História Once Upon A Time 2.0 - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Emma Swan, Henry Mills, Malévola, Regina Mills (Rainha Malvada), Sr. Gold (Rumplestiltskin)
Tags Emma Swan, Henry Mills, Once Upon A Time, Ouat, Ouat S7, Ouat Spoilers, Regina Mills, Swan Queen, Swan-mills Family
Visualizações 64
Palavras 1.264
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Demorei, né? Desculpa!
Mas tá ai, a Emma.

Capítulo 6 - Jennifer


Fanfic / Fanfiction Once Upon A Time 2.0 - Capítulo 6 - Jennifer

Os dias foram passando, as semanas estavam mais lentas, Henry demorou para assimilar o que havia acontecido e o que estava acontecendo. Lucy foi peça fundamental para ele se manter firme e não enlouquecer. Henry tinha plena noção que a vida virou um grande borrão por que ele deixou de acreditar em finais felizes, deixou de acreditar no amor e deixou de acreditar em si mesmo. Isso não poderia se repetir, não como foi com a Emma que quase fez todos os contos de fadas desaparecerem. Henry foi cedo para o bar e levou a Lucy com ele, era dia de arrumação, o bar não abriria aquele noite, ela poderia ser de grande ajuda para entender o porquê ele não havia quebrado essa maldição.

    - Você sabe onde está a Emma? Lembra de ter visto ela? - Lucy perguntou olhando o pai limpar as mesas.
    - Não a vi, na verdade, acho que nunca a vi...
    - Já foi em Storybrooke?
    - Não, nem sabia da existência...
    - Acha que ela pode estar lá?
Henry riu de leve, parou de fazer o seu dever e olhou a filha. Ele ainda estava inseguro em dizer para a Lucy sobre o túmulo da Elena, mãe dela, em Storybrooke.

    - Lucy, desacelera, temos que ter cuidado!
    - Que nome daremos a essa operação? - Lucy sorriu para o pai.
    - Operação...- fez cara de pensativo - ...caça ao cisne!
Lucy soltou uma gargalhada gostosa.
    - Bem subjetivo, pai! - foi sarcástica.
    - Tem estilo, kid! - bateu a ponta do dedo na ponta do nariz dela de modo brincalhão.

Do outro lado do salão, Beth organizava as bebidas e fazia a lista de compras, logo menos Jonas ia fazer compras para o bar.
    - Beth, ouvi noticias que o poderoso chefão está na cidade… - Jonas sorriu, o fato da Beth não gostar da pessoa que pagava seu salario deixava o gerente animado em provocar a bartender.
    - Que diferença isso vai fazer no meu trabalho, sr. Gerente? Já na sua cama, faz toda a diferença, né? - Beth foi sarcástica.
Henry ficou confuso, quem poderia ser o dono do estabelecimento? A primeira pessoa que veio em sua mente foi seu avô, Sr. Gold, mas o comentário da Beth bagunçou seus pensamentos.

A porta principal se abriu e logo uma figura loira vestida de preto entrou, era a Emma, ela estava falando ao celular, olhou para o salão encarando cada um dos seus funcionários, apontou para o Henry e fez um gesto para ele subir com ela.

Jonas nitidamente babava pela loira, sorriu para o Henry.
    - Ela é sua chefe marinheiro, vai lá, ela provavelmente quer te conhecer…. - bateu nas costas do rapaz.

Henry foi quase empurrado com o tapa, franziu a testa olhando o Jonas, agora que sabia que essa homem era Killian Jones.
    - Qual o nome dela? - questionou antes de ir até a sala.
Beth falou com um tom hostil.
    - Jennifer Prince…Boa sorte garoto!

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Henry bateu na porta entre aberta, olhou a loira sentada verificando alguns papeis sobre sua mesa.
    - Entre… - não olhou para ele, apenas apontou para a cadeira na frente de sua mesa - feche a porta… - completou o pedido.
    - Okay… - disse baixo e fez o que ela havia pedido.
    - Henry Daniel Mills, 28 anos, escritor? - olhou para o rapaz - que diabos o Jonas tinha na cabeça em te contratar? - ficou analisando ele dos pés a cabeça.
Henry deu os ombros, recuperar a memoria tinha elevado a sua auto estima, aquele rapaz perdido e tímido parecia ter ficado para trás.
    - Talvez foi a minha simpatia e boa educação… - Henry sorriu de lado.
    - O que você quer dizer com isso? - Jennifer levou como uma afronta.
    - Que sou simpático e educado, Sra. Prince.
    - Adicionaria, destemido… - cerrou o maxilar e mediu o rapaz.
    - Pode ser colocado em consideração, sem dúvidas… - Henry acenou com a sobrancelha.
    - Tem filhos, Mills? - Jennifer voltou a olhar os papeis.
    - Sim, uma menina de 10 anos, Lucy.
    - 10 anos com um pai escritor falido e que é atendente de um bar? - riu de leve - vai conseguir dinheiro o suficiente quando ela fizer 16 e precisar ir para a faculdade? - encarou o rapaz.
    - Com todo respeito sra Prince, dinheiro nenhum comprou a minha liberdade de escolha e muito menos, se é que posso dizer, minha coragem de criar uma filha sozinho…
Jennifer ficou encarando o rapaz, respirou fundo.
    - Vejo que sua filha foi fruto de uma aventura…
    - Não, sou viúvo. - Henry pela primeira vez se mostrou incomodado com a falta de delicadeza da pessoa que não lembrava nem um pouco sua mãe, Emma.
    - Na vida perdemos mais do que ganhamos… - assinou alguns papeis e logo entregou para ele.
Henry pegou e leu "Carta de Demissão", subiu o olhar para a loira, incrédulo.
    - Isso é sério?
Jennifer sorriu de lado e apontou a porta.
    - Seus direitos serão devidamente depositados nos próximos dois dias, tenha uma ótima semana, Mills.

Henry engoliu a seco e saiu, chegou no salão e pegou sua mochila.
    - Lucy? Vamos! - nitidamente queria despejar sua raiva em algo, mas não seria na sua filha e muito menos na frente das pessoas.
Lucy foi rápido até ele, não entendeu muito bem mas não queria questionar, o tom de voz de seu pai não estava para brincadeira.
Beth correu até ele e o segurou pela mão.
    - Ei, onde você vai?
    - Para casa! - mostrou a carta de demissão.
Beth olhou incrédula a assinatura da Jennifer, balançou a cabeça rindo de nervoso, sem ao menos pensar nas consequências foi tirar satisfações com a loira. Entrou na sala sem anunciar sua chegada.
    - Você não tem alma! Como se tornou desse jeito?
Jennifer não poderia admitir tal ação de um mero funcionário.
    - Vai tomar a dores do garçom? - Jennifer se manteve indiferente.
    - Jennifer, o cara precisa da grana, qual o seu problema? - levantou o tom da voz e apoiou as mãos na mesa da dona do bar.
Jennifer mediu as atitudes da Beth, olhou cada movimento da morena, mas manteve-se indiferente no seu tom de voz.
    - Ele tem uma criança, esse é o meu problema, preciso de funcionários, crianças ficam doentes e são imprevisíveis!
Jonas entrou rápido na sala, o salão inteiro escutava o tom rouco e forte da bartender. Pegou a Beth pelo braço fazendo ela se afastar da mesa da Jennifer.
    - Ei ei…deixa comigo, melhor você descer! - olhou nos olhos da Beth.
    - Vê se faz a sua namoradinha mudar de ideia! - Beth disse baixo e sem um pingo de paciência.
   - ...ela não é - Jonas disse baixo, odiava esse titulo, mas bem que gostaria que fosse oficial.

Jonas afirmou, fechou a porta assim que a Beth saiu.
    - Luv, você demitiu o meu melhor garçom…- disse calmo.
Jennifer levantou indo até ele.
    - O que ganho se mudar de ideia? - envolveu os braços no pescoço do Jonas.
    - Muitas coisas - Jonas levantou uma sobrancelha sorrindo - você me tem na mão, só preciso do meu funcionário…
    - Pode chama-lo de volta, mas o primeiro deslize, vocês dois vão para rua… - disse seria, mas adorava ter tudo embaixo de suas asas, tudo sob total controle.

Jonas engoliu a seco com a ameaça, sorriu tentando disfarçar o medo, sabia que Jennifer teria coragem de chuta-lo para fora quando fosse conveniente.


Notas Finais


...é uma fanfic SwanQueen, prometo!


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