —Ela me disse. —Eu até preferia não vir aqui, mas por que você parecia desconfortável. Só que isso tem que acabar Sasuke, você não pode ficar assim para sempre, ela não é a primeira mulher de coração partido que existiu. —A forma como Sakura falou deu a entender que ela também poderia ter passado por algo parecido e eu odiei o idiota. —Eu amo você, não quero que sofra, principalmente por uma garota que acha que te ama, mas não se importa se te faz mal.

—Eu também te amo, você tem razão outra vez. Estou desconfortável e preocupado com o que vai acontecer.

—Isso está fora do seu controle, o que tiver que acontecer vai acontecer, só nos resta torcer pelo mínimo de pessoas afetadas no fim de tudo.

Assenti e entrei com ela dentro do restaurante, o que tiver que acontecer vai acontecer.  Gaara estava sentando ao lado de Temari quando entramos, sua mãe parecia radiante, se era pela presença dele ou de minha mãe eu não saberia dizer.

 

Minha tia sofria em silencio todo esse tempo, creio que o mesmo que minha mãe, por ficar longe de um filho. O diferencial é que minha mãe tinha a certeza que eu estava bem e fora escolha minha vir morar aqui, já Tia Karura tinha que confiar que seu filho melhoraria um dia e estando longe dela,

Nós tínhamos uma avó doce e bondosa, mas isso não aliviava o fato de que meu primo fizera algo grave a ponto de seus pais o mandarem ficar por lá um tempo, um bom tempo, alias. Uma garçonete veio anotar os pedidos e eu quase comemorei por não ser Ino.

A conversa começou a ficar animada na mesa, eu me permiti relaxar, eu estava levando os problemas de todo mundo nas costas e esquecendo de como o fardo as vezes pesa, Sakura tinha razão nisso também, eu precisava pensar mais em mim.

Minha mãe agiu como toda tia chata em festa de natal e começou a importunar meus primos com os namoros e eu sabia que logo sobraria para mim, todos começariam com o papo de que achavam que eu iria ficar solteiro para sempre.

—Até Sasuke, que eu achei que viraria beato, arrumou alguém. —Revirei os olhos, eu estava certo. Sakura riu e eu apertei suas coxas, ela era incrível, fingia de tímida na frente da minha família. Quando na verdade ela era uma tremenda intrometida

—Que bom que eu te salvei dessa vida, certo amor? —Sakura disse baixinho e eu sorri para ela. Tive vontade de beija-la e acho que ela percebeu, pois se afastou e voltou a prestar atenção na conversa. 

—Vocês dois são tão melosos. —Itachi disse, sorrindo como o cão. E eu quase rosnei como um também.

—Não é minha culpa você ser um ogro, infantil. —Eu disse sem saber se ao certo isso fazia sentido. — Sou só atencioso, além é claro de lindo, querida acho que você ganhou na loteria. —Falei em tom de brincadeira, embora todos soubesse que é verdade, Sakura revirou os olhos.

O almoço continuou em clima leve, até Sakura receber um telefonema da mãe, ela mudava completamente quando o número da mãe piscava na tela do celular, ela sabia que seria uma conversa difícil, eu sabia que seria uma conversa difícil e que colocaria minha garota para baixo.

Suspirei e desliguei o telefona, eu mesmo lidaria com a mãe dela mais tarde. Ela mais que ninguém merecia ser feliz e eu iria me assegurar de fazê-la, Sakura sorriu para mim ainda sem saber meu plano, mas fez tudo valer a pena inclusive as grosserias que eu provavelmente ouviria assim que retornasse a ligação.

Vi Sakura mandar uma mensagem dizendo estar ocupada e que ligaria mais tarde, sorri para ela e passei o braço pelo encosto da cadeira dela, senti minha garota apoiar a cabeça no meu ombro e quase não segurei o sorriso de retardado que ameaçava aparecer no meu rosto e dividi-lo ao meio.

Quando chegamos em casa sem mais grandes imprevistos caí na cama exausto, acho que toda a tensão da novela Gaara e de Sakura dançando com o imbecil tinham acabado comigo de uma forma como um dia inteiro na praia não acabava, eu sequer sabia se conseguiria ir para aula mais tarde.

Sakura deitou ao meu lado e era incrível como meu humor mudava ao estar ao lado dela, sorri e fui devolvido. Ela encostou os dedos em mim e eu relaxei, logo estava ganhando uma massagem gostosa, que se continuasse assim, eu ficaria duro.

Antes de poder dizer isso a ela, minha mãe entrou no quarto e sorriu, Sakura ficou vermelha e se afastou, acho que imaginando o que minha mãe imaginaria. Eu realmente gostava dela e era muito fofo vê-la tímida.

—Estou atrapalhando? —Sakura negou depressa.

—Claro que não, entra, por favor. — Minha mãe sorriu e se sentou perto de mim.

 

                                SAKURA POV...

 

—Você e Gaara, chegaram a conversar? Está tudo bem entre vocês? —Sasuke confirmou com a cabeça e eu meio que já imaginava que hora ou outra essa conversa iria acontecer. Pelo o que entendi dessa história toda, Gaara saiu magoado com Sasuke daqui, era normal para a mãe dele estar preocupada. Eu também estaria. 

Me levantei e fui tomar um banho rápido para dar privacidade a eles, Sasuke tentou me segurar, mas eu olhei para ele tentando mostra-lo que esse era um momento dele com a mãe e eu não deveria estar no meio disso.

—Você realmente gosta dessa garota. —Segurei a respiração. —Mal posso esperar para ver o casamento e meus netinhos.

Fechei a porta depressa e provavelmente eles estavam rindo de mim agora. Isso não importava no momento, eu só conseguia pensar em crianças chorando e fraudas sujas, não era um futuro que eu queria para mim tão cedo. Talvez quando eu tivesse trinta?

Não conseguia imaginar como Sasuke não surtava com todos quando o assunto casamento e filhos surgia, qual é ele também não é formando ainda. Não temos qualquer conquista profissional, ele tem um apartamento, mas nem foi ele quem comprou e qual é... Tentei respirar e esquecer toda essa história, não teríamos qualquer bebe antes de uns oito ou dez anos.

Tomei banho sem pressa alguma e Sasuke se juntou a mim após sua mãe sair, estava com saudades dele, de ficar com ele de transar com ele. Sorri, estava ferrada e amarrada a ele.

—Você está com uma carinha boa, vai deixar de ser boba e aproveitar o que está perdendo? —Concordei com a cabeça e ele sorriu. —Agora está começando a falar a minha língua.

—Eu sei muito bem o que fazer com a sua língua. —Sorri de volta e o beijei. —Vamos ter que ser rápidos querido ou sua mãe vai saber muito bem o que estamos fazendo.

 Mas parece que o nosso rápido, não foi rápido o suficiente e quando saí do quarto todo mundo me olhava com um sorrisinho malicioso. Será que fizemos barulho ou coisa do tipo? Eu realmente esperava que não.

Me sentei na mesa e me obriguei a estudar, eu precisava prestar mais atenção aos meus estudos e menos no meu namoro, por que quando começamos a gostar de alguém ficamos retardados? Agora eu concordo que se apaixonar abaixa o Q.I.

Me concentrei no que tinha que fazer e não saí da mesa até colocar em dia toda minha matéria atrasada. Temari me ligou para me contar as novidades e pelo o que entendi seu irmão tinha ficado a tarde toda com uma garota no telefone, mas ela parecia tranquila sobre isso e eu decidi não me envolver, afinal não tinha mesmo nada que eu pudesse fazer.

Fui para a cozinha quando deu a hora de começar o jantar, Izumi já estava por lá. Itachi a ajudava com os legumes e eu, claro me ofereci.

—Hoje os encarregados somos nós, você senta e relaxa. —Sasuke apareceu rodando a chave do carro no dedo e eu arqueei uma sobrancelha.

—Vou ao mercado buscar algumas coisas para minha mãe, quer ir? —Ele disse chegando perto e eu concordei.

—Só me deixa vestir outra coisa? — Ele concordou com a cabeça e eu fui me trocar.

 

                                               INO POV...

 

Minha cabeça estava em uma tremenda confusão, o que eu sentia por Gaara? O que eu sentia por Sasuke? Enfiei a cabeça no travesseiro, queria que os últimos dias, para não dizer semanas sumissem da minha cabeça.

A vinda dessa garota, essa maldita garota parecia me atormentar ainda mais e quanto mais eu pensava sobre qualquer coisa desse assunto pior parecia ficar,

E a volta de Gaara era a cereja do bolo, ele estava tão lindo, parecia que a vida estava me castigando mais uma vez. Eu não acho que tenha tido culpa pelo o que lhe aconteceu, pelo menos não diretamente,

Eu não poderia retribui-lo, não naquele momento e disse isso a ele, infelizmente ele não reagiu como eu imaginava e todo o efeito colateral que isso causou a ele talvez me deixe um pouco culpada agora que eu pensei melhor no assunto. 

Meu telefone tocou e eu levei um susto o nome Gaara me deixou surpresa e eu pensei em não anteder e seguir o que Sasuke me disse, eu não tinha certa do que eu queria e não poderia magoa-lo uma segunda vez, não é mesmo.

—Alô. —Eu disse, quando decidi atender.

—Oi. —Mordi o lábio inferior pensando no que pensar. —Está se sentindo estranha?

—Estou, eu não sei bem o que dizer, a não ser desculpas.

—Está tudo bem Ino, vamos pular toda essa parte chata, hum? Liguei por que somos amigos e eu queria saber como você estava. Sem pressão. —Sorri, Gaara era um fofo no fim de tudo.

—Eu é quem deveria perguntar isso a você. —Mordi o lábio para conter um sorriso, senti falta dele. —Fico feliz que tenha voltado. —Eu estava mesmo precisando de um amigo, que eu pudesse contar e que pudesse contar comigo. Mas não disse a ele, iria parecer que eu queria me aproveitar.

—Que bom, mas Ino, estou oferecendo amizade. —Ele disse depois de uma pausa. —Sei que você está confusa e não quero piorar nada, soube da briga com meu primo.

—Eu sei, Gaara. Eu não seria capaz de começar nada com ninguém sem estar cem por cento resolvida comigo mesma, sou impulsiva, mas nunca quis e não quero machucar você.

—Eu sei, Ino. Eu vou esperar por você. —Meu coração falhou uma batida. —Vou esperar até que esteja segura do que quer e sente.

—Gaara, eu...

—Eu sei, Ino, não quero pressiona-la. E não vou, só quis que você soubesse, que tem alguém que acha que você, mesmo sendo louca, vale a pena.

Mordi o lábio com os olhos marejados, por que mesmo eu fiquei todo esse tempo me arrastando por alguém, se eu tinha O alguém por perto?

As vezes precisamos de um baque da vida para perceber tudo o que nossos olhos não quiseram enxergar e ver que tem muito mais que nossa limitada visão permite ver.

Desliguei o telefone duas horas depois com o coração aos pulos, o que isso significava? Que eu estava me apaixonando por ele? De verdade eu esperava que sim.

Me joguei na cama com o maior sorriso que eu consegui abrir, acho que eu finalmente seria feliz com alguém. Resolvi estaquear as redes sociais dele e ver o que ele andou fazendo nesses últimos dois anos, talvez só agora eu tenha notado quanta falta ele fez. Droga, a conta é privada.

O que será que ele tem a me esconder? Pedi para segui-lo. Será que tinha sido precipitada? Será que ele vai achar que estou correndo atrás dele quando disse que me resolveria primeiro?

Me levantei nervosa, por que a demora? O que ele estava fazendo que não me deixava segui-lo? Estava claramente nervosa agora, que droga o que EU estava fazendo? A notificação do instagram apitou e eu corri de volta para a cama.

Entrei no instagram dele automaticamente, estava tão ansiosa que comecei a tremer, precisava vê-lo um pouco mais. Ele realmente estava lindo, sem querer curti uma foto que ele postou algum tempo atrás, que droga. Agora ele ia saber que eu estava vendo as fotos dele.

Rolando a pagina dele mais para baixo vi a foto dele com uma garota, eles estavam abraçados em um lugar que parecia com uma praça ou um parque. Engoli o gosto amargo que estava na minha boca, fora culpa minha, certo?

Foda-se de quem é a culpa eu queria saber quem era, e para hoje. Só não sabia como descobrir, mas para a minha sorte ele marcou a maldita na foto, e eu obvio quis entrar na conta dela.

Mas não deveria ter feito isso, eu deveria ter imaginado que para ele reservado como era ter postado uma foto com a garota ela provavelmente teria muito mais, senti o baque, fiquei triste e com raiva muita raiva.

Eu sabia que era uma raiva infundada e que eu não tinha o mínimo direito de exigir nada dele, mas de repente eu quis estar próxima a ele, quis que ele tirasse fotos comigo e postasse fotos comigo, por que isso queria dizer que ele se importa, comigo.

Eu sabia que ele tinha dito que iria me esperar, mas isso não queria dizer que ele não fosse pegar nenhuma garota. Significava que ele não assumiria nenhum compromisso sério, e eu aguentaria? Aguentaria vê-lo com outra?

Me joguei na cama, parece que eu já tinha uma decisão

   

 

 

 

 

 

 

 

      

 

 



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