História Once upon a December - Capítulo 44


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Categorias Once Upon a Time
Tags Emma Swan, Once Upon A Time, Regina Mills, Romace, Swanqueen
Visualizações 310
Palavras 5.784
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, LGBT, Magia, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


MILAGRES ACONTECEM AKSJDNASKDJNASD demorei, pra caralho, mas voltei.
Vou ser bem sincera com vcs, eu desanimei com a fanfic, n porque eu n gosto da historia ou pq n gosto mais do casal, mas pq pra mim parece q já n importa mais, q ngm mais lê ou se importa com a segunda fase de OUAD. Eu sei que muita gente tem medo de ler continuações, porque as pessoas separam o casal e fazem merda, eu sei pq eu mesma tenho medo de ler segundas fases de ffs, mas confiem em mim. Eu estou reescrevendo a setima temporada pra dar o final digno que swanqueen merecia e de verdade, eu pretendo dar o final mais bonito q eu conseguir, com o nosso swanqueen vencendo, como sempre venceu.
Então me perdoem, eu precisei desse tempo e agora estou de volta, preciso saber se vcs ainda querem ler, se ainda querem saber esse final. Desculpa falar demais hehe.

segue a lista de personagens:
Odette (Emma Swan),
Roni (Regina Mills),
Scarlett (Ruby Luccas),
Dorothy (Emerald Green)
Francis (Facilier)
Belle (Lacey),
Marcus (Timão),
Kevin (Pumba),
Leona (Makena),
Lena (Sally - a morena),
Lana (Ginger - a ruiva),
Benjamin (Benjamin mesmo pq eu tava sem ideia),
Kelly (Zelena),
Weaver (Rumple),
Gothel (Eloise),
Scar (Lionel)
Tilly (Alice)
Margot (Robin)
Neal (Enos)
Gideon (Mathew)
Makena (Leona)
David (Antonio - Tonho)
Mary/Branca (Maria Aparecida - Cidinha)
Rogers (Killian)
Sabine (Tiana)
Eudora (mãe da Tiana)
Elena de Avalor (Elena mesmo pq ia ficar confuso demais)
Charlote - personagem fora da maldição (filme da princesa e o sapo)

Boa Leitura.

Capítulo 44 - If I can't love her


Fanfic / Fanfiction Once upon a December - Capítulo 44 - If I can't love her

NARRADOR’S POV

De repente, aquele nome despertou algo em Roni, ela não sabia dizer bem o que e nem o porquê daquele incômodo inesperado no seu coração, mas aquele sobrenome não lhe era estranho. Mills. Henry Mills. O garoto parecia gente boa, era bonito, sorridente, porém parecia cansado, triste, como se… como se faltasse algo em sua vida. Roni tentou tirar aqueles pensamentos de sua cabeça, afinal o rapaz continuava a lhe encarar sem entender nada.

─ Mãe! ─ Lena, ou Sally, correu em direção a morena. Ela havia esquecido do fato de que Roni não se lembrava de ser sua mãe.

─ Wow, vamos com calma ─ a morena se agachou para encarar e menina, sabia que Odette deveria estar preocupada, mas não resolveria nada depois da bebedeira de hoje. Porém, algo em Roni não a deixava não se preocupar com a família da loira ─ onde você estava? Não pode fazer isso, Lee. Sua mãe ficou muito preocupada ─ apertou a pequena em seus braços ─ eu fiquei preocupada.

─ Me desculpa ─ murmurou. Lena sentia uma falta tremenda de sua outra mãe, sentia falta dos seus carinhos, das suas histórias e até das suas broncas. Era extremamente angustiante estar ali a abraçando e não poder chamá-la da forma certa, dizer para ela ir para casa e viver novamente com Emma ─ eu sinto sua falta… ─ sussurrou baixinho, apenas para si mesma.

─ Obrigada por devolver essa pequena encrenqueira ─ agradeceu ao Henry ─ não sei o que ela estava fazendo, mas agradeço por ter vindo de longe e a trazido em segurança.

─ Não precisa agradecer, não deixaria uma criança voltar sozinha e essa garotinha sabe ser bem persuasiva ─ semicerrou os olhos, encarando Lena. Ela apenas riu e escondeu o rosto em sua mãe. Lena tinha o gênio de Regina, no final das contas.

─ E-eu… por acaso nos conhecemos? Porque você não me é estranho ─ Henry também sentia a mesma coisa, mas nunca foi alguém que acreditasse em déjà vu ou destino.

─ Nunca saí de Seattle, então acredito que não ─ suspirou ─ eu me lembraria de você.

─ É ─ decidiu encerrar aquela conversa estranha ─ você me parece confiável e não posso dizer porque acho isso, mas preciso de outro favor seu, se não for pedir demais.

Henry encarou a dona do bar sem saber o que dizer. Ele sentia que podia confiar nela, acreditar e até quem sabe ser seu amigo, mas porque sentia isso? Durante muito tempo, Henry só teve a ele mesmo, na verdade ele sempre acreditou estar sozinho. Ainda recém nascido, o garoto foi deixado em um orfanato e nunca nos seus dezesseis anos dentro do sistema, teve a chance de ser adotado. Quando saiu, prometeu a si mesmo não acreditar em finais felizes que não fossem dos livros e com isso, acabou escrevendo sua própria história.

─ Tudo bem se não quiser e…

─ Não, não… ─ interrompeu Roni ─ pode falar, vou tentar ajudar se puder.

A morena assentiu e respirou fundo.

─ Preciso que fique de olho na Lena por mais umas horinhas, posso pagar um lugar para você ficar se preferir, mas sei de alguém que pode te oferecer um quarto ─ sorriu sem graça.

─ Porque eu não posso ficar aqui? ─ Lena encarou Roni ─ onde está a minha mãe?

─ Sua mãe não está se sentindo muito bem e precisa de… um tempo ─ pigarreou, não podia contar o que tinha acontecido ─ para descansar.

─ Minha mãe está aqui? Com você? No seu apartamento? ─ a menina mal podia conter a empolgação. Parecia um sonho, suas mães juntas sem brigarem por mais de duas horas e ela queria tanto sua família de volta.

─ Ei, sossega aí ─ Roni a fitou seriamente ─ você não vai escapar de um belo castigo.

─ Eu te amo ─ Lena a abraçou, deixando Roni mais confusa ainda.

─ Vou ligar para o Rogers e avisá-lo ─ pontuou ─ espere um minuto e eu te passo o endereço.

Henry esperou a barista anotar num papel tudo o que precisava e Rogers concordou de bom grado em receber o menino, junto com Lena.  O policial era um cara sozinho e isso sempre fazia Roni visitá-lo para levar tortas e o que ele precisasse, Rogers sempre foi um rapaz bom, de coração grande e disposto a ajudar quem precisasse. Era uma pena que Sabine estava sendo tão dura com ele e perdendo a chance de ter um relacionamento incrível com o policial.

─ Se comporte, por favor ─ Roni abraçou Lena antes de se despedir ─ não faça mais isso, ok? Sua mãe ficou muito preocupada e eu também, é muito perigoso andar por aí sozinha, tem sorte de ter encontrado alguém como Henry.

Lena concordou e se desculpou, apesar de não poder contar a verdade, ela gostava do fato de saber que Roni se preocupava com ela como Regina faria. Bom, talvez Regina fosse surtar bem mais que sua mãe Emma, mas isso não importava.

***

A madrugada estava sendo longa para as meninas que tinham que finalizar pelo menos um terço do trabalho de história. Margot, Charlotte e Tilly tentavam se entender, mas a filha da ruiva poderosa não queria facilitar nada para a pobre Tilly. Elas tinham uma aposta correndo e Margot tinha que conquistar a menina e provar que podia domá-la. Assim como sua mãe Kelly, a loira odiava perder, odiava ficar por último e odiava não terminar o que havia prometido.

Charlotte, ao contrário da amiga, parecia arrependida. Talvez Tilly não fosse uma garota chata, esquisita e que lia livros de fantasia. Tudo bem, Margot também lia livros de fantasia, por mais que não admitisse, e seu livro favorito era Alice no país das maravilhas, o livro mais sem pé nem cabeça, na opinião de Charlotte. Aquela aposta não parecia mais certa, não parecia mais algo divertido como foi na hora que inventaram e Tilly estava ali se esforçando para fazer um trabalho complicado demais para duas meninas fazerem. Ia dar merda e todas sabiam disso.

─ Ai, não aguento mais! ─ Margot deitou sobre o tapete e bufou ─ amanhã terminamos, vamos deixar isso para lá ─ suplicou.

─ Falta apenas uma parte, larga a mão de ser preguiçosa ─ Tilly murmurou e logo sentiu seu braço ser apertado ─ me solta, está maluca?

─ Você me chamou de quê? ─ a loira encarava a outra furiosa, porém, logo recordou de sua aposta novamente ─ me diga uma coisa, Tilly.

─ Não vou te dizer nada ─ resmungou.

─ Prometo que te deixo em paz para terminar esse parágrafo ─ sorriu sapeca.

─ Como você aguenta ela? ─ Tilly questionou Charlotte ─ de verdade, você tem muita paciência, eu admiro isso. Não é a toa que se deu tão bem trabalhando com aqueles clientes chatos na lanchonete ─ Charlotte arregalou os olhos e Tilly sequer percebeu que tinha falado demais.

─ Como é que é? ─ Margot encarou a amiga. Agora fazia sentido suas escapadas, seus sumiços e tudo mais. Também explicava o fato dela estar cheirando gordura de hambúrguer ─ então era isso? Você… você está trabalhando naquela espelunca?

─ Espelunca é teu nariz ─ Tilly empurrou a loira, mas Margot parecia muito mais chateada com a melhor amiga do que com o empurrão.

─ Amiga, e-eu… me desculpe, você não entenderia ─ tentou explicar, porém a verdade era essa. Margot nunca entenderia os motivos da amiga, ela não se importava com nada, assim como sua mãe.

─ Porque eu não entenderia? Eu confio em você para tudo, Charl. Tudo! ─ seus olhos estavam marejados, Tilly sentiu pena da menina, mas não podia se intrometer. Ok que isso tinha sido sua culpa, no entanto ela sequer fazia ideia de que aquela informação era para ser mantida em segredo ─ como que eu não entenderia?

─ Porque você só enxerga o seu umbigo, Margot ─ respondeu ─ porque você, mesmo tendo tudo o que quer, não se importa em tratar os outros bem. Você não tem motivo para reclamar e mesmo assim escolheu ser… isso ─ apontou para a amiga ─ eu gosto muito de você, de verdade e nossa amizade é muito importante, mas eu não posso continuar agindo como se o mundo girasse ao meu redor, porque não gira. Nós duas nascemos em berço de ouro e o que estamos fazendo com isso?

─ É o que pensa de mim? ─ a voz da menina mal saía e suas lágrimas começavam a escorrer. Era doloroso ouvir aquilo da pessoa que você mais confia, porque geralmente as palavras são verdadeiras e isso machuca.

─ Você é uma pessoa maravilhosa, Margot ─ suspirou ─, mas… as coisas mudam.

Charlotte tentou se aproximar da amiga, porém ela se afastou. Tilly continuou apenas a observar e a se sentir mal por ver Margot chorar. Ela nunca foi fã da filha da ruiva dona das academias, principalmente porque ela nunca dera um motivo para que Tilly gostasse dela ou se aproximasse. Parecia que a loira gostava de confusão, de sair por cima em todas as situações, de ser alguém melhor que todas e isso nem de longe era algo bom.

─ Vou pedir para meu pai vir me buscar ─ Charlotte falou por fim. Ela recolheu seu material, se despediu de Tilly e foi para a sala. O relógio marcava quase uma da manhã.

Assim que a porta fechou, um silêncio enorme se instalou no enorme quarto de Margot. Tilly não tinha como ir embora, não passava mais nenhum ônibus e sua mãe lhe mataria caso saísse a essa hora na rua. Não tinha escolha, teria que ficar ali, mesmo que quisesse muito ir para casa e dormir em seu quarto. Ela viu a menina se sentar sobre o lençol bagunçado na cama e limpar as lágrimas com as costas da mãos, Margot nunca pareceu tão vulnerável como ali naquela hora e Tilly quis poder abraçá-la. Porque não, certo?

─ Me desculpe por isso ─ Tilly murmurou ao se sentar ao lado da garota ─ não sabia que era um segredo.

Margot riu ironicamente.

─ Não foi você quem errou ─ pontuou ─ e quem se importa, eu não preciso dela.

─ Precisa sim, Charl é sua melhor amiga ─ retrucou, sabia que a loira não ia dar o braço a torcer ─ não tem nada de errado em se sentir traída ou em ficar mal, todo mundo passa por algo assim uma hora ou outra.

─ Já passou por isso? ─ pela primeira vez naquela noite, Margot olhava para Tilly de forma calma e até mesmo carinhosa. Eram dois horizontes azuis se encontrando.

─ Não ─ riu ─ eu nunca tive amigos, até agora…

─ Pensou que fossemos… amigas? ─ arqueou a sobrancelha. Margot só tinha uma amiga com quem podia contar e ela havia ido embora, claro que em sua escola ela era popular, mas ninguém ali realmente se importava com ela. Porém, agora havia essa loira esquisita e que a encarava como quem podia ler sua alma.

─ Louco, não? ─ ficou sem graça.

─ Dizem que as melhores pessoas são ─ murmurou.

─ Alice no país das maravilhas?

─ Meu livro favorito ─ confessou ─ pode zoar se quiser, eu mereço ─ elas riram.

─ Vem aqui ─ Tilly puxou a outra para um abraço ─ logo sua amiga volta, você precisa pensar e ela também. Enquanto isso, eu deixo você me encher o saco, me estressar e essas coisas, certo?

─ Isso me deixa bem melhor, se quer saber ─ Tilly rolou os olhos ─, mas se contar para alguém que eu chorei, eu vou esquecer que você existe e ainda te dou um murro ─ ameaçou, fazendo a outra gargalhar.

─ Você é muito chata e teimosa ─ bufou ─ mas até que é bonitinha ─ piscou.

─ Bonitinha? ─ a loira franziu o cenho ─ mais respeito comigo, eu sou maravilhosa!

─ E nada humilde, se quer saber.

─ Você também é ─ falou por fim.

─ O que?

─ Bonitinha.

Por essa Tilly não esperava e talvez, mas só talvez, ela estivesse errada sobre Margot.

***

Eram quase duas da manhã e então alguém bateu a sua porta. Ela sabia quem era, sabia para que também e na verdade, a morena já esperava pela visita.

─ Quem diria que você viria mesmo ─ provocou e a outra morena rolou os olhos ─ Lacey, ela chegou! ─ avisou.

Lacey, que também esperava pela visita, apareceu usando apenas um blusão e calcinha.

─ Misericórdia ─ Cida resmungou ao ver as pernas da morena a sua frente. Scarlet vestia um pijama super curto e a religiosa não podia acreditar que estava ali ─ Jesus tenha pena da sua alma.

─ Vai mesmo começar com isso ou vai mostrar o que tem aí nessa sua bolsa pecaminosa ─ Lacey debochou e Cida rolou os olhos.

─ Não se seu deus concorda com seus produtinho de satã ─ Scarlet puxou a sacola e começou a retirar os produtos.

Cida havia começado vendendo lingerie, porém isso não lhe dava muito dinheiro e logo sua “chefe” lhe ofereceu mais coisas. Produtos eróticos. Obviamente que ela nunca iria admitir que vendia aquelas coisas, principalmente para pessoas feito aquelas duas depravadas, mas ela não tinha muita escolha. Sem contar que, aquele era seu pecado favorito e era também um segredo. Não por muito tempo.

─ Adoro essas calcinhas, facilita muito na hora de…

─ Pelo amor do nosso senhor Jesus e salvador, não quero saber, não diga ─ Cida interrompeu Scarlet e Lacey gargalhou, enquanto escolhia alguns sutiãs.

─ Você por acaso transa ou faz isso por meio de oração também? ─ questionou. Lacey sempre tivera vontade de fazer essa pergunta.

─ O que… eu… mas que pergunta descabida é essa? ─ se embolou.

─ Não sei, a tal da Mariana não engravidou sem transar? Vai que isso é comum com vocês crentes ─ Scarlet comentou.

─ É Maria, sua burra ─ Lacey a corrigiu.

─ Eu transo sim, obrigada ─ Cida respondeu nervosa. Scarlet segurou para não rir e Lacey a cutucou.

─ Imagino como deve ser sem graça, sexo hétero não tem diversão ─ Scarlet continuou ─ o cara vai lá, te chama de gostosa e cinco minutos depois já gozou, sinceramente ─ Lacey gargalhou e Cida não sabia onde enfiar a cara de tão envergonhada.

─ Chocada em Cristo rei ─ resmungou corada.

─ Fala sério, Cidinha ─ Lacey a encarou segurando uma camisinha comestível ─ você nunca usou isso com o Tonho? Você tem tudo isso e fica na posição papai e mamãe?

─ Eu vou precisar me benzer depois de sair daqui, vocês não leem a bíblia não? ─ resmungou ─ não, obrigada ─ recusou o vinho.

─ Vamos, aceite ─ Scarlet insistiu ─ Jesus transformava água em vinho, ele era sensato, então tome e nos conte a verdade ─ Cida aceitou a taça, mesmo sem muita certeza e bebericou um pouco.

─ Você é uma mulher bonita, olhos verdes e um corpão ─ Lacey elogiou sorrindo.

─ Acha mesmo? Pensei que eu estivesse meio… acima do peso? ─ falou insegura. Desde o nascimento de Enos, ela nunca recuperou o corpo magro e esbelto que tinha, tinha medo de que isso diminuísse o interesse de seu marido nela, mas ele lhe dizia todos os dias que o importante era o coração dela, ele não havia se apaixonado por um corpo e sim pelo o que Cida significava para ele.

─ Fala sério, quem disse que temos que seguir algum padrão? ─ Scarlet resmungou.

─ Se você se sente bem assim, então é o que importa ─ Lacey adicionou ─ somos mulheres e temos que nos apoiar, já basta de macho escroto definindo padrão.

─ Nunca tinha parado para pensar assim ─ admitiu e continuou a beber.

Uma hora e meia depois, mais algumas ou muitas taças de vinho…

─ Eu estava tão desesperada na nossa primeira noite num motel que nem deixei ele acender a luz e já fui arrancando a roupa dele ali mesmo ─ Cida falava com a voz arrastada, claramente bêbada ─, mas então a gente tropeçou na calça dele que emperrou naquela desgraça de sapato e Tonho bateu a cabeça no criado mudo em formato de bunda. Tive que levá-lo no pronto socorro e nem sequer conseguir achar meu sutiã, ou seja, peitos de fora mesmo numa blusa praticamente transparente.

─ Eu achei que tinha histórias ruins de motel, mas nessa você venceu ─ Lacey comentou rindo.

─ Um vez um cara quis me levar num motel e eu pensei, porque não? ─ Scarlet também estava alterada ─ e foi nesse dia que eu pude ver como macho é inútil. Nós chegamos lá e eu toda sedenta, sabe o que ele fez? ─ gargalhou sozinha ─ ele encheu a banheira, ligou a tv e entrou nela sozinho, sequer me olhou.

─ Ué, porque? ─ Cida questionou.

─ Ele disse que transar a gente podia fazer em qualquer lugar, mas assistir HBO dentro de uma banheira não era sempre ─ Cida acabou cuspindo o vinho tentando não rir e Lacey a ajudou a desengasgar.

─ Chocada em Cristo rei ─ Lacey proferiu, também bêbada ─ uma vez eu e Kelly fomos a um motel, até aí tudo bem. Quando ligamos a banheira de hidro, uma perereca saiu do encanamento e eu corri pelada pelo corredor ─ elas riam desenfreadas e sequer faziam ideia da hora ─ e o carinha do balcão ainda teve a audácia de dizer: achei que lésbicas gostassem de perereca. Kelly deu um soco no nariz dele e processou o lugar.

─ Essa sua ex… mulher? Enfim, vocês pretendem voltar? ─ Cida, pela primeira vez, perguntava sobre isso. Geralmente ela abominava tudo o que saía das leis de Deus, mas no fundo, ela nem se importava. Afinal, amor é amor.

─ Depende apenas dela, eu não vou ir atrás ─ confessou.

─ Que horas são?

─ Acho que já passou das três ─ Scarlet respondeu ─ caramba, nem vi a hora passar.

─ Seu marido não vai notar que você saiu? ─ Lacey perguntou e Cida sorriu.

─ Eles está de plantão hoje na delegacia ─ falou ─ de qualquer forma, eu tenho que ir, obrigada pela noite. Vocês são… divertidas.

***

Mais uma manhã havia chegado e Roni preparava o café da manhã. Lacey havia dormido fora, Marcus e Kevin tinham ido acompanhar Leona até a escola, pois segundo eles, toda vigia sobre a menina era necessário. Os dois ainda achavam que ela estava namorando escondido e Roni achava graça de tudo, afinal a menina era uma adolescente, ia completar dezessete anos em breve e precisava do seu espaço. Porém, quem era Roni para discutir com dois padrinhos ciumentos e superprotetores? No fundo ela sabia que tudo aquilo era amor e medo de deixar a pequena se machucar.

A morena respirou fundo e foi para seu quarto, onde Odette estava adormecida, ou assim ela achava. Ao entrar no quarto, a loira estava sentada e parecia confusa. Roni entreabriu as cortinas, deixando o quarto meio iluminado e carregou a bandeja até a cama.

─ Bom dia ─ murmurou incerta. Não sabia como Odette iria reagir.

─ Co-como… ai ─ botou a mão na cabeça, fazendo uma careta ─ minha cabeça está latejando.

─ Tome esse remédio e tente não se mexer demais ─ estendeu o comprimido e a água ─ e não, você não vai tomar remédio com café.

Odette bufou e rolou os olhos, fazendo careta novamente. Roni ofereceu as panquecas com calda de maçã e a loira gemeu ao senti-las derreter em sua língua, delicioso como nada que ela havia provado.

─ Lena voltou ─ os olhos verdes se arregalaram ─ fique calma, ela está bem e eu dei um jeito. Você apenas vai ter que conversar com ela sobre… isso.

─ Ainda não sei porque ela fugiria, ela parecia bem hoje de manhã e… ─ suspirou ─ será que foi algo que eu fiz? E-eu…

─ Oddy, você não fez nada, fique tranquila ─ a morena garantiu, segurando nas mãos frias da loira. Odette sentia todo seu corpo responder àquele ato e Roni estava tão próxima de si que seu perfume a inebriava rapidamente ─ Lena apenas parecia confusa e você vai precisar descobrir o que ela pretendia.

─ Obrigada, de verdade ─ suspirou ─ não como… na verdade, não sei porque você está me ajudando depois… depois de tudo o que eu disse. Me desculpe…

─ Ei, não precisamos disso ─ Roni depositou uma de suas mãos no rosto de Odette e encarou aquela imensidão de seus olhos verdes. Eles lhe eram tão familiares, como se ela os conhecesse por anos a fio e pudesse recitar cada detalhe deles de cor e salteado. Roni sentia seu coração mais seguro ao lado da outra, como se elas se completassem. Como isso era possível? Nenhuma delas faziam ideia, porém o sentimento era mútuo.

Odette encostou sua testa na de Roni e respirou fundo, deixando aquele aroma adocicado de seu perfume inundar todos os alvéolos do seu pulmão. Aquilo era novo, aquele calor no seu peito, aquele sentimento aconchegante e ela queria sentir mais, provar mais. No entanto, o medo era algo real e perder Roni não era algo que ela queria. De repente, ela escutou algo metálico fazer barulho e seu olhar desceu para o pescoço da morena, descendo em seguida para seu decote, o que a fez corar.

Roni tinha em seu pescoço um medalhão e pasme, ele tinha o mesmo formato do seu relicário: a metade de um coração. Como aquilo era possível?

─ O que é isso? ─ o segurou entre os dedos e a morena suspirou. Não esperava se abrir sobre aquilo, mas o que ia fazer? Por mais que ela e Odette tivessem brigado nos últimos tempos, ela ainda confiava na loira, sem nem saber o motivo também.

─ Eu não sei exatamente, na verdade, eu sempre o tive comigo ─ confessou ─ me faz lembrar de alguém em especial, porém são apenas… memórias. Como se nunca tivessem sequer sido reais, entende?

─ Não muito, mas acho que sei como é ─ bufou ─ eu posso ver? ─ Roni sentou-se ao lado de Odette e tirou o medalhão do pescoço.

A loira o analisou com cuidado e ficava cada vez mais assustada. Ele era idêntico ao seu, cada detalhe e cada pedrinha cravejada ali. Odette destravou a pequena trava e ali havia um bilhete, assim como no seu.

Sempre que se sentir sozinha e sempre que não se sentir capaz, lembre-se que eu estou contigo, estou no seu coração e talvez você não seja forte o suficiente sozinha, mas nós duas juntas sempre seremos.

Para sempre e sempre, a salvadora da rainha boa (porque para mim, você nunca foi má).

Odette sentiu uma súbita vontade de chorar. Era confuso, era estranho e seu coração sentia-se apertado. Mas não era algo ruim, era como se ela finalmente houvesse achado a outra metade de si mesma, do seu próprio coração. Roni ainda a encarava e ela sabia que precisava dizer alguma coisa.

─ Alcança a minha bolsa, por favor ─ pediu ─ obrigada.

Ela vasculhou ali dentro rapidamente e retirou o seu próprio relicário dali. A barista não acreditou no que viu e seu semblante desfaleceu. Eram idênticos e ambos possuíam mensagens parecidas, com nomes parecidos. Ambas respiraram fundo e estavam desnorteadas. Porque elas tinham, cada uma, a metade de um coração? Porque aquelas mensagens? Quem eram a rainha e a salvadora?

─ E-eu… como? ─ Roni perguntou, ainda afoita.

─ Roni, você se lembra de quem te deu isso? ─ a morena não se lembrava muito bem. Tudo no seu passado era um borrão.

─ Não consigo saber direito quem foi e… é tudo… tudo confuso na minha cabeça ─ confessou ─ eu sei que a amei muito, mas por algum motivo eu a perdi. Restando apenas esse relicário e o sobrenome.

─ Sobrenome?

─ Eu tenho o sobrenome dela, da mulher que eu amei ─ suspirou. Ninguém nunca soubera do seu sobrenome e ele era único, não havia outro.

─ Qual é o seu sobrenome, Roni? ─ Odette segurou firme nas mãos da morena, tentando passar mais confiança e segurança. De certa forma, aquilo parecia importante para ela.

─ Swan ─ sussurrou ─ meu sobrenome é Swan. Roni Swan.

─ É um sobrenome muito bonito ─ sorriu carinhosa. Suas mãos acariciaram então o rosto de Roni e a morena sentiu seu coração palpitar. Era tudo intenso e a fazia quase perder o ar ─, mas o que isso quer dizer?

─ Eu não sei… sinceramente, não sei ─ bufou ─ só sinto como… como se tudo começasse a fazer algum sentido, como se fosse certo estar aqui com você agora ─ seu olhar desviou daquele verde cristalino.

─ Ei, olhe para mim ─ Odette se deixou levar naquelas íris castanhas escuras misteriosas ─ me sinto da mesma forma e eu… ─ engoliu seco ─ queria poder… ─ seus dedos tocaram os lábios carnudos rosados de Roni e a morena entendeu o que a loira queria, porque no fundo, ela também desejava o mesmo.

─ Faça.

Ainda sem desviar os olhares, Odette roçou o nariz na bochecha da morena, tentando decorar cada detalhe daquele rosto. Sua respiração saía entrecortada de tão nervosa que ela se sentia e logo seus lábios se tocaram, fazendo uma leve pressão um sobre o outro. Nenhuma das duas reagiu de instante, mas em seguida, Roni depositou suas mãos sobre o rosto da loira e elas aprofundaram o beijo, sentindo seus corações quase implodirem dentro delas. Finalmente eles haviam se encaixado e estavam completos.

Porém, a maldição não havia sido quebrada, não ainda.

***

─ Onde estamos? ─ Henry perguntou ao Rogers.

A noite anterior havia sido esquisita, para não dizer bizarra. Lena não parava de falar em como Henry era seu irmão perdido e que ele precisava acreditar, falou inclusive que Rogers era o capitão Gancho, do filme do Peter Pan e ambos riram, mandando a menina para cama, afinal ela tinha que voltar para casa cedo. Os dois se juntaram na sala e tomaram uma cerveja, onde puderam conversar mais sobre suas vidas e saber o que fariam com as informações da menina.

Nada se resolveu, claro. Henry nunca iria acreditar naquilo e Rogers muito menos, era loucura e a menina estava vendo filme demais.

─ Na melhor lanchonete que você vai encontrar em Hyperion ─ o policial respondeu ─ com as mulheres mais encantadoras também.

Ambos se sentaram e logo uma menina morena, de longos cabelos castanho e sorriso terno, apareceu para fazer os pedidos. Ao seu lado, havia uma pequena garota igualmente morena, com a pele levemente bronzeada e olhos verdes. Era encantadora e parecia ter uns cinco anos de idade. A  menina sorriu para Henry e correu para abraçá-lo, como se já o conhecesse. Ele, obviamente, não negou o abraço e ainda a colocou sobre seu colo.

─ Desculpe por isso ─ a mulher falou sem graça ─ ela… ela geralmente não faz isso e é bem tímida.

─ Ah, não tem problema algum ─ respondeu tranquilo ─ como se chama?

─ Sophia ─ a pequena respondeu ─ eu senti sua falta.

Rogers arqueou a sobrancelha sem entender, mas logo ouviu Sabine lhe chamar para conversar. Pediu licença e os deixou a sós.

─ Muito prazer, Sophia ─ falou incerto ─ eu sou o Henry e você é muito lindinha.

─ E muito atirada pelo visto ─ a garota riu ─ sou Elena, a propósito.

Henry sentiu aquilo. Aquele incômodo no seu peito, mas nada. Ele ainda não se lembrava de nada.

─ Muito prazer, Helena.

Elena era uma mulher solitária, havia engravidado de alguém que ela não conseguia se lembrar. Tudo o que sabia era que há cinco anos atrás ela tinha se descoberto grávida de um desconhecido, sua memória falhava miseravelmente com ela e isso nunca ajudava, claro. Sophia nasceu e sua vida mudou, ela lutou cada dia para sobreviver com a pequena e logo foi acolhida por Eudora e Sabine, sua melhor amiga. Desde então, elas dividem o apartamento e trabalham na lanchonete.

Mal sabia ela que Henry, tanto fora como dentro da maldição, nunca ficou sabendo que seria pai e ali estava a sua filha, sorrindo para ele e dizendo que tinha sentido a sua falta.

***

A doutora Green havia acabado de se despedir da senhorita Gardner. Odette havia comparecido a sua primeira sessão e tinha sido algo realmente peculiar, ela diria. Muitas coisas haviam sido contadas, desde as poucas lembranças que a loira tinha até as coisas com que ela havia se incomodado recentemente. Obviamente que nada mais havia lhe surpreendido do que saber que Odette havia beijado Roni e Eloise não iria ficar nada feliz com isso. Sim, Emerald, a psicóloga famosa, só era famosa porque Eloise havia lhe colocado ali e com um propósito obviamente: contar-lhe tudo sobre os moradores do pequeno condado.

Emerald deixou seu escritório, buscou Benjamin na escola e ignorou todas as chamadas de sua ex esposa. Não suportava mais aquilo e Scarlet tinha que entender que elas não resolveriam nada sobre a guarda do filho daquela forma. Bufou nervosa e, enquanto Ben se distraía com algum desenho de herói na televisão, pegou seu telefone e discou para o número esperado.

Como previsto, ela contou tudo. Tudo o que Odette havia dito, Eloise agora sabia. Ela uivou enraivecida e sabia que as coisas estavam indo longe demais. Roni não podia ter Odette, por que isso significaria que Regina teria Emma de volta e isso ela não podia permitir. Não conseguia entender como depois de tantas mentiras, elas ainda se perdoavam, ainda se apaixonavam e ainda se entregavam para o mesmo sentimento. A maldição tinha que ser capaz de separá-las por completo, de tirar-lhes todo resquício de amor e carinho, mas porque não estava funcionando?

Emerald não sabia explicar e mal entendia os motivos de Eloise querer manter as duas separadas. Eloise desligou o telefone sem sequer se despedir ou agradecer e saiu decidida a resolver aquilo da forma mais dolorosa possível. A senhorita Green ficou pensativa e sempre que contava algo para a senhora Gardner, sentia como se perdesse um pouco de si. Aquilo não era justo, a quebra de confiança, as fofocas, nada daquilo era justo com os seus pacientes. Porém, porque ela não conseguia parar? O que seu filho pensaria caso descobrisse que sua mãe quebrava o sigilo mais fundamental entre ela e os pacientes?

Certamente que ela sentia que algo estava muito errado e ela odiava errar, odiava ser injusta.

***

Roni terminava de limpar o balcão depois de mais uma noite agitada. O local estava vazio agora, pois Lacey e Scarlet estavam no apartamento acima do bar preparando o jantar, ou assim elas diziam. Nunca confiou naquelas doidas na sua cozinha, mas o que podia fazer? Elas queriam fazer uma noite das meninas, o que nunca funcionava, pois Marcus e Kevin sempre ficavam no meio e dormiam no tapete, igual crianças. Leona, misteriosamente, foi dormir fora de casa, com a desculpa de que tinha trabalho para fazer. Porém, Roni sabia, ah como sabia. Adolescentes costumam fugir para encontrar a pessoa amada e a própria Roni já tinha feito isso no passado, assim ela acreditava. Daniel não existia em sua memória na maldição, no entanto maldição nenhum a fazia desacreditar que, em um passado distante, ela tinha amado alguém na sua juventude.

─ Ora, ora ─ aquela voz fez o estômago de Roni embrulhar ─ como sempre, você está nessa espelunca.

Roni riu ironicamente e virou-se para encarar a figura menos simpática do condado.

─ A que devo a honra de sua visita, Eloise ─ colocou dois copos sobre o balcão e os serviu, virando em seguida para guarda a garrafa sobre a prateleira ─ sinta-se em casa.

─ Jamais moraria num lugar sujo que nem esse, Roni ─ a loira era sempre seca e fria. Suas palavras eram cortantes e ninguém gostava de estar em sua presença. Porém, nada nela amedrontava Roni e Eloise notava isso ─ fiquei sabendo que minha irmãzinha estava causando problemas por aqui.

─ Porque não pergunta a ela ─ retrucou, bebericando sua bebida.

─ Digamos que Odette esteja encantada demais para me contar qualquer coisa no momento, vejo que a enganou bem, exatamente como fez antes ─ cuspiu as palavras ─ não se cansa de fazer isso? De enganar as pessoas?

─ Me cansaria sim, se eu realmente fizesse algo do tipo ─ seu tom de voz era firme e sua raiva era quase palpável ─ o que realmente quer aqui, Eloise?

─ Apenas garantir que você não vai estragar meus planos ─ Roni não havia percebido, porém Eloise havia colocado algo em sua bebida.

Sua cabeça latejou e tudo começou a rodar. Flashes começaram a vir em sua mente, como num filme, mas numa velocidade incontrolável. Ela via Storybrooke, via a si mesma como uma prefeita solitária, via uma loira encantadora lhe desafiar e depois a via com um garoto. Henry, seu filho. “Nosso filho” ouviu a voz da loira em sua cabeça.

“─ Você é a mãe biológica do Henry?

─ Oi ─ a loira sorriu tímida e sem graça”

Tudo sumiu novamente. Ela pode ver a loira se casar e seu semblante era triste. Seu coração se apertou no peito e logo tudo explodiu em fogos. Haviam muitas luzes, várias delas e parecia… parecia Natal.

“─ Porque…? ─ Regina perguntou com a voz fraca.

─ Porque amar é colocar o outro a frente das suas prioridades. Você sempre a foi a minha prioridade, Regina ─ limpei suas lágrimas ─ mesmo sabendo que você escolheria Robin, mesmo sabendo que você jamais me veria como outra coisa além de “a outra mãe do meu filho”, eu já havia te escolhido.”

E então sua visão embaçou novamente. Tudo girava ao seu redor e as coisas pareciam se encaixar aos poucos, como num quebra cabeça. Novamente, lhe veio a imagem da loira petulante e destemida. Emma Swan. Emma, a sua xerife, a sua melhor amiga, a sua esposa, a mãe de todos os seus filhos.

“─ Bom… ─ me coloquei ao lado de Emma e segurei em sua mão ─ eu e Emma teremos duas meninas.

─ Teremos duas princesas! ─ Emma acrescentou totalmente emocionada, como eu.”

Sally e Ginger vieram a sua mente e tudo se encaixou. Roni abriu os olhos e uma raiva urgente surgiu dentro de si, algo que ela não sentia há tempos. Eloise sorriu vitoriosa e bebericou sua bebida.

─ Seja bem vinda de volta, Regina.

 


Notas Finais


Bom, espero q tenham gostado, a segunda fase não será tão longa, mas personagens inesperados irão aparecer. Sejam sinceros comigo e me respondam a pergunta das notas iniciais <3
ah, me perdoem os erros mas eu n consegui revisar direito askdnkasjdnkj my bad
beijoxxx no core!


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